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Correr na Cidade

Columbus Trail - Trilhos à conquista de Santa Maria, Açores

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Tal como já sabem, adoramos trilhos e adoramos os Açores. Em Maio do ano passado participamos no Azores Trail Run. O Nuno Malcata achou o Azores Trail Run “Ouro sobre azul” e a Bo adorou o convívio, paisagem e participação internacional da prova no Faial. E é já no final de Fevereiro que iremos voltar a este maravilhoso arquipélago para correr nos trilhos da ilha de Santa Maria.

 

O Columbus Trail, da mesma organização do Azores Trail Run invoca a passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, conforme ficou registado no diário de bordo do navegador. A prova tem duas distâncias, uma maratona de 42 km em trilhos e uma ultramaratona de 77 km. Ambas as provas decorrem no sábado dia 27 de Fevereiro na Ilha de Santa Maria.

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A ultramaratona terá um desnível positivo de 3400 metros, sendo o ponto mais elevado atingido à cota de 587 metros, e o ponto de cota mais baixa situado à cota zero. A maratona terá um desnível positivo de 2000 metros.

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A ultramaratona percorre toda a ilha, numa extensão de 77 quilómetros circulares, passando por zonas de interesse geomorfológico ao longo da mais antiga ilha dos Açores (+/- 8 MA). Durante o percurso, estas características tornam-se evidentes através de vários fenómenos de erosão e alterações do nível da água do mar, que conferiram à ilha algumas das suas particularidades, levando-o a visitar locais de incrível beleza cénica, didática e científica. Ao longo das duas provas várias espécies de aves migratórias podem ser observadas, passando por Zonas Protegidas e Reservas Naturais, de enorme biodiversidade e a geodiversidade.

 

A prova de 77km inicia-se junto ao Forte de São Brás e ao sair da vila, descendo para a Ribeira de São Francisco, prosseguindo em direção a Este, num plano ascendente, até à Pedreira do Campo, geossítio que visa a preservação e promoção desta singularidade geológica, paleontológica e vulcanológica, com vista para a costa sul da ilha, continuando por terrenos agrícolas, rumo à Prainha e Praia Formosa, passando pelo Forno e Grutas do Figueirale, pelas ruínas de dois fortes militares e a presença de fósseis marinhos. A prova circular passa por zonas balneares, caminhos rurais, zonas agrícolas, piscinas naturais, caminhos de calçada e terra e miradouros como o do Espigão, com uma vista imponente sobre a Baía de São Lourenço.

 

Outros pontos de referência são a passagem por um caminho do qual se vislumbra a cascata de Cai’Água e o Pico Alto, ponto mais alto da ilha com 587 metros de altitude e rico em vegetação endémica. Numa ilha de origem vulcânica, não se podia deixar de passar por uma caldeira. Esta parte do percurso atravessa uma área florestal onde se encontra um marco geodésico com vista privilegiada sobre a freguesia de São Pedro.

 

A parte final da prova grande é feita contornando a encosta, onde é possível avistar o porto comercial e o centro da Vila. O caminho de terra continua sendo interrompido pela estrada de acesso à zona industrial, prosseguindo em direção ao centro histórico da Vila.

 

A prova dos 42 km tem o mesmo percurso da ultramaratona, terminando antes, ao km 42. Assim sendo, a partida e meta desta prova serão em locais diferentes sedo que a organização fornece transporte.

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Nós já nos inscrevemos e tu, do que estás à espera? Vamos conquistar Santa Maria!

Preview: Skechers GOrun Ride 4

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Ainda antes de me juntar à crew do Correr na Cidade apaixonei-me pela marca norte-americana Skechers. Para alguns mais conhecida pela sua gama casual, cada vez mais a Skechers Performance vai conquistando os pés dos runners.

 

Foi em 2013, para a Meia Maratona dos Descobrimentos, que estava à procura de uns ténis de corrida novos. Solicitei opiniões à alguns dos blogs de referência no running para mim na altura e a resposta for unânime: Skechers. Também o Filipe Gil recomendou esta marca, pela excelente relação qualidade/preço e pelo conforto, claro.

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Assim, os meus segundos ténis de corrida para estrada foram os GOrun Ride Ultra. Ainda hoje, mais de 800 km depois, continuo a adorar essas sapatilhas. Agora, quando comecei a ver ténis para a minhas segunda maratona, a de Barcelona em Março, fui à procura de umas boas sapatilhas mas mais minimalistas. Encontrei então os Go Run Ride 4 com uma excelente avaliação no blog de referência Run Repeat e fiquei curiosa.

