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Correr na Cidade

Review: TomTom Adventurer

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No âmbito da minha participação no Estela Grande Trail 2017, a marca TomTom emprestou-me um dos seus relógios mais recentes: o TomToM Adventurer. Trata-se de um relógio multisport com GPS. Isto significa que é um relógio que pode ser usado para medir o nosso desempenho em várias modalidades desportivas.

 

Durante o empréstimo tive a oportunidade de explorar grande parte das features do relógio, mas nem todas, pois também inclui modalidades de neve. Experimentei o relógio em corrida de estrada, corrida de trail (e provas), natação e bicicleta.

 

Features:

O TomTom Adventurer é, sem dúvida dos relógios mais completos da TomTom. O relógio faz jus ao nome ao incluir um GPS, uma bússola e altímetro. Para a mim, a feature mais interessante é o frequencímetro incorporado, ou seja, a frequência cardíaca e medida no pulso, no próprio relógio. Isto para mim era essencial, pois estava a fazer treinos com base na frequência cardáica com o Paulo Pires da beAPT e não gosto nada de bandas cardíacas. Além disto, e muito mais ainda, o relógio incorpora um leitor MP3 de 3 GB. No entanto, não cheguei a testar esta opção por não ter os phones.

 

O relógio, além das features básicas que se esperam de um relógio de desporto, apresenta ainda:

  • 5 zonas de treino com base na frequência cardíaca;
  • Feedback por áudio;
  • Objetivos de treino (tempo, pace, distância e frequência cardíaca);
  • Várias opções para desportos de neve como relatórios de cada descida e deteção de elevadores;
  • Tracking 14/7 (frequência cardíaca, passos, minutos ativos, horas de sono e gasto calórico).

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Usabilidade:

O menu deste TomTom é muito intuitivo e fácil de usar. Navega-se através do menu pelos quatro botões à volta do ecrã. A marca tem vários vídeos instrucionais na internet.

 

O software de apoio o TomTom sports App acabei por não usar muito por ser adepta do Strava. Felizmente o relógio conecta-se automaticamente com o Strava também.

 

Nunca tive problemas de precisão e o relógio apanha sinal de GPS com bastante facilidade. Nos modos de corrida (estrada e trail), podemos alternar entre ritmo atual (pace), ritmo médio, distância, tempo, frequência cardíaca e zona da frequência cardíaca. Na opção de trail, podemos adicionar estatísticas de elevação também. A meu ver, é uma ótima combinação de estatísticas de leitura muito fácil (o relógio também tem luz para corridas noturnas). Os ciclistas ainda têm a velocidade em vez do pace e detalhes de ascensão também.

 

No trail, tem a opção de autopause. Além disso, uma feature que não tive e oportunidade de testar, é a possibilidade de importar percursos (tracks) a partir de um ficheiro GPX e seguí-los no relógio. Isto significa que podemos procurar tracks de amigos (e desconhecidos) online, fazer o download, carrega-los para o relógio e seguí-los por GPS.

 

O relógio tem vários tipos de treino que podemos definir e nos meus treinos intervalados, o TomTom adventurer passou a ser o meu melhor amigo.

 

Na natação, o relógio é à prova de água até 40m e bastante preciso. Usei o relógio para um treino de recuperação pós prova na piscina e mediu minuciosamente cada piscina de 25m que fazia.

 

O único ponto negativo para mim é a durabilidade da bateria. Na minha prova, onde fiz 9h, mal cruzei a meta, o relógio morreu (e eu também praticamente). Segundo a review do relógio pela prestigiada Wearable, o relógio aguenta 10 dias em tracking do nosso dia-a-dia, 5 horas em tracking por GPS e no máximo 14 em hiking. Sei que há relógios no mercado que agientam mais e isto pode ser considerado um fator negativo para este Adventurer.

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Design:

Entre os vários relógios de corrida no mercado, este é, para mim, apesar de ser muito “plástico” e colorido, dos mais bonitos. A comparar com o meu a-Rival, o TomTom  Adventurer é elegantíssimo! Além disso, é bastante leve a comparar com outros relógios.  Não sou a única que gosta do design do Adventurer, pois foi Premiado nos IF Design Award 2017.

