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Correr na Cidade

Ultra Trilhos Rocha da Pena - O Trail mais quente do ano

Não é à toa que lhe chamam a prova de trail running mais quente do ano, pois não só se realiza na região mais a sul do país, na serra algarvia com a sua vegetação rasteira e como se isto não bastasse realiza-se em Agosto, mais precisamente do dia 7 em Salir - Loulé, portanto as gostas de suor estão garantidas.

 

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Quem pensa que o Algarve é plano, desengane-se, o Algarve tem uma serra maravilhosa capaz de fazer as delícias de qualquer Trail Runner... E o mar, esse está sempre lá ao fundo a chamar por um mergulho no final do dia como recompensa. Para confirmar isto, fomos gentilmente convidados a participar num treino organizado pela Algarve Trail Running, numa espécie de preview ao UTRP e podemos confirmar que deste o início do ponto de encontro nos apartamentos da Gravetur em Vilamoura ao final do treino, garantimos que esta malta da ATR sabe não só receber, como tem uma atenção incrível como o tratamento da natureza e faz de toda esta região da Rocha da Pena um playground incrível. Portanto não é de estranhar que o UTRP faça parte do campeonato nacional, nem que faça parte das provas pontuáveis para o UTMB.

 

A prova deste ano tem três provas em três distâncias: O TCRP & Caminhada - Uma prova de distancia curta, com cerca de 15 Km e 800 D+, para os mais iniciantes; O TLRP - Uma prova de distancia média, com cerca de 25 Km e 1020 D+, para aqueles que tem um pouco de mais experiência e gostam de distâncias rápidas; e o UTRP, a prova rainha com cerca de 50Km e 2260 D+, para os mais experientes e mais preparados, repito mais preparados mesmo, o ano passado o nosso Tiago Portugal mesmo tendo uma vasta experiência em Ultras foi obrigado a desistir devido à exigência da prova e podes encontrar aqui a sua história, mas este ano ele espera vingar-se.

Informações mais detalhadas sobre a prova podem encontra-las no site oficial que está muito bem conseguido por sinal, mostrando que esta malta se preocupa com os detalhes.

 

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Estão preparados para além dos prémio de montanha da "subida da morte" e da fantástica descida "arranca unhas" - quando lá chegarem entendem os nomes - outras surpresas e para tentar desvendar um pouco maia sobre a prova, estivemos a falar com a organização.

 

Como está o trail running no Algarve? Também sentem que o número de adeptos da modalidade está a crescer nesta região?

 

Sem dúvida que essa tendência nota-se também no Algarve! Na ATR por exemplo, são cada vez mais as pessoas que nos contactam querendo saber informações. Somos contactados por diversas pessoas diariamente, desde aquelas que pretendem experimentar ou iniciar a corrida em trilhos de forma segura, passando pelas que procuram fazer uma transição tranquila da estrada para a montanha. Há também muitas pessoas de outros pontos de Portugal e mesmo do estrangeiro que em deslocações ao Algarve pretendem saber quais os melhores trilhos para conhecer e treinar.

 

Para além disso, é exponencial o número de atletas inscritos nas diversas provas no Algarve. Por norma em todas aquelas que fazem parte do Circuito de Trail do Algarve, esse numero tem duplicado em relação ao ano anterior. Na segunda edição do Trail Ossonoba por exemplo, tivemos 270 inscritos, face aos 150 da edição anterior. No caso do UTRP, igualamos o número de inscritos face ao ano de 2015 logo poucas semanas após a abertura das inscrições.

 

Consideram que o resto do país ainda estranha quando falamos de Trail no Algarve? Normalmente, pensa-se que o Algarve é só praia…

 

Esse é um problema generalizado em todas as actividades do Algarve. Por diversas razões, o único produto realmente potenciado no algarve é o “sol  e praia”. O debate está lançado, são várias as entidades que pretendem contrariar essa tendência, desenvolvendo produtos diferenciadores e de muita qualidade que complementem o “sol e praia”. A ATR, em conjunto com empresários e organismos das várias tutelas,  tem colaborado activamente para que o Algarve seja também conhecido como um destino de excelência no desporto, em geral, e no Trail, em particular. Muito tem sido feito nos últimos anos para credibilizar as organizações de provas realizadas no Algarve e penso que vamos no sentido correcto.

 

O que um atleta que venha ao UTRP pode esperar?