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Mais uma vez, foi amor à primeira vista. Depois de um breve treino de 8km senti logo confiança e vontade para levar as sapatilhas à Meia Maratona dos Descobrimentos em Dezembro de 2016. Normalmente prefiro correr mais uns quilómetros com determinadas sapatilhas antes de me “jogar” à uma Meia, mas aqui não tinha dúvidas de que iria correr bem.

 

Apostei bem. Embora não tivesse participado na prova da Meia Maratona, fiquei-me pelos 10km, corri quase 21km à mesma porque acompanhei a nossa Liliana na segunda metade da prova dela. Correu muito bem. Muito confortáveis, nada de bolhas ou impressões.

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Realmente adoro estas sapatilhas. São super leves, apenas 187 gramas e têm um drop muito reduzido de 4mm. No entanto, fornecem alguma estabilidade e são muito “fofos”. Sinto que esta sapatilha me faz correr “bem”. Ajuda à uma passada midfoot.

 

Tenho pegado nos GOrun 4 com alguma frequência, recentemente também em pista. Como a sapatilha tem uma palmilha removível, decidi tirá-la num treino em pista. Ao tirar a palmilha vivemos uma experiência ainda mais naturalista. Depois de três séries de 1000m em pista sem a palmilha confesso que senti alguma impressão na parte interior do pé esquerdo e por isso decidi voltar a coloca-las. A experiência em si foi muito positiva e irei repetir no treino em pista deste mês.

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Vou correr mais alguns quilómetros e em breve dou o meu feedback final, também sobre treinos mais longos.

 

Trilhos do Javali Noturno - O regresso à Arrábida

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Ainda está na memória a prova do passado mês de Dezembro, e dia 5 de Março já vem aí a versão noturna.

 

Tal como o nome indica é uma prova cheia de trilhos e aventuras e, novamente, organizada pela parceria entre a Associação de Moradores do Casal das Figueiras (AMCF) e a Associação de Atletismo Lebres do Sado.

 

A prova terá 15 Km de distância e o percurso não será muito diferente do o anteiror junto ao Forte de São Filipe, com estradões e trilhos bem desenhados, mas com o desafio de ser à noite.

Para quem não pôde ir à prova anterior e quer participar nesta, deixo aqui o race report da aventura que foi. Contudo, a atenção tem de ser redobrada, pois a visibilidade é mais reduzida e as condições metereológicas podem não ser as melhores (esperemos que seja uma daquelas noites de luar fantásticas na Arrábida).

 

Muito importante: o frontal é OBRIGATÓRIO!

Até ao dia 21 de Janeiro, o valor da incrição é mais reduzido (11€), por isso, aproveite!

 

Só um pequeno pormenor estilo National Geographic modesto: sabia que o javali costuma ser um animal muito sedentário durante o dia, mas que à noite é bastante activo e que chega a percorrer mais de 7Km pelo meio do mato?

 

Se der de caras com um javali já sabe: CORRA!!!!

Preview: Camisola Corrida KALENJI Kiprun Evolutiv

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O Luís e a Bo tiveram a oportunidade de experimentar a Camisola de Corrida KALENJI Kiprun Evolutiv da Decathlon. O Luís apresenta a camisola por fotos e a Bo num pequeno vídeo.

 

Luís:

 

A camisola é linda! Primeira coisa que pensei quando a fui levantar. Não dou importância ao aspecto dos meus apetrechos para correr, mas alguns deles chamam a atenção e esta ao vivo é muito interessante.

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Tem um sistema pouco usual com duas camadas que se complementam e ao mesmo tempo são independentes.

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Permite fazer treinos agora no inverno com mais à vontade e sem sofrer com o frio. Em sentido inverso, faz com que o tronco aqueça demasiado quando os ritmos de treino são muito elevados. É preciso saber em que treinos será mais indicado usar.

 

Facto curioso a maneira como podemos gerir a ventilação na parte frontal, com um sistema de dois fechos verticais muito subidos e perto do pescoço. Principal função é auxiliar o vestir e despir mais comodamente, mas fazendo os fechos maiores, dá para regular muito mais do que um simples fecho. Já experimentei diferentes aberturas conforme a temperatura do corpo vai aumentando ou diminuindo com o ritmo do treino e funciona muito bem.

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Até agora usei a camisola 4 vezes e de cada vez que usei, tive imensa dificuldade em retirar do corpo. Com treinos de 10/15km rápidos ou trilhos mais demorados e húmidos, a camada interior tem tendência a "colar" na pele devido a ficar demasiado flexivel e dificulta a sua remoção.

 

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Bo:

Neste video a Bo apresenta a Camisola Corrida KALENJI Kiprun Evolutiv de mulher.

Em breve daremos o nosso feedback completo.

Desporto e vida saudável, um equilíbrio complicado?

