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Correr na Cidade

Correr na Rota Vicentina

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Este verão passamos uns dias em Odeceixe. Ficamos na parte de cima, na Urbanização de Malhadais, o local perfeito para umas férias ativas. Nas férias em família nem sempre é fácil manter o ritmo de treinos. Há que ser criativo!

Assim, optamos por um de nós ir a correr até a praia enquanto o outro levava a pequena (de bicicleta ou de carro) ou acordávamos cedo e um de nós ia correr enquanto a Luísa dormia. Também aproveitamos a proximidade ao mar para fazer um passeio de SUP em Aljezur, já que as ondas estavam muito pequenas para surfar. Além disso, conseguimos manter 1 ou 2 treinos de reforço muscular por semana! Não foi tão mau!

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Como a experiência de correr nas férias foi tão boa e porque ficamos muito impressionados com o potencial da Rota Vicentina para trail running, partilhamos alguns dos nossos treinos:

 

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Trilhos e estradões entre Odeceixe e a Praia da Amoreia - 12,5 km

Strava: https://www.strava.com/activities/2596687846

Fiz uma pequena pesquisa no site da Rota Vicentina e no Google Maps e orientei um percurso de Odeceixe à Praia da Amoreira, onde iríamos fazer o passeio de stand-up paddle. Foram 12,5 km, quase em linha reta e quase planos, entre estradões e trilhos. Infelizmente, também fiz alguns kms na estrada nacional, o que é algo perigoso e desagradável mas com algum cuidado, faz-se bem.

 

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Estradões entre a urbanização Malhadais e a Praia de Odeceixe - 7 km ida + 3,5 de volta

Strava: https://www.strava.com/activities/2602722477 e https://www.strava.com/activities/2602722396

Neste percurso, não optámos pelo percurso mais rápido, mas sim pelo percurso que me permitia fazer cerca de 10 km. O Xiko foi na bicicleta com a Luísa na cadeirinha. Foi um percurso muito giro por caminhos pequenos por campos agrícolas e pouco D+. Na praia, tomamos banho e comemos umas batatas cozidas com molho deliciosos no Bar da Praia.

 

 

 

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Trilhos de areia entre o Porto Côvo e São Torpes - 9 km

Strava: https://www.strava.com/activities/2609960918

Quando já estávamos a voltar para Lisboa, decidimos parar em São Torpes para o Xiko dar uma aula de surf à Luísa, pois nessa praia havia ondas perfeitinhas para isso e não há pedras. A caminho do Porto Côvo lembrei-me que podia aproveitar para correr parte do caminho e vi no mapa que do Porto Côvo até São Torpes seriam 9 km. Paramos o carro, mudei de roupa, e lá fui eu. Sem preparar o percurso, estava a contar ir à beira da estrada, mas quando vi a sinalética da Rota Vicentina, não hesitei e enfiei-me num trilho. O que era para ter sido um treino de velocidade passou a ser um treino de força em trilhos de areia com paisagens de cortar a respiração! Recomendo!

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Volta pelas arribas da Arrifana e Vale da Telha - 7 km

Strava: https://www.strava.com/activities/2627723880

Entretanto, também passamos uns dias na casa dos meus pais em Lagos e no caminho para Lisboa, fizemos uma paragem na Arrifana para jantar com amigos. Como não havia ondas e tínhamos algum tempo até ao jantar, equipamo-nos e fomos explorar os trilhos da zona. Foi um percurso sem preparação, apenas seguindo os trilhos e a nossa intuição. Acabou por ser um dos percursos mais bonitos que alguma vez corri! As falésias desta zona são incríveis e apanhamos a “golden hour”, pelo que a luz estava incrível. Pelo caminho, não encontramos pessoas, apenas cabras, vacas e cavalos. Que maravilha! Houve uns kms muitos duros de trilhos pelas dunas com areia muito solta. Foi um belo workout!

 

Queres-te aventurar nos trilhos, recomendo a não esquecer:

  • Boné e protetor solar
  • Telemóvel com bateria
  • Água e uma barra / gel / Tailwind

 

E tu, já te aventuraste sozinho/a por trilhos desconhecidos? É uma sensação maravilhosa, tanto sozinho como acompanhado, claro! Pura liberdade!

