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Correr na Cidade

Passatempo: Meia Maratona de Coimbra - eleitos

28.07.14 | Bo Irik

Como anunciámos aqui temos um passatempo para oferecer dois convites duplos para a Primeira Meia Maratona de Coimbra. Dos vários candidatos, escolhemos quatro, dois dos quais irão correr em Coimbra no dia 28 de setembro, acompanhados de um parceiro/a.
Os candidatos estão a concurso no facebook do Correr na Cidade até às 23:59 de 6ª feira, dia 1 de Agosto. As duas fotos que tiverem mais votos (likes) ganharão os convites duplos para prova (qualquer distância). Os vencedores serão anunciados no sábado, dia 2.
Para mais detalhes sobre a prova, consulte o site oficial.


Podem votar nas fotos candidatas aqui:

 

Bengalas: "Trata-se de uma foto do cortejo da queima no ano em que conclui o curso. É muito simbólica para mim por isso decidi concorrer com ela." - Margarida Marques


"A Serenata monumental, na Sé velha, é o ponto alto da vida académica de Coimbra e um acontecimento fulcral do turismo da Região Centro. É na Serenata que se entra verdadeiramente no espírito de Coimbra. Chegados a Coimbra, é na primeira serenata que os caloiros passam a Pastranos, vestindo pela primeira vez o Traje académico. É na Serenata que se chega e é na última serenata que os alunos que terminam os seus cursos se despedem "oficialmente" de Coimbra. Muitas lágrimas correm todos os anos! Lágrimas de Saudade. E todos levam Coimbra para a vida!" - Carlos Simões


"Estudantes no aquecimento para uma UltraMaratona_Queima das Fitas" - João Pardalejo


"Foto da minha cidade, vista da margem esquerda do Mondego, com a ponte pedonal sobre o rio e universidade em fundo." João Rodrigues

Tecnologia e conhecimento na corrida

28.07.14 | Filipe Gil

 

Sabem o que é isto na imagem acima? São pedaços da matéria que comprimidas fazem as solas Boost da Adidas. As esferas mais pequenas são o material no seu estado mais puro, as maiores são as mesmas esferas com ar e que podemos encontrar nas solas dos Adidas Boost. Ficámos a saber isto tudo num workshop que a Adidas nos deu e que na próxima semana iremos publicar em forma de entrevista. Com algumas novidades de material interessante para todos. Ficámos a saber muito mais sobre esta tecnologia que, na nossa opinião, voltou a colocar a Adidas com um dos principais players da corrida a nível mundial. Fiquem atentos.

Treina Connosco: a 31 de julho - "Lights, Please!"

26.07.14 | Filipe Gil

"Lights, Please!!" é o nome do nosso próximo treino. Será no Jamor, por alguns trilhos, uma espécie de "soft trail" mas com a necessidade de levar frontal, porque vai escurecer durante os 10Km que vamos andar pela mata do Jamor e arredores.

 

Próximo treino:

 

Dia 31 de julho (5ª feira)

Ponto de Encontro: Complexo Desportivo do Jamor (perto do café da canoagem/parque de estacionamento)
Hora do encontro:20:30

Hora da partida:20:45

Percurso: Pela mata do Jamor e pelo Complexo Desportivo do Jamor

Guia principal do treino: Nuno Malcata

Tipologia do treino: Soft Trail Noturno

Ritmo: Ninguém fica para trás!

IMPORTANTE: Levar frontal porque parte do treino será feito sem luz natural

O disparate de não beber água

26.07.14 | Filipe Gil

Por Filipe Gil:

 

No último treino que fiz em conjunto com o Nuno Espadinha, no passado domingo pelos caminhos do Jamor já perto das 10h30 da manhã, falámos muito sobre hidratação e corridas com tempo quente. E recordei os erros que fazia no início de correr. Não logo no início, mas quando já achava que sabia correr. Lembro-me de tentar não beber água em provas de 10K. Chegava ao fim contente de não ter necessitado beber água ou quaisquer líquidos e de ter evitado os abastecimentos, quase com o mote: “Beber água é para fracos”.

