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Correr na Cidade

Race Report: Trilhos do Paleozóico 2017

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No dia 19 de Março realizou-se uma das provas mais míticas de Portugal, o Trilhos do Paleozóico em Valongo. Se não me engano, o Trilhos do Paleozóico já vai na sua 5ª edição e tem 48km com 2500d+ (apontado pela organização). Desde que comecei esta aventura do trail e corrida (2014) que ando para fazer esta prova, mas por vários motivos nunca se realizou, até este ano.

 

Planear calendário desportivo 2017?

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Uii! Aqui vai um tema que tem várias opiniões e maneiras de o fazer e é sempre uma fonte de discussão. Há quem goste de provas longas outros curtas, há quem corra muito, há outros que correm menos, há quem goste de fazer provas todas as semanas e há outros que gostam de espaçar. E é “neste pequeno” que vou deixar a minha opinião.

 

coisa que devemos ver no caso que já pratiquemos desporto é avaliar a época passada: ver o que correu bem e o que correu mal para que possamos treinar ou recuperar, o que fizemos mal na época anterior. No meu caso, uma lesão mal tratada que tive em Lavaredo, não me permitiu treinar como deve ser e conforme o plano de treino que tinha. Por isso, falhei nos Pirenéus e a parte psicológica que afetou-me durante uma boa parte da época e quase que me fez deixar os trilhos.

 

 

Preview: SKECHERS GOTRAIL

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O Stefan e o Nuno estão a testar o novo modelo da Skechers para os trilhos, o GOTRAIL, aqui ficam as primeiras fotos e primeira impressões de cada um.

 

Por Stefan Pequito:

Estou a testar as novas Gotrail da marca americana Skechers. Há algum tempo testei a primeira versão das GoUltra das quais fui fã e fiz mais de 2000 km com elas. Não eram sapatilhas para trail, bem longe disso, embora a marca o indicasse, mas depois de as testar vi que eram super instáveis em terrenos irregulares. Vamos ver como são estas.

 

Na primeira impressão achei são umas sapatilhas muito leves (+/- 260g), e são muito mais baixas que as Ultra o que promete mais estabilidade e que no pequeno teste que fiz em Sintra senti isso.

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Estas novas Skechers têm uma meia sola de 5ª geração da marca, e prometem bom amortecimento, e bastante conforto, o que também pude comprovar no teste de 27km que fiz, mesmo só tendo 4mm de drop.

 

A sola promete. A Skechers ainda é das poucas marcas que usa um composto próprio e com um feedback bastante interessante. Como se vê na foto são agressivas e prometem um bom grip em todos os terrenos, algo que me apercebi durante a volta que fiz. É verdade que o terreno não estava muito agressivo mas tive boas indicações, agarrou em tudo, inclusive num pequeno teste numa zona de pedra molhada e mesmo ainda tendo a goma inicial não estiveram mal, vamos ver como se portam nos próximos km.

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Têm aspecto bastante giro (para mim claro) com um desenho muito engraçado, embora ache que têm um pouco de falta de protecção, mas para uma sapatilhas de 260g é normal, têm o quanto basta. Acho que o uper e a mesh vão ser o ponto fraco mas é algo que vou ver. A marca promete que a mesh (o tecido) são (semi) à prova de água, vamos lá ver isso...

 

Bem agora é testar, e testar até a exaustão e logo vamos ver como se portam. Achei muito interessante e gostei da primeira impressão agora e ver.

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Por Nuno Malcata

Tal como o Stefan também tive a oportunidade de testar o primeiro modelo GoRun Ultra da Skechers, até hoje o único modelo que testei da marca americana, sendo nesta fase o meu ponto de referência relativamente a estes GoTrail.

 

Em termos visuais o modelo agradou-me bastante, gosto da conjugação das cores e grafismo.

 

Ao calçar os GoTrail recordei imediatamente 2 das caracteristicas que mais gostei nos GoRun Ultra, a leveza e conforto. Sinceramente, se não for a sola adaptada para os trilhos, parece que estou a calçar ténis de estrada, o que me deixou algo desconfiado por não encontrar pontos reforçados de proteção para trail. 

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O primeiro teste aos GoTrail foi feito nos trilhos de Sintra em preparação para o treino do próximo dia 21, cerca de 15Km por alguns dos melhores trilhos da Serra de Sintra, com vários tipos de terreno.

