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Correr na Cidade

MIUT - Um orgulho do Trail Nacional

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Se a Madeira é a pérola do Atlântico o Madeira Island Ultra Trail é a pérola do Trail em Portugal. 

 
Não vou relatar a minha prova, nem como correu, cada vez mais acredito que corro apenas o objectivo de criar memórias, corro com o sentido de guardar imagens, sensações, cheiros, para mais tarde poder fechar os olhos e viajar para esses locais, óbvio que fazer um bom tempo é bom, fazer um bom resultado final é excelente e nesse aspecto, não podia estar mais satisfeito, mas o mais importante é experiência num todo e que experiência que é este MIUT.
 
 
Já participei em muitas provas Nacionais e algumas Internacionais, das melhores até e acreditem que saio da Madeira cheio de orgulho de ser Português, saio com a sensação que conseguimos fazer bem e melhor que os outros, que conseguimos estar entre melhores a nível mundial na organização de uma prova de trail e em variedade e dureza do desafio do traçado. 
 
 

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Não é à toa que o MIUT é uma das uma das apenas seis provas Pro do Ultra Trail - World Tour, acho que é algo que nos temos de orgulhar uma organização que é uma máquina no que toca apoio, segurança, marcações, abastecimentos, marketing, etc... Óbvio que à sempre pontos passíveis de ser melhorados, como em todas as provas, mas se esta precisa de melhorias, todas as outras precisam de muito mais - É uma prova de classe mundial.
 
 
Uma prova que traz ao nosso país, os melhores atletas de nível mundial, uma prova que traz ao nosso país milhares de atletas anónimos e suas famílias e amigos para viver esta aventura do Madeira Island Ultra Trail, fazendo girar a economia local e nacional.
 
 

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Não queria me alongar nas habituais descrições da prova, porque quero que a vivam como eu vivi e que criem as vossas memórias, mas deixo-vos a indicação das minhas partes favoritas da prova: a descida vertiginosa para o Curral das Freiras, a passagem entre o Pico Ruivo e Pico do Areeiro, o bosque antes de Ribeiro Frio e a Vereda do Larano que tive a sorte de ainda a fazer de dia e ser brindado com aquela imensidão de mar, portanto deixo-vos o convite e participem em qualquer uma das distancias e já agora vão com ais tempo e partam à descoberta desta nossa ilha, contudo e para os mais indecisos deixo vos o video oficial do traçado.
 
 
Inscrevam-se, treinem, divirtam-se e termino com uma frase do meu amigo e treinador João Mota - Trail Running Endurance Coaching.
 
"Deixem que a Ilha vos conduza até a meta."
 

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Perto das nuvens - Sky Trail Camp 2017

Tivemos o prazer de participar no passado fim de semana no Sky Trail Camp 2017, que se realizou em Porto da Cruz na ilha da Madeira e foi mesmo um prazer, pois só temos a dizer bem deste evento, organizado com o total apoio da Junta de de Freguesia da Porto da Cruz. Regressamos ao continente de coração cheio, não só pela beleza natural incontornável da ilha da Madeira, bem como pela simpatia das pessoas desta Freguesia e da organização do evento que tudo fizeram para que nos sentissemos em casa e podemos dizer que conseguiram.
 

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Devemos correr provas sem estar em forma?

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A resposta é mais que obvia: não! Porque não vai ser uma experiência agradável e até nos podemos lesionar. Mas, e nisto há sempre um "mas", depende da prova e dos factores.Se for uma prova pequena, porque não? De 5 a 10 km, em estrada, e nas calmas, a coisa compõem-se! (parto do princípio que já são corredores).

 

No entanto tudo o que for acima disso já é um esforço que pode não compensar, fisicamente. Fazer uma Meia Maratona sem estar preparado não é boa ideia, ir fazer uma prova de trail exigente sem ter treinado, é mesmo péssima ideia. Contudo, a corrida sendo um dos desportos mais democráticos que existem, permite que, com as mínimas condições fisicas e a consciência de que não se vai competir, ser possível ir "passear" para uma prova.

