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Correr na Cidade

Voltamos ao Grande Prémio de Natal

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Embora não tivesse treinado muito ultimamente, não consegui recusar o convite da TomTom para participar no Grande Prémio de Natal. Adoro esta prova. O ambiente é lindo e gosto muito do facto de o percurso não ser circular e passar pelo meio da cidade.

 

Já tinha participado nesta prova algumas vezes. A primeira até foi a convite do Correr na Cidade, quando ainda não fazia oficialmente parte do grupo :) Fiquei logo fã do ambiente. Ano após ano continua a ser arrepiante ver TANTA gente a correr pelas avenidas de Lisboa. Este ano, dizem que foram 6000 participantes.
 
Como já disse aqui no blog, tenho andado com anemia e tenho sentido o corpo cansado. Por isso, além de algum descanso no trabalho, optei por abrandar os treinos. Assim, em Novembro e Dezembro só corri no máximo 2 vezes por semana. No entanto, a prova este ano correu-me bem (podem ver aqui o meu Strava). Senti-me bem no dia da prova e, embora tivesse tido algumas pequenas quebras onde tive que andar, consegui terminar dentro dos 50 minutos.

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A ajuda da Vanda, que encontrei mais ou menos a meio do percurso, foi muito fixe. Ela ia puxando por mim e eu por ela. E claro que, sempre que via alguém a andar, puxava por eles. Sabe bem ver o pessoal arrebitar :) Esta prova também foi marcada pelos 45 minutos do Xiko. Que orgulho! Foi a segunda prova de estrada dele e já fez este tempo. A ver se ele puxa por mim na próxima ;)

 
Esta conquista pessoal deu-me vontade de voltar à forma e por isso, proponho-me em 2018 conseguir baixar até aos 45 minutos. Têm dicas ou sugestões? :)
 
No que toca à prova em si, não tenho nada a apontar. Uma prova relativamente "básica" em termos de imagem e organização mas o suficiente para levar 6000 pessoas a correr 10km pela cidade. A meta nos Restauradores é realmente emblemática! 
 
Para já não estou inscrita em mais provas, por isso aceito sugestões.

Review: TomTom Adventurer

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No âmbito da minha participação no Estela Grande Trail 2017, a marca TomTom emprestou-me um dos seus relógios mais recentes: o TomToM Adventurer. Trata-se de um relógio multisport com GPS. Isto significa que é um relógio que pode ser usado para medir o nosso desempenho em várias modalidades desportivas.

 

Durante o empréstimo tive a oportunidade de explorar grande parte das features do relógio, mas nem todas, pois também inclui modalidades de neve. Experimentei o relógio em corrida de estrada, corrida de trail (e provas), natação e bicicleta.

 

Features:

O TomTom Adventurer é, sem dúvida dos relógios mais completos da TomTom. O relógio faz jus ao nome ao incluir um GPS, uma bússola e altímetro. Para a mim, a feature mais interessante é o frequencímetro incorporado, ou seja, a frequência cardíaca e medida no pulso, no próprio relógio. Isto para mim era essencial, pois estava a fazer treinos com base na frequência cardáica com o Paulo Pires da beAPT e não gosto nada de bandas cardíacas. Além disto, e muito mais ainda, o relógio incorpora um leitor MP3 de 3 GB. No entanto, não cheguei a testar esta opção por não ter os phones.

 

O relógio, além das features básicas que se esperam de um relógio de desporto, apresenta ainda:

  • 5 zonas de treino com base na frequência cardíaca;
  • Feedback por áudio;
  • Objetivos de treino (tempo, pace, distância e frequência cardíaca);
  • Várias opções para desportos de neve como relatórios de cada descida e deteção de elevadores;
  • Tracking 14/7 (frequência cardíaca, passos, minutos ativos, horas de sono e gasto calórico).

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Usabilidade:

O menu deste TomTom é muito intuitivo e fácil de usar. Navega-se através do menu pelos quatro botões à volta do ecrã. A marca tem vários vídeos instrucionais na internet.

 

O software de apoio o TomTom sports App acabei por não usar muito por ser adepta do Strava. Felizmente o relógio conecta-se automaticamente com o Strava também.

 

Nunca tive problemas de precisão e o relógio apanha sinal de GPS com bastante facilidade. Nos modos de corrida (estrada e trail), podemos alternar entre ritmo atual (pace), ritmo médio, distância, tempo, frequência cardíaca e zona da frequência cardíaca. Na opção de trail, podemos adicionar estatísticas de elevação também. A meu ver, é uma ótima combinação de estatísticas de leitura muito fácil (o relógio também tem luz para corridas noturnas). Os ciclistas ainda têm a velocidade em vez do pace e detalhes de ascensão também.

