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Correr na Cidade

Crepe de claras de ovos e trigo Sarraceno com maçã, canela e iogurte

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Por Carmo Moser:

Sendo eu adepta de receitas rápidas e fáceis; que isso da cozinha sofisticada e complicada não é comigo; aqui segue uma deliciosa receita para uma sobremesa ou lanche. Para além de todas estas vantagens, é saudável e uma boa fonte de proteína, não deixando grande "mossa" na consciência, já não leva açúcar refinado, não é rica em gorduras saturadas, não contém lactose, nem glúten.

- Quantidades para 1 crepe.

PARA O CREPE:
- 1/4 de xícara de farinha de trigo sarraceno
- 1/4 de xícara de leite sem lactose
- 1 colher de chá de mel
- 1 clara de um ovo grande

Misturar todos os ingredientes e fazer o crepe numa frigideira ligeiramente untada com azeite. Reservar o crepe.

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PARA A MAÇÃ:
- 1 maçã pequena descascada e cortada em pequenos pedaços
- 1 ou 2 colheres de chá de mel (eu apenas usei uma, pois não adoro sobremesas muito doces)
- 1 colher de sopa de água
- Canela em pó

Numa taça misturar a maçã com o mel e com a água. Levar cerca de 1 minuto (na potência máxima) ao micro-ondas ou até a maçã estar cozinhada, mas não desfeita.
Colocar a maçã sobre o crepe e polvilhar com canela.

PARA O IOGURTE:
- 1/2 iogurte natural sem lactose ou em alternativa 1/2 iogurte grego natural sem açúcar (ATENÇÃO, que estes têm lactose e são bastantes mais ricos em gordura!)
- 1 colher de chá de mel (opcional)

Não utilizo iogurte magro, já que estes não são espessos e aqui a ideia é conseguir a consistência das natas. Regra geral uso um iogurte natural sem lactose com 1,8% de matéria gorda, que costumo comprar no Celeiro (da marca Kärntnermilch).

Colocar umas colheradas de iogurte junto à maçã.

Dobrar (ou não) o crepe a meio e deliciar-se!

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Review: Adidas Raven 3

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Por Luís Moura

As raven 3 são umas sapatilhas diferentes no aspecto a quase tudo o que existe no mercado.O estilo, a maneira como a sola foi desenhada, o sistema de atacadores mais moderno. Tudo junto faz com que a sapatilha tenha um aspecto diferente do "normal".


Introdução

As Raven 3 vieram substituir no mercado as Raven 2 e revolucionar a direcção que a Adidas dava ao mercado das sapatilhas para Trail desenvolvidos por eles até aqui.


Neste modelo apresentam 3 novas inovações :
- o sistema TECHFIT TECHNOLOGY com um novo sistema de suporte superior ao criar um tunel parecido como uma meia, que estica para tentar ajustar-se ao pé feito apenas por uma peça elástica juntamente com um novo sistema de cordão que se puxa e protegido por uma pequena lingua

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- o sistema ADAPTIVE TRAXION na sola que tenta minimizar o desgaste na sola na borracha mais suave e em sentido contrário fornecer mais grip nos pisos mais escorregadios, através de um sistema engenhoso de "esconder" a borracha suave ( circulos verdes )
- O uso da sola de borracha Continental visa aumentar a tração em terrenos mais duros e planos.

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Apresenta um drop de 10mm que faz com que o pé fique com uma tendencia de ataque mais pronunciada, com um ataque ao solo mais suave no calcanhar para quem usa esse tipo de passada. A mistura de diversos tipos de borrachas e desenho tem o objectivo final de proporcionar o máximo de tração em todos os pisos que se pode encontrar nos Trails.


Aspecto e peso
Primeira coisa que saltou à vista, foi o peso e o sistema de apertar, substituindo os normais atacadores de apertar por um sistema parecido com o que a Salomon usa.


A sola tem um aspecto peculiar na maneira como conjuga a parte da borracha continental com outros tipos de borracha/sintéticos, criando um mix de tração que vem a ser muito util conforme indico mais à frente.


O seu peso anunciado de 340gr faz delas umas sapatilhas com peso médio dentro das sapatilhas de trail, mas como acontece nestas situações, em trails mais compridos onde podemos estar 8 ou 12h a correr, o peso extra que ela tem pode ajudar a um maior cansaço e aumento de caimbras devido ao maior trabalho das pernas para puxar as sapatilhas.


Em treinos curtos de 15/20km e no ultra Trail da Arrabida não me cheguei a aperceber do peso extra.

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Suporte e Conforto
Quando vamos calçar as sapatilhas a primeira vez, reparamos que a parte de cima que cobre o pé é muito baixa, fina, e que temos dificuldade em fazer os pés deslizar para dentro das mesmas. A parte da frente é muito baixa mesmo e o "esqueleto" reforçado que apresenta no meio da sapatilha, que faz com que a sapatilha envolva o pé é demasiado apertado e rigido.

 

Penso que houve uma preocupação da Adidas em criar um sistema que permitisse à sapatilha agarrar os pés e produzir o menor movimento possivel dos mesmos á medida que se sobe e desce, mas o facto é que o espaço que fica para o pé no interior da sapatilha é muito pequeno, e mal se acaba de puxar os atacadores sente-se logo um desconforto imediato. Parece que a sapatilha está demasiado apertada. Isso nota-se ao longo dos quilometros, onde de vez em quando sentimos o pé a doar na parte superior na zona dos tendões.