5 razões para participar na Corrida Atlântica

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Foi a nossa segunda participação na Corrida Atlântica, de 15km, que faz parte da Ultra Maratona Atlântica Melides - Tróia. Tratam-se de duas provas num só evento, numas das praias mais bonitas do país, em pleno verão.

A Ultra Maratona decorre num percurso com uma extensão de 43 km, todos eles percorridos em areia, com início na Praia de Melides e final na Praia do Bico das Lulas, em Tróia. A Corrida Atlântica, na qual nós participamos, tem uma extensão de 15 km, também todos eles percorridos em areia, com início na Praia da Comporta e meta no mesmo local emblemático que a Ultra.

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As opiniões acerca desta prova épica diferem muito. Há quem ame a prova e participe assiduamente ano após ano e há quem não se interesse minimamente em “penar” tantos kms na areia e com um calor abrasador. 

O ano passado decidimos dar uma hipótese à esta prova e ficamos encantados. Este ano, participamos novamente e para o ano, se tudo correr bem, lá estaremos na Praia da Comporta. Posso afirmar que a Corrida Atlântica é das minhas provas preferidas. Porquê? Explico-te já!

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5 razões para participar na Corrida Atlântica

  1. É uma prova com um cenário único. Ao longo dos 15km percorridos na areia, nunca me ia fartando da paisagem! São das praias mais limpas de Portugal. E nos primeiros 10km ainda há muito pouca gente na praia, dando um encanto especial ao cenário único!
  2. É uma das provas com mais apoio. Sendo Portugal um país com pouca cultura de apoio nas provas de corrida, esta prova, por decorrer na praia, conta com o apoio de quem esteja a frequentar a praia. Na Corrida Atlântica, a partir do km 10, quando mais precisamos de apoio, passamos por praias com mais gente e há famílias inteiras a dar-nos energia!
  3. Achas que correr tantos kms na praia é uma seca? Brinca com as ondas! É um desafio encontrar o trajeto com a areia mais dura e com menos inclinação e temos que estar sempre atentos para não sermos surpreendidos por uma onda! Este ano, depois dos primeiros 200m na areia mole, a praia, junto ao mar, apesar de uma ligeira inclinação, parecia uma pista!
  4. Achas que a logística desta prova, pela distância entre a partida e a meta, é complicada? Não é! Basta ser criativo! A organização disponibiliza um serviço de ferry e de autocarro e ainda podes aproveitar para passar o fim-de-semana pela zona com família ou amigos! Foi o que nós fizemos. A mãe do Xiko deixou-nos na partida onde nos apoiou, com a Lu, filha do Xiko, e depois vieram nos receber na meta. Foi uma festa! A Lu ainda participou no aquecimento antes da partida e adorou!
  5. É uma das poucas provas de corrida em Portugal nos meses do Verão. Inscreve-te e ganha motivação para manter o ritmo de treinos no verão!

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Então, que acham? Bora lá? Para o ano vemo-nos na Comporta? ;)

A vitória do André na Etapa da Volta

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A Volta a Portugal terminou este Domingo com a vitória do João Rodrigues da equipa W52-FC Porto.

Mas eu vivi em pleno outra grande vitória, a do meu amigo André Afonso, na Etapa da Volta, a etapa aberta ao publico em geral no dia de descanso dos profissionais, excecionalmente bem organizada e que recomendo a participação no próximo ano.

Foi um bonito passeio de 70km pela região da Guarda, em ritmo moderado para aproveitar cada momento, e vivido intensamente ao lado do André, cujo testemunho de superação partilho hoje com vocês.

 

 

Uma viagem que não se esquece (parte 2)

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(ler aqui a primeira parte)

Voltamos a casa, bebemos imperial na café da Bordeira e zarpamos até Sagres para ir comer num restaurante perto da Fortaleza. O Ulisses conhece o sítio. E o dono do sítio acha que conhece o Ulisses. Tudo em família, portanto. Peixe e Chocos à Algarvia.

Depois fomos tomar uns cocktails no bar O Camelo, em Sagres. Não ficamos muito tempo, no outro dia estava planeada mais um treino. E sabem aquela sensação que por vezes nos dá quando estamos a volante num boa estrada e só apetece ouvir certas músicas bem alto e acompanhar em voz alta (e desafinada). Na idade adulta raramente o fazemos. Os putos lá atrás, a mulher/marido a pensar que enlouquecemos de vez. Às vezes ensaiamos nas filas de trânsito na cidade, mas não é a mesma coisa.