 

Pode esperar atenção e empenho por parte da organização! O UTRP é tudo aquilo que os atletas dizem ser. Nós apenas podemos afirmar que tudo faremos para que todos os participantes levem para casa bons momentos gravados na memória; para que queriam cá voltar para outras provas, treinos ou apenas passear com a família e reviver esses bons momentos!

 

O UTRP é organizado de atletas para atletas. Tudo o que fazemos é a pensar em quem vai andar pelos “nossos” trilhos! Conhecemos bem as dificuldades que os mais iniciados, e também os mais experientes, vão sentir. Não as queremos eliminar, pelo contrário até, pois afinal o trail também é isso: superação! Mas queremos que essa superação seja alcançada com toda a segurança e que no fim os atletas levem para casa grandes momentos. Momentos que os marquem, seja pelos resultados, pelas paisagens, pelas surpresas que andamos a preparar.

 

Quais as principais diferenças face às edições anteriores?

 

Este ano a prova começa um dia mais cedo com o UTRP Warm Up. Este evento acontece no sábado, dia 6, entre as 9:00 e as 13:00, junto ao Mercado Municipal e à Câmara Municipal de Loulé. Aqui os atletas poderão levantar os dorsais e participar num conjunto de palestras e workshops sobre a temática do desporto e do trail.

 

Relativamente ao percurso, será ligeiramente diferente, ligeiramente mais técnico e mais exigente, principalmente para os 50km. Haverá ainda um espaço onde os pais podem deixar os filhos e ir enfrentar os trilhos descansados. Não há desculpas! Haverá outras diferenças significativas, mas essas só os elementos da organização é que conhecem e serão surpresa! 

 

Este promete ser o trail mais quente do ano. É esta a principal dificuldade?

 

Prometemos mas não depende só de nós...vamos ver como estará o dia. Na primeira edição esteve muito calor, na segunda nem tanto. Esperemos que neste ano a temperatura esteja altíssima! Mas sem dúvida que o calor é uma dificuldade a ter em conta. A temperatura elevada e o ar muito seco dificulta e limita bastante a realização do esforço, seja pela desidratação, pela dificuldade em respirar, pelo desconforto… mas há que considerar que o Algarve tem características de solo e vegetação distintas do resto do Pais. A mesma surpresa que encontramos quando vamos a provas fora do Algarve, é aquela que podem esperar aqui. Solo seco, pedras soltas, vegetação rasteira, muitos espinhos, poucas (ou nenhumas) sombras e muito declive! Subidas íngremes onde o segredo é nunca parar e descidas onde o segredo é nunca travar!

 

Que conselhos dariam a quem vem participar nas diferentes distâncias do UTRP?

 

Os conselhos mais técnicos sem dúvida serão quanto à hidratação! Não se esqueçam que a corrida por trilhos é feita em semi-autonomia. Os postos de abastecimento estarão nos sítios indicados, mas de posto a posto garantam uma óptima hidratação!

Quanto a outros conselhos… venham! Tragam as vossas famílias! Pais, filhos, avós, cão, gato, periquito ou papagaio! Todos vão passar bons momentos. Aproveitem o UTRP Warm Up para conhecerem mais a Cidade de Loulé. Aproveitem as zonas de espectáculo para verem e apoiarem os vossos amigos, familiares e todos os atletas. Aproveitem a piscina e toda a animação no complexo desportivo de Salir enquanto esperam o regresso dos atletas

 
 

Espero que vos tenhamos aberto a curiosidade para fazerem uma escapinha ao Algarve e fazer esta prova, acho que a região, a prova e a organização, merecem uma grande afluência de público, quanto a nós fazemos a nossa parte e vamos dar uma ajuda.

 

Umas das novidades é o espaço deste ano é o espaço Kid's, onde os pais podem deixar os seu filhos a fazerem actividades, quando eles "os pais" vão fazer a prova ( Atenção que esta actividade requer inscrição previa, por favor consultar o site e facebook da prova).

 

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E para comemorar esta novidade, vamos premiar um casal com dois dorsais para uma distancia à vossa escolha para o Rocha da Pena, portanto sigam as seguintes regras e preparem-se para fazer as malas:

 

Até dia 17 de Julho envia uma foto para o email run@corrernacidade.com onde o casal apareçam a correr sob o tema "O Trail mais quente do ano" e fazer like na página da Algarve Trail Running e Ultra Trilhos Rocha da Pena.

 

O vencedor será escolhido por um júri constituído por membros do Correr na Cidade e da organização do UTRP a foto publicada no Facebook do Correr na Cidade.