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Porque corremos, nadamos, fazemos CrossFit, ou qualquer desporto?

 

Entre muitas respostas possiveis, a resposta de muitos será, "porque quero perder uns quilos a mais", e de outros "porque quero estar e ser saudável!". Será mesmo assim? 

 

Se tivermos em conta que um atleta de alta competição faz mais desporto que qualquer um de nós seria de esperar que  fossem bastante mais saudáveis que nós. No entanto, dado o alto impacto e exigência a que se colocam, as lesões são frequentes e muitas vezes graves.

 

Se tivermos em conta muitos de nós, que nos dedicamos apaixonadamente a um desporto enquanto amadores, mas não temos em conta os limites do nosso corpo e, como o atleta de alta competição, exigimos mais do nosso corpo do que ele está efetivamente apto, as lesões são, e não deveriam ser, quase inevitáveis.

 

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Para que assim não seja há um conjunto de fatores importantes que aliados ao desporto de paixão que praticamos são essenciais para nos mantermos saudáveis, como é o caso da alimentação, descanso, amor, etc.

 

O nosso corpo é uma máquina complexa, e consoante as exigências a que o colocamos, responde de forma mais ou menos eficiente, mais ou menos saudável. Também do ponto de vista psicológico e emocional o equilibrio influencia o modo como nos sentimos e como o corpo responde. 

 

É sobre este equilibrio que  vos quero falar, e é este equilibrio que tenho procurado, e para o qual tanto o desporto, como a alimentação, o descanso, o amor, etc., contribuem.

 

Se nos últimos meses, após alguns meses de paragem por lesão, consegui voltar a treinar com a regularidade que gosto, importante para o meu equilibrio físico e emocional, devo-o em grande parte à terapeuta Sara Dias.

 

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Complementando as componentes que já vos falei, a alimentação, descanso, componente emocional, etc, necessitamos de complementar os desiquilibrios físicos, sejam eles derivados de excessos físicos e mesmo stress, com o conhecimento medicinal de quem melhor que nós sabe como o corpo funciona.

 

Tem sido com o acompanhamento da naturopata Sara que tenho reencontrado aos poucos este equilíbrio fisico, que se encontrou desiquilibrado durante bastante tempo derivado a lesão e muito stress.

 

Associando o muito conhecimento anatómico, com a aplicação de técnicas naturais e muita paciência e dedicação, a Sara conseguiu debelar a lesão que tive no pé, bem como os muitos desiquilibrios que tenho tido, provocados pelo excesso de carga fisica e stress.

 

Para todos os que, como eu, gostam de treinar e fazer desporto regularmente, e procuram melhorar as suas prestações desportivas, deixo-vos um conselho, vão conhecer o trabalho da Sara no espaço Saúde de Corpo e Alma.

 

Seja para validar aquela dor estranha que teima em aparecer quando correm, ou para pôr a mexer aquele ombro que não mexe, ou ainda para sair de lá com as pernas prontas para a próxima prova - a diferença entre o antes e o depois de uma sessão é evidente.

 

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Se o desporto e a vida saudável são um equilibrio complicado, são profissionais assim que nos ajudam a andar mais equilibrados e por isso merecem o reconhecimento do seu trabalho.

 

Obrigado Sara!

Preview: Kalenji Kiprun SD

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A Run Blog Camp da Kalenji 2016 na qual tive a oportunidade de participar nos dias 9 e 10 de Janeiro, teve como objetivo apresentar os novíssimos Kiprun SD, calçado de estrada da marca da Decathlon. No sábado assisti à apresentação desta sapatilha, nomeadamente quais as novidades em relação ao modelo anterior. Este ano fazem parte da gama Kiprun os seguintes modelos:

 

  • Kiprun SD para dinamismo, amortecimento e leveza (peso 280gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €69,99);
  • Kiprun LD para amortecimento e estabilidade em distâncias maiores (peso 325gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €79,99);
  • Kiprace para velocidade, amortecimento e pouco peso (peso 205gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €69,99);
  • Kiprun Trail XT6 para aderência máxima com rasgos de 5mm, amortecimento e robustez (peso 360gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €69,95);
  • Riprace Trail para dinamismo e amortecimento nos trilhos (peso 270gr no tamanho 43 masculino, drop 6mm, PVP €79,95).

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Tecnologia

Os Kiprun de 2016 têm um design muito mais moderno dos seus antecessores, mas a principal novidade passa pelo conceito K-Only. O “K” representa a marca Kalenji e o “Only” remete para “Só” ou “Único” porque este conceito é indicado para todos os tipos de passada: neutra, pronadora e supinadora.