O cenário a seguir aos cocktails foi esse. Tiago ao volante (tem enorme experiência a conduzir carrinhas), vidros abertos, e música aos berros. De Rage Against The Machine, Metallica, Motley Crue e até Pearl Jam, que detesto, mas que naquele pedaço de noite me pareceu perfeito. Foi um dia cheio e em cheio.

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DIA 3

Domingo, às 8 da manhã já estavamos equipados e prontos para correr. Minto. Eu não fui. Equipei-me, senti cansaço nas pernas, uma ligeira impressão no joelho (a tendinite ainda lá está) e decidi que o melhor resguardar-me para usufruir do resto do dia de surf antes de voltarmos para Lisboa.

Eles foram e vieram esbafuridos. Subiram, desceram, tiveram encontros com cães da zona e devem ter batido o recorde de algum percurso que por ali gravou no Strava.

Após arrumarmos tudo, fomos novamente para... Arrifana. Só com as duas longboards e à vez, apanhamos ondas, percorremos algumas sempre a deslizar. Foram umas três horas de sorrisos na cara a pensar que temos de fazer mais daquilo. Ali ou onde for. Sendo que, para mim é dos melhores sitios do mundo para se estar. Basta duas horas na zona da Arrifana/Aljezur para nos sentirmos realmente de férias. Confesso que não consigo isso noutro lugar. Mesmo quando vou com a família de férias para o outro Algarve demoro uns dois dias a desligar do emprego. Ali, naquele local que frequento há mais de 25 anos, é automático.

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Fomos para Lisboa. Antes paramos para comer croissants na famosa Mabi, em Vila Nova de Milfontes. E depois foi sempre a seguir para Lisboa. O resto da trip foi basicamente logística. Deixar as pranchas e os surfistas em casa e voltar para a família. Sem mais grandes histórias para contar.

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Ficámos de barriga cheia por tudo, pela pela simplicidade, pelo descanso, pelos sorrisos, pela partilha, sabemos que é algo que não vai ficar por aqui. Já anda no ar a ideia de uma nova viagem (e com os restantes homens do CNC).


Se será a fazer surf ou outra coisa, ainda não sabemos.

Uma viagem que não se esquece (parte 1)

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Há coisas que merecem tempo para serem escritas. Precisam de amadurecer para que se faça justiça aos momentos vividos. Por isso, demorámos tempo a escrever sobre a primeira surftrip que o Correr na Cidade fez pela Costa Vicentina.

Tudo começou em conversas via smartphone. No meio de alguns disparates, de algumas partilhas mais inusitadas, como é costume em qualquer grupo que junte mais do que três homens (acontece o mesmo com as mulheres, estou certo), começámos a falar que se podia fazer uma viagem que aliasse um desporto ou ação que normalmente não fazemos em conjunto com a corrida.

A ideia fluiu. Mas pela falta de datas disponíveis à maioria a viagem foi sendo adiada. Sem sabermos muito bem, e embora com a ideia sempre presente, passou um ano e nada de viagem.

Já em 2019, com o regresso do céu azul – por favor, não confundir com este verão que estamos a viver – , recomeçamos a falar da surftrip. O objetivo era simples e claro, pegar em pranchas e fatos de surf, dar um beijo às companheiras e filhos e partirmos por uns dias para sul, só homens. Sem grandes compromissos ou planeamento. E, finalmente, assim aconteceu.

Para quem tem uma média de três ideias novas por semana para o CNC e das quais só 1 por cento se desenvolvem, foi um grande passo para todos - mesmo para aqueles que não foram. Podiam ter sido mais dias, podia ter sido organizado de outra forma. Mas se fosse perfeito, estragava.