 

Algo totalmente disparatado e que, no Inverno, até se consegue disfarçar. Mas, à medida que vou evoluindo como corredor (apesar de não estar muito diferente a nível de performance, conheço-me melhor como corredor e como me “controlar” física e psicologicamente) vou necessitando de beber água mais vezes.

 

Hoje em dia faço quase todos os treinos ou com uma garrafa de água na mão ou no cinto de hidratação, mesmo quando são 10K tranquilos. E quando corro junto ao rio, já sei de cor os pontos com água onde paro para ingerir um pouco de água.

 

E isso tem contribuído para melhores treinos, onde me sinto mais leve e menos cansado, mesmo naqueles que aperto um pouco mais. Então, se forem treinos de trail running, o cinto com água + isotónico é essencial. Evita cãibras, evita algum cansaço.

 

Aliás, em provas mais rápidas, o conselho que dou é, se não quiserem perder tempo nos abastecimentos, pela confusão normal, sobretudo nas provas mais famosas, levem convosco uma garrafinha de água. Quando faltarem uns 3Kms e quiserem “apertar”, deitem fora e corram, mas bem hidratados.

 

Obviamente que todos nós somos seres humanos diferentes, e portanto corredores diferentes com necessidades energéticas diferentes, mas no caso da hidratação acho que não há assim tanta diferença.

 

Precisamos mesmo de beber água, muita. E atenção, fica o conselho de um casmurro que aprende com os erros, bebam muita água no dia-a-dia, sobretudo nas horas antes a um treino ou a uma prova.

Train Report: Pelas colinas de Lisboa

25.07.14 | Filipe Gil

Como sabem gostamos de correr com os nossos amigos, no bom sentido da frase, claro. E, de vez em quando, chateamos esses mesmos amigos a escreverem textos. O que se segue é escrito pelo amigo Luís Moura sobre o treino de ontem (quinta, dia 24 de julho) que percorreu as colinas da cidade Lisboa em cerca de 15K. 

 

 

Por Luís Moura

 

Ontem realizou-se mais um treino aberto do Correr na Cidade. Voltamos ao cenário do centro de Lisboa como tinha acontecido no mês passado, subindo e descendo algumas ruas mais conhecidas de Lisboa e outras menos conhecidas.

 

Existe uma tendência nos últimos meses de se experimentar e voltar aos treinos mais intensos e difíceis em Lisboa. E foi isso que aconteceu ontem, onde 27 almas disseram sim a uma volta por Lisboa que inicialmente seria de 10km entre a Praça de Espanha e o Cais do Sodré, mas que facilmente se tornou numa voltinha um pouco maior devido à alteração do fim do treino novamente à Praça de Espanha :)

 

Há cerca de um ano e meio quando comecei a fazer estas voltas 2/3x por semana, muita gente olhava para mim de lado e pensava "mas que maluco, andar ali no meio dos carros e peões, a subir e descer inclinações malucas quando pode ir usufruir desta vista magnifica do Rio Tejo... 

Há cada um nesta vida :)". 

 

O certo, é que neste momento, todos os dias vemos pessoas ou grupos de pessoas a trocar o bonito do Tejo pela dificuldade, exigência e treino sublime que é subir e descer. Seja no meio de Lisboa seja em Monsanto.

 

Ontem, a primeira parte do treino (que serviu de aquecimento ) foi ir da Praça de Espanha até ao topo do Parque Eduardo VII, passando pelo meio pela Mesquita Central De Lisboa, pela Rua Fialho de Almeida e depois subir a Rua Marques de Fronteira até lá acima junto da bandeira. Nesta altura o grupo ainda ia compacto e animado, com muita gente a contar historias de treinos passados ou de peripécias do dia-a-dia. Inícios de treinos :)

 

O grupo continha um mix interessante de corredores, alguns mais experientes e outros menos experientes. Com uma mescla tão distinta de ritmos, é sempre complicado gerir ritmos mas com boa disposição e boa vontade de todos, é sempre a correr! De seguida tivemos o primeiro teste ao ritmo, com a descida do alto do Parque Eduardo VII até à esquina da Rua das Pretas, passando pelo Marques do Pombal, onde o ritmo foi salutar e deu para esticar um pouco as pernas depois do subida inicial.

