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Correr na Cidade

Entrevista a Omar Garcia - I Trail Almeirim

No próximo dia 22 Março vai-se realizar o I Trail de Almeirim, organizado pela secção de Trail da Associação 20 km de Almeirim. O nome oficial da prova "Trail de Almeirim – Na Rota do Vinho e da Sopa da Pedra" promete diversão e boa comida para todos os que passarem no fim-de-semana pelo evento.

 

Entrevistamos um dos responsáveis pela ideia de organizar um trail numa zona do pais que normalmente não associamos a corridas de trail. Omar Garcia é também atleta habitual nos diversos trails realizados pelo pais e as expectativas de criar um trail de atletas para atletas coloca a fasquia nuOmar Garciam nível alto para primeira edição.

 

(entrevista feita por Luis Moura)

 

Nesta primeira edição que mais-valias pretendem trazer ao trail nacional?

Neste momento existe uma grande quantidade de eventos similares, pelo que os atletas cada vez mais seleccionam as suas provas.

São vários os factores críticos para o sucesso destes eventos, dos quais podemos destacar, a publicitação, a facilidade de inscrição e organização das mesmas, a marcação dos percursos, os abastecimentos, os banhos, a refeição, os brindes e o acolhimento realizado.

A equipa organizadora, devido às suas experiências na participação ao longo dos últimos anos neste tipo de eventos tem facilidade em identificar quais as falhas mais comuns e quais os aspectos mais valorizados pelos atletas.

O objectivo será realizar uma prova que se destaque pela excelência de forma a realizar nos anos vindouros e quem sabe incluir no calendário do campeonato nacional da ATRP – Associação de Trail Running de Portugal.

Para além do carácter desportivo e competitivo, pretende-se que envolva, não só os atletas inscritos, mas também toda a sua família e a população local.

 

Qual a dinâmica que quiseram imprimir a esta prova e qual a sua importância para a região onde se insere?

Como adeptos desta modalidade, quisemos organizar uma prova não só competitiva, mas divertida também, além de querermos mostrar que a planície ribatejana não é assim tão plana como todos pensam.

Estando agregados a uma organização como a Associação 20 km de Almeirim, queremos fomentar ainda mais a prática desportiva na nossa região, onde a mesma já é bastante grande. Temos a mítica prova de estrada 20 Kms de Almeirim, queremos assim colocar também o Trail de Almeirim implementado não apenas a nível regional, mas a nível nacional.

 

O trail running percebe-se cada vez mais, como uma vertente agregada à corrida, mas como vêem o crescimento de provas de trail? Como explicam a adesão a este tipo de provas por parte dos portugueses?

Na minha opinião, penso que o trail running cada vez mais tenta destacar-se da corrida de estrada, não só pela diferença entre ambas, mas também envolvência que gere em torno dos atletas que escolhem esta modalidade. Dai o crescimento a olhos vistos que se tem notado

nesta prática. São raros os casos que um atleta experimente o trail e diga “ não gosto, não quero “.

Como defensor de trail (sim, detesto estrada), sou um pouco suspeito de falar, mas acho que só o facto de correr na natureza chega para responder ao porque dos portugueses aderirem cada vez mais ao trail. Claro está, que podemos também salientar outros motivos, tal como, superação pessoal, desafiando os elementos naturais tais como chuva, vento, lama, frio, etc.

É uma mistura que apenas quem lá anda pode explicar e não se torna tão monótono como a estrada.

 

Qual o objectivo principal do trail Júnior de 4km? Fomentar o desporto nos mais jovens ou atrair a família aos atletas que estão inscritos para outras distâncias?

Como já referido anteriormente, a nossa ideia é proporcionar a toda a família um domingo desportivo, onde todos possam usufruir um pouco do ambiente em volta de uma prova de trail.

Além do mais, fazemos parte da secção A20KM Atletismo, que tem fomentado a pratica desportiva nos mais novos, onde tem dado um grande contributo para esse mesmo fim.