Ah e se achas o cor-de-laranja demasiado colorido, não te preocupes, pois, a pulseira pode ser personalizada 😉

 

Conclusão:

Com um PVP de 299€, é um relógio desportivo bastante interessante. Para já o meu a-Rival continua a ser o meu companheiro nas corridas mas quando chegar a altura de substituí-lo, é certo que irei ponderar este Adventurer da TomTom. Para mim, e como adoro fazer provas de trail mais longas, o único motivo que me pode fazer optar por outra marca é realmente a bateria.

 

Se tiverem algum feedback ou questão sobre o relógio, não hesitem em contactar-me ou à mara diretamente.

 

Boas corridas!

Os benefícios de treinos com base na frequência cardíaca

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Paisagens lindas no Montejunto que bem nos preparou para a Estrela

 

Como possivelmente já leram aqui no blog, estou a preparar-me para os 50K do Estrela Grande Trail com o apoio do treinador Paulo Pires da beAPT. Os treinos com o Paulo são treinos com base na frequência cardíaca.

 

Assim, no que toca ao treino, o relógio com cárdio-frequencímetro e GPS é essencial (eu optei pelo relógio TomTom Adventurer com cárdio-frequencímetro incorporado). Pois, o que manda nos treinos são a duração do treino e a frequência cardíaca média e não o pace.

 

Segundo o Paulo Pires da beAPT, “a questão é que o planeamento clássico que usa ritmos e velocidades que não é de todo o indicador capaz de individualizar o treino em função do perfil biométrico e nível de treino da pessoa”. Na verdade, somos todos diferentes e “com a frequência cardíaca há uma gestão mais efetiva da carga do treino. O treino com a beAPT baseia-se em zonas de treino personalizada e na evolução do atleta. É um método mais pedagógico e científico e utiliza novas tecnologias.”

 

Monitorar a frequência cardíaca durante uma sessão de treino permite aos treinadores medir a intensidade do trabalho num determinado exercício e assim decidir se se pretende reduzir ou aumentar a intensidade do treino.

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E continuam os treinos de reforço muscular 2x por semana

 

Na minha opinião, o treino com base na frequência cardíaca é excelente para evitar um dos piores inimigos dos corredores: correr demasiado, seja demasiado rápido ou demasiados quilómetros, aumentando o risco de lesões e overtraining.

 

Além disso, como o meu objetivo é treinar para uma prova grande, conhecer as nossas zonas de intensidade de treino permite gerir melhor o esforço. Controlar o nosso esforço através de um  cárdio-frequencímetro permite evitar “puxar” demasiado e não conseguir atingir o objetivo de distância e/ou duração do treino ou prova. Correr na nossa zona ideal de 60 a 80 por cento ajuda-nos a correr a um ritmo relaxado e confortável durante muitos e muitos quilómetros.

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Estou ansiosa pelo Estrela Grande Trail onde o ano passado fiz grandes amigos :)

 

Na minha experiência, o treino com base na frequência cardíaca tem sido interessante na perspectiva de autoconhecimento e controlo do esforço. Para quem procura melhorar o seu desempenho na corrida, treinos com base na frequência cardíaca podem ser um método acessível e eficaz. No entanto, nunca esquecer o bom senso comum à moda antiga. Ao sentir desconfortável durante o exercício, há que abrandar ou parar, independentemente daquilo que o cárdio-frequencímetro indicar ou o treino prescrever. A meu ver, quanto mais informações tivermos sobre a intensidade a que o nosso corpo está a trabalhar, mais eficaz será o treino.

Montejunto a caminho da Estrela

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A prova de Montejunto for divertida e dura também! 

A semana passada foi dura em termos de treinos. Muitos quilómetros em estrada, alguns de bicicleta e muitos em trilhos. Também me comportei bem nos treinos de reforço muscular e flexibilidade.

 

Parece que a cada semana que passa gosto mais do meu plano de treinos da beAPT. Deve ser porque a cada semana me sinto mais forte :) Os treinos têm corrido super bem. Não falho nenhum. Os meus níveis de motivação estão em alta e sim, acredito que é pelo apoio que sinto do coach Paulo Pires, mesmo que seja um apoio virtual.