 

Por esta altura já o treino levava pouco mais de 3,5km, e apareceu a primeira subida do dia, com a subida do elevador do Lavra, e as respetivas escadinhas finais até à entrada do Jardim do Torel. São sempre uns 45 metros de desnível muito engraçados, pois as pernas quando se chega ao final das escadas, já estão quentinhas e ai começa os treinos de força e resistência!

 

À entrada do Jardim e depois no miradouro, alguns dos convivas do treino confessavam que não conheciam o Jardim. E isso, para além da corrida, é a verdadeira beleza destes treinos. Passar por sítios por onde normalmente não se passa. Conhecer a cidade, as suas gentes e a sua cultura. Por isso adoro passear pelas ruas antigas carregadas de prédios, moradias ou palacetes cheios de historias. Isso e o cheiro de bife que saia das casas e restaurantes por onde íamos passando aquela hora :)

 

Aqui já íamos com 4Km e começava-se a ver os primeiros sorrisos de "sofrimento", de alegria pela escolha e de saberem que agora estavam a treinar. Do Miradouro do Jardim, deu para relaxar cinco minutos e seguir mais frescos. Saímos do Jardim do Torel e fomos descer a Calçada Santana até ao Largo S. Domingos, tão conhecido por ser o spot para beber a famosa Ginjinha :)

 

Viragem à esquerda no Largo, indo pela Rua Barros Queirós até ao Hotel Mundial, e atravessar o Martim Moniz para apontar-mos baterias à segunda subida do dia, as Escadinhas da Saúde... aqui penso que o nome é apropriado QB, visto que alguém que suba estas escadas todos os dias ou regularmente, mantem mesmo a saúde no corpo e no espirito :)

 

Aqui já íamos com cerca de 5,5km e o peso das sapatilhas, e não só, começava a fazer mossa. Descemos a Rua Costa do Castelo, viramos à esquerda para descer a Calçada de Santo André e depois seguimos em frente pela Rua dos Lagares, Rua Olarias, Rua Bombarda, sempre até lá à frente, até ao Mercado de Abastecimento. Este bocado de "sempre em frente com poucas subidas e descidas" deu para rolar um bocado.

 

Depois subimos as mini-escadas do mercado que dá para a Rua Damasceno Monteiro, ao que fomos de encontro à terceira e talvez a mais difícil subida do dia, as famosas Escadinhas de Damasceno Monteiro, que vai até lá acima até ao Miradouro da Senhora do Monte, e a suas vistas fabulosas do centro e uma boa parte da zona exterior da cidade.

 

Depois de três minutos de descanso e recuperar fôlego, lá iniciamos a descida pela Calçada do Monte em direcção ao Miradouro da Graça, que é um pulo rápido e dá para relaxar um bocadinho pelo caminho. Nesta altura já íamos com cerca de 7,2Km de curso e algumas pessoas começavam a mostrar na cara o seu "sorriso de cansaço" :) Depois de 3min no miradouro, descemos pela Calçada da Graça, Travessa do Açougue e Rua de São Tomé até ao Miradouro de Santa Luzia. Foi um bom descanso para o coração e pulmões o ritmo leve a descer para recuperar.

 

Logo de seguida, foi uma descida em modo de conversa e sorridente até lá abaixo à Rua da Conceição, passando pela Rua do Chão da Feira (porta do castelo ), onde fizemos uma pequena subida e descida, depois seguimos pela Rua da Saudade e finalmente passamos em frente à Sé, onde tiramos uma foto de recuerdo.

 

O jovem que nos tirou a foto disse que a mulher já tinha feito a maratona (estava ali ao lado de nós) e perguntou-nos quantos fizemos "já vamos em 9km hoje".. "ah, já é um bom treino" disse ele em tom um pouco condescendente :)

 

 

Lá ao fundo da Rua da Conceição, viramos á direita para a Rua Nova do Almada para mais uma subidita, desta feita até lá acima ao Largo do Carmo. Pelo meio passamos pela Rua Garret e a sua normal agitação de estrangeiros a passear avermelhados do sol forte do nosso pais.