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Nas linhas seguintes, contamos como foi. O lema da viagem ficou “Com Brutes Nã Lutes”, uma frase que vimos numa parede de um café no Algarve. Ora atentem para o que se passou:

DIA 1

Tudo começou numa sexta-feira. A primeira coisa a fazer foi levantar a carrinha Proace que a Toyota nos cedeu. Foi a única parceria que fizemos para esta jornada. E em boa hora. Não vou estar aqui a elevar as características da carrinha e de como nos fez feliz, blá, blá, blá. Conto só dois apontamentos. Primeiro: na Toyota couberam 2 longboards, 2 pranchas de surf, 4 pessoas (e ainda dava para mais uma, pelo menos) malas de viagem, malas com coisas de surf e sacos com equipamento de corrida. Segundo: fomos de Lisboa a Sagres, com paragens e mais umas voltas. Partimos com depósito cheio e regressamos sem meter uma gota de diesel extra. Foi muito bom!

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Voltando ao tour pré-surf trip. Já com a carrinha foi a vez de pegar o Tiago Portugal à porta do emprego, e depois ir buscar mais material de surf nas respetivas casas. De seguida, recolhemos o Ulisses e João Gonçalves à porta dos respetivos empregos. Não me esqueço de ver o João a entrar na carrinha e dizer: “isto vai mesmo acontecer!!!”. E aconteceu mesmo, um ano depois das primeiras conversa, finalmente, fizemo-nos à estrada.

O objetivo seguinte era dar uma surfada em São Torpes, ali à beira das torres da Galp, em Sines. Porquê? Porque foi lá que há mais de vinte e tal anos me pus de pé em cima de uma prancha de surf pela primeira vez, e porque serviria para descansar um pouco da viagem. E porque, tem das estradas mais idílicas do sul português.

Uma vez por lá percebemos que não havia ondas que valessem a pena montar o “circo” de vestir fatos, colocar wax nas pranchas, etc. E é por aqui que se vê o quão surfistas somos: sabiamos que estaria um mar pequeno. Mas não tanto. E isso nem sequer importava.

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Fomos beber umas cervejas, destressar, mandar uns SMS para casa e tratar de coisas pendentes do trabalho – ah, a vida moderna que nem à beira mar longe da cidade nos deixa desconectar!!!

Decidimos logo ali alterar os planos: ao invés de irmos diretos para a casa alugada na Bordeira, fomos jantar ainda no caminho. Isto é a verdadeira beleza de uma trip, seja de surf, corrida ou com outro intuito qualquer. Mudar de planos à nossa vontade faz bem à saúde. Está provado.

Decidimos ir jantar ao já famoso restaurante de marisco da Azenha do Mar. Geralmente espera-se muito. Não há reservas. E nós esperamos. Não muito mas um pouco, naquele limite da fome que foi sendo enganada com cerveja e saladinhas de polvo.

Depois do jantar, fizemos resto do caminho. Descarregar as malas e pranchas, quartos divididos e combinar uma corrida pela manhã. Eram 23h30 e o cansaço fez o resto. Cama que o dia seguinte era para disfrutar ao máximo.

DIA 2

Acordámos às 07h30m. De loucos, não? Quando uns dias mais tarde o disse a um amigo – que não corre – fez-me imediatamente a pergunta: “Estás dois dias fora de casa sem mulher e filhos e acordas às 7 da manhã para ir correr? O que se passa convosco?”
Se calhar ele tem razão. Mas isto é uma coisa forte, inexplicável, mesmo para quem já não corre, como eu. E lá fomos.

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Uma corrida com muitas moscas a acompanhar. Umas subidas e descidas, terra batida. Ritmo baixo, mas deu para suar bastante, pelo calor que já se fazia sentir. Ouvimos as vacas a pastar, os cães a ladrar, e fizemos uns 6 a 7 kms mais divertidos que sofridos. Não dava para disfarçar, a cabeça só pensava em ir para a praia, vestir os fatos de surf e tentar surfar as poucas ondas que existiam.

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Escolhemos aquela que considero a praia mais bonita de Portugal: Arrifana. Mas antes espreitamos o mar da Carrapateira. Não nos pareceu grande coisa, e daí a escolha recair para a Arrifana. Por lá descemos a arriba com as pranchas às costas e escolhemos o local da praia que nos pareceu mais indicado para nos fazermos às ondas - que não ultrapassavam o meio metro e tinha pouca força.

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Metemo-nos no meio das muitas escolas de surf. E o nosso grupo dividiu-se em dois. Um só com o Ulisses que foi disfrutar para o meio do crowd a sua prancha clássica. Passados segundos já o viamos em pé a surfar com a cara cheia de sorrisos. E o outro grupo: eu, Tiago e João.