Na parte inferior da sapatilha, tanto na zona da sola como na zona da ligação com o tecido, acho que o equilibrio é muito bom. Quando começamos a correr com elas sentimos uma boa protecções contra pedras e restantes elementos que nos podem fazer mossa, e mesmo ao fim de 20/30km o pé mantem-se confortavel na parte inferior, sem grandes problemas de aquecimento ou deslocações.


Sistema de apertar cordões
Este sistema inovador que tem imensas semelhanças com a patente da Salomon, é o verdadeiro calcanhar de aquiles desta sapatilha. É dificil de apertar o sistema e encontrar um equilibrio entre conforto e tensão q.b. Para quem como eu usa Salomon à mais de 2 anos, fica-se muito desiludido com esta aproximação falhada.


O esqueleto de reforço lateral da sapatilha é muito apertado e quando se puxa os atacadores para ajustar o melhor possivel, ainda se fica pior.


O tipo de material usado é demasiado agressivo para os dedos quando tentamos fazer pequenos ajustes e a lingua desenhada para proteger a parte remanescente dos atacadores não faz qualquer sentido. Penso que falharam retundamente no desenho desta parte da sapatilha. A intenção era guardar o remanescente dos cordões debaixo da lingua, mas num uso normal em trilhos com muitas silvas, arbustos e galhos soltos, não se aguenta. Ficam logo presos a alguma coisa e saltam fora da lingua.


É uma pena porque tinha todas as condições para somar pontos ao resto da sapatilha e assim só prejudica o conforto que sentimos.

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Sola e aderência
A verdadeira guerra natural quando se decide por umas sapatilhas de trail. Como é a sola e que tipo de aderencia proporciona.


Como vamos passar muitas horas a correr e em situações onde a aderencia é baixa, seja a subir ou descer, é natural que seja um dos principais pontos a considerar quando se compra uma sapatilha para trail.


Este mix acabou por ser uma agradável surpresa.


Tem uma aderência muito boa em quase todos os pisos menos na lama. Até na calçada portuguesa se aguenta relativamente bem devido à borracha da Continental que faz parte da sola. Num uso normal em trilhos de Portugal tem uma aderencia acima da média.



Resumo final
Desde 19 Setembro, tenho 20 treinos/corridas com estas sapatilhas num total de 455km e 12.605 D+.
Desde treinos em Monsanto de 15km com piso seco até aos 82km da Arrabida com lama e rocha até sair pelas orelhas.


No geral, a nota final é muito positiva. A sapatilha é um pouco desconfortável por ser muito dificil de acertar com a tensão nos cordões mas de resto, quase tudo passa com nota muito alta.


O desconforto dos cordões não afecta o conforto geral de maneira significativa a ser ficar com uma má impressão e aguenta muito bem as mudanças de direção laterais e verticais sem os pés andarem a passear dentro das mesmas.
No final, não se sente muito o peso da mesma e o sistema ADAPTIVE TRAXION permite mudar de piso com pouco impacto na nossa progressão. O TECHFIT deverá ser revisto com urgencia. Depois de falar com alguns corredores que também tem estas sapatilhas, todos referiram este pormenor como o ponto mais negativo. O facto de acumular sujidade na peça que ajuda a prender os cordões no sitio, é horrivel pois o sistema começa a tornar-se penoso de usar.
Preço/qualidade diria que é uma excelente sapatilha. Depois de toda a pancada que já levou, continua ainda com poucos indicios de uso, excepto no material interior da mesma. Sola e suporte inferior continuam em muito bom estado.


Pontos mais positivos

- Aderencia

- Estabilidade e segurança que transmite

 

Pontos menos positivos

- sistema de fecho dos cordões

 

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Avaliação (de 0 a 20):

DESIGN : 15
CONFORTO : 17
PREÇO:  19
ESTABILIDADE : 20
AMORTECIMENTO: 19


Avaliação Total (de 0 a 100): 90

p.s. Se avalissemos o factor aderência, este paramêtro merecia 15 valores, numa tabela de 0 a 20.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Venha de lá essa Meia dos Descobrimentos

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 Por Filipe Gil

 

Estive a fazer contas e percebi que não faço uma Meia Maratona “oficial” desde… Setembro de 2013. E foi na Meia da Ponte Vasco da Gama, como lhe gosto de chamar. Só quando decidi que ia fazer a  Meia Maratona dos Descobrimentos, no próximo domingo, dia 7, percebi que já não faço a distância em estrada, e em provas oficiais há mais de 12 meses. Incrível.

 16568312_MZPaD.jpegNa Meia Maratona, em setembro de 2013, foto que ainda hoje faz com que os meus amigos me perguntem se não me esqueci de levar calções....


Uma adenda. Escrevi "decidi", mas não é bem assim. Decidimos. Foi uma coisa pensada em família. Eu e a minha mulher decidimos, assim está melhor. Ela fica em casa com as crianças, eu vou fazer a Meia. É uma questão de organização familiar (tal como já explicamos aqui neste episódio do RTP Running). 


