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Correr na Cidade

Como proceder nos "encontros imediatos" com cães

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Seja com sol, vento, frio, chuva, estrada ou nos trilhos gosto de correr em qualquer ambiente. Tenho já alguns quilómetros “nas pernas” e poucas coisas me incomodam, mas há algo que só de pensar me dá arrepios na espinha.

 

Querem saber o que é? – Estar tranquilo a correr e de repente ver um, ou vários, cães soltos. O meu coração começa logo a acelerar e nunca sei bem o que fazer. Basta estar a correr sozinho e ouvi-los ladrar ao longe. Os meus instintos de sobrevivência disparam logo. Acontece-vos o mesmo?

 

Já tive algumas experiências dessas, tendo inclusive que fugir numa delas. Noutras simplesmente mudei de percurso, sem o cão me ver, ou abrandei o passo até o cão se desinteressar ou o dono aparecer.

 

Não é um encontro agradável e não pensem que não gosto de animais, aliás adoro cães. Mas corrida e cães estranhos, sejam pequenos ou grandes, simplesmente não combinam.

 

São cada vez mais, e bem, os corredores que levam os seus cães enquanto fazem desporto, e Sintra é um lugar fantástico para os animais correrem e se divertirem. No entanto a maioria destes anda sem trela e dar de caras com um cão que não conhecemos e de repente ouvir ao longe “ele não morde” ou “só quer brincadeira” apesar de reconfortante não deixa de pôr o coração a mil.    

 

Parar? Encarar de frente? Virar costas e correr? Não ligar e seguir tranquilo? O que se deve fazer se nos encontramos numa situação dessas?

 

Aqui ficam algumas dicas para saber o que fazer nestes encontros imediatos de 3º grau:

  • Permaneça calmo, abrande o passo, caminhe e se for necessário pare;

 

  • Se o cão vier ter consigo o melhor é parar completamente com os braços esticados ou no peito. Dê a mão a cheirar enquanto protege a região média;

 

  • Evite estabelecer contacto visual com o animal, mas mantenha sempre o cão no seu campo de visão. Nunca vire costas ao cão pois pode ser interpretado como sinal de fraqueza;

 

  • Utilize comandos de voz num tom calmo e assertivo;

 

  • Não faça festas na cabeça.

 

Última dica e a que mais utilizo, se vir ou ouvir o cão, mas ele ainda não deu pela sua presença mude de rota.

 

Ainda assim é importante distinguir entre cão ou cães que andam tranquilos a deambular ou a correr ou se pelo contrário são cães que estão a proteger um território ou em matilha, pois normalmente o perigo vem destes.

 

Bons treinos a todos.  

Correr 300 quilómetros em 72 horas

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São 100 atletas, 87 a solo e 23 em equipa, os que partem esta quinta-feira, dia 29 de novembro, às 16h30, para a aventura de 300 km que os levará de Alcoutim ao Cabo de São Vicente, em Sagres, pelo Interior do Algarve.

O ALUT – ALGARVIANA ULTRA TRAIL é organizado pela Associação Algarve Trail Running, com o apoio da RTA – Região de Turismo do Algarve - e pode ser seguido em direto aqui.

85 homens e 15 mulheres – de 12 nacionalidades (Portugal, Espanha, França, Suécia, Escócia, Inglaterra, Luxemburgo, Polónia, Uruguai, Canadá, Estados Unidos da América e Japão) têm 72 horas para percorrer os 300 km do percurso, pela Via Algarviana, até ao cabo de São Vicente, em Sagres.

De salientar que entre os atletas participantes, este ano, está João Oliveira, que fixou o primeiro recorde do percurso em 43 horas. Repete também a participação a equipa vencedora de 2017 – a Helpo@Alut –, que se junta novamente à aventura com um cariz solidário.

Ester Alves, atleta da Salomon/Sunnto, depois de ter apoiado a organização no ano passado, alinha este ano na partida, sendo candidata a ficar na história da prova como a primeira mulher a concluir o percurso.

Destaque ainda para o regresso de Patrícia Carvalho, da equipa ATR – Associação Algarve Trail Running, a única mulher inscrita a solo no ano passado, que foi forçada a abandonar a prova por lesão.