 

No trail, tem a opção de autopause. Além disso, uma feature que não tive e oportunidade de testar, é a possibilidade de importar percursos (tracks) a partir de um ficheiro GPX e seguí-los no relógio. Isto significa que podemos procurar tracks de amigos (e desconhecidos) online, fazer o download, carrega-los para o relógio e seguí-los por GPS.

 

O relógio tem vários tipos de treino que podemos definir e nos meus treinos intervalados, o TomTom adventurer passou a ser o meu melhor amigo.

 

Na natação, o relógio é à prova de água até 40m e bastante preciso. Usei o relógio para um treino de recuperação pós prova na piscina e mediu minuciosamente cada piscina de 25m que fazia.

 

O único ponto negativo para mim é a durabilidade da bateria. Na minha prova, onde fiz 9h, mal cruzei a meta, o relógio morreu (e eu também praticamente). Segundo a review do relógio pela prestigiada Wearable, o relógio aguenta 10 dias em tracking do nosso dia-a-dia, 5 horas em tracking por GPS e no máximo 14 em hiking. Sei que há relógios no mercado que agientam mais e isto pode ser considerado um fator negativo para este Adventurer.

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Design:

Entre os vários relógios de corrida no mercado, este é, para mim, apesar de ser muito “plástico” e colorido, dos mais bonitos. A comparar com o meu a-Rival, o TomTom  Adventurer é elegantíssimo! Além disso, é bastante leve a comparar com outros relógios.  Não sou a única que gosta do design do Adventurer, pois foi Premiado nos IF Design Award 2017.

Ah e se achas o cor-de-laranja demasiado colorido, não te preocupes, pois, a pulseira pode ser personalizada 😉

 

Conclusão:

Com um PVP de 299€, é um relógio desportivo bastante interessante. Para já o meu a-Rival continua a ser o meu companheiro nas corridas mas quando chegar a altura de substituí-lo, é certo que irei ponderar este Adventurer da TomTom. Para mim, e como adoro fazer provas de trail mais longas, o único motivo que me pode fazer optar por outra marca é realmente a bateria.

 

Se tiverem algum feedback ou questão sobre o relógio, não hesitem em contactar-me ou à mara diretamente.

 

Boas corridas!

Os benefícios de treinos com base na frequência cardíaca

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Paisagens lindas no Montejunto que bem nos preparou para a Estrela

 

Como possivelmente já leram aqui no blog, estou a preparar-me para os 50K do Estrela Grande Trail com o apoio do treinador Paulo Pires da beAPT. Os treinos com o Paulo são treinos com base na frequência cardíaca.

 

Assim, no que toca ao treino, o relógio com cárdio-frequencímetro e GPS é essencial (eu optei pelo relógio TomTom Adventurer com cárdio-frequencímetro incorporado). Pois, o que manda nos treinos são a duração do treino e a frequência cardíaca média e não o pace.

 

Segundo o Paulo Pires da beAPT, “a questão é que o planeamento clássico que usa ritmos e velocidades que não é de todo o indicador capaz de individualizar o treino em função do perfil biométrico e nível de treino da pessoa”. Na verdade, somos todos diferentes e “com a frequência cardíaca há uma gestão mais efetiva da carga do treino. O treino com a beAPT baseia-se em zonas de treino personalizada e na evolução do atleta. É um método mais pedagógico e científico e utiliza novas tecnologias.”

 

Monitorar a frequência cardíaca durante uma sessão de treino permite aos treinadores medir a intensidade do trabalho num determinado exercício e assim decidir se se pretende reduzir ou aumentar a intensidade do treino.

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E continuam os treinos de reforço muscular 2x por semana

 

Na minha opinião, o treino com base na frequência cardíaca é excelente para evitar um dos piores inimigos dos corredores: correr demasiado, seja demasiado rápido ou demasiados quilómetros, aumentando o risco de lesões e overtraining.

 

Além disso, como o meu objetivo é treinar para uma prova grande, conhecer as nossas zonas de intensidade de treino permite gerir melhor o esforço. Controlar o nosso esforço através de um  cárdio-frequencímetro permite evitar “puxar” demasiado e não conseguir atingir o objetivo de distância e/ou duração do treino ou prova. Correr na nossa zona ideal de 60 a 80 por cento ajuda-nos a correr a um ritmo relaxado e confortável durante muitos e muitos quilómetros.