 

Boa Sorte e boas corridas

 

II Ultra Trilhos Rocha da Pena – Os trilhos mais quentes do ano

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 Por: Tiago Portugal

 

Começo com um mea culpa. Já deveria ter escrito sobre os Trilhos Rocha da Pena há mais de 1 semana, mas alguns acontecimentos são mais difíceis de digerir do que outros e ainda estou a curar as feridas emocionais. Não queria escrever sobre esta prova. Gostava de puder voltar atrás e mudar algumas opções que tomei mas isso não é possível. Ainda me tentei esconder ou arranjar subterfúgios para não escrever sobre o que me sucedeu nesta prova. Mas isso não mudaria nada e como li algures esta semana, tentar já é mais do que muita gente faz e isso ninguém me tira, tentei e resisti ao máximo, mas morri na praia, a sentir o cheiro a mar.

 

Foi mais uma dura aprendizagem, têm sido muitas ao longo deste.

 

Mas afinal o que correu mal? Estiquei demasiado a corda e ela…rebentou-me em cima.

 

Vamos por partes.

 

Capitulo I – A viagem

 

O algarve é para mim, como será para muitos portugueses, sinónimo de férias, descanso, praia, família, amigos, diversão. Muitas das minhas memórias mais felizes da juventude são do algarve e das férias em família.

 

Pois bem, desde o dia 15 de agosto de 2015 o Algarve passou a estar assombrado com alguns dos piores momentos que passei em provas de trail, mas estou seguro que voltarei para enfrentar estes fantasmas, ainda não sei é se será já no proximo ano.

 

A ida ao UTRP só foi decidida em cima do joelho, sexta-feira de manhã. Estive até ao último dia a refletir sobre a prova e se valeria a pena ir, mas tive um pequeno empurrão do meu irmão e na véspera, dia 14 de agosto, fiz os preparativos para a prova. Aproveitando o facto de a prova ser no Algarve decidimos passar o fim-de-semana lá por baixo. Assim, sábado às 03h estava eu, a minha mulher, irmã e irmão no carro a caminho de Salir. A viagem correu na perfeição e chegámos ao ponto de partida da prova um pouco depois das 06h00. Fomos ao secretariado, deu para perceber desde cedo a simpatia dos voluntários, levantar os dorsais e equiparmo-nos. Éramos cerca de 50 participantes, entre eles algumas caras conhecidas, que como eu tinham vindo de Lisboa para percorrer 60km de trilhos algarvios.  

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 A hora da partida, 07h00, estava a aproximar-se e os nervos a começar a aparecer, ainda por cima era a 1ª vez que a Filipa estava presente na linha de partida, a responsabilidade era ainda maior. Um último abraço e um beijo de boa sorte e lá me dirigi para o pórtico de saída. Cheio de confiança afirmei ao Frederico que fazíamos a prova em 8h-9h. Pensava eu.

 

Capitulo II – Começar

 

Às 07h00 em ponto arrancámos todos e mais uma vez decidi começar depressa, e se ainda consegui estar a poucos metros dos primeiros classificados durante 2-3km, rapidamente fiquei sozinho com o meu irmão. O início da prova tem um estradão de cerca de 1km antes de finalmente entrarmos em trilhos, nesta fase inicial era um sobe e desce constante em montes pequenos, que davam para fazer a correr sem parar. Terreno com muita pedra e duro, temi que a prova fosse toda assim o que não veio a suceder-se.

 

Estávamos a correr a bom ritmo, e seguimos só os dois até ao km 8, ao qual chegámos com 50minutos de prova. Nesta altura já o meu irmão me dizia que estávamos a correr depressa demais e que assim não durávamos a prova toda. Eu afirmei que não, o “ritmo está bom”, “estamos a ir bem”.

 

Por volta desta altura somos ultrapassados por um grupo de 3 corredores e 1 deles decide ficar connosco. Um triatleta francês de 50 anos que também gosta de trail e resolveu experimentar os trilhos algarvios. Seguimos juntos até ao km 22,5, altura da subida cronometrada da prova.

Uma breve nota: Ideia excelente.Uma subida cronometrada para todos os concorrentes, estilo prémio de montanha, disputado entre todos os participantes dos 60km e 25km.

 

O percurso até esta altura foi muito diversificado e tivemos um pouco de tudo, desde a trilhos mais fechados a um troço mais técnico com muita pedra, estradão de terra batida e as primeiras, de muitas, subidas a pique que a organização gentilmente preparou para nós.