Ela acha que não está em forma para fazer uma Meia em condições e num bom tempo (não concordo, já que anda a fazer treinos de 10 quilómetros com média de 5.45/km), mas essa é sempre uma decisão pessoal. E se ela não se sente preparada, respect!!!

Voltando a mim, já decidi como vou encarar esta minha 4ª Meia Maratona: vou divertir-me!. Não vou querer saber de tempos. Aliás, mais uma adenda, vou “tentar” não pensar em tempos. Vou fazer a prova tranquilamente. Mas quero fazer abaixo das 2 horas, lá está...

Tanta coisa já se passou desde a minha última Meia Maratona, tanta…, sou hoje um corredor tão diferente do que era naquela altura, ainda pré primeira lesão a sério. O meu grande desafio será combater o aborrecimento que o correr na estrada me tem provocado ultimamente. A única coisa que me alegra é saber que o percurso é de ida e volta, e assim irei estar entretido a olhar para a faixa do lado a ver se passam caras conhecidas.


E tu, também vais à 2ª edição da Meia dos Descobrimentos? E quais as tuas expetativas?

 

 

 

 

Unboxing: Saucony Triumph ISO

Por Nuno Malcata:

Eu e a Liliana Moreira vamos ter o previlégio de testar os novissimos Saucony Triumph ISO, uns ténis para passada neutra com amortecimento adicional relativamente ao modelo anterior e melhorias na tecnologia ISOFIT para um melhor conforto.

 

Em breve falaremos da nossa primeira impressão com este modelo, para já deixo-vos com o Unboxing do modelo masculino e feminino.

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Review: Boco AT Newton (trail)

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Por João Filipe Figueiredo:

 

Depois da 1ª impressão, e depois de ter corrido trilhos em Monsanto, Casaínhos e na Arrábida, escrevo agora a minha review dos Boco AT, o modelo “todo-o-terreno” da Newton.Estas sapatilhas são leves e muito robustas.


Corridos a centena de quilómetros com muita lama, pedras e eu sei lá mais o quê, umas voltas na máquina de lavar e as Boco estão como novas.

 

Sendo umas sapatilhas forefoot – aí incide toda a atenção dos criadores da Newton -  sentimos uma grande liberdade na parte da frente dos pés. Ao nível dos dedos, não temos aqueles apertos incomodativos e podemos abri-los com alguma facilidade.

 

Andar com as Boco AT pela primeira vez é uma sensação estranha. Isto porque na zona do forefoot a sola tem uma sobre altura... A consequência desta característica é que nos leva a correr com a parte da frente do pé e não com o calcanhar. Tendo um drop de 3mm, isto é mesmo bom para quem gosta de minimalismo.

 

O facto desta zona da sola também ser um pouco mais larga que o normal dá-nos um extra de estabilidade nas descidas …que são o meu maior quebra-cabeças em trail…

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A aderência da sola na zona forefoot é fabulosa em trail. Tive total confiança nestes ténis em todos os trails que fiz. Rochas, terra, lama, raízes, venha tudo … os Boco AT são uma máquina a rasgar qualquer terreno.

 

Contudo, se os levar para uma corrida citadina, com chuva e a subir uma rua qualquer, o resultado pode ser assustador. A zona frontal da sola não adere muito bem em pedras molhadas, e sentir o pé a patinar não é boa "onda".Fiz um teste com estes Boco AT, para perceber a filosofia da Newton no que diz respeito à sobre-altura da sola – o “four-lug cushioning technology“ – e atrevi-me a fazer sprints em estrada.

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O resultado é … estranho. Senti que as sapatilhas me obrigaram a usar a parte da frente do pé no momento imediato em que toquei no chão, mas não senti nenhum impulso espectacular com isso, aliás senti a sobre-altura da sola como algo demasiado duro. Este resultado deve-se ao facto de no interior das “four-lugs”, estas estarem preenchidas com borracha e não com ar. O impulso perde-se e o impacto no chão torna-se duro.

 

As Boco AT da Newton são as sapatilhas com que me estrei oficialmente nos trails e deram-me confiança para dar passadas cada vez mais ambiciosas. Não irão envelhecer fechadas no armário. 

 

Avaliação (de 0 a 20):

DESIGN : 15
CONFORTO : 16
PREÇO:  10
ESTABILIDADE: 17
AMORTECIMENTO: 11

Avaliação Total (de 0 a 100): 69

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Como preparar a logística de um ultra trail

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Por Luís Moura

 

Correr é das coisas mais simples que existe no seu core.


No entanto, quando começamos a ir a provas, e principalmente provas de trail, a logística da sua preparação e de a correr começa a complicar à medida que pretendemos retirar mais das mesmas para além do inicial "vou ali correr 30km e volto logo à noite".

Diversos pontos são importantes para que a prova, pré-prova e pós-prova corram bem. Quase tudo pode ser analisado e planeado. Mesmo dentro do planeamento, deverá haver espaço para o inesperado, pois existem e acontecem coisas que simplesmente não controlamos, mas se conseguirmos planear bem, estaremos mais preparados para readaptar o plano inicial com outras soluções.


Não vou entrar em detalhes como a alimentação durante a prova, pois cada um tem pesos, ritmos e metabolismos diferentes. Quanto mais experiência tivermos, e melhor conhecermos o nosso corpo, melhor se pode adaptar à escolha do que comer antes e durante a prova.