 

O plano de treino é apresentado pela plataforma beAPT da qual já vos falei aqui. Além disso, o acompanhamento é feito de forma remota. Até hoje ainda não conheci o meu coach em pessoa, mas é como se já o conhecesse. E há uns bons anos! O Paulo tem-me acompanhado por Whatsapp e telefone e para mim, isso funciona muito bem.

 

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 Muito sol e calor na Serra de Montejunto...

O Trail de Montejunto

O culminar da semana passada foi no domingo ao participar no trail de Montejunto. Já conhecia a serra porque tinha ido lá correr uma vez com amigos e sabia que os 36km de prova não iriam ser fáceis. Montejunto não é fácil. É bastante técnico, com muita pedra solta, pouca sombra e, para completar este cenário, paisagens incríveis. Isto tudo a apenas uma horinha de Lisboa!

 

Decidi fazer a prova com o meu companheiro dos trilhos, o Nuno Malcata. É bom correr com o Nuno porque ele puxa por mim nas subidas e eu por ele nas descidas, além da risada a cada metro, claro. O Luís Moura e o Rui Pinto, embora tenham mais “pedalada” que eu e o Nuno, decidiram vir connosco também e fizemos a prova em equipa.

 

Foram quase 7 horas numa montanha russa de emoções e quase 2000m de D+. Um bom treino para o Estrela Grande Trail. Deu para testar o material e habituar-nos ao calor que possivelmente também nos acompanhará em Manteigas no final de Maio.

 

 

Recuperação no Algarve

Vim passar uns dias ao Algarve esta semana, em trabalho, é claro. Estava preocupada com o cumprimento do plano de treinos, pois, em Lagos a rotina é outra e costumo treinar menos. Felizmente mantive os níveis de motivação e cumpri com todos os treininhos que estavam previstos. Até corri à chuva. Sozinha. No campo. Soube bem!

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 Pelo menos os ténis, a mochila e os bastões serão os mesmos!

 

Teste ao material

Conforme disse acima, os 36km na serra de Montejunto foram perfeitos para testar o material e alimentação para o Estrela Grande Trail. Em termos de calçado, vou aptar pelos Merrell AllOut Terra que também me acompanharam no EGT o ano passado. São ténis muito bons para um piso mais acidentado com muita pedra solta. Vou também levar os bastões e a minha mochila de sempre.

 

A grande novidade em termos de material é o meu relógio novo – o TomTom Adventurer. Estou ansiosa por levá-lo para os trilhos. Este relógo promete ser tudo o que um trail runner procura: leveza, conforto, excelente sistema de GPS, frequencímetro no pulso, música e boa autonomia. Em breve mais sobre este relógio, aqui no blog.

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O TomTom Adventurer, o meu novo companheiro nos trilhos e não só!

 

E a dieta?

Vai bem! E casa tenho me comportado super bem. Muito equilibrada e certinha, a hidratar bem (água, e não vinho!) e tenho evitado os hidratos à noite. Esta semana na casa dos meus pais foi um pouco mais desafiante, mas os danos foram controlados. Este fim-de-semana vou “passear” ao Porto com amigos, a ver se não faço demasiadas asneiras! Na quarta-feira tenho a minha próxima avaliação corporal com a nutricionista Ana Guerra. A ver se consegui os objetivos que ela me tinha proposto nestes 30 dias!

 

Já falta menos de um mês para o EGT! Para semana conto mais! Até lá e boas corridas!

Dicas: “Os cinco gadgets essenciais para correr”

Por Filipe Gil:

 

Deixo-vos aqui cinco gadgets que podem ser "essenciais" para correr.

 

1. Telefone ou smartphone

São dois conceitos diferentes. O telefone, que até pode ser aquele Nokia de ecrã a preto e branco perdido numa gaveta lá de casa, serve para estarmos sempre contactáveis e para emergências – sobretudo em corridas de trail/montanha é essencial levar algo assim, pequeno, robusto e fiável. Os smartphones já são um conceito diferente, uma vez que, para além de serem telefones, são também leitores de música e dispõem das apps que ajudam a monitorizar as corridas. São um canivete suíço para os corredores, sobretudo os iniciados.