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Seguia bem-disposto e tudo parecia correr conforme planeado.

 

De repente, tudo mudou. A tempestade veio e desta vez resolveu ficar.

 

Capítulo III - Ferver até rebentar

 

Chegados ao fim da subida cronometrada encontramos uma senhora muito simpática, tal como todos os voluntários da prova, com um borrifador para nos arrefecer um pouco. Apesar de toda a simpatia e das palavras de ânimo comecei nesta altura a sentir-me muito cansado. Resolvi comer um gel e continuar a correr. Nesta fase era um rol de subidas e descidas umas atrás das outras. Ao fim de uns 2km resolvi começar a andar porque não me estava a sentir bem e custava-me muito respirar. Doía-me o peito e não  conseguia inspirar fundo. Disse ao triatleta francês para continuar que eu tinha que abrandar o ritmo.

Comecei nesta altura também a ficar indisposto com dores abdominais. O que me valeu foi a companhia do meu irmão que ficou comigo. Resolvi abrandar ainda mais o passo para descansar um pouco. Senti umas ligeiras melhoras e recomecei a minha prova até ao abastecimento do km30.

 

Metade da prova já estava feita e apesar de todos estes contratempos estávamos ainda dentro do estipulado,  31km em 4h08.

 

Paramos cerca de 10minutos, o que deu para descansar. Tentei comer qualquer coisa mas nada me sabia bem e não tinha fome nenhuma, só pensar em comida agoniava-me. Nesta fase da prova estamos no meio do nada. O abastecimento era perto de uma casa que tinha o campo de ténis com a melhor vista que já vi.

 

Ainda com dores ao respirar decidi continuar a prova. Fomos, eu e o Frederico, a passo durante a subida posterior ao abastecimento. Durante algum tempo a prova fez-se em estradões sem grande dificuldades, o pior era o calor que estava a começar a apertar e queimar.

 

Disse ao meu irmão para seguir ao ritmo dele que eu ainda ia demorar a recuperar. Meti a muito custo um gel e ao fim de 5-10m comecei a sentir-me com um pouco mais de energia, aproveitei este ímpeto e recomecei a correr. Durante 40 minutos senti-me novamente bem. Com 40km marcados no relógio e o próximo abastecimento já à vista deu-me outra vez o badagaio, a energia foi-se toda e até andar me recomeçou a custar. A passo de caracol cheguei ao abastecimento e sentei-me, já a pensar em não me levantar. 

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Fiquei mais de 15minutos sentado a tentar recuperar. Apesar dos esforços de todos os que passavam por mim não conseguia arrebitar. Mais uma vez não consegui comer mas aproveitei e bebi uma coca-cola bem gelada. Ao dim deste tempo já estava pronto para mais uns quilómetros. Resolvi continuar.

 

Devagar, devagarinho continuei a prova. Um km de cada vez, sempre que me sentia um pouco melhor tentava correr. Nas subidas sentia o ritmo cardíaco a disparar e tinha que parar mesmo para descansar. 

 

Demorei 4h a fazer os primeiros 30km e 4h a fazer os 15km seguintes... 

 

Uma última grande subida, interminável, exposta ao sol, e chegámos a uma aldeia onde estava localizado o próximo abastecimento. Apesar de as marcações estarem excelentes os km da prova estavam mal marcados e nesta altura da prova todos os participantes já tinham 5km a mais. O abastecimento do km45,5 estava ao km50,5. Algo a melhorar. Com o cansaço tudo chateia e irrita e não terei sido o único a rogar pragas á organização. 

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 Capítulo IV - Esgotar

 

Doeu. Doeu muito.  

 

O Frederico resolveu esperar por mim no abastecimento. Assim que cheguei, sentei-me e pedi-lhe para continuar que eu ia desistir. Já não dava mais. Liguei à família e disse à organização que ia desistir. Tentei novamente comer, sem sucesso, não me apetecia nada daquilo. No entanto, havia uma barraca de gelados mesmo em frente e já que ia desistir ao menos comia um geladinho. Soube-me tão bem, tão bem, que comi 2. Estive cerca de 20m parado a deliciar-me com o gelado enquanto tentava dar forças aos restantes participantes. De repente perguntam-me: Afinal sempre vai desistir? Não sei o que me deu. Meti novamente o dorsal e disse que não. Ia tentar continuar. O milagre do gelado. 