Relativamente aos pormenores de roupa por exemplo, correr uma prova de 30km ou de 100km pode ser muito diferente devido ao tempo. Por isso vamos analisar os vários detalhes mas sempre olhando para "a floresta e não apenas para a árvore".

Vamos dividir a análise em :
- PRÉ-PROVA
- VIAGEM
- PROVA
- PÓS-PROVA

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PRÉ-PROVA
- Escolher roupa para final de prova
- Analisar material obrigatório
- Procurar informação na Internet sobre a prova
- Procurar feedback de edições anteriores
- Analisar altimétria do percurso
- A que horas vamos correr

Antes de começarmos a planear a prova em si, podemos começar por ler informações sobre a mesma no site oficial e começar a planear a logística de viagem, alojamento e alimentação. Planear a viagem, se vamos de carro, comboio, avião ou metro. Alojamento convém ser perto do inicio/fim da prova. 

Se for circular é no mesmo ponto, se for de ponto a ponto, vejam se a organização tem transportes para o ponto de origem. Uma estadia relaxada mesmo ao lado da partida por exemplo, permite acordar calmamente, tomar um bom pequeno, andar um bocado e preparar as coisas com mais calma do que sair de madrugada de casa e ter que fazer 150 ou 250km até à prova, onde vamos chegar com stress da viagem e com os níveis de ansiedade elevados. Voar e aterrar umas horas antes de uma prova também deverá ser uma situação a evitar.

 

Se já houver edições anteriores, é sempre bom ir procurar informação na Internet ou falar com amigos que já a tenham feito. Podem dar informações muito relevantes, mesmo sendo apenas pequenos detalhes, que no final podem fazer muita diferença em provas grandes.

 

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Por exemplo, em Óbidos, no Trail Noturno que se faz naquela região todos os anos, há cuidados a ter. Como é uma zona junto ao mar costuma estar quase sempre um vento de norte frio, por isso convém levar ou luvas ou uma t-shirt extra/corta-vento para aquela parte do percurso. Há meia-noite e com vento frio, é natural que o corpo arrefeça um bom bocado e seja preciso um reforço na roupa.

Ler a lista do material obrigatório de fio a pavio 10x e garantir que temos tudo no dia da prova. Maior parte do material faz parte do kit de segurança activo e passivo nas provas e é um ponto que não se pode descurar. Além disso, em cada vez mais provas a falta de um componentes obrigatórios dá direito a penalizações de tempo ou mesmo a desclassificação directa.

 

Pensar na roupa que vamos deixar ou no carro ou no hotel para no final da prova trocarmos e ficarmos rapidamente confortáveis.

 

Analisar a altimetria da prova e o tipo de terreno que vamos encontrar vai-nos ajudar a planear no longo prazo o tipo de treinos necessário. Sabendo por exemplo com 4/6 meses de antecedência essa informação, podemos incorporar no nosso planeamento treinos que permitem simular ou aproximar das condições das provas e assim preparar o corpo para o que vai encontrar. Se formos correr num sitio muito árido ou com muitas rochas e nevoeiro, convém tentar simular pelo menos 1x essas situações em treino.


No caso da hora da prova, é extremamente importante quando estamos ainda numa parte inicial da nossa preparação nos trails.


Correr de manha cedo, à hora do almoço ou à meia-noite é muito diferente em vários aspectos, e um dos mais importantes deles é a visibilidade para quem não estiver habituado a correr durante a noite por exemplo. Novamente, planear pelo menos um treino nas condições horárias que vamos encontrar ajuda muito a preparar a nossa mente para o que vai encontrar.

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VIAGEM
- Planear viagem, hora de saída, paragens e hora de chegada
- Analisar tempo de viagem
- Avaliar comida necessária

O planeamento da viagem deverá ser feito para evitar percalços e tentar reduzir o stress antes da prova. Quanto mais suave for a viagem, menos stress temos tendência a cultivar.


Sair de Lisboa numa Sexta-feira ás 18h pode ser meio caminho para ficar parado em filas enormes de transito e elevar os níveis de irritação. Procurar evitar horas de transito ou vias muito congestionadas sempre que possível.

 

Eu raramente saiu de casa para fazer uma viagem de carro sem antes ir ao google ou ao via michelin e planear o percurso. Para onde não conheço, fico com referencias. Os GPS's são das melhores invenções para quem viaja, mas em algumas situações ele confunde os destinos se existirem mais que um com o mesmo nome. Nunca facilitar nestes pequenos pormenores.


Se as viagens forem longas, acima de 2 horas, planear um ou mais pontos de paragens para esticar as pernas, comer e relaxar o corpo. Evitar sair em cima do tempo limite para não obrigar a andar sempre no limite. Se viajarem de avião, tenham atenção à existência de voos de ligação e se as esperas são longas.

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PROVA
Percurso
- Analisar altimetria do percurso
- Analisar track do percurso
- Analisar piso do percurso
- Avaliar tempo previsto

Este é o ponto principal da análise, onde devemos perder mais tempo.


Devemos analisar ponto de saída e chegada, altimetria da prova, se tem subidas muito compridas ou se passa em pontos muito altos que vai influenciar a roupa, ritmo e previsão de passagem no próximo abastecimento, se passa em riachos ou não, se o percurso tem muita lama ou não, se vamos apanhar zonas muito técnicas ou não. Se vamos apanhar zonas de pouca visibilidade devido a nevoeiro em zonas altas ou se for noite. Tudo vai influenciar na escolha do ritmo, das sapatilhas, da roupa, da alimentação, se é preciso usar frontal ou não.