 

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Quantos participantes esperam receber em Almeirim, tanto para os 30Km como para os 17km?

Colocamos várias barreiras quantitativas nos vários percursos: 300 atletas para o trail longo 30k e no trail curto 17k, 150 na caminhada e 50 no Trail Júnior.

E estas barreiras porque? É de conhecimento geral que as provas de trail diferem completamente das provas de estrada, na estrada pode-se colocar centenas de atletas na partida (apesar de na minha opinião provas com 1000, 2000 atletas perde-se a dinâmica da corrida), enquanto que nos trilhos é completamente o oposto.

Single tracks, locais de difícil ultrapassagem, afunilamentos nos obstáculos naturais, etc, impossibilitam isto mesmo.

Então preferimos nesta edição (e sendo a nossa edição 0), colocar apenas o que achamos aceitável para que todos possam desfrutar dos nossos trilhos sem os demais problemas que já mencionei.

Sendo assim, estabelecemos o máximo de 800 atletas, que para nós é um número bastante ambicioso.

Mesmo assim, já ultrapassamos as 500 inscrições a relativamente a 2 meses do tiro de partida.

 

Quais as datas disponiveis para levantar os dorsais da prova?

O Secretariado funcionará das 16h às 22h de Sábado dia 21 de Março de 2015 e das 06h às 8.30h de Domingo dia 22 de Março de 2015, no secretariado junto à partida das Provas, no Centro Cultural das Fazendas de Almeirim.

Todos os atletas devem proceder ao levantamento dos dorsais, no Secretariado nos períodos indicados.

Os dorsais dos atletas serão entregues mediante a apresentação de documento comprovativo da inscrição.

 

Quantos abastecimentos irão existir (para ambas as distâncias) e do que serão compostos?

Bem, nesta parte não haverá queixas quanto à falta de abastecimentos uma vez que resolvemos colocar todos com sólidos e líquidos e em vez de serem de 7 em 7 kms como habitualmente nestas distâncias, encurtamos as mesmas.

Aqui poderão contar com o habitual: na parte sólida teremos batatas fritas, amendoins, marmelada, bolos secos, pampilhos, compotas, tostas, banana, laranja, bolos secos e claro os enchidos da região; na parte líquida, haverá agua, Coca-Cola, isotónico e não poderíamos deixar de fora o belo do vinho tinto da terra para quem queira provar.

No trail júnior 4k irá haver um ponto de agua a meio e o reforço final.

Na caminhada irá haver um abastecimento a meio e o reforço final.

No trail curto 17k irá haver 3 abastecimentos e o reforço final.

No trail longo 30k irá haver 4 abastecimentos e o reforço final.

 

Vai existir solo duro para quem queira ir de véspera? (*)

Sim, colocamos à disposição de todos os atletas o Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Almeirim.

O mesmo tem todas as condições para a pernoita dos mesmos, ficando sensivelmente no centro da cidade de Almeirim e apenas a 5kms do local do evento.

 

Como estará a prova organizada em termos de marcações? Material será simples ou terá elementos reflectores?

Serão usadas fitas de marcação simples, mas tendo em conta que todos da organização são atletas, arrisco a dizer, que ninguém irá dizer que a marcação usada não foi suficiente.

Além das fitas sinalizadoras, existirão placas com indicação de direcção, de quilometragem, aproximação de abastecimentos, além de outras placas indicativas sobre o percurso.

 

 

Se tivesse que descrever o percurso o que nos poderia dizer? A nível de altimetria como vai ser? Será um percurso mais técnico ou mais “rolante”?

As altimetrias não vão ser grandes, já que estamos numa zona sem a mesma, mas podemos dizer que vão-se surpreender com as planícies ribatejanas (eheheheh)

Haverá trilhos para todos os gostos, técnicos, rolantes, subidas e descidas, mas apesar de tudo, divertido e rápido.

 

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Qual o ponto mais alto do vosso percurso e existem locais emblemáticos da região por onde os atletas vão passar?

