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Correr na Cidade

Trail do Piódão - video report

04.04.16 | Bo Irik

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Pelo terceiro ano consecutivo não resisti ao Piódão. O Inatel Trail de Piódão já vai na sua quarta edição. Em 2014, participei, com o Nuno Malcata, na prova dos 25km. Foi a nossa primeira prova de trail “à séria” – uma verdadeira aventura numa serra agressiva e que impões respeito.

 

A Serra do Açor é bela pela sua dureza, tal confirmou-se em 2015, quando, com a Rute, enfrentamo-la na prova dos 50km. Foi duro, muito duro e foi aí que decidi que, para mim, o Piódão era uma prova de 25km e não de 50.

 

Para correr 50km, os 50km têm que justificar-se em termos da beleza natural. Enquanto serrra árida, agressiva, desafiante e provocante, para mim, no Piódão, os 25km chegam. A sua variedade em termos de flora não justifica correr 50km, como é o caso da Serra da Lousã, por exemplo - muito rica em flora e paisagens. Foi por isso que este ano me inscrevi na prova dos 25km. E ainda bem.

 

Foi uma aventura. Não só a prova em si, mas também a viagem com os manos Portugal - o Tiago e o Frederico – e a Ângela. Depois de uma bela chanfana em Miranda do Corvo, ficamos a dormir numa casa da família do Pedro Luís na Lousã. Na manhã seguinte, acordámos às 6:00 para chegarmos a tempo de levantar os dorsais com calma e os rapazes se alinharem na partida da prova dos 50km pelas 9:00 e as meninas na prova doa 25km.

 

A prova correu muito bem. Foi dura, como era de esperar, mas senti-me bem (vejam no meu Strava). Consegui tirar mais de uma hora do meu tempo de 2014, e com 3h20 fiquei em 6º lugar no meu escalão e 8º na geral feminina da prova dos 25km. Isto de melhorar o meu desempenho está me a "dar pica"!

 

Este ano, com auxílio do telemóvel, fiz um vídeo para relatar a minha experiência.

 

Acerca da prova:

 

Pontos positivos:

- Variedade nas provas: caminhada, 15km, 25km e 50km.

- Acolhimento no Inatel Piódão: lobby do hotel, quentinho e com serviço de bar e acesso à piscina depois da prova.

- Massagens: excelente equipa de massagistas.

- Abastecimentos: frequentes e bons, com bifanas e sopas no final.

- Presença de fotógrafos de excelência.

- Dureza do percurso: gostas de muita altimetria e trilhos com muita pedra? Esta prova é para ti!

- As aldeias de xisto são mágicas.

- Sinalização do percurso.

 

Pontos a melhorar:

- Comunicação com os atletas: tom de voz nada profissional, tanto nos meios de comunicação social como ao vivo durante o evento (com algumas exceções, claro).

- Prémio de finisher: uma colher de pau igual para todas as provas.

- T-shirt: é unissexo, ficando “a boiar” nas mulheres.

- Dorsal: não tem perfil altimétrico.

- Balneários: água fria, ou melhor, congelada, e poucos chuveiros (principalmente para os homens).

- Distância anunciada: prometeram 25km mas foram 22km.

- Muito estradão: principalmente na prova dos 50km.

 

Será que para o ano a Serra do Açor me conquista outra vez?

Review: Top Cardio e Casaco Kiprun Evolutiv da KALENJI

04.04.16 | Bo Irik

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A Kalenji, a marca de corrida da francêsa Decathlon, tem vindo a apostar na inovação para proporcionar uma experiência cada vez melhor ao atleta ao correr. Na perspetiva da Bo, duas das principais irritações durante a corrida são o desconforto causado pela banda cardíaca e ainda o desconforto pelo uso de um casaco à cintura. Foi então de muito bom grado que testei duas inovações da Kalenji que vêm precisamente atacar estas irritações: o Top Cardio e Casaco Kiprin Evolutiv da Kalenji.