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Logo à partida percebi que não estava a fazer nada com a minha prancha. Já foi tempo em que conseguia por-me de pé nela. Hoje em dia com o peso que tenho, a falta de forma, e a falta de pratica de surf, não faço nada com uma pracha pequena. Em menos 20 minutos já estava no saco.

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Ficamos com as três maiores. Mas ao fim de um par de horas percebemos que ali só funcionavam as pranchas grandes, pela pouca força e tamanho das ondas. Revezamo-nos. Ao fim de mais uns minutos já todos estavam a colocar-se de pé em cima das pranchas, intercaladas com umas quedas que nos parecem sempre épicas.

Como nada foi planeado, perto das 14/15 estavamos cansados e a morrer de fome. Só quem nunca se fez às ondas não sabe do que falamos. Despimos os os fatos e fomos para uma pizza em Vale da Telha. Daquelas com italianos à frente o negócio. Refeição demorada, regada com boa cerveja e boa conversa. Duas horas depois já estavamos na praia de Carrapateira. Ali as ondas estavam mesmo pequenas, só o o Ulisses vestiu o fato. O estava a rebentar tão próximo da areia que nenhum dos menos experientes decidiu arriscar. Fizemos praia, falamos, andamos de um lado para o outro, adormecemos na areia. Fantástico para corregar baterias.

Decidimos ir embora pelas 19h.

(amanhã contamos o resto...)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Arrábida SwimRun 2019 -  a próxima paragem do circuito nacional

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Após um longo período de ausência e após duas etapas fantásticas no centro (Zêzere) e sul (Alqueva) de Portugal, o SwimRun regressa já no próximo dia 7 de Setembro aos trilhos da Serra da Arrábida, onde estreámos a nossa modalidade em 2017. O Tiago e o Nuno estiveram presentes e relataram o seu primeiro contacto com a modalidade aqui. Pessoalmente, estou super ansiosa porque vai ser a minha primeira vez nesta prova e a primeira vez que praticarei SwimRun no mar!

O Arrábida Swimrun 2019 integra a 3ª prova do Circuito Nacional SwimrRn e também será a etapa de Campeonato Nacional. Os participantes serão desafiados a percorrer as encostas da Serra da Arrábida e mergulhar nas águas do Rio Sado directamente dos Galeões do Sal de Setúbal, neste que é um evento único em Portugal que mistura a corrida em trilhos e a natação águas abertas.

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A prova terá, como é de costume, duas distâncias, o Standard envolve a prática da natação em águas abertas, e percorre maioritariamente trilhos com algum desnível acumulado, o que torna a prova especialmente dura, exigindo dos atletas experiência prévia no Trail e na Natação. Neste tipo de ambientes, será necessária uma boa condição física, e uma adequada gestão do esforço físico e mental que lhes permita terminar este desafio. O Sprint é uma prova indicada para todos os que possuem um nível de experiência mais reduzido nestas duas modalidades e ainda para todos os outros que pretendem efetuar uma prova mais curta. Ainda assim, exige também uma preparação física adequada. 

A distância Standard terá cerca de 18km (2,500 km Natação / 14,800 km Corrida com 790 D+) e uma distância Sprint com cerca de 10km (1,800 km Natação / 7,700 km Corrida com 420 D+), ambos com partida e chegada no Parque Urbano de Albarquel. Podem consultar o regulamento completo aqui.

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Se ainda não se inscreveram, de que estão à espera? O 1º prazo de inscrições termina já no próximo dia 23 de Agosto, sendo que as inscrições encerram definitivamente no dia 31 de Agosto.

E para um dia bem passado em família, que tal aproveitar o dia para levar a família a comer um choco frito depois da prova e aproveitar o evento de uma forma especial? Há a oportunidade dos acompanhantes dos participantes do evento de poder seguir a prova de uma perspectiva diferente, levando-os num passeio a bordo de um galeão do Sal, permitindo a todos presenciarem a nossa partida a bordo e ainda guiar-vos às melhores zonas de acção do Arrábida Swimrun.

Juntem-se a nós e preparem-se para mais uma experiência inesquecível! Ah e para quem quer “experimentar” a modalidade antes de se meter em provas, há um treino aberto dia 1 de Setembro, no Parque Urbano de Albarquel.