 

Os pontos que me causavam mais preocupação, além da aparente falta de proteção, era a aderência da sola e sobretudo a estabilidade do modelo. Nos GoRun Ultra, dada a grande altura e camada de amortecimento, a estabilidade em terreno acidentado era muito reduzida o que me fazia torcer os pés com facilidade.

 

Nos primeiros kms, em terreno mais técnico ainda tive 2 momentos de menos estabilidade, mas após adaptação à leveza do modelo essa preocupação deixou de existir. Assim como a aderência, que não sendo extraordinária, não comprometeu. O terreno estava bastante seguro, mas mesmo em folhas mais húmidas as derrapagens são sempre controláveis.

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Claro que os melhores momentos com os GoTrail foram em estradão, dado o grande conforto do modelo.

 

Em termos de proteção as minhas preocupações também não se verificaram, o tecido reforçado na frente é suficiente para alguns choques frontais indesejados.

 

Vou continuar os testes com os Skechers GoTrail, sobretudo em condições climatéricas mais exigentes, e em breve faremos a review final.

 

Bons treinos!

Review Saucony Xodus Iso

Modelo: Review Saucony Xodus Iso

Testado por: Stefan Pequito

Características pessoais: 65kg Passada neutra

Condições de teste: Pirenéus (ultra Pirenéus), Serra de Sintra, Serra da

Arrábida, e Monsanto em trilhos, estradões e estrada.

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Há uns tempos, a Saucony deu-me generosamente  as novas Xodus Iso para testar e dar o meu parecer. Já dei a minha 1º impressão e o que posso dizer é que a minha opinião não mudou muito. Mas vamos ver então.

 

 

 

Inov-8 na Taça Ibérica na Cerveira

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Por Stefan Pequito:

 

Desde Sicó que sabia que algo tinha de mudar. Foi uma boa experiência para primeira prova do ano mas tinha de mudar algo. E assim, meti “o tico e o teco” a mexer e comecei a ver onde andavam as minhas falhas. Em primeiro lugar, mudei os calções, mais minimalistas, para algo mais confortável, e escolhi os novas Kalenji de trail com o interior de compressão -  algo que nunca tinha usado e pensei que não ia gostar, mas que me tem maravilhado.

A seguinte mudança foi a nível de alimentação antes das provas achei que podia tirar mais proveito de meu rendimento se tivesse um acompanhamento nutricional e foi o que fiz nestas últimas semanas com a Drª. Ana Sofia Guerra que também e membro da crew do Correr na Cidade. E posso desde já dizer que a alimentação pode fazer milagres!

Por último, a mudança maior que fiz foi mudar as sapatilhas, das minhas Salming t1 que usei no ano anterior (e das quais gosto) e apostei nas Inov8 250 Terraclaw compradas na Obasic o actual representante português da marca.

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Estava algo reticente pois é uma sapatilha com um drop de 8mm, e que não pude experimentar antes de mandar vir. Depois de ler várias reviews estrangeiras, arrisquei e mandei vir. Quando as calcei pela primeira vez gostei logo da sensação: os dedos mexem-se a vontade o uper é fantástico segurando o pé mas sem sentir os atacadores. As sapatilhas são super confortáveis mesmo tendo um drop de 8mm. Fiz uns treinos com elas e adorei a sensação principalmente na aderência. Confesso que são as primeiras que me fazem ter confiança a descer (o meu ponto fraco) em zonas molhadas. Contudo, tinha de as testar melhor e fui  à prova da Taça Ibéria que é organizada pelo Ed Viana - a atual melhor equipa de trail em Portugal (desculpem Meus Javalis mas por enquanto ainda são lol).

 

Taça Ibérica

Foi uma aventura sair na sexta-feira depois do trabalho e ir à boleia com um bom amigo para cima (sorte em ter boleia, claro) fui para a Pousada da Juventude de Cerveira que é de top! De manhã depois do pequeno-almoço arranquei para a partida para ir buscar o dorsal, o tempo não estava mau mas começou aos poucos a piorar. O vento levantou-se e o frio começou-se a sentir.

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Deu-se a partida e lá fomos nos dar uma volta à vila e depois serra acima. O objetivo da prova era tentar ir no máximo de tempo atrás do Nuno Silva, mas sem apertar muito só o suficiente para ir uns metros a traz dele. Claro que foi complicado. O Nuno é o Nuno e tem uma pedalada do “caraças”. Tivemos subidas muito íngremes e algo longas - como eu gosto-, duras e descidas iguais nos primeiros 20km.