 

Top Cardio da Kalenji 

Para acabar com as irritações da banda cardíaca, a Kalenji desenhou um top que permite controlar a frequência cardíaca sem o uso de uma banda. Este top integra sensores cardio no elástico inferior e, através de um transmissor de encaixe, comunica a leitura da frequência cardíaca ao relógio e/ou aplicação no telemóvel (ex. Strava). O transmissor e relógio são vendidos em separado – multimarcas – Polar ou Geonaute.

 

Testei o top com transmissor Polar e funcionou, tanto no telemóvel como no relógio. Os resultados usando o top foram ao encontro daqueles que costumo observar usando a banda, mas sem a irritação da banda!

 

O top em si tem copas sem costuras – seamless – proporcionando um grande conforto. O tecido é bastante consistente e suporta muito bem o peito durante a corrida. O tecido incorpora matéria Equarea que absorve e transfere a transpiração para o exterior. Assim, o top é de secagem rápida. O top é ajustável, apresentando 3 níveis de colchetes nas costas.

 

O meu tamanho é o M (há S, M e L), que vai ao encontro daquilo que uso habitualmente. O top está disponível em três cores, verde, cinzento e preto, sendo que o preço depende da cor. O verde está a 14,95€.

 

Vejam mais detalhes na review em vídeo:

 

Casaco Kiprun Evolutiv da Kalenji

Outro fator que me irrita é correr com uma camisola à cintura porque quando iniciámos o treino estava frio e depois já aquecemos ou se fez mais calor. O Casaco Kiprun Evolutiv da Kalenji permite correr sempre à temperatura certa, independentemente das condições meteorológicas, graças à combinação de vários tecidos diferentes e de um sistema inteligente de ventilação.

 

As mangas deste casaco podem ser enroladas e “guardadas” numa “bolsinha” na parte superior no braço. Este processo é bastante fácil e confortável e pode ser feito enquanto corremos. O casaco apresenta várias zonas onde o tecido permite uma excelente ventilação e outras onde proporciona isolamento térmico para os dias mais frios.

 

Para uma melhor visibilidade enquanto corremos de noite, o casaco incorpora vários detalhes refletores. Conta ainda com uma bolsa, uma banda com silicone para não subir, e uma proteção contra o frio nas mãos.

 

Vejam mais detalhes na review em vídeo:

Review: Skechers GOrun Ride 4

03.04.16 | Bo Irik

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Testado por: Bo Irik

Características pessoais: Passada Neutra, 68 kg

Condições de teste: No âmbito da Maratona de Barcelona, treinos de 10 a 35km, algumas vezes com tempo chuvoso, treinos em pista, Maratona de Barcelona e Meia Maratona de Lisboa (>300km em dois meses).

 

Quem me conhece, sabe que em estrada sou fã assumida da Skechers. Estes Skechers GOrun Ride 4 não me desiludiram. Estou muito grata à marca Norte Americana por nos ter cedido estas sapatilhas no âmbito da Maratona de Barcelona que fiz no dia 13 de Março.

 

Nesse sentido, todos os treinos de preparação para a maratona, desde treinos em pista a treinos longos de 35km, foram feitos com estes meus “bebés”. No grande evento da Maratona, comportaram-se tão bem ao longo dos 42,195 km que na semana seguinte, decidi levá-los à Meia Maratona de Lisboa. É preciso dizer mais? É esta a minha review: cinco estrelas!

 

No entanto, houve algumas pessoas que me disseram para ter cuidado porque os Skechers GOrun Ride 4 poderiam não ser sapatilhas indicadas para distâncias tão grandes uma vez que são relativamente minimalistas (187 gramas e um drop de 4mm). É por isso que relembro que, embora eu tenha ficado fã, estas sapatilhas podem não ser as mais indicadas para todos os corredores. São sim, para quem gosta de uma experiência mais minimalista.