Como já referi anteriormente, não estamos numa zona com grandes altimetrias, é um facto. O nosso ponto mais alto não passa dos 200 metros de altitude, mas vão se surpreender com a pouca altimetria.

Não temos muitos lugares emblemáticos na nossa zona para passagem durante a prova, pelo menos nesta edição (a nossa ideia para 2016 é a criação de uma ultra, e ai sim, com passagem em alguns lugares ainda mais fantásticos), mas os atletas vão passar por locais que consideramos engraçados. Pinhal do Caroça, Cerro da Águia, uma quinta abandonada, Ribeira de Muge, Vale Inferno, Raposa, são alguns dos locais de passagem nos vários percursos.

 

Como se vai processar o almoço e a zona de banhos?

O almoço e banhos irão ser no mesmo local, a 800 metros do local de partida/chegada, com todas as condições. Foi cedido o pavilhão e refeitório da Escola 2º e 3º Ciclo das Fazendas de Almeirim para esse efeito, assim, todos poderão ter um bom banho quente e um almoço convívio bem ribatejano.

 

Que conselhos dão aos participantes, em ambas as distâncias? (Calçado, tipo de material obrigatório, roupa)

Para este tipo de prova aconselhamos o normal.

Sapatilhas para a pratica de trail (apesar de não estarmos num local com grandes paredes, bem que vão precisar delas), telemóvel em caso de emergência e recipiente para levar agua (porta-bidons, camelback, cinto de hidratação), já que não haverá copos nos abastecimentos para agua.

 

(*) Solo Duro - È uma experessão que se usa para designar a area disponibilizada pela organização para que quem viaja de longe possa dormir no dia anterior da prova. Normalmente são areas como pavilhões de escola ou areas nobres dos quarteis dos bombeiros. Existe a possibilidade de banho e dormir "no chão" sem custo associado a quem quiser usufruir desta modalidade.

 

Para mais informações e inscrições, visitem o site

 

 

 

 

" O Trail Running veio para ficar e continuar a desafiar os apaixonados por esta modalidade"

 

Com o azimute apontado à Serra do Açor e ao INATEL Piodão Trail Running, fomos entrevistar José Cardinho da Direção Desportiva deste evento.

 

 

Afinal, o que é que, como André Rodrigues falava, tem de mágico a Serra do Açor e o Piodão?

O André disse algo que define na perfeição o espírito desta prova e da forma como se procurou aproveitar as características da Serra do Açor: “apenas foi necessário definir os pontos interessantes a passar e usar os trilhos que lá estavam, ninguém andou a inventar nada para tornar a prova mais dura porque a Serra do Açor”. Esta é a magia que a Serra do Açor e o Piódão tem para oferecer a todos os participantes do INATEL Piódão Trail Running.

 

Hoje existe uma grande oferta de provas de trail. Como vê o crescimento do trail running em Portugal? É uma moda ou veio para ficar?

O crescimento do Trail em Portugal surge no seguimento do aumento da procura de provas desportivas que representem um verdadeiro desafio aos participantes. Seja uma prova de 5km, 10km, 50km ou 100km, o conceito natureza traz consigo uma grande riqueza a qualquer modalidade desportiva, permitindo que qualquer pessoa encare uma prova destas com uma paixão diferente.

É por isso que acreditamos que o Trail Running veio para ficar e continuar a desafiar os apaixonados desta modalidade.

 

O que quiseram com esta prova trazer de novo ao Trail Running em Portugal?

A Serra do Açor é, sem dúvida, uma zona de excelência para todos os amantes de Trail Running, com características naturais, que para além de desafiar os participantes, levam à passagem por locais com paisagens belíssimas.

Este foi o verdadeiro mote para que, tanto a Fundação INATEL, com todo o seu passado ligado ao desporto aventura em Portugal, e a Associação O Mundo da Corrida, uma das principais dinamizadoras do Trail Running em Portugal, juntassem forças na organização deste evento.

 

Que locais de passagem destaca?