Do Largo do Carmo subimos ao Largo Trindade Coelho e depois ao Miradouro do Jardim de S. Pedro de Alcântara.

 

Altura para mais um reabastecimento prolongado de água do bebedouro que lá tem e depois continuamos com um andamento um pouco mais vivo até ao Largo do Rato. Por esta altura já íamos com pouco mais de 10km e algum cansaço era visível em pessoas menos habituadas a este tipo de treino. A boa disposição e o constante apoio dos elementos da crew do Correr na Cidade e dos restantes elementos faziam com que o desgaste fosse atenuado.

 

Chegamos ao Largo do Rato, descemos a Rua Braamcamp até Marques do Pombal e subimos a rampa do Parque Eduardo VI pela lateral direita do jardim, não subindo pela calçada portuguesa mas por entre as árvores e passando pelo edifício histórico que é o Pavilhão Carlos Lopes. Um pouco de trail na cidade para quase fechar o circuito de City trail de ontem.

 

Depois de chegarmos ao topo da Parque junto à bandeira, atravessamos uns pela ponte do corredor verde e outros por um caminho mais rápido e curto pelo meio do Jardim Amália Rodrigues saindo mesmo ao lado do El Corte Inglês. Depois foi relaxar a descer a Av. António Augusto de Aguiar até à praça de Espanha, onde a boa disposição e com a maior parte das pessoas a falar, resultado inconsciente do esforço e uma boa maneira de relaxar o corpo e a mente depois da volta que fizemos.

 

Algumas pessoas bateram recorde de kms feito seguidos, no total de +/- 14,5Km que fizemos ontem. No total demoramos 1:33h em andamento, num total de treino de pouco acima das 2h desde o arranque até ao fim.

 

Olhando de uma maneira objectiva e directa, o grupo de ontem foi bastante homogéneo e quase sempre com ritmo muito similar, o que permitiu um bom ritmo médio e sem grandes paragens. Deixo apenas a dica para aqueles que bebem muita água durante os treinos, para  principalmente) nesta altura do ano levarem sempre água com eles e não fiquem dependentes dos abastecimentos que podem existir ou não. Hidratar é fundamental para se rentabilizar o treino seja fisicamente seja mentalmente, pois se chegarmos ao fim com sede ou desidratados podemos ficar com a impressão que o treino não foi tão bom como se calhar foi fisicamente.

 

Uma ultima palavra para o Correr na Cidade que nos últimos meses está a mudar um pouco o foco da sua atenção, sendo que neste momento é de facto a Crew Correr na Cidade, seja em trilhos em Monsanto, seja junto ao Tejo ou seja a subir e descer ao Castelo de S. Jorge. Tudo faz parte da Cidade e tudo é correr, tendo as suas vantagens e desvantagens.

 

Abraço a todos os malucos que se metem nestas andanças e até daqui a uns dias.

 

PS - Quem for a Óbidos no fim-de-semana de 2 e 3 de Agosto à feira Medieval, não se esqueça de apoiar quem vai fazer o Trail Noturno de Óbidos que começa dia 2 às 21 da noite e é um espectáculo bonito ver tanta gente de calções, mochilas e frontais na cabeça a descer pelo meio de Óbidos :)

 

My Leggs: uma nova marca portuguesa dedicada aos corredores

25.07.14 | Filipe Gil

Os mais atentos já deram conta desta nova marca de produtos de compressão nas pernas de alguns corredores. É exactamente das pernas e para as pernas que a My Leggs está a posicionar os seus produtos técnicos para as pernas dos atletas. O Correr na Cidade entrevistou o responsável pela marca, Jorge Azevedo, que nos conta a visão que tem para a My Leggs, uma marca portuguesa!

