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Correr na Cidade

Estrela Grande Trail: 40km de prazer + 9km de sofrimento

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Este fim-de-semana foi o culminar de dois meses de muito treino e uma alimentação cuidada. Se costumas seguir o blog, já sabes que tenho vindo a ser acompanhada pelo Paulo Pires da beAPT e pela nutricionista Ana Sofia Guerra na preparação deste grande desafio.

 

Preparação do EGT - 49K
49km é muita fruta. E 49km na Serra da Estrela com 2500 de D+ ainda mais! Adorei todo o percurso até ao grande dia. Andei sempre super motivada e fiz cada treino super bem feitinho. O acompanhamento do Paulo deu me confiança e pica: estava a treinar "como deve de ser". E os resultados iam aparecendo. A mesma coisa a nível alimentar. Tinha uns quilinhos a mais e tinha que converter massa gorda em massa magra e com a ajuda da Ana, em menos de dois meses, os resultados foram muito bons (e sim, ainda fiz alguma batota!). No dia da prova senti-me preparada e cheia de "pica".

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Crew trip rumo à Estrela
Quando decidi que queria voltar a participar nesta prova, que foi no Columbus trail nos Açores em conversa com o Armando Teixeira que organiza o EGT, desafiei logo o pessoal do Correr na Cidade para irmos em "crew trip". Assim, o Tiago e o Nuno vieram também para participar na prova e a Ana e o Bruno vieram em modo apoio enquanto nutricionista e fotógrafo :)
Então eram 16h30 na sexta-feira quando nos encontramos para irmos de carro rumo à serra. Viagem super divertida, passou a voar. Ficámos na casa da Ana numa aldeia a 45min da partida da prova. A aldeia, com o nome de Aldeia Viçosa, é muito linda, no meio de um vale enorme na Serra da Estrela.
Jantamos uma bela assa em casa, conforme indicações da Ana, e depois de preparar as mochilas e a enorme lista de material obrigatório, deitamo-nos cedo para cedo erguer. 

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Dia da prova
Acordei bem, tinha dormido bem e comi um bom pequeno almoço. Sentia-me tranquila, nada nervosa. Só comecei a ficar um pouco nervosa quando me apercebi que só iríamos chegar a Manteigas 15min antes da prova arrancar. Felizmente conseguimos levantar os dorsais e tratar dos últimos preparativos. 
Sentia-me confiante. Tinha um plano feito pelo Paulo para fazer a prova bem feitinha. Sabia mais ou menos a intensidade do desnível e distância entre cada abastecimento e que frequência cardíaca média deveria manter em cada troço. Em temos de alimentação, o Paulo também deu umas dicas muito valiosas e a Ana também. 
 
A prova - EGT Orion Belt 49K
Estava um dia lindo. Céu limpíssimo, paisagens fantásticas e uma temperatura perfeita para correr. A ideia era: vamos subir com calma até a Torre - 23km e grande parte do D+ - e depois curtir a segunda parte "a descer". Se conseguíssemos chegar à Torre fresquinhos, o resto seria tranquilo.
Então assim foi, o Tiago acompanhou-me no meu ritmo tranquilo, guiado pela frequência cardíaca média. Subidas lindas com paisagens de cortar a respiração. Vistas incríveis à medida que íamos subindo e subindo. Estava a adorar cada passo. Sentia-me tão bem e feliz! Na Torre, o ponto mais alto da prova, deixei o Tiago para trás. Estava cheia de energia e queria continuar a cumprir os timings que o Paulo tinha sugerido. Custou, mas segui sozinha.
Começaram então as descidas. Adoro! Infelizmente apanhei alguns engarrafamentos num trilho lindo que desce da Torre com uma falésia do lado direito, o que dificulta a passagem. Aqui, corri abaixo do meu ritmo. Felizmente depois consegui passar. Até o Vale Glaciar foi sempre a "rolar". Apanhei o Sílvio com quem partilhei alguns treinos de preparação para o EGT e corremos um bom bocado juntos. Continuava a sentir-me super bem e motivava o pessoal por quem ia passando.
Depois do abastecimento no Vale Glaciar tivemos uma subida muito íngreme. Esta custou. Vá lá que era curtinha. Depois uma espécie de planalto com estradões. Uma seca mas lá ia correndo a um ritmo certinho. Quando cheguei ao último abastecimento já só faltavam 9km. 