 

2. Headphones

É outro must dos corredores. Contudo, nem todos são os mais indicados. Por exemplo, os brancos da Apple escorregam muito com o suor. Por isso, aconselho a usarem aqueles que têm um arco para prender à orelha. Há uns muito interessantes a menos de €15 na Fnac, de uma marca conhecida.

 

3. Leitores MP3

Se levar um smartphone, o leitor MP3 é um gadget inútil, a não ser que vá fazer corridas mais longas e não queira gastar muita bateria do seu telefone esperto´. Contudo, para quem não leva telefone/smartphone, os leitores de MP3, pequenos e leves são ideias para ouvir música durante a corrida – desde que façam dupla com uns headphones que não atrapalhem, como escrevi anteriormente.

 

4. Relógio GPS

É capaz de ser o único gadget que os corredores mais experientes não prescindem. Mas há pelo menos dois níveis de relógios GPS, os mais simples e que rodam preços até aos €250, e que medem o ritmo, a distância, o tempo de corrida, e pouco mais (e aqui tem modelos da Garmin, TomTom,PolarTimex) e outros um pouco mais profissionais para maiores exigências – desde altimetria a mapas de GPS até serem multideportos (A Suunto e também a Garmin tem modelos semi-profissionais e profissionais usados pelos atletas de elite). Aqui, os preços são superiores a €400. O ideal é perceber até onde quer levar a sua corrida. Uma dica: para quem se está a apaixonar por trail running o investimento em relógios mais completos é essencial.

 

5. Nada

Há quem exagere e use, ao mesmo tempo, tudo aquilo que descrevi acima. É claramente um exagero. Até porque há medida que começar a correr mais e melhor vai sentir um desejo enorme de deixar de usar tudo isto. Usar nenhum gadget é capaz de ser a melhor forma de correr. O melhor gadget é o nosso corpo – físico e mentalmente. Desde que corra em locais seguros, aconselhamos a fazê-lo, ou pelo menos a experimentar. Vai ver que vai mudar o seu conceito de corrida. Boas corridas.”

 

Este texto foi criado para o site O MEU BEM ESTAR.

TomTom apresenta app My Sports para os seus relógios GPS

Aplicação TomTom MySports 2Comunicado: "A TomTom acaba de lançar a aplicação móvel para o portal TomTom MySports, flexibilizando ainda mais o modo como corredores, ciclistas e nadadores lidam com os dados dos seus treinos. Os utilizadores dos relógios de desporto da TomTom poderão descarregar a aplicação e aceder às informações dos seus treinos sem necessidade de recorrer ao computador.A aplicação móvel do TomTom MySports será submetida à Apple muito brevemente, e torna as funcionalidades do MySports ainda mais acessíveis, passando a estar disponíveis onde e quando os utilizadores precisarem. Esta aplicação permite:
  • Iniciar uma corrida rapidamente e fazer o download automático das informações de satélite QuickGPSFix para o TomTom Runner e MultiSport
  • Upload automático das actividades desenvolvidas e acesso ao histórico de treino
Esta aplicação móvel utiliza a tecnologia Bluetooth® Smart para se ligar em modo wireless aos relógios de desporto com GPS TomTom Runner e TomTom MultiSport 

Aplicação TomTom MySports 4

Review - TomTom Runner: para corredores descontraídos.