 

Consegui chegar aos 20 já isolado na terceira posição e deu para respirar um pouco e acalmar um bocadinho o ritmo. Nos postos de abastecimento lá ia perguntado a que tempo estava dos primeiros -  precisamente a 3  minutos do 2º e a 10 minutos do 1º.

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Perto dos 35 quilómetros decidi “ir buscar” o segundo lugar e apertei um pouco e acabei por apanhá-lo na ultima subida longa. A partir daí acabei por ir com ele e decidimos os dois que não valia a pena picardias finais pois já estávamos quase no fim e não íamos ganhar nada com isso. Por isso reduzimos bastante o ritmo e deixamo-nos ir. Foi bom (é sempre bom) a companhia. Acabamos a prova juntos ficando os dois 2º e 3º com o mesmo tempo, mas fiquei um pouco chateado de ter ficado a tanto tempo do Nuno (o vencedor). Sou sincero. Roeu-me um pouco. Mas paciência, como esta prova também era de preparação para Lavaredo, não quis cometer erros desnecessários.

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O que posso dizer da prova: bastante dura (50k com 3100d+) algo que em Portugal são poucas as provas assim. Uma mão, organização exemplar em tudo: posto abastecimentos top, marcações do melhor que há (só há uma organização cá que me lembre que marque tão bem que é a Horizontes) sem erros fácil de perceber quando se tem de virar ou não, e um belo misto de trilhos mais técnicos com mais rolantes, ou seja, uma prova muito equilibrada. Até me arrisco a dizer que nesta distância é das melhores, e merecem muito mais participantes mesmo sendo “longe como tudo”. Em 2017 vou fazer de tudo para a incluir no calendário novamente.  Quero agradecer aos Amigos da Montanha que no final me levaram ao Porto para ir apanhar o autocarro para Lisboa.


No fim disto tudo, o que queria testar foi testado, desde os tais calções com cueca incluída e compressão, leves e super confortáveis e que me deram o apoio necessário nas descidas. A  alimentação foi top (ps: não comi as barras olimpos durante a prova pois havia nos postos pela 1º vez e aquilo é bom ). Finalmente estou a acertar com isto.


E as sapatilhas? Meu deus, sem dúvida as melhores que já tive até agora leves, super leves, confortáveis com aderência em tudo desde lama a pedra. Estou mesmo muito satisfeito, e mesmo não tendo um rock plate são bastante confortáveis. Foi a primeira prova que acabei sem ter os pés mal tratados.  A única coisa que tenho a apontar é que deixa entrar um pouco de “lixo” para dentro mas nada que não seja resolvido com umas polainas.

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Quero agradecer à Ana pelo enorme apoio que me tem dado nestas semanas com a alimentação  - algo que estou a ver resultados. À loja Girassol pelo apoio. E agradecer à Injinji Portugal por me ajudar com as melhores meias para trail e não só. E, claro, ao Paulo Pires meu treinador por me deixar ir divertir-me para a serra. Agradecer também as minhas equipas (sim equipas lol) a oficial Amcf-Arrabida team trail e as famílias Correr na Cidade e Armada Trail e, claro, todos os amigos e familiares que me tem apoiado nesta enorme aventura.

 

Agora que venha Lavaredo (Itália) até lá preparação dura!

Um desabafo e race report do Ultra Trail de Conímbriga Terras de Sicó

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Por Stefan Pequito:

 

Como muitos sabem, há uns dias atrás completei mais uma prova acima dos 100km, o Ultra Trail endurance de Conímbriga Terras de Sicó. Disso já falarei. Antes quero fazer um pequeno desabafo. Desde que fiz a Ultra dos Pirenéus tenho vindo a analisar o que quero do mundo do Trail e da competição neste mundo. Algo que antes dessa prova não ligava muito, mas depois, e com a convivência com o David Quelhas, fiquei “picado” pela vontade de levar as coisas mais a sério.

 

Comecei por ver o que queria para 2016. Um dos objetivos era voltar aos Pirinéus para corrigir os erros que fiz no ano passado. Em termos alimentares tenho falhado muito durante as corridas e no caso dos Pirinéus não comi quase nada durante toda a prova e, claro, aos 74km “morri” completamente.

 

Fui chamado à “atenção” várias vezes pela médica da prova que me aconselhou a desistir já que a minha tensão estava mesmo “marada”. Dormi e comi um pouco e consegui acabar a prova. Claro que já não consegui terminar nos primeiros 50 lugares e fiz uma mísera 99ª posição. Por outro lado, todas estas adversidades fizeram-me acreditar que sou capaz de mais e que tenho de trabalhar para isso.