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Tinha posto na cabeça que os últimos 9km seriam sempre a descer que seriam "corríveis". Quando o Nuno Malcata me mandou sms a dizer "Bora, agora é sempre a descer", ganhei coragem e lá fui ao último troço. Foi aqui que comecei a penar. Não foi nada sempre a descer e não foi nada corrível. Trilhos muito técnicos e com umas belas subidas íngremes. Ao km 42 quebrei. Estava sozinha e já não estava a achar piada nenhuma (vejam o vídeo). Felizmente passaram por mim uns quantos simpáticos trailistas que puxaram por mim e lá segui. Depois foi só descer a calçada romana. "Só" é subjetivo. Já me doía tanto os pés que esta parte foi muito massacrante. Até alucinei! Jurava que tinha umas pedrinhas no sapato direito mas quando fui ver, nada! Aahah já vos aconteceu?

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Enfim, despachei a última parte o mais rapidamente possível. Já só queria chegar. Já só queria ver a Ana, Bruno e Nuno (que fez a prova dos 26km) e beber uma cerveja fresquinha. Cruzar a meta foi uma explosão de emoções. Mais uma ultra superada. Até ao km 40 e picos adorei, foi a melhor prova de sempre, em todos os aspetos. Depois a "reta final" de sofrimento foi marcante mas estou orgulhosa por ter conseguido supera-la. Este ano a prova for muito mais difícil. O vencedor levou mais uma hora do que o vencedor do ano passado. E eu sei porquê :)

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Alimentação
Com base nas dicas do Paulo e da Ana e da minha experiência pessoal nos trilhos até hoje, posso dizer que esta prova foi perfeita em termos de alimentação.
Ia sempre com dois bidons de 0.6 litros, um com água e um com isotónico e Redrate (um pózinho que se compra na farmácia e ajuda a recompor os sais minerais e outras substâncias que perdemos com o suor). Bebi no total cerca de 5 litros de água ao longo dos 49km.
De resto, tomei uma âmpola de Magnesona (queria ter tomado duas mas não me lembrei), três bolinhas energéticas caseiras (amendoim, aveia, tâmaras, óleo de côco, sal, sementes de cânhamo) e uma sandes de ovo estrelado
Nos abastecimentos foquei-me nos líquidos e só comi um pouco de tomate com sal e laranjas.

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Material
Levei praticamente o mesmo material que o ano passado e possivelmente, se para o ano volta a participar no EGT, levarei o mesmo. É uma combinação vencedora!
- bastões Karrimor
- relógio TomTom Adventurer
- têxtil da Reebok
 
Conclusão
Mais uma vez o Armando e toda a sua equipa está de parabéns. O EGT é das melhores provas portuguesas pela sua excelente organização, abastecimentos de luxo, simpatia do pessoal, sinalização muito boa dos trilhos e as paisagens falam por si. Para o ano, considero voltar. Não aos 3 dígitos, acho que isso não é para mim ;)
Para semana partilho aqui um pouco sobre como tem sido a minha recuperação com o apoio do Paulo Pires da beAPT.

Columbus Trail - Trilhos à conquista de Santa Maria, Açores

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Tal como já sabem, adoramos trilhos e adoramos os Açores. Em Maio do ano passado participamos no Azores Trail Run. O Nuno Malcata achou o Azores Trail Run “Ouro sobre azul” e a Bo adorou o convívio, paisagem e participação internacional da prova no Faial. E é já no final de Fevereiro que iremos voltar a este maravilhoso arquipélago para correr nos trilhos da ilha de Santa Maria.

 

O Columbus Trail, da mesma organização do Azores Trail Run invoca a passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, conforme ficou registado no diário de bordo do navegador. A prova tem duas distâncias, uma maratona de 42 km em trilhos e uma ultramaratona de 77 km. Ambas as provas decorrem no sábado dia 27 de Fevereiro na Ilha de Santa Maria.

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A ultramaratona terá um desnível positivo de 3400 metros, sendo o ponto mais elevado atingido à cota de 587 metros, e o ponto de cota mais baixa situado à cota zero. A maratona terá um desnível positivo de 2000 metros.