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Estou ansiosa pelo Estrela Grande Trail onde o ano passado fiz grandes amigos :)

 

Na minha experiência, o treino com base na frequência cardíaca tem sido interessante na perspectiva de autoconhecimento e controlo do esforço. Para quem procura melhorar o seu desempenho na corrida, treinos com base na frequência cardíaca podem ser um método acessível e eficaz. No entanto, nunca esquecer o bom senso comum à moda antiga. Ao sentir desconfortável durante o exercício, há que abrandar ou parar, independentemente daquilo que o cárdio-frequencímetro indicar ou o treino prescrever. A meu ver, quanto mais informações tivermos sobre a intensidade a que o nosso corpo está a trabalhar, mais eficaz será o treino.

Montejunto a caminho da Estrela

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A prova de Montejunto for divertida e dura também! 

A semana passada foi dura em termos de treinos. Muitos quilómetros em estrada, alguns de bicicleta e muitos em trilhos. Também me comportei bem nos treinos de reforço muscular e flexibilidade.

 

Parece que a cada semana que passa gosto mais do meu plano de treinos da beAPT. Deve ser porque a cada semana me sinto mais forte :) Os treinos têm corrido super bem. Não falho nenhum. Os meus níveis de motivação estão em alta e sim, acredito que é pelo apoio que sinto do coach Paulo Pires, mesmo que seja um apoio virtual.

 

O plano de treino é apresentado pela plataforma beAPT da qual já vos falei aqui. Além disso, o acompanhamento é feito de forma remota. Até hoje ainda não conheci o meu coach em pessoa, mas é como se já o conhecesse. E há uns bons anos! O Paulo tem-me acompanhado por Whatsapp e telefone e para mim, isso funciona muito bem.

 

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 Muito sol e calor na Serra de Montejunto...

O Trail de Montejunto

O culminar da semana passada foi no domingo ao participar no trail de Montejunto. Já conhecia a serra porque tinha ido lá correr uma vez com amigos e sabia que os 36km de prova não iriam ser fáceis. Montejunto não é fácil. É bastante técnico, com muita pedra solta, pouca sombra e, para completar este cenário, paisagens incríveis. Isto tudo a apenas uma horinha de Lisboa!

 

Decidi fazer a prova com o meu companheiro dos trilhos, o Nuno Malcata. É bom correr com o Nuno porque ele puxa por mim nas subidas e eu por ele nas descidas, além da risada a cada metro, claro. O Luís Moura e o Rui Pinto, embora tenham mais “pedalada” que eu e o Nuno, decidiram vir connosco também e fizemos a prova em equipa.

 

Foram quase 7 horas numa montanha russa de emoções e quase 2000m de D+. Um bom treino para o Estrela Grande Trail. Deu para testar o material e habituar-nos ao calor que possivelmente também nos acompanhará em Manteigas no final de Maio.

 

 

Recuperação no Algarve

Vim passar uns dias ao Algarve esta semana, em trabalho, é claro. Estava preocupada com o cumprimento do plano de treinos, pois, em Lagos a rotina é outra e costumo treinar menos. Felizmente mantive os níveis de motivação e cumpri com todos os treininhos que estavam previstos. Até corri à chuva. Sozinha. No campo. Soube bem!

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 Pelo menos os ténis, a mochila e os bastões serão os mesmos!

 

Teste ao material

Conforme disse acima, os 36km na serra de Montejunto foram perfeitos para testar o material e alimentação para o Estrela Grande Trail. Em termos de calçado, vou aptar pelos Merrell AllOut Terra que também me acompanharam no EGT o ano passado. São ténis muito bons para um piso mais acidentado com muita pedra solta. Vou também levar os bastões e a minha mochila de sempre.

 

A grande novidade em termos de material é o meu relógio novo – o TomTom Adventurer. Estou ansiosa por levá-lo para os trilhos. Este relógo promete ser tudo o que um trail runner procura: leveza, conforto, excelente sistema de GPS, frequencímetro no pulso, música e boa autonomia. Em breve mais sobre este relógio, aqui no blog.

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O TomTom Adventurer, o meu novo companheiro nos trilhos e não só!

 

E a dieta?