 

O meu segundo objetivo para 2016 é realizar o sonho de voltar aos “meus Alpes” para bem perto de onde nasci, Suíça, e fazer o Trail Lavaredo em Itália.

 

No meio deste planeamento todo para 2016, e apesar de estar inclinado a ir fazer a Ultra Canárias, tendo em conta os preços que estavam muito elevados e após uma reflexão, cheguei à conclusão que ficaria para outra altura e achei que Sicó seria a melhor opção, uma prova com ritmos altos e uma dificuldade “supostamente” baixa.

 

Como referi, 2015 foi um ano de aprendizagem, com alguns pódios em provas pequenas e uma 3ª posição numa Ultra. Mas provas em que os ritmos de competição eram resumidos a 4 a 5 pessoas (sem falar mal de ninguém, claro). Isso permitiu-me ganhar algum gosto pelo "pódio" e também ganhar gosto por provas de 3 dígitos, às quais me quero dedicar mais.

 

Mas nem tudo tem sido fácil. Treinar todos os dias depois de um dia de trabalho, ter os fins de semana ocupados com treinos, para além das viagens para esses treinos, tudo isto tudo tem o seu custo. Desde o custo monetário, ao físico e também social. Mas como “quem corre por gosto não cansa”, isso aplica-se à maior parte do meu tempo. Às vezes quase dou em maluco, e vejo enormes atletas que passam pelo mesmo que eu, como o David Quelhas, Jerôme, entre outros. Atletas que se esforçam, dão o litro, fazem pódios e ganham provas (nacionais e internacionais) e faltam-lhes apoios de marcas e lojas. Tudo lhes saí do pêlo! Merece reflexão.

 

Voltando a Sicó, a minha race report é curta. Desde de janeiro que tenho treinado um novo método de alimentação e no final de janeiro comecei a preparação para a prova de Sicó.

 

Cheguei confiante à prova pois fui completamente “envenenado” positivamente pelo David Quelhas. A prova começou rápida e recuei um pouco para não ir a ritmo louco atrás do Jerome. Corri com chuva, frio e alguma neve durante toda a noite, onde vi a concorrência quase toda a tombar à minha frente.

 

Perdi-me algumas vezes durante a noite (uma parte por culpa própria, mas a sinalização podia estar melhor), depois veio o pior: roubaram as fitas e os refletores. Derivado desta situação andei para atrás e para a frente até que, juntamente com o Carlos Correira, consegui reencontrar o percurso (estivemos mais de 20 minutos perdidos). De referir que a organização não tem culpa mas sim pessoas com maldade.

 

Aos 84km (nos meus 92) já não ia bem fisicamente e mentalmente estava farto da prova. Não sei porquê mas quebrei. Fiz a alimentação certinha e nunca tive fome mas quebrei, e começei a perder lugares.

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Aos 105 ou 106 km da prova veio o martírio. Uma fase praticamente abútrica, e sou sincero, não gostei nada daquilo e achei escusado no final de tantos km e quase no fim haver uma coisa daquelas, fiz aquilo quase tudo a andar. Quem lá esteve sabe do que estou a falar.

 

Acabei em 4º da geral e 3º do escalão. Não era aquilo que queria pois lutei pelo 2º lugar e tentei encurtar o tempo para o Jerome o mais que consegui, mas não deu, o corpo e a cabeça não deixaram. Para além disso o Carlos e o António fizeram um final louco e estão os dois de parabéns.

 

Em termos humanos foi uma prova fantástica com abastecimentos top. Um agradecimento ao Miguel Frutuoso do Coimbra trail, ao senhor Vitorino e ainda ao Miguel Batista pelo apoio nos abastecimentos.

 

Material utilizado em prova: 

Nesta prova usei as minhas Salming t1, mas para provas a ritmo mais elevados não dá para as levar infelizmente.   As meias Injinji Trail que levei são fantásticas e que já se encontram disponíveis na Loja Trail (representantes da Injinji Portugal). Em termos de alimentação, usei as barras paleo da Gold Nutrition e de aveia da Biotec da Loja Girassol. Impermeável da Berg Linx que só posso dizer bem. Frontal, levei um emprestado.

 

E é tudo! Agora venha Lavaredo. Vou ter mais tempo para preparar e que vou fazer tudo para chegar o mais forte possível!

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