 

Quando molhamos os pés ao inicio de uma prova é muito diferente para muita gente do que molhar apenas na parte final. Alguns molham os pés e continuam em frente enquanto que para outras pessoas, os pés molhados ou cheios de lama incomoda a mente e consequentemente o ritmo. Dai a importância de treinar pelo menos 1 ou 2x em sítios que tenham condições iguais ou similares ao que vamos apanhar na prova.


Imprimir o track e a altimetria e andar a visualizar o mesmo durante alguns dias, uns minutos por dia, vai ajudar a quase memorizar o mesmo. Não devemos forçar o cérebro a memorizar tudo, mas se olharem para o papel durante alguns dias seguidos, ele vai memorizar a maior parte dos pormenores e durante a prova não somos apanhados na curva.


Quem quiser pode imprimir a cores e mandar plastificar para o dia da prova para vos acompanhar, seja pendurado na cintura ou dentro da mochila para visualizarem 2 ou 3x durante a prova.

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Alimentação
- Avaliar quanta água é necessária
- Avaliar comida necessária
- Avaliar abastecimentos
- Avaliar distância entre abastecimentos

Algumas pessoas dividem o percurso em sub-segmentos. Uns escolhem por exemplo segmentos de 5km cada, outros escolhem segmentos com alterações físicas no terreno, como por exemplo distancia entre a base de uma subida até ao topo da mesma se for comprida.

O que é importante é dividirmos em segmentos para os analisar ao pormenor e decidir o que fazer nele. Que ritmo vamos fazer tendo em conta a altimetria, tipo de piso ou condições meteorológicas. Se tem abastecimento ou não nesse segmento. Se não tiver, qual a altura se for necessário de comer algum sólido que tenhamos na mochila.


A gestão da água também é muito importante. Tendo em conta o consumo normal de cada um, deverão sair de cada abastecimento com água suficiente até chegar ao próximo abastecimento previsto + uma pequena reserva para o caso de acontecer algum imprevisto, como por exemplo, perdermo-nos durante 1 ou 2km ou tenhamos alguma impossibilidade física de andarmos ao ritmo previsto. Água a mais pesa nas costas ou na cintura mas é melhor termos esse problema do que ficarmos sem água no meio de uma serra ou montanha e colocarmos a nossa saúde em perigo.


Roupa
- Analisar material obrigatório
- Escolher roupa principal
- Escolher roupa backup para plano B
- Analisar se tem saco de apoio a meio da prova
- Montar a mochila da melhor maneira
- Material de primeiro socorro

No dia anterior à prova, voltamos a verificar o material obrigatório e garantir que está tudo conforme.Devemos escolher a roupa final já mais em cima da prova tendo em conta as previsões meteorológicas mais recentes e provavelmente mais correctas.

 

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A roupa escolhida deverá manter o corpo na melhor temperatura possível para o que estamos habituados, deverá proteger o corpo de alguns percalços habituais dos trilhos, deverá ter alguma parte reflectora se formos para um trail nocturno por exemplo, deverá ter algum tipo de bolso para guardarmos um papel ou pastilhas de açúcar/glucose para alguma emergência durante a prova. Ajuda levar também alguns componentes que se possam vestir ou despir rapidamente quando pensamos que na prova vão existir mudanças de temperaturas ou condições pluviométricas, como o caso de impermeável, chapéu ou luvas.

Depois desta tomada de decisão, se possível devemos levar para o inicio da prova e deixar no carro ou no hotel uma muda de roupa para no caso de nas ultimas 2 ou 3h antes do inicio da prova, algum elemento mudar bastante que obrigue à sua utilização.


Em algumas provas mais longas já existe a facilidade de enviar roupa ou sapatilhas num saco para um PAC pré-definido. Analisem bem se vão precisar de utilizar essa possibilidade ou não. Não se esqueçam que muitas vezes as provas tem condições diferentes no inicio e no fim devido às longas horas que separam as duas fases. Se por exemplo no inicio do trail apanharem 30 ou 40km com muita agua no trilho ou a atravessar riachos, e a parte final for muito mais seca, se houver um PAC pelo meio pode ser boa ideia enviar um par de sapatilhas juntamente com meias limpas e secas para ajudar os pés a manterem-se secos e protegidos.


Além disso, pés frios = perda de performance já que o corpo começa a entrar em modo de sobrevivência e pode perturbar o nosso ritmo normal.

 

Em sentido inverso, como no caso dos 100Km de São Mamede em que o inicio é à meia-noite, podemos sair e atravessar a noite com roupa mais quente e depois durante a manha quando chegamos ao PAC com a muda de roupa, deixamos ficar lá o que em principio já não vamos precisar até ao final da prova, se estivermos a prever chegar muito antes da noite cair novamente.

Relativamente à maneira como vamos utilizar a nossa mochila, ou um dos novos cintos maiores que agora existem, para a prova alguns pequenos detalhes devem ser levados em conta. Como o caso das coisas mais pesadas devem ficar na parte baixa das bolsas e as mais leves por cima para provocar a menor oscilação da mesma assim como ajudar a descer o centro de gravidade.