Para além da bela aldeia do Piódão, uma das aldeias históricas de Portugal, destacamos a passagem do INATEL Piódão Trail Running pela Chãs d’Égua, São Pedro do Açor, Malhada da Chã, Covanca, Pico de Cebola, Fórnea, Monte do Colcurinho e Foz d’Égua. São, cada um deles, locais com paisagens únicas e desafiantes.

 

Quantas pessoas estão inscritas na vossa prova?

A edição de 2014 do INATEL Piódão Trail Running atingiu, nesta sua segunda edição, o número limite de participantes, com a presença de 500 atletas e caminheiros, 400 deles distribuídos pelas provas de 50km e 21km. Será, sem dúvida, uma grande presença de participantes nos trilhos do Piódão.

 

O que podem os corredores esperar deste percurso?

O INATEL Piódão Trail Running apresenta, em qualquer das suas provas, percursos com um grande de dificuldade elevado devido, essencialmente, à sua altimetria. O UltraTrail, com uma altimetria aproximada de 2700m, terá quatro pontos acima dos 1000 metros, sendo um exemplo da dificuldade mas, também, da espetacularidade que irão encontrar.

 

Que recomendações faria aos estreantes desta prova?

A primeira recomendação está relacionada com o estacionamento das viaturas. Apresentando o Piódão acessos e locais de estacionamento limitados, é

fundamental que se respeite as indicações da organização e das forças policiais para que o acesso ao INATEL Piódão se mantenha livre ao longo da prova.

Por outro lado, e tendo em conta a segurança de cada participante, é importante que se apresentam com o material obrigatório para a prova de 50km (frontal, manta de sobrevivência, apito, telemóvel, impermeável ou outro tipo de agasalho) ou para a prova de 21km (Manta de sobrevivência, telemóvel, impermeável ou outro tipo de agasalho).

 

Que infraestruturas para estadia podem os corredores encontraram em Piodão?

A organização irá oferecer, a todos os participantes que na sua inscrição fizeram esse pedido, a possibilidade de estadia em piso duro da noite de 28 para 29 de Março. Para conseguirmos dar resposta a todos os interessados, os participantes ficarão distribuídos entre o INATEL Piódão, que terá uma sala para este efeito, e o Pavilhão da Casa do Povo de Côja, que contará com a fantástica receção dos nossos parceiros locais.

 

Como estão organizadas as marcações, abastecimentos e a segurança da prova?

As marcações dos 3 percursos (50km, 21km e caminhada) serão facilmente identificáveis pelos participantes, com particular destaque para a colocação de pequenos refletores nos últimos quilómetros do UltraTrail.

Dada a dificuldade do percurso, o INATEL Piódão Trail Running apresenta um número de pontos de abastecimento considerável. Neste sentido, é nosso objetivo que antes ou após os locais de maior dificuldade os participantes possam preparar ou recuperar numa dos vários pontos.

Para a segurança da prova, para além dos vários elementos da organização que estarão espalhados ao longo do percurso, contaremos com a ajuda dos Bombeiros Voluntários de Côja que estarão posicionados em locais estratégicos das provas.

 

Uma frase de incentivo aos Atletas.

O INATEL Piódão Trail Running será, certamente, um desafio para todos os participantes, independentemente dos objetivos que cada um leve para este evento. A dificuldade e os obstáculos terão, na mesma proporcionalidade, a satisfação e a alegria que cada um sentirá no momento da passagem da meta.

 

A todos os participantes, até dia 29 de Março no Piódão.