 

 

(Vídeo) Review dos Puma Hybrid Runner Fusefit

Este vídeo é sobre os novos Puma Hybrid Runner Fusefit. Umas sapatilhas que vão buscar o look de lifestyle para a corrida. Mais do que na moda, a marca germânica aposta na fórmula "Athleisure" - que mistura o athletics com o leisure e o está a levar para as passadeiras da moda. 

A nós como corredores interessa saber como se comporta a correr. É isso que contamos neste review. Veja o vídeo acima e fique a saber (quase) tudo.

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"Trailista" de Bancada: já foste?

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Por Marta Moncacha:

 

Há duas maneiras de participar num trail. Há a forma clássica, aquela em que dás o corpo ao manifesto, suas as estopinhas e andas metido na lama, nos montes e vales, nos géis, nos músculos doridos, nos pés em sangue, no limiar da dor física que te faz chorar e rir, tudo ao mesmo tempo. E depois, há outra forma de participar num trail. Aquela em que tens quem tu amas a correr muitos quilómetros, debaixo das condições atmosféricas mais adversas.

 

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Quando fazes um “trail de bancada”, é certo que não tens as mazelas físicas, mas acredita que carregas contigo todas as outras. Sofres com a ausência de contactos, com a antecipação das dores alheias, com a noção de que o dia já vai longo, e que quem tu queres não chega. Fazer um “trail de bancada” é sofrer por osmose, é ter o coração fora do peito, é observar minuciosamente o estado em que cada atleta chega à meta, e tentar antecipar as condições em que “a tua pessoa” vai chegar. É fazeres-te e fazeres muitas perguntas, é espreitares o relógio vezes sem conta, é intuíres o estado d´alma de quem esperas pelos SMS escassos e telegráficos, é quereres que o tempo também corra, para teres, finalmente, quem tu queres perto de ti, em segurança.

 

E depois, quando parece que já tudo acabou, é estares ali ao lado, de pedra e cal, e de preferência, em silêncio. É acolheres as dores e as frustrações, ou celebrares as vitórias, sem nenhum tipo de ressentimento por te teres limitado a esperar, ou a segurar o barco.

 

Este fim-de-semana que passou, fui “trailista de bancada” no Grande Trail do Zêzere. E se vos disser que custou tanto, como estar no meio do mato a correr, não minto. Só quem passa.

 

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Marta é Mãe de quatro (assim mesmo em letra maiúscula), casada com o Rui Alves Pinto. É facilitadora parental em situações de separação e divórcio e autora do blogue Dolce Far Niente.

 

6 anos de Correr na Cidade

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Acima, imagem do primeiro post do blogue Correr na Cidade. Data do dia 11 de outubro de 2012. Poucas semanas mais tarde, a 15 de novembro formalizou-se a criação da running crew. A data pelo qual nos regemos. E que hoje comemoramos. Convosco!

Muitos quilómetros já passaram por debaixo das nossas solas desde 2012. Muitos quilómetros de linhas de texto foram escritos aqui neste local. Sempre com um objetivo: levar mais pessoas a terem uma vida saudável através da corrida (e desportos complementares).

Nunca fomos um clube, nem um grupo, fomos sempre mais do que isso. E como não vivemos agarrados ao passado – que muito nos orgulha – pensamos no futuro criamos um grupo no Facebook ao qual todos vós se podem juntar.

E, muito para breve, vamos anunciar umas novidades.
Estejam atentos porque isto não é só sobre corrida. Obrigado por nos seguirem, por nos lerem e por correrem conosco!
#morethanrunning

Em 2019 voltaremos ao Piódão

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Em 2015, nos 53km

O Ultra Piódão é uma prova de referência no panorama de trail running em Portugal. A cerca de 3,5h de Lisboa, encontramos o Piódão, uma das mágicas Aldeias de Xisto do Centro. Além de gostarmos de Correr na Cidade, já sabem que adoramos correr nos trilhos. O ultra trail do Piódão é uma das nossas provas de trail preferidas. Vai ser já a minha 4a participação! E aqui no blog há 91 (!) blog posts que fazem referência a esta mítica prova.