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A ultramaratona percorre toda a ilha, numa extensão de 77 quilómetros circulares, passando por zonas de interesse geomorfológico ao longo da mais antiga ilha dos Açores (+/- 8 MA). Durante o percurso, estas características tornam-se evidentes através de vários fenómenos de erosão e alterações do nível da água do mar, que conferiram à ilha algumas das suas particularidades, levando-o a visitar locais de incrível beleza cénica, didática e científica. Ao longo das duas provas várias espécies de aves migratórias podem ser observadas, passando por Zonas Protegidas e Reservas Naturais, de enorme biodiversidade e a geodiversidade.

 

A prova de 77km inicia-se junto ao Forte de São Brás e ao sair da vila, descendo para a Ribeira de São Francisco, prosseguindo em direção a Este, num plano ascendente, até à Pedreira do Campo, geossítio que visa a preservação e promoção desta singularidade geológica, paleontológica e vulcanológica, com vista para a costa sul da ilha, continuando por terrenos agrícolas, rumo à Prainha e Praia Formosa, passando pelo Forno e Grutas do Figueirale, pelas ruínas de dois fortes militares e a presença de fósseis marinhos. A prova circular passa por zonas balneares, caminhos rurais, zonas agrícolas, piscinas naturais, caminhos de calçada e terra e miradouros como o do Espigão, com uma vista imponente sobre a Baía de São Lourenço.

 

Outros pontos de referência são a passagem por um caminho do qual se vislumbra a cascata de Cai’Água e o Pico Alto, ponto mais alto da ilha com 587 metros de altitude e rico em vegetação endémica. Numa ilha de origem vulcânica, não se podia deixar de passar por uma caldeira. Esta parte do percurso atravessa uma área florestal onde se encontra um marco geodésico com vista privilegiada sobre a freguesia de São Pedro.

 

A parte final da prova grande é feita contornando a encosta, onde é possível avistar o porto comercial e o centro da Vila. O caminho de terra continua sendo interrompido pela estrada de acesso à zona industrial, prosseguindo em direção ao centro histórico da Vila.

 

A prova dos 42 km tem o mesmo percurso da ultramaratona, terminando antes, ao km 42. Assim sendo, a partida e meta desta prova serão em locais diferentes sedo que a organização fornece transporte.

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Nós já nos inscrevemos e tu, do que estás à espera? Vamos conquistar Santa Maria!

Oh Meu Deus já estou a ver o Horizonte”s” (2ª e última parte)

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Por Stefan Pequito:

(Aqui podem ler a 1ª parte desta aventura).

 

Seguiu-se mais uma bela subida com +/-800 D+, sempre a subir! O joelho “chiava” mas não quebrou, por isso continuei. O calor era muito. Às 11 horas só queriamos chegar antes do meio dia a Alvoco. Quase a chegar, o Lino e eu começámos a sofrer dos pés. A água e areias acumuladas tinham deixado mazelas, mesmo com a troca de meias do Lino em Unhais (pois era outro local de troca de roupa que a organização tinha permitido, mesmo por causa desta razão). Mas não tinha resultado e começou o sofrimento até Alvoco.

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Chegámos a Alvoco, e aqui levo a minha segunda grande “chapada”: o Lino decide desistir, pois tinha os pés feitos “num oito”, os meus estavam um pouco melhor mas o joelho não estava melhor.

 

Fiquei lá bastante tempo a pensar, “vou não vou” ,”quero ir mas se calhar não devo”, “mas que raio e que devo de fazer” foram algumas das coisas que me passaram pela cabeça. Quando dou por mim já tinha tudo preparado para arrancar; já tinha as sapatilhas nos pés novamente e a mala às costas, e pensei “que se lixe vou ate a Torre e logo se vê”, e lá fui eu!

 

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Do Alvoco até à Torre foram cerca de 8km sempre a subir com mais de 1400D+ até ao topo da Serra da Estrela. Foi sempre “a partir” até lá. Só parei na Torre. Só sei que houve muitos colegas que me chamaram maluco com tantos km nas pernas e fazer aquilo “a abrir” - a verdade e que estava bem muscularmente, só o joelho me chateava.

 

Chegada à Torre: a terceira chapada!