Reaprendizagem

20131116-145309.jpgE este sábado de manhã foi dia de reunir quase todos os membros da running crew para um treino de trilhos por Monsanto. O Pedro e o Stefan - que estão a fazer a sua preparação para o Ultra de Montejunto (a 1 de dezembro) levantaram-se mais cedo e foram para lá mais cedo. Quando eu, Bruno, Nuno Espadinha e Tiago os encontramos em Monsanto já tinham quase 20K nas pernas.O Pedro e Stefan andaram a experimentar novo material. A mochila da Berg, uns ténis novos da Salomon e uns bastões, com se vê na imagem.20131116-145528.jpgDepois de poucos km's  do início do treino tirámos a foto da equipa Correr Na Cidade Running Crew, nem sempre temos disponibilidade para treinarmos todos junto e mal vimos alguém a passar pedimos para capturar o momento.20131116-145302.jpgDepois andamos cerca de 14,4K por Monsanto, com subidas enormes (as quais senti bastante dificuldade e tive de andar por várias) e descidas interessantes. Foi um treino completo. É, de facto, um privilegio ter Monsanto a menos de 5 minutos de carro. As condições fantásticas que porpociona tanto para a corrida de asfalto como para o trail running eleva o local a uma verdadeira Meca do running.Apesar de nos termos perdido umas duas vezes, as opções de caminho foram muito, muito interessantes. Em breve e com este percurso de 15K melhor decorado iremos convocar um treino mais público para quem quiser se juntar a nós. Bem cedo, claro!Lesão de voltaQuanto a mim o menos interessante foi que a partir do KM 8 voltei a sentir dores no pé direito, no mesmo sítio onde tive dores na passa 2ª e 3ª feira. Não, não aqueci o pé antes de correr, e sim, levei o mesmo modelos de ténis que levei para o trail de Casainhos.Percebi que teimo, no trilho, em oscilar num movimento para fora com pé direito e com isso tenho mais impacto debaixo desse pé. Fiz a experiência e troquei os meus ténis minimalistas de trail por uns Brooks de estrada do Tiago e a coisa correu melhor. Senti-me mais protegido e quando metia mal o pé a protecção dos ténis ajudavam-me a corrigir. A cerca de 7 km do local onde tinha o carro apesar das dores não deixei de correr. Curioso foi que ao voltar para o aslfato, onde fizemos 1,5K as dores diminuíram muito. Agora cá estou, meio confuso se isto é fascite plantar. Sei que agora, e durante umas semanas vou deixar o trilho de lado até arranjar um ténis que me protegem mais. Atenção, o defeito é meu não dos ténis, mas, confesso que estes Skechers GoBionic Trail são mais apropriados para corredores muito experientes no trilho, e que sabem como correr a cada piso. Não os vejo com uns bons ténis para quem se está a iniciar no trilho.AprendizagemE por falar em experiência no trilho, há que dizê-lo que sinto que estou a passar por uma fase  aprendizagem. Faz-me lembrar os primeiros tempos de corrida no asfalto em que mal sabia o que estava a fazer. É claro que parto com a vantagem de já saber (minimamente) correr, mas o trilho é completamente diferente. É mais técnico e há uma série de situações que tenho de treinar e aprender. As subidas e como controlar a respiração e recuperar o fôlego ainda a subir, as descidas, o equipamento, etc. Um desafio fantástico que, não tenho quaisquer dúvidas, irei apostar mais seriamente em 2014 e que irá, certamente, melhorar a minha performance na estrada.20131116-145320.jpg20131116-145330.jpg

Treino de trail este sábado

dirty_1Este sábado há treino organizado pela Correr na Cidade Running Crew, faça chuva ou faça sol! Vamos fazer uma coisa diferente e pegar no conceito "From Door to Trail" e percorrer cerca de 10/12K de manhã - ou seja, vamos partir da Estação da CP de Algés, correr um pouco no asfalto e depois vamos para os trilhos do complexo do Jamor.Vamos até à parte mais norte do recinto e depois regressamos para  dar umas voltas na mata do Jamor - replicando um pouco o percurso do Corre Jamor. Vamos divertimo-nos descontraidamente, sem pressas e pressões de tempo.  Quem quiser marcar presença, esteja pelas 8h15 na entrada da Estação da CP de Algés(lado rio).Para sabermos quantos irão aparecer peço aos interessados que enviem um email para corrernacidade@gmail.com com o título: "Let's Get Dirty". Venham daí.  

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