 

 

Quando surgiu a My Leggs?
As myleggs surgiram faz cerca de 1 ano. Mas só agora começam a aparecer pois estávamos a desenvolver e a investigar o produto e as características necessárias que os atletas desejam.
Quem são os criadores da marca?
Os criadores da marca foram os atletas que me foram relatando o que gostavam de ter e como gostavam que fossem as meias/perneiras. Eu (Jorge Azevedo) só juntei essa informação.
É uma marca 100% portuguesa?
Sim, temos as melhores fabricas têxteis a nível mundial e que inclusive fabricam para as reconhecidas marcas de compressão internacionais. A nossa marca Portuguesa é feita nessas mesmas fábricas. Investigação, produção e design…é tudo Português.
Qual o objectivo da My Leggs?
O objectivo é termos os melhores artigos técnicos para a perna do atleta.
Qual a filosofia da marca?
A filosofia das My Leggs é ser, e fazer aquilo que gostamos; ser especialista no cuidado e tratamento da perna do desportista.
Que tipo de produtos têm e pensam ter no médio prazo?
Começamos com as perneiras de compressão, vamos lançar agora as meias curtas (soquetes) e as meias completes de cano alto. Tudo artigos técnicos de compressão.
Onde vai ser possível (ou onde já é possível) encontrar os vossos produtos?
Nesta fase estamos mais preocupados como desenvolvimento e avanço tecnológico do produto. Mas as meias vão aparecer em vários locais no país; Lojas físicas, lojas online… e no nosso site.
Vão exportar o vosso produto para outros países?
Sim, temos já interessados. Estamos a começar conversações nesse sentido.
Qual a grande dificuldade de “criar” uma marca de running nacional?
É o de poder existirem algumas pessoas que achem que uma marca por ser portuguesa pode não ser tão boa como as internacionais. Esse é o desafio.
Como vêem o boom das corridas em Portugal?
Vemos de uma forma muito boa….e saudável. Já não é uma moda, é algo que veio para ficar.

1ª impressão: Puma Faas 500 TR

25.07.14 | Filipe Gil

Por Filipe Gil:

 

Estreei os Puma Faas 500 TR no último treino organizado pelo Correr na Cidade em Monsanto. Um treino que o nosso amigo Fernando Xavier nos levou para subidas e descidas (há quem diga que foram só descidas) na serra de Lisboa.

 

Pensava eu que seria um treino fácil e daí o ideal para experimentar novos ténis. Mas de fácil não teve nada. Foi durinho. Sobretudo por duas razões: pela escolha do percurso (grande Fernando!!!) e porque andei a tirar fotografias ao mesmo tempo que corria. Aliás, nesse mesmo dia o Tiago Portugal conseguiu fazer um vídeo, que publicámos aqui ,ao mesmo tempo que corria.

 

Ou seja, a crew não só leva para os seus treinos o lema “ninguém fica para trás” como também o“ninguém fica parado”. Por isso, tive que suar o dobro do esperado correndo ora na parte da frente do grupo ora na parte de trás. E nessa aventura levei comigo os Puma Faas 500 TR.

 

 

E, sem sombra de dúvidas fiquei surpreendido, não estava à espera de tamanha qualidade na sola. Sobretudo na sola. Agarrou muito bem nas subidas – e se virem o vídeo percebem que tivemos subidas...interessantes – e foram igualmente excelentes nas descidas.

 

Apenas fiquei com uma dúvida: a malha superior aguenta bem trails mais duros? Pareceu-me que falta ali um reforço ou outro em zonas que raspam em pedras ou galhos caídos no chão.

 

Um treino destes com uns ténis novos daria azo, certamente a bolhas, mas os Puma Faas 500 TR portaram-se muito bem. Bom amortecimento, tornando o pisar dos trilhos mais confortável, boa estrutura de apoio (embora sejam para corredores neutros). Uma fait diver: criaram alguma curiosidade nos corredores mais habituados a isto do "trail running", pois na sua maioria desconheciam a oferta da marca Puma neste campo.

 

A nível pessoal só tive um problema. O número da sapatilha que a Puma gentilmente nos cedeu é grandes demais para mim e senti, em partes mais técnicas que não estava a controlar as descidas, por exemplo, como gostaria. Assim, passei este bonito modelo ao Nuno Malcata e é ele que os anda a testar e que em breve irá escrever a avaliação final sobre estas sapatilhas de trail.