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CONFORTO

Mega confortáveis. Penso que esta marca já é conhecida pelo seu conforto. Parecem umas pantufas. Muito fofos, tanto na planta do pé como na zona que acolhe o calcanhar e peito do pé. Outro ponto positivo dos Skechers, que também senti no modelo que já conhecia, o Go run Ride Ultra, é o amplo espaço para os dedos do pé. Os dedos do pé têm muita liberdade para conseguir uma passada mais perfeita.

 

Nos treinos longos e mesmo na maratona, nada de bolhas ou fricções. Terminei a prova com os pés impecáveis até ao ponto de usar estas mesmas sapatilhas 7 dias depois, na Meia Maratona de Lisboa. No que toca à temperatura, não senti os pés nem quentes, nem frios. Enquanto a malha na parte superior e frontal do pé parece ser muito respirável, aparte lateral parece ter um tecido mais impermeável, mas não fez aquecer o pé.

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DESIGN E CONSTRUÇÃO

Em termos de looks, os Skechers GOrun Ride 4 estão disponíveis em várias cores, tanto para homem como para mulher. A sola muito branca e com relevo robusto caraterístico da Skechers também está presente nos GOrun Ride 4. Pessoalmente não aprecio muito esta imagem mas considero a combinação de cores das minhas sapatilhas muito bem conseguida.

 

No que toca à construção, tenho três pontos positivos a apontar:

 

  1. Têm a palmilha removível, o que é positivo para quem usa palmilhas especiais e para facilitar a sua lavagem. Para além disso, o sapato pode ser usado removendo a palmilha. Assim fiz num treino em pista para viver uma experiência ainda mais naturalista;
  2. A língua, para além de ter o tamanho certo, fica no sítio. Irrita-me quando esta cai para um dos lados ao correr, mas neste caso, mantém-se bem fixo;
  3. As sapatilhas são altamente refletoras permitindo correr com uma maior segurança à noite.

 

Também tenho dois pontos que considero que podem ser melhorados:

 

  1. Os Skechers GOrun Ride 4 não têm o buraquinho adicional para atar melhor os atacadores;
  2. Parece haver algum excesso de têxtil na malha que cobre a zona dos dedos dos pés. Não sei se será por ter o pé estreito e apertar muito os atacadores. Não incomoda, mas esteticamente não fica bem e não é necessário.
  3. Alguns acabamentos não estão perfeitos, por exemplo na parte dos cordões, algumas costuras estão mas acabadas.

 

Em termos de tamanho, escolhi o 39, o mesmo número que o meu calçado de dia-a-dia, correspondendo a 26cm neste caso. Como nos Ultra, também nos GOrun Ride 4, este número serve-me que nem uma luva.

 

ESTABILIDADE E ADERÊNCIA

Em termos de estabilidade e como sou uma corredora que não necessita de muito apoio neste aspeto, não tenho nada a apontar. No entanto, pelas reviews internacionais, deduzo que os GOrun Ride 4 não fornecem muita estabilidade. É um calçado indicado para “midfoot strikers” de passada neutra.

 

No que toca à aderência, tive a oportunidade de correr em diferentes pisos e várias condições climatéricas e como já esperava, estas sapatilhas são amigas de uma grande variedade de pisos e condições. Para correr na calçada portuguesa à chuva, os GOrun Ride 4 dão me mais confiança!

 

AMORTECIMENTO

O amortecimento, para mim, é muito bom. O suficiente para longas distâncias, mas não demasiado, tornando o sapato pesado. No calcanhar o amortecimento é maior do que na parte de frente do pé.

 

PREÇO

Com um PVP que começa abaixo dos €80 (online na Sport Zone), esta sapatilha é uma excelente opção. Penso que é dos sapatos no mercado com melhor relação preço / qualidade. Já viram o que é uma sapatilha para a maratona custar menos de €90!?