As coisas que estamos a prever usar com mais frequência como barras energéticas ou géis deverão estar mais acessíveis do que por exemplo o telemóvel ou a manta térmica. No geral a mochila deverá estar o mais equilibrado possível e depois de colocada no corpo deverá abanar o menor possível para ajudar a locomoção durante a prova e provocar o menor desgaste das costas e ombros.


No caso de ser possível, devemos carregar na mochila um pequeno kit primeiros socorros para pequenos acidentes ou percalços que possam acontecer durante uma prova. Existe na internet informação detalhada sobre os principais componentes a carregar.


Não esquecer que em algumas provas no período mais quente do ano e em horário diurno, o uso de protector solar deverá ser uma mais valia para proteger a nossa pele e o nosso corpo de escaldões e subidas de temperatura que podem por exemplo aumentar o consumo de água.

Nunca esquecer de levar também uma pequena quantidade de dinheiro em notas para alguma emergência que exista durante a prova.

 

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Fica aqui um exemplo de como faço o meu planeamento usando regras simples. Contém a indicação dos abastecimentos, o sitio onde iria fazer reforço de comida para além dos abastecimentos ( pontos B"arra" ) e em cima a indicação do ritmo que deveria tentar imprimir nas secções definidas, tendo em conta o piso, desnivel e km's.

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PÓS-PROVA
- Mudar de roupa
- Tomar banho ou limpar áreas do corpo mais sujas
- Utilizar muda de roupa previamente arrumada
- Pequena zona de relaxamento e recuperação

Depois da prova finalizada, nada melhor do que limpar o corpo e vestir uma roupa lavada e fresca/quente.Se a prova tiver massagens, utilizem. É muito bom para o corpo e para a recuperação do mesmo. Não ficar logo parado mal acabem a prova também ajuda a que as pernas recuperem mais depressa. Andar um bocado é sempre uma boa solução.


Alongamentos específicos já um pouco depois do final da prova ajuda a recuperar os músculos e tendões para os dias seguintes. Algumas pessoas gostam de efectuar pequenos rituais antes das provas. É uma maneira de se acalmarem ou de aumentar o nível de concentração. Desde que funcione para cada um, aproveitem.


Eu pessoalmente gosto sempre de fazer um pequeno aquecimento uns minutos antes da prova começar e depois ficar 5/10 min. sozinho a pensar no que vou encontrar durante as próximas horas. Ajuda-me a relaxar e a preparar a mente para o que vou ter que fazer.

Tudo isto é o que costumo fazer antes de um ultra trail e é um acumulado da minha experiência pessoal. Se tiverem sugestões/correcções a fazer, estejam á vontade para escrever nos comentários do blog.

Os novos Kayano 21

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Está quase a chegar ao mercado português a nova versão dos famosos Asics Gel Kayano. A versão número 21 chega, segundo a marca, "com novidades e melhorias sobre o seu antecessor".
 

De acordo com o comunicado da marca este Kayano 21 é 10 gramas mais leve "graças à nova entressola Fluidride 2.0. A nova e melhorada Fluidride reduz assim o peso em 15% e aumenta a reactividade em 20% a cada passo".

Também a sola está com mudanças significativas, especialmente no calcanhar e antepé com o objectivo de diminuir o impacto e obter um arranque mais dinâmico.
 
Na zona do calcanhar, a sua nova estrutura ajuda a "reduzir a velocidade de impacto do calcanhar", facilitando o funcionamento da Guidance Line. Ao reduzir a taxa de pronação, favorece o corredor colocando menos pressão sobre os músculos mais fracos da parte inferior do corpo.Enquanto que na zona dianteira da sapatilha, a área de saída foi melhorada, tendo mais flexibilidade e reactividade.


O novo GEL-Kayano 21, recomendado para corredores pronadores ou que tendem à pronação, "melhora ainda mais a estabilidade", diz a marca japonesa. Tem uma base mais estável, mais larga 1mm e com melhor apoio na entre sola. O Trusstic é agora mais forte, em forma de pirâmide, aumentando o apoio na rotação. O Clutch Counter também foi reforçado e tem mais estabilidade no calcanhar.

No que diz respeito ao conforto, o novo GEL-Kayano 21 tem o novo X-40 Sock Liner. A palmilha comfort dry X-40 é uma versão melhorada da palmilha usada na versão anterior. O GEL-Kayano 21 e o novo GEL-Nimbus 17 são os únicos modelos que têm esta palmilha. Esta palmilha permite maior conforto e mais 40% de reacção em cada passada.
 
PVP: 175€

 

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Saiba tudo sobre a 2ª edição da MM dos Descobrimentos

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 Entrevista feita por Filipe Gil

 

É já no próximo domingo, véspera de feriado, que se realiza a II Meia Maratona dos Descobrimentos. O Correr na Cidade entrevistou o Diretor da Prova, António Campos, que nos revela os postos de abastecimento, o objetivo de trazer mais estrangeiros no futuro e ainda o crescimento da feira da prova.

 

Vamos para a segunda edição da Meia Maratona dos Descobrimentos, é uma prova que já está a ficar na agenda dos corredores?