 

A Kalenji desenvolveu o conceito K-Only baseado num estudo biomecânico interno e ainda um inquérito de seis meses a quase 400 atletas pelo Instituto de Saúde de Luxemburgo. A Kalenji contratou uma instância externa para garantir resultados objetivos e neutros. A colaboração entre a Kalenji, o Sportslab da Decathlon e o Instituto permitiu estudar o impacto do tipo de calçado em lesões ocorridas durante a corrida. Assim, a Kalenji conseguiu identificar qual o modelo de calçado mais indicado a todos os tipos de passada.

 

A conclusão do estudo de seis meses com mais de 116 mil quilómetros percorridos no total confirma que o conceito K-Only é indicado para todos os tipos de passada. Corredores que usaram ténis com o conceito K-Only incorporado tinham um risco de lesão 30% menor do que aqueles que usavam outro calçado para corredores neutros (se tiverem interesse em saber mais sobre este estudo ou outro assunto relacionado com o calçado Kiprun, não hesitem em contactar-me).

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Para além da tecnologia K-Only, os Kiprun 2016 incorporam mais duas novidades:

 

  • Amortecimento K-Ring: Um anel, tipo donut, em espuma que está incorporado no calcanhar da sola. Este anel promete maior conforto e amortecimento ao absorver o impacto. É feito em espuma EVA e a sua forma em donut permite uma maior dispersão do impacto enquanto protege o calcanhar.
  • Nova espuma: “The new foam” foi o resultado de três anos de trabalho por part de uma equipa especialista. Os resultados enfocam dois pontos críticos: durabilidade e amortecimento. Estas sapatilhas prometem durar mil quilómetros! Tive a oportunidade de mexer na espuma e tem uma característica muito interessante: é mais mole numas partes do que noutras, permitindo melhorar a estabilidade.

 

Foi no início de Dezembro que, tal como os outros bloggers que iriam participar na Run Blog Camp, recebi os Kiprun SD em casa. O objetivo de receber as sapatilhas um mês antes da Prom Classic, prova de 10km em Nice na qual participámos, foi habituarmo-nos aos sapatos.

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Primeira Impressão

Confesso que a minha primeira impressão não foi nada famosa. Interessante é que essa impressão mudou completamente ao participar numa prova de estada, precisamente a Prom Classic de Nice. A minha primeira impressão foi que o calçado, com um peso de 230 gramas (tamanho 39 – mulher), batia muito no solo ao correr. Na verdade, pode ter a ver com a minha passada que tem vindo a ser cada vez mais mid/front strike em vez de atacar o solo com o calcanhar. Ao correr por Lisboa, principalmente por calçada e alcatrão, com subidas e descidas, não gostei dos ténis. Senti que os Kiprun eram pouco flexíveis e a parte superior e frontal da malha folgava muito no pé. Tenho o pé estreito, é um facto, mas não conseguia ajustar a sapatilha ao meu pé, impossibilitando correr silenciosamente.

 

Em termos de tamanho, escolhi o 40, um número acima do meu calçado de dia-a-dia (não tivemos a oportunidade de experimentar vários tamanhos porque o ténis ainda não estava à venda no mercado). O 40 serviu-me bem em termos de comprimento, mas em termos de largura, preferia de sentir a sapatilha um pouco mais justa.

IMG_20151220_143616.jpgVou correr mais uns quilómetros e logo vos digo o meu veredicto final :)

Vem aí o Trail de Bucelas!

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É já no dia 7 de fevereiro que se realiza mais uma edição, a IV Edição do Trail de Bucelas. E quem lá vais estar? Sim, nós, Correr na Cidade que somos, mais uma vez parceiros na divulgação da prova. E vocês? Vão ficar em casa. Têm até ao próximo dia 31 de janeiro para se inscreverem. Nós ajudamos: aqui ou aqui.

E, se repararem bem, esta edição está diferente, uma vez que só há uma distância para o trail 21KMS e depois têm a caminhada de 12 KMS - ideal para quem está a recuperar de lesões ou quer apenas caminhar pela família.

Este é um evento que nos entusiasma sempre. É muito bom e é relativamente perto de Lisboa.  O IV Trail de Bucelas vai ser cronometrado e terá medalhas para os 5 primeiros classificados (femininos e masculinos) da geral​ dos 21 Kms​. 

Ainda não estão convencidos? Vejam como foi no ano passado. Um detalhe importante, segundo a organização, "os lucros deste evento revertem, na integra, a favor da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Bucelas". Ou seja, mais uma boa razão para participarem. Vemo-nos lá?!