 

IMG_20160313_125536.jpgCONCLUSÃO

Apostei bem. Acredito que, para mim, dificilmente encontraria calçado mais indicado para a distância da Maratona. Realmente adoro estas sapatilhas. São super leves (187 gramas) e têm um drop muito reduzido de 4mm. No entanto, fornecem alguma estabilidade e são muito “fofos”. Sinto que esta sapatilha me faz correr “bem”, pois ajuda à uma passada midfoot.

 

Conforto 19/20

Design/Construção 17/20

Estabilidade/Aderência 18/20

Amortecimento 18/20

Preço 18/20

Total 90/100

Preview: New Balance Fresh Foam Hierro

02.04.16 | Filipe Gil

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Antes de começarem a ler tenho que ser sincero convosco: Tenho cerca de quatro marcas “fetiche” no segmento da corrida. Cada vez que aparece um novo modelo de sapatilhas desss marcas praticamente que "salivo". A New Balance é uma delas. Sobretudo em tudo o que fazem para trail. 

Em tempos experimentei o modelo 1210 Leadville v2, que gostei muito - continuam a ser um dos meus preferidos. Como entretanto tive uma lesão longa dei-os a outro elemento da crew para as testar com tempo e rigor. Na altura custou-me dá-los, o que é raro acontecer em matéria de sapatilhas. Mas, entretanto, o Tiago Portugal sabendo do meu gosto pelos ditos já me os devolveu. Podem ver a review deste modelo que já têm uns quilómetros em cima mas ainda parecem novos.

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E como forma a recuperar da lesão tenho optado por correr com sapatilhas com mais amortecimento. Assim que vi que a New Balance tinha lançado os novos Hierro com sola Fresh Foam tive vontade de os testar. A New Balance simpaticamente enviou-me um par e conto-vos o que achei nas primeiras voltas que dei com eles. 

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Quando os calcei senti logo o conforto, tal como nos Leadville, sobretudo na envolvência do calcanhar e na forma como o upper acenta no peito do pé. Em relação à sola (que podem ver na foto abaixo) a performance é espetacular. O design de peça única bidireccional faz sentido (nunca tinha experimentado) e não nos deixa nem derrapar nem escorregar - mesmo nos terrenos arenosos e empedrados da Arrábida, onde os experimentei pela primeira vez. Atenção, nessa noite não choveu, por isso ainda não os consigo avaliar com piso molhado.

Em relação ao amortecimento, não estava à espera de uma sola como os Ultra Boost ou os Hoka One One ou os Skechers Ultra Road mas confesso que estava à espera de mais. Mais amortecimento, mais reatividade de energia. Um pouco mais de conforto. As promessas do Fresh Foam ainda não se revelaram muito diferentes de uma sola de materiais mais tradicionais. Mas se calhar é necessário alguma paciência e preserverança e bastante mais uso. 

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Em termos de design termos de design acho os Hierro muito interessantes, o formato é estreito apesar de quando calçados não notarmos e haver bastante espaço para os dedos dos pés. Em termos estéticos e apesar de não serem a cor mais feliz deste modelo - na minha opinião - o contraste entre este vermelho alaranjado com o cinza fica bem.

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Como já perceberam usei-os pela primeira vez na Arrábida, nos 15km do Trilho dos Javalis noturnos (aviso já é um erro estrear material em dias de prova, desta vez correu bem. Foi sorte!). E quem fez esta prova, ou quem corre por ali, sabe que o piso ora é arenoso ora é cheio de pedras e pedregulhos. Em suma, a Arrábida tem partes muito desconfortáveis para os pés. Mas os Hierro agarraram-se muito bem ao solo da Arrábida, com já indiquei, mostraram o conforto tanto no upper como na envolvência no calcanhar, e dando algum suporte mesmo para um corredor com passada pronadora como eu, mas nada de muito conforto.