 

Pessoalmente, não o gosto de fazer. Sempre que prendo um dorsal à tshirt ou aos calções tenho uma íntima esperança de fazer melhor que na prova anterior. Não que seja um corredor muito competitivo,  aliás, quanto mais competitiva for a prova mais facilmente fico para trás, são meros mindgames para mim - nisto tenho que fazer um workshop com o Luís Moura.

 

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Mas, mesmo contrariando-me, este sábado vou fazê-lo! E vou correr o Trilhos das Lampas (20Km) sem a mínima preparação possível. Devido a excesso de trabalho (sim, excesso, adoro trabalhar, mas o ritmo frenético atual começa a deixar marcas) tenho tido muito pouco tempo para treinar. Um treino errante ali, outro acolá. E de estrada. Já não piso trilhos há mais de 1 mês. E estou mais pesado 2 kg. Só coisas boas...

 

Não vou passear, vou correr, mas com a consciência que farei um péssimo tempo e que dos últimos a chegar. Desde que não tenha problemas fisicos de maior, vai ser uma corrida nas calmas - o que é diferente de ir passear (para isso há as caminhas).

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 Sou sincero, se fosse uma prova de estrada não ia. Mas estou a precisar de natureza. De boas energias. Respondendo à questão do título: depende das provas.

 

Vemo-nos nas Lampas?

Querem saber quais as meias mais giras para correr?

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As meias tem ganho uma importância na moda nos últimos anos. Ao invés de  cores aborrecidas entre o azul e preto ou cinzento e, para alguns, a branca com raquetes de ténis, as meias tem ganho vida no vestuário do dia-a-dia.Riscas, bolinhas, cornucópias, cores aguerridas, hoje em dia é permitido quase tudo, desde que, claro, usado com bom gosto e etiqueta. Mas antes que comecem a achar que este post é escrito por uma Paula Bobone, mudo já da moda para a corrida. Que também está na moda.


Ora, também na roupa de desporto, e de corrida, as meias têm vindo a ganhar importância e destaque. Primeiro foram as meias compressoras de pernas altas que causaram estranheza aos primeiros olhares. Depois os pezinhos que punham os restantes corredores a pensar se as meias estavam lá ou não. Depois as meias com dedos separados e mais recentemente as meias de tamanho “crew” - que são aquelas que ficam a meio do gémeo (como na foto).

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Este último modelo é ainda pouco visto entre os corredores portugueses mas nos Estados Unidos e Reino Unidos, os mercados que marcam tendência nestas coisas do running in style estão a surgir por todo o lado e onde a marca aposta calçar alguns atletas de elite como Anton Kupricka ou Magda Boulet, vencedora da edição 2015 dos 100 Miles Western States (na foto abaixo). E muito por culpa de uma marca diferenciadora: a Stance. Já falei nelas aqui no blogue várias vezes.

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Mas agora posso falar com mais conhecimento porque sou um dos poucos sortudos a usar os modelos de corrida desta marca da Califórnia (e com uma filosofia muito interessante que vos instigo a indagar) que vão chegar às lojas da especialidade em setembro. A marca cedeu dois modelos específicos de running: um de tamanho crew e outro os tais pezinhos.

 

Depois de muitos treinos com eles só posso dizer bem destas meias. Estava com algum receio. Sei que as Stance estão muito envolvidas no desporto, como o skate, o basquetebol, mas não sabia se para a corrida estavam com a qualidade suficiente para as eternas repetições que nós, corredores, fazemos ao correr. Mas cumprem e muito bom. Não fazem bolhas, não têm costuras irritantes, não cheiram mal mesmo depois muitos quilómetros e são bonitas que se fartam. O único defeito que lhes aponto, é que no modelo "crew" caem um pouco pela perna abaixo. Nunca chegam a ficar completamente caídas, mas podiam aguentar um pouco mais. Fora isso são bonitas, diferenciadoras e nada aborrecidas. São “socks that don’t suck!”

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Antes deste modelo de corrida já andam pelo mercado português alguns modelos de Stance muito utilizados pelo praticantes de CrossFit. Não servem para correr mas podem perceber no ginásio a qualidade de que vos falo aqui. Em relação ao modelo de corrida, as que experimentei, terão que esperar mais um pedaço, por setembro, mas vão ver que a espera vai valer a pena. Eu não as largo e estão a tornar-se uma "love brand" para mim. Curiosos?

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