Vai bem! E casa tenho me comportado super bem. Muito equilibrada e certinha, a hidratar bem (água, e não vinho!) e tenho evitado os hidratos à noite. Esta semana na casa dos meus pais foi um pouco mais desafiante, mas os danos foram controlados. Este fim-de-semana vou “passear” ao Porto com amigos, a ver se não faço demasiadas asneiras! Na quarta-feira tenho a minha próxima avaliação corporal com a nutricionista Ana Guerra. A ver se consegui os objetivos que ela me tinha proposto nestes 30 dias!

 

Já falta menos de um mês para o EGT! Para semana conto mais! Até lá e boas corridas!

Dicas: “Os cinco gadgets essenciais para correr”

Por Filipe Gil:

 

Deixo-vos aqui cinco gadgets que podem ser "essenciais" para correr.

 

1. Telefone ou smartphone

São dois conceitos diferentes. O telefone, que até pode ser aquele Nokia de ecrã a preto e branco perdido numa gaveta lá de casa, serve para estarmos sempre contactáveis e para emergências – sobretudo em corridas de trail/montanha é essencial levar algo assim, pequeno, robusto e fiável. Os smartphones já são um conceito diferente, uma vez que, para além de serem telefones, são também leitores de música e dispõem das apps que ajudam a monitorizar as corridas. São um canivete suíço para os corredores, sobretudo os iniciados.

 

2. Headphones

É outro must dos corredores. Contudo, nem todos são os mais indicados. Por exemplo, os brancos da Apple escorregam muito com o suor. Por isso, aconselho a usarem aqueles que têm um arco para prender à orelha. Há uns muito interessantes a menos de €15 na Fnac, de uma marca conhecida.

 

3. Leitores MP3

Se levar um smartphone, o leitor MP3 é um gadget inútil, a não ser que vá fazer corridas mais longas e não queira gastar muita bateria do seu telefone esperto´. Contudo, para quem não leva telefone/smartphone, os leitores de MP3, pequenos e leves são ideias para ouvir música durante a corrida – desde que façam dupla com uns headphones que não atrapalhem, como escrevi anteriormente.

 

4. Relógio GPS

É capaz de ser o único gadget que os corredores mais experientes não prescindem. Mas há pelo menos dois níveis de relógios GPS, os mais simples e que rodam preços até aos €250, e que medem o ritmo, a distância, o tempo de corrida, e pouco mais (e aqui tem modelos da Garmin, TomTom,PolarTimex) e outros um pouco mais profissionais para maiores exigências – desde altimetria a mapas de GPS até serem multideportos (A Suunto e também a Garmin tem modelos semi-profissionais e profissionais usados pelos atletas de elite). Aqui, os preços são superiores a €400. O ideal é perceber até onde quer levar a sua corrida. Uma dica: para quem se está a apaixonar por trail running o investimento em relógios mais completos é essencial.

 

5. Nada

Há quem exagere e use, ao mesmo tempo, tudo aquilo que descrevi acima. É claramente um exagero. Até porque há medida que começar a correr mais e melhor vai sentir um desejo enorme de deixar de usar tudo isto. Usar nenhum gadget é capaz de ser a melhor forma de correr. O melhor gadget é o nosso corpo – físico e mentalmente. Desde que corra em locais seguros, aconselhamos a fazê-lo, ou pelo menos a experimentar. Vai ver que vai mudar o seu conceito de corrida. Boas corridas.”

 

Este texto foi criado para o site O MEU BEM ESTAR.

TomTom apresenta app My Sports para os seus relógios GPS

Aplicação TomTom MySports 2Comunicado: "A TomTom acaba de lançar a aplicação móvel para o portal TomTom MySports, flexibilizando ainda mais o modo como corredores, ciclistas e nadadores lidam com os dados dos seus treinos. Os utilizadores dos relógios de desporto da TomTom poderão descarregar a aplicação e aceder às informações dos seus treinos sem necessidade de recorrer ao computador.A aplicação móvel do TomTom MySports será submetida à Apple muito brevemente, e torna as funcionalidades do MySports ainda mais acessíveis, passando a estar disponíveis onde e quando os utilizadores precisarem. Esta aplicação permite:
  • Iniciar uma corrida rapidamente e fazer o download automático das informações de satélite QuickGPSFix para o TomTom Runner e MultiSport
  • Upload automático das actividades desenvolvidas e acesso ao histórico de treino
Esta aplicação móvel utiliza a tecnologia Bluetooth® Smart para se ligar em modo wireless aos relógios de desporto com GPS TomTom Runner e TomTom MultiSport 

Aplicação TomTom MySports 4

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