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Em 2016, nos 25km

Em 2019, tal como em edições anteriores, o Piódão Trail Running, que decorre na Serra do Açor, integra três provas: 50 km, 25 km, e 12 km a correr ou andar. A Associação Desportiva "O Mundo da Corrida" é a entidade organizadora da 7.ª Edição do Piódão Trail Running, que decorrerá no dia 6 de Abril de 2019.
Segue um quadro resumo das distâncias (categorização por distância) / altimetria (desníveis positivo e negativo acumulados) / categorização de dificuldade ATRP:

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Para mais detalhes, podem consultar o regulamento da prova.

Vídeo do Malcata em 2015:

Recomendamos que se inscrevam o quanto antes, pois para dia 6 de Abril convém começar a treinar já e há poucas vagas: Trail Ultra 50 km - 400 Atletas / Trail Longo 25 km - 400 Atletas / Trail Curto 12 km - 200 Atletas. Para o máximo de conforto, sugerimos ficarem hospedados no Inatel Piódão, que onde a prova começa e acaba. Ainda há quartos (embora no Booking não apareçam). Basta enviarem um email a inatel.piodao@inatel.pt com o vosso pedido.

Bora?
 

Report: Quinta do Gradil Wine Trail Run

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Por: Andreia Pereira
 
Foi com muito gosto que eu e o meu irmão, Nuno Santiago, fomos participar na prova Quinta do Gradil Wine Trail, na distância dos 30 km, com dorsais oferecidos pelo Correr na Cidade! Depois de um Verão com treinos intensos e um mês de provas, estava a “descansar” há duas semanas. Mas uma oportunidade em conhecer uma prova diferente e daquelas que o meu irmão diz que têm paisagens fantásticas (Wine Trails) não podia ser posta de parte! 
 
Chega sábado e as previsões meteorológicas não eram de todo favoráveis. A depressão Beatriz ia fazer uma visita ao nosso país e iria trazer períodos de chuva e por vezes com grande intensidade. No domingo de manhã estava a chover a potes mas mesmo assim lá fomos nós! Havia sempre esperança das previsões serem excessivas. E mesmo que não fossem, quem anda nas lides das corridas de trilhos não se pode assustar com uma “chuvinha”! Vamos lá ser valentes! Ou não….

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Todas as provas começaram ao mesmo tempo e quando o sinal da partida foi dado a chuva era pouca. Parecia que íamos ter uma aberta e ter oportunidade de aproveitar aquela bonita paisagem! As videiras da Quinta do Gradil estavam com cores lindíssimas e os primeiros kms, apesar de alguma lama e poças, ainda eram corríveis. 
 
A chuva miudinha deu lugar a chuva torrencial que parecia não acabar. Não quero mentir, mas tive a sensação que tivemos a levar um valente banho durante alguns km! Haviam troços do percurso em que tínhamos autênticos rios de água e lama a passar. O primeiro abastecimento foi à volta dos 9 km e quando lá chegámos não havia grande oferta porque toda a fruta e bolachas já tinham sido dadas aos atletas mais rápidos. O meu irmão ainda conseguiu agarrar num saco que já estava aberto e deu-me uma maçã e duas bolachas. Mas para os outros atletas que vinham connosco e atrás de nós a falta de abastecimento era preocupante. O que vale é que a chuva era tanta que a prioridade era acabar a prova. A chuva não dava descanso e a lama e as poças eram tantas que já não dava para apreciar a paisagem. Por entre vinhas e trilhos lá fomos sempre a olhar para o chão para tentar descobrir o sítio mais seguro onde meter o pé.

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Aos ~13 km dava para perceber que estávamos muito perto da chegada e começámos a ponderar fazer a prova mais curta, dos 15 km. Quando chegámos ao “cruzamento das decisões”, (prova curta/prova longa) já muito perto da chegada, encontrámos o primeiro classificado da prova longa que nos disse que os 30 km afinal eram 23 km. Aquelas palavras foram música para os nossos ouvidos e lá fomos acabar os km que faltavam mais animados (cerca de 8km). Nesta altura a lama era tanta (a chuva era de tal forma constante que já nem era preocupação) que nem nas subidas conseguíamos manter o pé fixo para nos conseguirmos içar! Escorregávamos por todo o lado! Demos uns bate-cus numas descidas (que fizemos estilo escorrega) e naquela altura a frustração dava lugar a piadas para tentar aligeirar o ambiente. “Se soubesse tinha vindo de calções para ter direito a um spa de lama como deve ser… a minha pele iria agradecer!”