Lembro-me do Tiago me perguntar durante a prova se estava a gostar dos Hierro. Eu respondia-lhe que sim mas que não me pareciam tão bons como os Leadville. É essa a sensação que tenho até ao momento. Resta-me agora correr mais uns quanto kms com estes Hierro para perceber se ficam aquém dos fantásticos Leadville ou se ganham personalidade própria e me surpreendem com a sua sola Fresh Foam, um material que a norte-americana New Balance tem andado a colocar em mais modelos, tanto de estrada como de trail. Mas atenção, para além de que tudo isto é um pouco subjetivo, estamos a falar de sapatilhas de alta qualidade e de topo, tanto as Leaville como as Hierro - escrevo isto sem estar a fazer qualquer favor à marca. Resta saber quais as que me parecem mais interessantes para o meu perfil de corredor.

Boas corridas.

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LET'S GO!

01.04.16 | Liliana Moreira

 

 

Abril treinos mil!

Se andaste armado em urso e hibernação foi o teu plano de treinos neste inverno... então está na hora de tirares a poeira das sapatilhas e começares a dar à sola!! Relembramos apenas que os nossos treinos são guiados e não organizados, ou seja, sem seguro colectivo, pelo que cada participante é responsável por si próprio. São treinos grátis em que a boa disposição e a vontade de correr são os únicos pré-requisitos que exigimos!

 

 

INTO THE WILD
Data: 6 de Abril, quarta-feira
Ponto de encontro: Parque de estacionamento do Bairro da Serafina
Hora de Encontro / Partida: 19h30 / 19h45
Distância / Duração (aprox.): 60 min
Tipologia de treino: trail
Não esquecer: sapatilhas de trail (obrigatório), frontal (obrigatório), roupa reflectora, hidratação e telemóvel
Guias Correr na Cidade: Filipe Gil e Nuno Malcata
Confirma no Facebook a tua presença!


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SOFT TRAILS 4 HARD RUNNERS
Data: 14 de Abril, quinta-feira
Ponto de Encontro: Monsanto - Estacionamento do Penedo
Hora de Encontro / Partida: 19h00 / 19h15
Distância / Duração (aprox.): 8 a 10km
Tipologia de treino: soft trail para iniciação aos trilhos de Monsanto
Não esquecer: hidratação, frontal e sapatilhas de trail
Guias Correr na Cidade: Sara Dias e Liliana Moreira
Confirma no Facebook a tua presença!


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PIMP YOUR MUSCLES
Data: 18 de Abril, segunda-feira
Ponto de Encontro: Jardim do Campo Grande (junto aos campos de padel)
Hora de Encontro / Partida: 19h15 / 19h30
Distância / Duração (aprox.): 60 min
Tipologia de treino: funcional para corredores
Não esquecer: hidratação
Guias Correr na Cidade: João Gonçalves e Liliana Moreira
Confirma no Facebook a tua presença!


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SUBIDAS DO RESTELO
Data: 22 de Abril, sexta-feira
Ponto de Encontro: Estação CP Algés (lado terra)
Hora de Encontro / Partida: 19h30 / 19h45
Distância / Duração (aprox.): 7km / 60 min
Tipologia de treino: treino de subidas em modo city trail
Não esquecer: hidratação
Guias Correr na Cidade: Natália Costa, Liliana Moreira e Sara Dias
Confirma no Facebook a tua presença!


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GET BACK ON TRACK
Data: 26 de Abril, terça-feira
Ponto de Encontro: INATEL - Parque de Jogos 1º de Maio (Av. Rio de Janeiro)
Hora de Encontro / Partida: 19h15 / 19h30
Distância / Duração (aprox.): 60 min
Tipologia de treino: velocidade e/ou técnica de corrida em pista
Não esquecer: hidratação
Guias Correr na Cidade: Luís Moura e Pedro Tomás Luiz
Confirma no Facebook a tua presença!

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