 

Local: Bucelas-Largo Espirito Santo
Partida: 9h00

Preço: 
12 euros para o trail
8 euros para a caminhada

 

 

Race Report: Kalenji Prom Classic 2016, Nice, França

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Foi no âmbito da Run Blog Camp da Kalenji, que já vos falei, que no domingo dia 10 de Janeiro de 2016 tive a oportunidade de correr pela primeira vez em França. Foi a “primeira corrida do ano em França”, a Prom Classic.

 

A Prom Classic é uma prova de 10km que decorre no início de cada ano na Promenade des Anglais em Nice, no Sul da França, na Côte D’Azur. É uma prova muito emblemática, pois decorre há dezenas de anos e o seu percurso estende-se ao longo da Promenade des Anglais, a avenida marginal de Nice, sempre ao longo do mar. Em termos de dimensão, se no ano passado a prova contava com 8 mil atletas, este ano houve cerca de 10 mil inscritos.

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Depois da Run Blog Camp para conhecer as novidades da Kalenji em 2016 e partilhar experiências com outros running bloggers da Europa, cada um foi ao seu quarto no hotel para descansar para a prova do dia seguinte.

 

Foi um luxo. O nosso hotel estava a cerca de 200m da linha de partida e meta da prova. Daí que o hotel parecia um hotel Kalenji. A Kalenji é o patrocinador oficial da prova e por isso o hotel estava cheio não só de bloggers, mas também de atletas da Kalenji de vários países (incluindo Portugal).

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Marcámos um ponto de encontro meia hora antes da partida da prova, pelas 9h30, para tiramos uma foto de grupo dos bloggers da Run Blog Camp. Para isso bastou acordar pouco antes das 9h porque o hotel era tão perto da partida. Ao pequeno-almoço tive que me controlar muito. Entre ovos mexidos, bacon, vários tipos de queijos, enchidos e patisserie française, limitei-me a aveia com queijo quark e um folhado e café. Tomei o pequeno-almoço com vista para a avenida onde atletas começavam o seu aquecimento.

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Sentia-me bem. Tinha dormido bem e estava uma manhã fabulosa. Cerca de 13 graus, que rapidamente subiram para 16 e solinho. Mal saí do hotel, estava na Pormenade des Anglais onde iria decorrer a prova. Dirigi-me ao stand da Kalenji para a foto de grupo e desejar boa sorte aos restante bloggers e colaboradores da Kalenji que iriam participar na prova.

  

Partida

Com 10 mil participantes esta prova envolve alguma logística. Para garantir um arranque fluído, havia vários blocos de partida. Muitos mais do que costuma haver em Portugal, na verdade. Havia o bloco da elite (<35’ para homens e <43’ para mulheres), 35’-40’, 40’-45’, 45’-50’, 50’-55’, 55’-60’, mulheres e 60’+. Sim, havia um bloco de partida para as mulheres antes do bloco final dos 60+. Não me perguntem porquê, mas achei interessante.

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Um aspeto curioso nestes blocos foi que, embora tenhamos indicado o nosso melhor tempo na inscrição para a prova, o nosso bloco não contava no dorsal. Cada um era responsável por saber o seu bloco de partida e respeitar os restantes atletas. Não havia controlo. Foi bonito ver que na prática foram muito poucos os atletas que não respeitaram os blocos e rapidamente foram ultrapassados. O arranque da prova foi feito por vagas, consoante os blocos. Na prática, este sistema funcionou muito bem. Nada de ziguezagues. Foi perfeitamente possível arrancar ao meu ritmo pretendido e mantê-lo ao longo da prova.

  

Ambiente / Percurso / Abastecimentos

Fantástico. O ambiente foi fantástico. Penso que a manhã solarenga ajudou muito. Houve um aquecimento animado e calmamente os atletas dirigiam-se aos respetivos blocos de partida. Paralelamente também se sentia que alguns atletas estavam ali para PBTs e cheirava-se alguma competição no ar. Para animar os atletas, os primeiros 500m, que também correspondiam aos 500m finais, pareciam um túnel de apoiantes. Em Nice é “allez allez” em vez do “dále” espanhol. Gostei muito. Mesmo ao longo do percurso havia apoiantes e a organização também tratou de colocar três bandas de percussão e até dança ao longo do percurso. Desta forma, com um percurso de ida e volta, passámos por música 7 vezes. Os tambores têm realmente um efeito acelerados nos atletas :D

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O percurso é muito bonito. Num percurso muito plano de ida e volta temos por um lado edifícios muito elegantes e imponentes, característicos de Nice, e do outro lado o mar e palmeiras típicas da Côte d’Azur. O piso, sempre asfalto e em bom estado. É realmente um percurso rápido. Os primeiros atletas fizeram tempos abaixo dos 30min.