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O segundo abastecimento surgiu por volta dos 20 km, na última subida próxima da Serra de Montejunto, mas ainda dentro da Quinta do Gradil. Quase que nem nos apercebíamos porque por causa da chuva o rapaz estava dentro do seu carro à espera que surgissem atletas e o saco com os abastecimentos era pequeno (não haviam estruturas que indicassem que era um abastecimento). Ali podíamos escolher o que quiséssemos entre fruta, bolachas, chocolate, mas já era demasiado perto da chegada.

 

No final chegamos molhados, com a pele potencialmente mais saudável com tanta lama e satisfeitos por termos concluído mais uma prova! Infelizmente com tanta chuva não conseguimos tirar fotografias, mas o percurso era muito giro e aliciante para quem pensa começar a participar em provas de trilhos.
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O almoço foi excelente! Tivemos direito a sandochas (podíamos repetir), bebidas, sobremesa e café! As bebidas incluíam diversos vinhos da Quinta do Gradil da sua gama clássica, que também podiam ser experimentados à discrição. Quando saímos ainda tivemos direito a um saquinho com castanhas!

 

Concluindo, a prova é muito gira e para quem vive perto de Lisboa o local é bastante próximo (cerca de 50-60 min). Para quem se quer iniciar em corridas de trilhos é uma prova bastante acessível. Mesmo com um pouco de chuva, é uma prova acessível. O apoio ao longo da prova poderia ser melhor, mas era compreensível devido às condições meteorológicas extremas. O almoço e o ambiente no final valeu por toda a lama e chuva! No ano passado o dia estava espetacular com um grande sol e verão de São Martinho. Este ano as condições não eram as melhores tendo em conta o tipo de piso. Mas as corridas de trilhos são assim! Aventuras!

Coleção de Trail Running - Berg Outddor

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É sempre motivo de orgulho vermos uma marca nacional a crescer e a fabricar produtos cada vez melhores. A Berg é um desses exemplos de sucesso e a nova coleção lançada recentemente irá dar muito que falar e certamente ser utilizada por muitos corredores. 

 

Entre essas novidades destacamos as seguintes: 

berg-outdoor-drave-2.jpgDrave - Mochila de Trail Running desenhada para máximo conforto, altamente flexível e respirável, possui um sistema de termorregulação integrado na mesh. O sistema frontal de abertura fácil e rápida e os bolsos estrategicamente distribuídos finalizam a alta funcionalidade desta mochila para as corridas mais exigentes. Os detalhes refletores asseguram a tua visibilidade à noite e em áreas pouco iluminadas.

 

Principais características:

  • Mochila muito flexível com capacidade total de 11L para a prática de Trail Running
  • Tecido em mesh com sistema de refrigeração integrado “Thermic Quick Dry Technology”
  • Costas confortáveis que asseguram uma boa postura durante a corrida
  • Sistema frontal de abertura rápida e fácil
  • 12 bolsos estrategicamente distribuídos para géis, barras energéticas e outros essenciais
  • Detalhes refletores para visibilidade e identificação em zonas de menor luminosidade
  • Produzida em Portugal
  • Disponível em três tamanhos: S, M, L
  • Peso: 200g
  • PVP: 99,95 € 

https://www.bergoutdoor.com/pt/pt/drave-mochila-de-corrida-6426951

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Armada - Sapatilha de Trail Running - Flexível, leve, resistente a abrasão e quase sem costuras, esta sapatilha combina as melhores tecnologias para uma performance de alto nível dentro e fora dos trilhos. Conta com a nossa nova sola vibram e a construção totalmente ergonómica assegura grande conforto durante a corrida, possuindo também uma meia no interior cosida à lingueta e o nosso sistema de segurança na passada (ISS) que garante um ajuste preciso ao pé.