 

Meti-me novamente a caminho e ainda consegui correr até chegarmos a um ribeiro seco. Muita pedra. Muito calor. E, sem avisar o martelo. Tinha esgotado todas as energias. Só andar doía-me tudo. Dor de burro, dor de cabeça, dor nas pernas, doía tudo mesmo. Fiquei tão mal disposto que vomitei. Pensei em parar mesmo alí no meio dos trilhos.Demorei 2h a fazer 8km. 

 

Cheguei finalmente ao abastecimento e estiquei-me no chão. informei que ia desistir. Não me importava que estivesse a 7km do fim, nem que fossem 2km. Acho que na altura nem 500m conseguia.

 

Atingi o limite. Esgotei-me.

 

Ainda estou a refletir sobre o que se passou e sobre várias opções erradas que tomei.

 

UTRP:A prova estava muito bem organizada, bem marcada, com abastecimentos nos sítios certos e com comida suficiente. Voluntários 5 estrelas. Vários fotógrafos. Tanques para arrefecer. Trilhos diversificados. Muitas, muitas subidas, daquelas mesmo a pique. Calor, demasiado. No fim da prova tivemos direito a 1 bebida e 2 bifanas. 

 

Devido ao fato de termos começado antes das provas de 25km e 15km e terminado muito depois, não vi mais ninguém além dos 50 "malucos" do ultra. Esta prova pareceu uma festa privada só para nós, deram-nos total atenção.

 

Em termos negativos tenho a apontar os erros nos km da prova, 65km não são 60km e com 10h de prova nas pernas todos os metros a mais custam.

 

Mas é uma prova que tem tudo para se afirmar no panorama nacional, pela localização, data e simpatia dos algarvios.

 

Certamente regressarei, só não sei quando.   

Passatempo II Ultra Trilhos da Rocha da Pena - Algarve

Flyer

  

E como não gostamos de ver os nossos leitores parados e sem tema de conversa, vamos oferecer 2 dorsais para a segunda edição do Ultra Trilhos da Rocha da Pena (distância à escolha dos vencedores).

 

Como participar :

  1. Fazer like na página de Facebook do Correr na Cidade (clica aqui); 
  2. Fazer like na página da UTRP/Loulé CED 2015 (clica aqui);
  3. Responder correctamente às 3 questões abaixo indicadas enviando um email para run@corrernacidade.com.

 

Todos os participantes que responderem correctamente ás 3 questões e tenham efectuado o passo 1 e 2 até ás 23:59 do dia 15/07/2015, ficam habilitados a entrar no sorteio dos dois dorsais.
No final da próxima semana indicamos os vencedores.

 

Questões que devem responder correctamente :

  • Quem foi o vencedor da primeira edição do Ultra Trilhos Da Rocha da Pena ?
  • Qual a distancia da prova maior em 2015 ?
  • Em que ano Salir passou a vila ?

 

 

Boa sorte e toca a procurar no google :)

II Ultra Trilhos da Rocha da Pena - Algarve

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Dando seguimento a um aumento no numero de provas na zona do Algarve de Trail e com vista à dinamização da região, vimos dar conhecimento da 2ª edição do UTRP. A organização promete muito calor no evento e se estiver ao nivel do que assistimos há 2 meses em Ossonoba, promete ser inesquecivel.


A 15 de Agosto decorrerá a 2ª edição do Ultra Trilhos da Rocha da Pena, desta vez integrada na Loulé Cidade Europeia do Desporto 2015. Este evento tem como objetivo promover o interior da região através do desporto, mostrando as suas belezas naturais. Nesta edição está prevista a passagem em 2 zonas protegidas, a sempre mítica Paisagem Protegida da Rocha da Pena, mas também, pela refrescante Paisagem Protegida da Fonte da Benémola. Este ano vai ter 60, 25 e 15km de distancia. Vai haver também uma caminhada.

 

O Ultra Trail Rocha da Pena é uma organização da ATR-Associação Algarve Trail Running, da ACS-Associação Cultural de Salir e da secção de motorismo da ACS (Salir TT), e tem o apoio da Câmara Municipal de Loulé, da Junta de Freguesia de Salir e da União de Freguesias de Querença, Tor e Benafim. Conta ainda com o apoio de várias empresas locais. As inscrições encerram no dia 9 de Agosto, sendo que até dia 25 de Julho tem preço reduzido.

 

São muitas as surpresas preparadas para os atletas!

 

Video de promoção

 

 

 

Site do evento

Informações das diversas provas

Inscrições online

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