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Por volta do km 5,5 encontrava-se um abastecimento de copos de água, laranjas, bananas e figos. Fiquei-me pela água. Há quem não goste da água em copos, mas pessoalmente até gosto. É prático e amigo do ambiente. Na meta, nada de engarrafamentos. Estava à nossa espera uma medalha, água, isotónico e um “buffet” de laranja, banana, frutos secos e bolo.

 

Anemia e desempenho

Com a anemia que me tem acompanhado estes últimos meses, tenho corrido pouco. Correr pouco não implica estar parada. Tenho feito bastante RPM, Elíptica e Yoga para não perder a forma. Quando me inscrevi na prova ainda não sabia da anemia e inscrevi-me como sub-50, pois o meu melhor tempo aos 10km era 48min. Entretanto, adaptei as minhas expectativas e embora gostasse de cumprir com os sub50, decidi ouvir o corpo e baixar o ritmo, se necessário.

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Arranquei e deixei levar-me pelo entusiasmo e pela energia das 10mil pessoas que enchiam a Promenade des Anglais a correr. Comecei uns 100m à frente do pacer dos 50min e idealmente mantia-me à sua frente. A animação ao longo da prova por parte dos apoiantes, o espírito dos atletas e a fantástica paisagem entre a bonita cidade de Nice e o mar fizeram-me conseguir manter o pace abaixo dos 5’/km. Sentia-me bem. A temperatura estava certa. Para me entreter fui apoiando os atletas de pelotão que já vinham no retorno e fui-me metendo com o pessoal que estava mascarado à super-herói.

  

Curiosidades

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- são os primeiros 10km do ano em França

- 17ª edição

- 10 mil participantes

- 323 participantes na Mini Prom' (prova para crianças)

- 400 voluntários

- 63% homens vs 37% mulheres

- 27 nacionalidades

 

Conclusão

Sinceramente nunca estava à espera mas acabei por bater o meu melhor tempo aos 10! Será do equipamento da Kalenji? Estou a brincar. Acredito que tem a ver com os meus treinos de RPM (cycling indoor) e elíptica. Adorei cada passo que dei nesta prova. Foi uma manhã fantástica. Com um tempo oficial de 47'27'' fiquei no top 10% do meu escalão. Estou mega satisfeita.

 

 

Para quem se procura “internacionalizar” no mundo das provas de corrida, penso que a Prom Classic é uma excelente aposta. Nesta altura do ano há passagens aéreas a menos de 100€ e hotéis a menos de 50€ por quarto duplo por noite. A Côte d’Azur tem um clima agradável para correr nesta época. Mas o mais importante: a prova é muito gira e para além disso a cidade de Nice merece uma visita pela sua arquitetura, ambiente e culinária.

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Merci, Kalenji! Merci, Nice!

Review: Merrell All Out Terra

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Modelo: Merrell All Out Terra

Testado por: Bo Irik e Nuno Malcata

Fãs confessos dos modelos da Merrell para os trilhos a Bo Irik e o Nuno Malcata  testaram nas últimas semanas o modelo mais recente da marca para trail, os Merrell AllOut Terra, na versão feminina e masculina.

 

Esta nova aposta da Merrell, os All Out Terra Trail, são muito parecidos aos All Out Peak mas têm uma diferença engraçada: têm uma meia incorporada para evitar a entrada de areia e pedrinhas no sapato. Tanto o Nuno e a Bo ja partilharam a sua primeira impressão e está agora na hora de partilhar a review final.

 

Características pessoais:

 

Bo: Pronadora, com maior preponderância no membro inferior direito, peso médio e com um arco plantar elevado.

Nuno: Passada Neutra com tendência a pronação ligeira, peso elevado.

 

Condições de teste:

 

Bo: Mais de 100km percorridos em trilhos. Usados em vários treinos de 10-15km e numa prova de 10k.

Nuno: Cerca de 200km em trilhos. Usados em vários treinos de 10-15km e 1 provas de 15k (Trilhos do Javali).

 

CONFORTO 

 

Bo: Tal como confessei na preview, para mim, estas sapatilhas são muito confortáveis. Não são mega almofadados e não parecem pantufinhas, mas o espaço para os dedos dos pés é excelente. Nada de unhas negras, nada de impressões nos dedos dos pés, nem nas descidas mais íngremes. Têm o buraquinho extra para atar devidamente os atacadores , o que ajuda neste sentido. Para além disso, os dedos dos pés estão protegidos com uma camada Plate Trail que abrange a seção do  ante pé do sapato, protegendo assim a ponta do pé de detritos e pedras.