A Meia Maratona dos Descobrimentos é a sucedânea da antiga Maratona de Lisboa, prova que a Xistarca organizou durante 27 anos. Depois de termos passado a Maratona de Lisboa para outra organização, achámos por bem lançar uma nova prova para a mesma data, ou seja, no início do mês de Dezembro, por considerarmos ser a melhor altura para se correr em Lisboa numa prova com estas características. Depois de analisarmos internamente, chegámos à conclusão que fazia sentido dar ênfase às “Descobertas”, por ter sido um dos maiores feitos dos Portugueses ao longo da sua existência, daí acharmos por bem homenagear essa fase heróica da nossa história.

 

Quantos corredores esperam este ano (divididos pelas respectivas distâncias)?

Pensamos ultrapassar os números do ano passado e atingir os 5.000 concorrentes: 3.000 na Meia Maratona; 1.500 nos 10km; 750 nos 5km na corrida/caminhada.

 

É uma prova que já tem cariz internacional ou ainda não?

Temos vindo a promover a prova nos circuitos internacionais de modo a aumentar a sua notoriedade à escala internacional. O objectivo a médio prazo é trazermos até nós mais de 2.000 estrangeiros tal como acontecia na Maratona de Lisboa. Este ano já iremos ter cerca de 300.

 

Que balanço faz da prova do ano passado?

A edição do ano passado marcou uma estreia auspiciosa. A qualidade técnica do percurso e as condições climatéricas que se fizeram sentir, garantiram a muitos concorrentes melhorar as suas marcas pessoais, tendo sido um factor importante para o lançamento e projecção da prova.

 

Que novidades existem na prova deste ano?

Em relação ao ano passado decidimos trocar a prova de estafetas pela prova dos 5 km corrida/caminhada. Esta opção parece ter sido acertada dado o número de concorrentes já inscritos para esta prova.

 

Vão contar com atletas profissionais?

Ainda não é nossa prioridade convidar atletas de elite, na medida em que os orçamentos com que trabalhamos serem limitados. De qualquer modo, temos já inscritos os melhores triatletas da actualidade como a Vanessa Fernandes, o João Pereira e o Bruno Pais, o que muito nos orgulha.

 

Quantos e que tipo de abastecimentos vão existir na prova da Meia Maratona e nas dos 10Km?

Nos 10km vamos ter gel e mel, nos 15km vamos ter marmelada e no final teremos fruta, chá e bebida isotónica. Em todos os abastecimentos, de 5km em 5km e no final, teremos água.

 

Vão ter feira na prova? Onde será e que marcas estarão presentes?

A Feira irá decorrer na Antiga Fábrica da Cordoaria Nacional, na Avenida da Índia, Freguesia de Santa Maria de Belém. Vamos ter uma Feira que cresceu mais de 100% em relação ao ano passado, havendo diferente tipos de expositores de interesse para todos os visitantes e amantes de desporto. As marcas presentes na Feira serão do sector do exercício físico e saúde em geral e do running em particular. Para além disso e procurando alargar a vertente de solidariedade social haverá também uma recolha de material escolar novo assim como bens alimentares que serão depois entregues à Acreditar, associação com quem nos orgulhamos de cooperar.

 

Quais as datas para levantar os dorsais da prova?

Os dorsais deverão ser levantados nos dias 5 e 6 de Dezembro (sexta e sábado), das 10h às 19h30, na Feira da Meia Maratona dos Descobrimentos. 

 

Como vai ser o chip deste ano, no dorsal ou no pé?

O chip será colocado no pé por ser mais fiável. Relativamente a este tema, podemos adiantar que a Xistarca irá lançar brevemente no mercado, um novo tipo de chips que será uma agradável novidade em Portugal.

 

Que conselhos dão a quem se estrear na distância dos 21km na vossa prova?

Especialmente para os menos experientes aconselhamos que façam uma 1ª parte da forma mais económica possível para que consigam depois gerir da melhor forma a segunda metade do percurso. Dado o facto de estarem reunidas boas condições climatéricas para a prática da modalidade, esperamos boas marcas por parte dos atletas.

 

Review: Puma Faas 600

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Por Nuno Espadinha

 

Já há muito tempo que não corria com nada tão "alto" e estava com algum receio, confesso, mas estes Puma Faas 600 são extraordinariamente leves para uns ténis com tanto suporte e drop, apesar de serem para corredores neutros. Já levo mais de 150 Kms feitos com eles e parecem-me perfeitamente capazes em médias e longas distâncias. 

 

Não senti grandes perdas de rendimento na minha ou quase nenhumas nos 15kms das Fogueiras, uma das provas que fiz com eles.  A tecnologia Faas da Puma faz bem o seu trabalho e o desgaste de todo o conjunto é mínimo. O conforto no fim dessa prova manteve-se igual ao início. Na minha opinião estas sapatilhas farão sem qualquer problema mais de 500kms em estrada.

 

E também deverão ser perfeitamente capazes de fazerem circuitos de City Trail, mesmo que com um bocado de terra batida. Já fiz treinos da crew com eles em que o terreno tinha essas características e portaram-se à altura sem grandes escorregadelas. Mas atenção, têm os seus limites, estamos a falar de ténis de estrada.

 

Esteticamente é do meu agrado esta mistura de azul e laranja fluorescente, e nota-se que é uma sapatilha bem construída, embora a sola, demasiada para mim dá-lhes um aspecto demasiado "pesado" e talvez mesmo pouco elegante acabando por tornar pouco harmoniosa a totalidade do conjunto - por isso o modelo Faas 500 já tem outro aspecto!