 

À chegada à Torre levo outra chapada: o Bondoso estava deitado na maca a dormir. Outro craque encostado. “Porra, o que estou a fazer, será que devo de ficar aqui?", pensei. Comi bem, outra vez, hidratei-me e preparei as coisas para arrancar. Aqui fiz algo que não gosto: tomei um Ben-U-Ron para as dores. Estava com 120 km e o joelho ainda não me tinha “largado”. Entretanto, o Bondoso acorda e perguntei se ele queria vir comigo mas levei uma nega redonda! Lá fui eu mas antes perguntei quem estava à minha frente e a uns quantos minutos estava a Sofia Roquete. Outra vez uma rapariga a minha frente como no MIUT …

 

Arranquei em boa companhia para a “minha querida” Loriga , com o Hélder Batista que estava a fazer os 100k. A parte inicial com mais calma pois sabia que era mais técnica mas sabia que a meio ia ficar “melhor” e poderia acelerar - e foi o que fiz. Cheguei a Loriga e já estava a +/- a 50 min da Sofia Roquete. Comi rapidamente, bebi e carreguei-me de água e arranquei, até tive direito a ser chamado de maluco por dois franceses.
 

O próximo objetivo era chegar o mais rapidamente a Cabeça. Foi uma zona muito bonita onde fomos durante 7km ao lado de uma levada que deu muito jeito para arrefecer. No meio disto, consegui passar o rapaz que estava entre mim e a Sofia.

 

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Quando cheguei a Cabeça, o objetivo era comer, beber e arrancar. Então perguntei a quantos minutos estava da Sofia, ao qual me responderam 30 minutos, mais ou menos. Estava quase a arrancar mas de seguida um rapaz ofereceu-me uma cerveja a qual não a recusei pois ainda faltava 24km. Mudei o meu objetivo de apanhar a Sofia para chegar de dia! Entretanto chegou o rapaz, que se chama João, e fiquei mais um pouco com ele.

 

Arrancamos os dois para a última “grande“ subida (sim nesta altura já era tudo GRANDE), a qual fiz tudo com ele. Quando “planou” disse-lhe que tinha de arrancar pois queira chegar ainda dia. E lá fui eu a “abrir” (tanto quanto o que o joelho me deixava ir).

 

Cheguei à Lapa dos Dinheiros, a 10km do fim, onde comi e bebi rapidamente como fiz na Loriga. O que posso dizer é que foram os 10km que mais me custaram. Parecia que nunca mais chegava ao fim e aquela última subida foi tramada. Só queria chegar. Cheguei ao topo e vi Seia, sendo que a partir dali seria sempre a descer. Tinha que acabar rápido por o sol também estava a “descer”.

 

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Chegado a Seia, fiquei algo triste. A parte mais fraca da prova, e não por culpa da organizacão, mas sim das pessoas não terem cultura desportiva, senti falta de apoio da população. Uma pessoa passava ao lado de nós e nada. Foi triste. Felizmente, depois a chegada à meta foi glorificante!!! Ver caras conhecidas a chamar por nós, ver a Liliana e o Luís Moura na meta, os aplausos de outros atletas que já tinham chegado e no fundo da meta o Lino e o Rui Luz a chamar por mim. Foi muito gratificante esta parte.

 

O meu pensamento foi do género “Acabei esta porcaria, porra para o meu joelho”.  Confesso que caíram-me lágrimas, mais de dor do que de outra coisa.

 

Adorei o OMD, ainda bem que não ouvi os outros e comprovei que a organização da Horizontes é boa. Parabéns à Horizontes, e obrigado novamente pela família que são.

 

Claro que tive um ou outro ponto menos bom, mas a maioria são positivos. A melhorar: o primeiro abastecimento e aquela descida para Unhais (estou a brincar não gostei mas sei que o trail tem destas coisas). Se é uma prova que volto a repetir? Sim, sem dúvidas.

 

Acabei num 7º lugar a 14 minutos da Sofia Roquete, com 29 horas. O vencedor foi o Grande Mota, com 25 e a GRANDE Sofia Roquete a 1º nos femininos - Mota fica prometido que da próxima vou contigo!