A meia incorporada é uma excelente ideia para não deixar pedrinhas entrar na sapatilha e proteger melhor o pé. Considero esta inovação disruptiva um sucesso. Com a meia, a língua da sapatilha é inexistente e também não temos o desconforto de esta poder “cair” para um dos lados, como me tem acontecido em alguns modelos de sapatilhas de corrida. Em termos de peso, são um pouco mais pesados que os All Out Peak e os All Out Rush.

 

Nuno: Flexíveis, os AllOut Terra Trail são muito flexiveis e isso é excelente para o seu conforto. Ao contrário da Bo que relativamente aos Peak acha os Terra Trail pesados, eu relativamente aos All Out Charge não senti essa diferença, tendo pesos muito semelhantes sinto os Terra Trail muito mais leves no seu conjunto. Embora os Charge fossem muito confortáveis, pois tinham bastante volume almofadado, os Terra Trail são mais equilibrados e sente-se que o pé e ténis ficam como um só, tornando-os muito confortáveis. Para isso contribui muito o formato do seu interior, uma espécie de meia que acomoda muito bem o pé.

Na frente o espaço para os dedos é largo, exatamente como gosto.

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Foto de Miguel David do site O Praticante

 

DESIGN/CONSTRUÇÃO

 

Bo: Na minha opinião, apesar da combinação de cores muito bem conseguida, tanto nos modelos masculinos como femininos, estas sapatilhas não são as mais bonitas. O tamanho 39, que também uso no calçado do dia-a-dia serve-me bem, mas mesmo assim o sapato não fica de todo elegante no pé.

Em termos de materiais, para já não tenho nada a apontar. A Merrell distingue-se no mercado pela aposta em materiais e construção duradouros, por isso as expectativas são elevadas. Gosto sempre de refletores nos sapatos enquanto corro, para garantir uma melhor visibilidade quando se corre à noite. Aqui a Merrell esteve bem também.

 

Nuno: Design muito curioso, sem língua, com uma espécie de meia integrada, semelhante a uma polaina, faz com que seja um visual diferente. O conjunto de cores do modelo que testei agrada-me muito, numa mistura de preto e laranja, mas não são visualmente os ténis mais bonitos que já vi.

A sola com material vibran é de excelente qualidade e durável, com 200Km feitos em vários terrenos, continua praticamente nova ao contrario de alguns tecidos que já se começa a notar sinal de desgaste, mas também não tenho sido meigo com os testes efetuados.

Parecendo minimalistas, a proteção em redor do pé é bastante boa e a palmilha é um dos pontos mais diferenciadores deste modelo relativamente a outros ténis. A palmilha é provavelmente a mais grossa e pesada que já vi nuns ténis, com um material bastante duro na parte de trás e inclusive uma placa no peito do pé protege o mesmo de terrenos mais perigosos, dado que a media sola dianteira é praticamente inexistente, dando também um amortecimento extra.

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ESTABILIDADE E ADERÊNCIA

 

Bo: Em termos de estabilidade, os Terra da Merrell são bons mas não excecionais. Na verdade, este modelo não incorpora tecnologia de “motion control” ou mecanismos de estabilidade. Por isso, os Terra são mais indicados para corredores neutros. Já no que toca à aderência, com a aposta no Vibram na sola permitem, a sapatilha dá muita confiança na tracção em vários tipos de superfícies. Uma desvantagem da sola com rasgos de 6mm é o acumular de lama, tornando os sapatos muito pesados.

 

Nuno: A aderência tem sido o fator que mais me tem agradado em todos os Merrell que tenho testado, e o AllOut Terra não são a excepção e para mim este é o ponto mais forte deste modelo. Com tacos multidireccionais de 6mm e sola Vibram a aderência é fantástica em terrenos complicados como pedras lisas ou gravilha, lama, e mesmo em superfícies molhadas surpreendem positivamente com o seu comportamento fantástico. Descidas não é o meu forte e a segurança que os Terra Trail transmitem permitem cada vez atacar as descidas mais técnicas com maior à vontade.

A meia sola permite uma boa estabilidade para corredores com passada neutra, a quem se destinam, não contando com outros mecanismos de estabilidade.

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Foto original de Fernando Ferreira

 

AMORTECIMENTO:

 

Bo: Na zona do calcanhar, o amortecimento é bom, as tecnologias Uni-Fly e Vibram colaboram bem no sentido de proporcionar conforto no calcanhar. Na ponta dos pés, o amortecimento também é bom, mas sem excessos de “almofadas”.

