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Correr na Cidade

Quinta do Gradil Wine Trail - o regresso às provas!

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Tal como prometi no post anterior, o meu regresso ao trail ia ficar marcado pela participação nesta prova. Enquanto que grande parte da crew ia participar no Trail de Casaínhos, eu decidi participar nesta prova com uns amigos. Sabia que a dificuldade não ia ser tão grande como "gatinhar" numa das subidas mais conhecidas da prova de Casaínhos. Mas também não foi fácil de todo.

 

Este era mais um daqueles dias de inverno em que nos apetece sair de casa e correr. Apesar do frio, o sol estava no auge. A Quinta do Gradil brilhava ao longe. Chegámos com alguma antecedência, pois íamos encontrar alguns amigos que também iam participar na prova. E foi na altura de levantar os dorsais que se levantou alguma confusão, mas todos partiram a tempo.

 

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 A prova consistia em 12 Km (mais IVA) em torno aos terrenos da Quinta, passando pelo meio de algumas vinhas. Como não tenho corrido muito, optei por ir a um passo de corrida e de caminhada rápida sempre que surgia uma subida mais puxada. Como eu sabia que havia um abastecimento pelo km 6, optei por levar poucos reforços alimentares (1 tailwind ainda fechado, 1 mel iellow e um gel da Prozis) e apostei em levar cerca de 500 ml de água. Obviamente que não ia tomar isto tudo, mas quem me conhece sabe que levo reforços para mim e para quem precisar.

 

 A prova estava a correr bem, até que passámos o km 6, o km 7, o km 8 e nada de abastecimento. Encontrámos algumas pessoas que também nos questionavam "mas afinal quando é que aparece o abastecimento?" E este só apareceu ao km 10 e, quando não era o nosso espanto, só tinha água!  Tendo em conta que algumas pessoas estavam a participar numa prova de trail pela primeira vez, que estava sol e que ainda eram 12 Km, ter apenas água no abastecimento é muito pouco. 

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Optei por ingerir o mel que tinha levado porque, apesar de não sentir fome, era importante ingerir alguns hidratos de carbono para me manter activa.

 

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Por entre subidas e vinhas com coloração outonal, lá fomos nós até à meta. 

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A chegada à meta teve dois momentos especiais: tivemos a oportunidade de entrar dentro da fábrica e ver onde é produzido o vinho da Quinta e ver a minha amiga Dália atravessar a meta depois duma prova de superação e muita coragem.

Recomendo esta prova a quem queira iniciar-se no trail running, pois tem um grau de dificuldade médio e passa por alguns estradões. Para mim foi perfeita para reiniciar as provas e traças novos objetivos. 

Quero agradecer à organização da Quinta do Gradil pelo bom ambiente da prova, pela simpatia e pela garrafa de vinho branco fantástica!

Para o ano há mais!

 

 

 

 

 

 

Palmela Run – a corrida solidária e ideal para principiantes

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O kit original - estas toalhas dão imenso jeito

 

Há já algum tempo que não corria numa prova oficial, ou melhor, há já algum tempo que não corria. Sim, as desculpas são sempre as mesmas: a falta de tempo, o calor, não apetece, etc. Mas não quis deixar de participar na prova Palmela Run, não só por ser uma prova relativamente fácil (quando comparada com outras provas) e por ter um caráter solidário.

No sábado, o calor deu alguma trégua e o tempo adivinhava-se fresco para esta prova. Já conheço um pouco da cidade e não foi difícil chegar até lá e estacionar. Perto do local da Partida, reparei que o ambiente era de festa e o levantamento dos dorsais foi (novamente) dos mais rápidos que tive. Tentei reconhecer algumas caras conhecidas do mundo das corridas, mas não reconheci ninguém. Achei estranho, mas compreensível.

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Chegámos cedo...

 

Para mim, esta prova serviu para testar os Berg Jaguarundi noutro tipo de terreno e dificuldade (o teste final seria no Louzantrail, mas não foi possível) e os produtos da Tailwind (o stick pack sabor natural e o soft flask). Como esta prova era de 12,5 Km, com 400D+ de altimetria, com tempo fresco e com um abastecimento ao Km 7,5, decidi não levar a minha mochila e levei apenas o soft flask com o Tailwind lá dentro. No final da prova conclui que esta decisão foi acertada, pois não tive necessidade de beber ou comer mais nada e corri bem mais leve.

Voltando ao início da prova, o Nuno Abílio fez as honras da casa ao dar o briefing da prova e que, para mim, se revelou muito útil, pois ajudou-me a controlar melhor o esforço durante a prova. Dado o tiro de partida, a prova começava com uma pequena rampa inclinada e depois com uma descida em calçada para nos afastarmos um pouco do centro da cidade. Quem me conhece sabe que adoro estas descidas e costumo apanhar um bom balanço, destacando-me de muitos dos que vão à minha frente. Ao descer com estas sapatilhas na calçada, relembrei-me da sensação de correr com outras (Asics Kayano 21) e na segurança que estas me transmitiam.

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Foto tirada pelo Sr. Tobias Rocha - Fomos apanhados com as novas t-shirts!