 

Principais Características:

  • Sapatilha de Trail Running com as melhores tecnologias para um excelente desempenho
  • Parte superior com camada única em mesh e com TPU a toda a volta para excelente respirabilidade, flexibilidade e resistência a abrasão
  • Sola Vibram® Berg Gerês com componente Megagrip e drop de 5mm para aderência, tração e alta recuperação nos trilhos mais difíceis
  • Sola intermédia em espuma EVA para maior amortecimento e absorção de impacto
  • Palmilha Ortholite X-40 com calcanhar EVA que assegura um alto nível de conforto e amortecimento
  • Sistema de segurança da passada (ISS) nas laterais para um ajuste perfeito ao pé
  • Meia interior cosida à lingueta para garantir um ajuste preciso e um conforto adicional
  • Design anatomicamente assimétrico para acompanhar a forma naturalmente assimétrica do pé, para uma passada mais natural e confortável

PVP: 99,95 €

 

Homem: https://www.bergoutdoor.com/pt/pt/armada-sapatilha-de-trail-running-6336737

Mulher: https://www.bergoutdoor.com/pt/pt/armada-sapatilha-de-trail-running-6337056

 

Além destes dois produtos existem muitos outros, veja as fotos e visite o novo site da marca.

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Aire - Sapatilha de Trail Running 

berg-outdoor-marao2-1.jpg Marão - Camisola Técnica de Corrida H

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Sicó - T-shirt Técnica de Corrida F

Sapatilhas de estrada: a review das Saucony ISO Freedom 2

 

Testar sapatilhas. Adoramos. E como já levamos uns anitos nisto somos cada vez mais experientes e sucintos. Para vos facilitar a vida puxamos por três aspetos positivos e outros tantos negativos deste modelo da marca norte-americana. Podiamos ser mais rigorosos, sim. Falar de drops, de altura, de espessura, dos termos técnicos todos que as reviews mais técnicas fazem. Mas não seria a mesma coisa. Nem seria CNC. 

 

Este é o primeiro de vídeos que vamos fazer para indicar aquilo que achamos do material que vamos testando. Sempre com independência! E, claro, a opção de compra é sempre vossa!

 

Boas corridas. 

 

Material para uma prova de 50 km

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Escolher o material que utilizamos nas provas é sempre uma altura de algumas dúvidas e indefinições. Que sapatilhas levar? Bastões? Que calções usar? Camisa curta ou comprida? Existe sempre um ritual de preparação prévio com alguma dose de stress à mistura. 

 

Com os 50km do Trail do Zêzere este fim-de-semana vou partilhar convosco o material que irei utilizar para me ajudar a chegar ao fim desta prova. É verdade que o equipamento não corre mas uma má escolha pode ser o príncipio do fim de uma prova. 

 

Material obrigatório a transportar por todos os participantes:

  • Reservatório de água com capacidade mínima de 1 Litro;
  • Reserva de alimentos;
  • Telemóvel operacional (com bateria e saldo suficientes);
  • 1 Apito;
  • 1 Lanterna ou Luz Frontal com pilhas de reserva;
  • Casaco de manga comprida (Impermeável ou Corta-Vento);
  • 1 Manta de sobrevivência.

Além desse irei levar: 

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Mochila Salomon S-Lab Sense Ultra 3l : Cómoda, leve, prática e com arrumação suficiente para todo o material necessário para uma prova até aos 50km. Além disso tem apito. É desde há várias provas a minha fiel companheira e não quero outra. Depois desta quero outra igual. 

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 Casaco Brooks Cascadia – Impermeável e com boa transpirabilidade.

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Calções Brooks Go-To 5`` - Calções curtos e simples como gosto. Não causam assaduras nas pernas e isso é o mais importante.

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Reserva de alimentos – Géis Overstims, um gel que fornece todos os nutrientes necessários e com muito bom sabor, além de serem muito fáceis de ingerir. Disponivéis na loja 4Run em Lisboa.

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Tailwind – Nutrição que tem tudo o que é preciso. Já uso desde 2017 e sempre com bons resultados. Mais uma vez vai acompanhar-me no Trail do Zêzere.   

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Meias Stance United Crew – Após várias experiências encontrei as meias perfeitas para mim, as Stance. Tenho vários pares e uso sempre que corro, estrada ou trail.

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Sapatilhas – La Sportiva Akasha ou Brooks Cascadia 12 – A minha única dúvida. Se chover muito os Akasha serão a escolha certa, caso o tempo seja mais ameno levo os Brooks Cascadia que são as sapatilhas com que corro a grande maioria das vezes e com os quais tenho feito as minhas últimas provas.

 

Não pode faltar a t-shirt do Correr na Cidade, o buff, o frontal já velinho e mais umas barras da gold nutrition.

Os bastões vão comigo mas ainda não me decidi e estou aberto a sugestões de quem conheça a prova ou o terreno. 

 

Boas corridas a todos