 

Material usado:

  • Sapatilhas: Salming t1, que adoro sem duvida são as minhas “meninas”.
  • Mochila: foi a Vest da Salomon lab3 emprestada pelo meu padrinho Pedro Tomás Luiz, da qual gostei bastante, mas é grande.
  • T-shirt e Calções da Reebok, aqualidade de material muito bom na segunda parte useu tshirt da Hoko pois era uma cor mais claro por causa do sol e também tem muito boa qualidade.
  • Meias: na 1º parte da Injini muito confortáveis mas em fase final de vida.A segunda parte meias da k»Kalenji trail que gosto bastante.
  • Frontal: foi um Silva também emprestado pelo Pedro, não sei o modelo.
  • Relógio: o grande A-Rival spoq que durou 23 horas até morrer.
  • Karimorr: baratos leves e facéis de usar.
  • Nutrição: barras da Biotecusa de amêndoas e pêssego - que adoro -  e usei 3 até ao Vale do Rossim, a partir daí não precisei mais. Gel da biotechusa também que usei metade de um pois não sou muito apologista de géis. E isotónico de manga da Biotechusa também (tudo isto podem encontrar nos meus companheiros  da Girassol). Não usei anti-inflamatórios pois sei que não fazem  nada bem durante uma corrida, como o Filipe Gil já o disse.

     
    Meias: na 1º parte da Injini muito confortáveis mas em fase final de vida.A segunda parte meias da k»Kalenji trail que gosto bastante. 

 

Agora que venha a Ultra Pirenéus, com uma pequena passagem pela Louzan Trail e Douro e Paiva (as provas pequenas).

 

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Agradecimentos:

Um enorme obrigado às Mães se não fossem elas a motivar não eramos nada! De seguida um enorme obrigado a minha crew que sempre acreditou em mim, aos meus amigos todos e família, e claro ao meu treinador Paulo Pires que me tem ajudado a crescer de dia para dia neste mundo do ultra trail.

Um enorme obrigado à Girassol pelo o apoio na Nutricão e ao pessoal da Biotechusa Portugal, ao Miguel Santos grande amigo e massagista, e ao Osteopata Rui Martins  por me pôr direito, mesmo que depois estrague tudo antes da prova…

 

Review: Mochila Raidlight ULTRA 8L

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Modelo: Mochila Raidlight ULTRA 8L

 

Testado por: Bo Irik

 

Condições de teste: Ultra-trail do Piódão (53km), Gerês Trail Adventure (100km) e Azores Trail Run (48km) para além de alguns treinos longos em trail.  

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Na sequência dos testes à mochila Raidlight OLMO R-ZONE, cujo unboxing pode ser consultado aqui no blogue e a review também, o representante da marca Raidlight em Portugal, a DMAKER, gentilmente nos cedeu um modelo acima mais indicado para longas distâncias - Raidlight ULTRA 8L.

 

Com expetativas muito altas, levei a Raidlight ULTRA 8L comigo no Ultra-trail do Piódão (53km), Gerês Trail Adventure (100km) e Azores Trail Run (48km) para além de alguns treinos longos em trail.  

 

Segue a review em vídeo e, para esclarecer alguns pontos, também um resumo por escrito.

 

Pontos positivos:

  • Leveza: pesa apenas 470gr;
  • Capacidade para levar líquidos: 2x200ml e 2x600ml (total de 1,6L);
  • Possibilidade de levar bexiga de água (não incluída);
  • Tem apito;
  • A bolsa maior tem capacidade para levar uma manta térmica, corta-vento e muito mais, no total 8L;
  • Seis bolsas pequenas com fecho e algumas à prova de água (suficientemente grandes para smartphone);
  • Cordões ou bolsa para levar bastões;
  • Respirável;
  • Fácil acesso aos recipientes e vários bolsos permitindo melhor gestão do consumo de água/isotónico;
  • Cabo para headphones desde a bolsa lateral (onde se pode guardar o telemóvel ou MP3 para parte superior (incluído mas retirável);
  • Design e cores inovadores;
  • Lavei na máquina a 30ºC e ficou como nova;
  • Preço: PVP de EUR 89,99.

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Pontos negativos:

  • Estabilidade: mochila desenhado para corpo masculino, não se fixa bem no corpo feminino (tamanho S/M);
  • Cor: branco suja-se muito facilmente;
  • Bidons: não zelam muito bem e às vezes sai um pouco de água / isotónico. 

Em suma: é uma mochila com uma qualidade/preço bastante interessante para corridas mais pequenas que requerem uma maior autonomia, pois permite levar muita água mas tem relativamente pouco espaço para outras coisas.

 

Avaliação final:

Design: 17/20

Conforto: 15/20

Construção: 17/20

Hidratação: 18/20

Preço: 18/20

TOTAL: 85/100

 

No site oficial da marca podem consultar as principais características da Raidlight ULTRA 8L.

 

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