 

A prova continuou durante algum tempo em estradas de areia que ligavam algumas quintas da zona e que permitiam esticar um pouco as pernas. Um pouco mais à frente, cruzámo-nos com a malta da caminhada e aí sei que perdi muito tempo: o percurso era uma descida por uma espécie de escadas de madeira, feitas com tábuas que pareciam as dos carris dos comboios. O problema era que, não só as tábuas estavam um pouco afastadas umas das outras, como muitas delas não estavam bem presas. Por isso, este percurso foi feito mais lentamente. Passada esta etapa, apanhámos uma estrada que permitiu voltar a esticar as pernas. Durante este percurso passámos por algumas pessoas que nos deram aplausos de incentivo que souberam mesmo bem.

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Mesmo cansada, não perco o meu sorriso :) 

Chegada ao abastecimento, voltei a juntar mais água no soft flask e comi algumas batatas-fritas. Sabia que tinha comido bem antes da prova, estava bem, não tinha fome e a energia proveniente do Tailwind era suficiente para aquela etapa. Já tinha começado a sentir alguma fraqueza nas pernas e sabia que a parte mais dura da prova vinha já de seguida – a subida ao Castelo de Palmela – e que, segundo o Nuno Abílio, o ideal era subirmos antes de ficar de noite.

Confesso que a subida ao Castelo de Palmela foi dura e feita a passo de caminhante, mas queria reservar alguma energia para a descida até à meta. Conseguimos chegar ao Castelo antes de anoitecer, mas as pernas reclamavam algum descanso. Neste ponto tive a consciência que o problema não estava na alimentação, mas sim na falta de treino. Não tinha nenhum objetivo de tempo de prova em mente, mas gostava de fazer em menos de 2h00. E consegui, apesar de ter perdido mais de 9 minutos nas escadas de madeira.

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Parabéns aos vencedores! 

No final, tivemos direito a um pão com chouriço quentinho que me soube muito bem e um ambiente de grande festa naquele largo!

Esta prova é excelente para quem quer estrear-se em provas de trail ou voltar a estas provas. A organização é muito dedicada e simpática e isso é algo a que eu dou muito valor. O percurso é bonito e a chegada ao Castelo faz-nos lembrar que todo o esforço valeu a pena.

Boas corridas!

Tailwind: revolução da alimentação durante as provas de endurance?

 Tailwind é uma marca de alimentação para provas de endurance, nascida nos estados unidos e fundada por Jeff e Jenny.

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Jeff era um ultra maratonista que se debatia com os problemas que todos nos debatemos durante uma prova de endurance: a alimentação durante uma prova longa, o que comer, os picos de açúcar criados pelos géis e por aí fora. Então depois de ter completado Leadville pensou em dar a volta, pois sofreu bastante com isso. Em casa começou a testar várias fórmulas e fez vários testes nele próprio até que chegou à fórmula “certa”.

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Este produto promete eliminar o efeito “bajon” (pico de açúcar e queda de performance), substitui os géis, barras, e isotónico, pois esta tudo numa simples dose com 500ml de agua.

Tem todas necessidades calóricas, de hidratação e de eletrólitos numa só dose e promete não “sujar os softs ou bidons", pois dissolve-se bastante bem na água deixando o recipiente “limpo”.

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Muitas marcas de nutrição desportiva utilizam hidratos de absorção lenta anunciando que, ao demorarem mais tempo a serem absorvidos, conseguem evitar os picos de energia.Tailwind utiliza apenas hidratos de rápida absorção (glucose e sacarose) na proporção ideal que permite máximizar a absorção ao ritmo de 90 g/h.

Como podes ver na imagem, há dois mecanismos distintos: um que processa glucose e outro que processa frutose. Estes mecanismos funcionam em paralelo, mas a ritmos bem diferentes.

Contém dois tipos de hidratos, mas não em proporções idênticas. Tem mais glucose e menos frutose precisamente na proporção em que o nosso corpo é capaz de os processar.

Desta forma, estamos a aproveitar 100% da capacidade do nosso corpo em transformar hidratos em energia, sem sobrecarregar nenhum dos canais.

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Promete ser gentil no estômago (como já tinha dito) devido a fácil absorção. A combinação dos nutrientes energéticos, eletrólitos e água tem um efeito sinérgico permitindo ao corpo tirar melhor proveito de todos os seus componentes. Uma vez na corrente sanguínea, a glucose de Tailwind alimenta os músculos diretamente, permitindo assim aos atletas aguentar mais tempo e em intensidades mais elevadas.

 

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Ahhh outra coisa: para quem é vegan ou vegetariano, ou como que eu que tento comer o mais simples possível nas provas, este produto é natural e aprovado para vegan. Em Portugal, já há vários atletas que usam, no campo dos vegetarianos a Tuxa e Nuno Maia, na elite temos o Tiago Aires e em Espanha o craque Jordi Gamito. Agora vêm os testes e vamos ver o que acho disto. Será que é agora que vou largar os géis, barras e cápsulas de sal nas provas longas? (pois já não bebia isotónicos)

 

Tailwind e vendida em portugal no site:

https://www.tailwindnutrition.pt/

 

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