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São os primeiros Puma que tenho e a experiência é muito, muito positiva. Se me perguntarem se vale a pena a compra não hesitarei em dizer que sim! O preço de tabela são 120 Euros o que para umas sapatilhas com este género de características estão perfeitamente dentro do preço particado por outras marcas.

 

Pontos positivos:

- Leveza 
- Conforto 
- Qualidade dos materiais

 

Pontos negativos:

 - Estética

 

Conclusão:  

Sapatilhas com muito boa qualidade de construção, ideias para iniciados nestas andanças ou para corredores mais experimentados e que apreciam/precisam de mais suporte.

 

Avaliação (de 0 a 20)

Design:11
Conforto:17
Preço:14
Estabilidade:17
Amortecimento:20

Avaliação Total:79 (de 0 a 100)

 

Calendário de Treinos de Dezembro. Venham treinar connosco!

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E tal como gostamos de fazer no inicio de cada mês apresentamos o calendário de treinos para o mês de Dezembro. Poderão existir mais algumas surpresas, e mais algum treino para além destes que vos apresentamos. Mas estas são datas que já podem colocar na vossa agenda. Treinos diferentes, tipologias diferentes para vários tipos de corredores, desde os mais iniciados aos com maior experiência.

Faça (muita) chuva ou sol os treinos do Correr na Cidade realizam-se sempre! Basta irem ter connosco aos locais indicados e, pedimos, por questões logísticas que confirmem a vossa presença no evento do Facebook. (respetivo link em todos os treinos).

Tal como o fazemos todos os meses, gostamos de salientar que o Correr na Cidade apenas guia, pelos diferentes percursos, os amigos que aparecem nos treinos, e que estes são feitos em total autonomia, sem quaisquer tipos de seguros. 

O Correr na Cidade não se responsabiliza por eventuais danos que os participantes possam sofrer. Apelamos ao bom senso dos participantes para que nunca coloquem a vossa integridade física em risco, devendo respeitar o código da estrada e ter cuidado com os veículos motorizados. Estamos no outono, quase inverno, anoitece cedo e pedimos que utilizem material reflector. Nos treinos em que indicamos que o uso do frontal é obrigatório, será mesmo obrigatório usar!!! 

Apareçam, esperamos por vocês, e tragam amigos convosco.

 

CITY GREEN TRAIL
Data: 2 de dezembro de 2014 (3ª feira)
Ponto de encontro: Parque Eduardo VII/ na zona dos autocarros turísticos
Hora do encontro: 19h15
Hora da partida: 19h30
Distância (aprox.): 10-12 km
Grau de Dificuldade: Médio, com algumas subidas durante o percurso 
Tipologia de treino: Do centro da cidade ao verde de Monsanto
Observações importantes: Uso de frontal e boa disposição, ao longo do percurso existem pontos de água
Guias do Correr na Cidade: Tiago Portugal, Nuno Espadinha e João Figueiredo.
Confirmem a vossa presença aqui.

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 LISBOA EM ALTA
Data: 11 de dezembro de 2014 (5ª feira)
onto de Encontro: Saída do Metro Quinta das Conchas
 Hora do encontro: 19h45
Hora da partida: 20h00
Distância: aprox 10Km
Percurso: pela Alta de Lisboa
Tipologia de treino: Estrada/ City Trail
Ritmo: Ninguém fica para trás
Guias Correr na Cidade: Bo Irik e Liliana Moreira
Confirmem a vossa presença aqui.

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INTO THE WILD...NIGHT
Data: 17 de dezembro de 2014 (4ª feira)
Ponto de encontro: Parque Estacionamento perto do Bairro da Serafina (perto das Twin Towers)
Hora do encontro: 19h15
Hora da partida: 19h30
Distância (aprox.): 10-12 km
Grau de Dificuldade: Médio com muitas  subidas durante o percurso 
Tipologia de treino:trail running
Observações importantes: Uso de frontal é obrigatório!!! Levar sapatilhas de trail e hidratação
Guias do Correr na Cidade: Filipe Gil, Stefan Pequito e Luís Moura
Confirmem a vossa presença aqui.

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SUBIDAS PELO RESTELO
Data: 22 de dezembro de 2014 (2ª feira)
Ponto de encontro: Estação CP Algés (lado terra)
Hora do encontro: 19:30
Hora da partida: 19:45
Distância (aprox.): 8/10km
Ritmo: Muito moderado, ideal para quem se está a iniciar nas corridas e quer um treino diferente
Tipologia de treino: Excelente para quem quiser começar a acrescentar subidas aos seus treinos.
Guias do Correr na Cidade: Ana Morais, Joana Malcata e Natália Costa
Confirmem a vossa presença aqui.

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“BURN, BURN XMAS FAT!!!”
Data: 26 de dezembro de 2014 (6ª feira)
Ponto de encontro: Piscinas do Jamor (Estádio Nacional)
Hora do encontro: 06:50
Hora da partida: 07:00
Distância (aprox.): 10Km
Ritmo: ninguém fica para trás
Tipologia de treino: surpresa
Guias do Correr na Cidade: Nuno Malcata e Bruno Andrade.
Confirmem a vossa presença aqui.

 

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