 

Nuno: Várias pessoas me têm questionado relativamente ao amortecimento dos AllOut Terra Trail, e a minha resposta é sempre muito positiva neste aspeto. Desde o primeiro modelo que testei, os AllOut Rush, mesmo sendo bastante minimalistas, já contavam com a tecnologia Uni-Fly, e esta funciona realmente bem. Os AllOut Terra Trail têm 24mm de altura na parte traseira e 18mm na parte dianteira, e o amortecimento é muito equilibrado, nem de menos, nem demais. Como já indicado a palmilha grossa também dá um amortecimento extra mas muito firme.

 

PREÇO:

PVP: €114,90

Nuno: O PVP é equilibrado para a qualidade dos ténis, mas estamos em época de saldos e podem encontrar os Merrell AllOut Terra Trail por cerca de 70€, uma aposta excelente

 

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AVALIAÇÃO FINAL:

 

Bo:

Conforto 18/20
Design/Construção 16/20
Estabilidade/Aderência 18/20
Amortecimento 18/20
Preço 16/20

Total 86/100

 

Nuno:

Conforto 19/20
Design/Construção 16/20
Estabilidade/Aderência 19/20
Amortecimento 17/20
Preço 17/20

Total 88/100

Corrida e Nutrição no inverno: 3 dicas importantes

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Por Ana Sofia Guerra:

 

As festas e as “desculpas” de Natal já terminaram e está na altura de regressar aos treinos. Mas é preciso ter alguns cuidados quando treinamos com temperaturas mais baixas. Para complementar o texto que o Tiago Portugal escreveu sobre Treinar no Frio, deixo aqui três dicas que o vão ajudar a aquecer o organismo quando treina no Inverno.

 

Dica nº1: hidratação

Mais exatamente, água! Pois é, a água continua a ser o alimento principal, mesmo no inverno. Sabia que também transpira com baixas temperaturas e que o frio seca muito as mucosas nasais? Por isso é que a ingestão de água também é importante nesta altura. Se é daquelas pessoas que não consegue beber água à temperatura ambiente (fria), então faça um chá ou infusão e beba antes e depois do treino. Durante os treinos com duração superior a 60 minutos, pode optar por bebidas isotónicas que ajudem a repor água e sais minerais. No final do treino pode apostar numa sopa bem quente e saborosa.

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Dica nº 2: alimentos que ajudam a aquecer

Existem alguns alimentos que possuem substâncias que relaxam os vasos sanguíneos, permitindo um aumento do fornecimento de nutrientes (e oxigénio) para os músculos. Este afluxo de sangue ajuda a aquecer certas zonas do corpo que estão mais expostas ao frio (como as mãos, os pés e a face), evita a fadiga e melhora a recuperação muscular. Exemplos: beterraba (em saladas ou sumos); o alho; frutos secos (mais propriamente as nozes);  chocolate com mais de 70% de cacau; soja; espinafres; pimento cru; brócolos; banana; espargos; pimenta rosa e o aipo

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Dica nº 3: alimentos que reforçam o sistema imunitário

Com as temperaturas mais frias é importante garantir que as nossas refeições incluam alimentos que reforcem o nosso sistema imunitário. Para isso, devemos escolher alimentos com um teor em antioxidantes mais elevado, ou seja, devem ser ricos em ómega 3, vitaminas C, E, polifenóis (flavonóides, resveratrol) e carotenóides (betacaroteno, licopeno e luteína).

 

Alimentos ricos em ómega 3 – frutos secos (na generalidade), salmão, atum, bacalhau, sardinha, carapau, cavala, ovo, sementes de chia, sementes de linhaça, sementes de girassol.

 

Alimentos ricos em vitamina C – salsa crua (220mg), couve portuguesa crua (90mg), agrião (77mg), kiwi (72mg), papaia (68mg), coentros crus (63mg), laranja (57mg), morango (47mg).

 

Alimentos ricos em vitamina E – avelã (25mg), miolo de amêndoa torrada sem pele (25mg), azeite (14mg), abacate (2,7 µg).

 

Alimentos ricos em polifenóis – frutos secos, chá verde, vinho tinto, açaí, tomate, chocolate negro, tomate, frutos vermelhos.

 

Alimentos ricos em carotenóides – óleo de palma (30700 µg), cenoura crua (5600 µg), batata-doce assada (3900 µg), salsa crua (3350 µg), espinafres crus (3300 µg), agrião cru (1950 µg), manga (1800 µg), tomate (510 µg).

Nota: os valores indicados correspondem a 100g de alimento.

 

O mel, o gengibre (fresco) e a pimenta são ingredientes que não só ajudam na proteção contra o frio como ainda têm substâncias anti-inflamatórias que ajudam a reduzir e a tratar inflamações nas fibras musculares. Experimente comer uma colher de chá de mel antes de correr ou deixar uma rodela de gengibre (fininha) na boca a fingir que é um rebuçado enquanto está a ver TV.

 

Bons treinos!