IMG_9151Por Filipe Gil:Levou algum tempo até “acertar” com o funcionamento deste relógio GPS da TomTom, o Runner. Foi um processo de aprendizagem que demorou umas três a quatro corridas. Não porque o Runner seja complicado  - até porque existem algumas semelhanças no software do Nike Sportwatch (também equipado pela TomTom) - mas sobretudo porque tem características únicas que demoram algum tempo a conhecer. Após esse “namoro” é uma questão de gosto. Ou se gosta…ou não.Mas vamos por partes.A quem se destina este relógio? Na minha opinião destina-se a corredores que não se preocupam muito com treinos de séries ou com treinos personalizados e que não necessitem de muito tempo de bateria (isto exclui logo os ultra runners). Destina-se aos corredores (e corredoras) que gostam de treinar sem grande preocupações quer na rua ou na passadeira, e que não anda à procura de grande metodologias de treinos ou de bater, incessantemente, recordes pessoais. Serve para quem quer saber ao ritmo a que vai, a distância e tempo da sua corrida, e pouco mais. Ou seja, para um corredor mais descontraído”.IMG_9142O mau:O design do TomTom é diferente do que existe no resto do mercado (pessoalmente gostei mais de ver no papel do que no pulso), e a leveza do relógio leva-nos, por vezes, a esquecer que o estamos a utilizar. A estranheza começa pelos comandos que não são feitos nem no ecrã (a não ser para ligar a luz) nem em botões laterais, mas sim num quadrado táctil que fica logo abaixo do ecrã. É estranho e requer algum hábito, mas depois de nos habituarmos a coisa funciona, sobretudo em corrida. Contudo, não gostei da forma como se navega pelo ecrã. O voltar para trás ou o andar para a frente é algo confuso no início - nas tais 3 a 4 corridas. O pior: este relógio não tem a língua portuguesa como uma das opções. Escolhi, naturalmente, o inglês. Não foi por aí que não percebi o que quer que seja, mas a holandesa TomTom devia perceber que o português é a sétima língua mais falada no mundo e isso, provavelmente, vai aborrecer uns quantos milhões de possíveis clientes.IMG_9149O bom:Mas este novo modelo tem coisas boas. A principal é a velocidade fantástica com que encontra sinal de GPS. Isto mesmo rodeado de prédios altos. Ou seja, uma vantagem face à concorrência que certamente agrada os corredores urbanos. O software e a forma  como nos permite aceitar certos desafios que a máquina nos propõe - como fazer 10K em 50 minutos  - indica, no ecrã largo do TomTom um interface visual interessante: uma estrada com uma seta a indicar o ritmo/distância a que vamos e se estamos à frente ou atrás do ritmo pretendido para fazer a tal dezena de quilómetros abaixo dos 50 minutos. Outro dos vários itens que me agradam neste relógio GPS é as alertas  (km’s, de ritmo, de distância) poderem ser em vibração. Por vezes não se aguenta com a frequência e quantidade de bips que ouvimos durante as corridas…IMG_9150O portal:Em relação ao portal onde se “descarrega” as corridas tive, inicialmente, algumas dificuldades em ligar o TomTom Runner ao meu computador, um MacBook de 2008. Tentei variadíssimas soluções até que pedi ajuda à assistência técnica da TomTom e em muito pouco tempo já me tinham disponibilizado a drive necessária a instalar (apesar de nas instruções dizer que o modelo é compatível). Nota máxima para a assistência pós venda. Uma vez dentro do portal encontra-se um agradável interface, em termos de design, mas ainda com muitas falhas. Não me recordo se dizia “Beta” em algum canto, mas devia dizer porque ficamos com a sessão que o produto ainda não está madura para uma utilização funcional. Poucas alternativas de visualização e informação se compararmos com a concorrência. Só o fato de não se puder nomear as corridas, irritou-me.IMG_9152Em resumo:Para quem não quer gastar mais de 170€ este modelo é uma opção interessante. Penso que a TomTom tem muito trabalho a fazer ainda com o software - tanto dentro do relógio como no portal, mas se continuar a apostar nestes aparelhos, como o fez na altura do lançamento, poderá ver as suas máquinas evoluírem para quem se preocupa com o físico mas não leva a corrida demasiado a sério. Nota final: achei o modelo muito feminino. Não porque o modelo que experimentei ser em cor de rosa (porque é possível “costumizar” as capas e assim mudar a cor, de acordo com o que vestimos), mas porque o design nos remete mais para um relógio fino, mais feminino, do que para as “cebolas” que vemos no pulso dos corredores de barba rija. E, como todos sabemos, as barbas estão na moda…IMG_9146+Tempo de encontrar GPSMonitor com excelente leituraOriginalidade dos comandos-DesignPersonalizacão de treinosA língua portuguesa não faz parte das opçõesMarca: TomTomModelo: RunnerPreço: 169€ (aqui)Avaliação (de 1 a 5): 3,5

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