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Correr na Cidade

Review: Skechers GoRun Strada W

 

Modelo: Skechers GoRun Strada

Drop: 8mm

Testado por: Liliana Moreira

Características pessoais: Pronadora e 83Kg de peso

Condições de teste: Cerca de 80km percorridos em ambiente urbano, como alcatrão e calçada portuguesa, terra batida e pista de tartan, em vários tipos de condições climatéricas.

 

As primeiras sensações que descrevi destas sapatilhas na preview, de uma forma bastante positiva, mantiveram-se e consolidaram-se. Fora do ambiente de trilhos técnicos, estas sapatilhas têm sido as minhas companheiras de eleição e tem sido na sua leveza, conforto e amortecimento que tenho depositado a minha confiança. Mas vamos lá aos detalhes:

 

 

DESIGN & CONSTRUÇÃO

Esteticamente não acho que sejam as sapatilhas de estrada mais atraentes pela sua forma. As cores são vibrantes e divertidas mas à primeira vista, em termos de estrutura, parecem um pouco “amatacoadas”, com uma biqueira larga e uma sola proeminente que nos faz questionar sobre o seu peso e se serão uma boa escolha para “brincar as séries” numa pista de atletismo.

 

É uma sapatilha cuja forma primeiro estranha-se mas depois entranha-se… os primeiros treinos com elas, sobretudo para quem não está familiarizado com Skechers, podem-se tornar ligeiramente desconfortáveis, mas a realidade é essa amplitude da ala frontal que permite que durante a corrida os dedos dos pés possam expandir livremente como se estivéssemos descalços.

 

O material lateral que conecta com os atacadores é denso, conferindo uma excelente base de suporte para que o pé não ande a deslizar dentro da sapatilha, evitando assim as indesejáveis bolhas de fricção. O upper é feito de uma malha resistente e maleável, em que o contraforte no calcanhar é ligeiramente mais alto e estruturado que a maioria das sapatilhas para conferir mais apoio e estabilidade.

 

O têxtil interior não tem costuras e é suave ao toque. Para quem costuma ter uma passada em que por vezes roça um pé no outro, há de salientar que o têxtil apresentou-se bastante resistente e não deu quaisquer sinais de desgaste. A língua tem uma dimensão equilibrada e não é demasiado espessa mas tem tendência para descair para o lado externo do pé em utilizações mais prolongadas. Por norma foi difícil identificar um equilíbrio ao nível de aperto dos atacadores nesta sapatilha, ligeiramente elásticos mas muito finos e com tendência a enrolarem. Em termos de apresentação, na zona de transição dos atacadores para a topo da biqueira, em pés mais estreitos, há apresentação de excesso de material têxtil no topo da sapatilha, mas que não confere por si só qualquer problema ou desconforto… apenas não fica perfeito.

 

Independentemente se agrada ou não, sem dúvida que captam a atenção!

ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

No que diz respeito à estabilidade esta sapatilha, apesar de neutra, tem características de controlo de pronação, permitindo a colocação e estabilização do pé para uma passada o mais natural possível, sem que a liberdade de movimentos seja comprometida. Este controlo é feito em grande parte pela tecnologia M-Strike que promove uma passada realizada com a parte media-frontal do pé que, em consonância com a tecnologia Skechers GOimpulse, proporciona uma experiência de corrida mais ágil.

 

Em termos gerais o maior inimigo da estabilidade nestas sapatilhas diz respeito à escolha do número correcto. Esta sapatilha no nosso número tradicional pode ser ligeiramente mais folgada do que seria desejável. Para minimizar esta questão basta que estejam atentos às tabelas de conversão da Skechers (ver no interior da língua), identifiquem o comprimento do vosso pé em centímetros e escolham o vosso número em conformidade.

 

Em relação à aderência a Skechers Performance promove que esta sapatilha é um modelo todo-o-terreno, eu tomo a liberdade de reformular dizendo que é um TT apenas considerando ambientes tipicamente urbanos. Não encontro características na sola, em termos de rigidez ou proeminência de rasto, que me permitam ter confiança em colocar estas sapatilhas em terrenos como os de Monsanto ou Sintra, sem que o resultado final seja diferente de ter deixado metade da sola pelo caminho. Considero que quanto muito podemos usufrui-las num offroad pouco técnico como estradão em areão. Estas sapatilhas são plenas, confiáveis e cumprem muito bem este segmento em treinos ou provas seja em alcatrão ou calçada portuguesa, mesmo quando molhados. Em treinos de pista são nota 20, agarram muito bem o piso mesmo em pistas já com ligeiro índice de degradação onde a acumulação de poças de água no inverno é recorrente.

 

Para além da corrida, também tive oportunidade de testar estas sapatilhas em treinos funcionais ao ar livre, como os do PIMP YOUR MUSCLES ;) em que por vezes temos de subir e descer algumas elevações em relva molhada, posso sublinhar que tiveram um comportamento exemplar sem quaisquer escorregadelas descontroladas.

 

CONFORTO

Este é um ponto em que, ultrapassadas as primeiras sensações de adaptação ao formato desta sapatilha, as opiniões são consistentes... a maioria das pessoas que calçam sapatilhas da Skechers consideram-nas umas autenticas “pantufas”. As GoRun Strada não são excepção. É uma sapatilha que tem bons acabamentos, de têxtil suave e agradável ao toque, sem costuras proeminentes. A própria palmilha está muito bem incorporada na estrutura da sapatilha sem que sejam evidentes quaisquer rebordos ou rugosidades que possam causar desconforto.

 

Como já referi, o contraforte junto ao calcanhar apesar de ser ligeiramente mais alto que o habitual não causou problemas de mobilidade na zona do tendão de Aquiles e a biqueira sendo efectivamente mais larga que numa sapatilha tradicional, permite que o pé não esteja apertado e sejam naturais e confortáveis todos os movimentos de expansão dos dedos dos pés realizados durante a corrida.

 

Apesar do seu aspecto pouco ligeiro é, na verdade, uma sapatilha razoavelmente leve (284 g no modelo de homem e 234,9 g no modelo de senhora) e maleável, sem que tenha sentido a tradicional rigidez dos materiais da sola enquanto novos.

 

AMORTECIMENTO

Para mim é no resultado dos materiais aplicados na entressola que se encontra o melhor cartão de visita para esta sapatilha. A Skechers denomina de Resalyte o composto de borracha cuja função reside na dissipação da energia resultante do impacto da passada, sem que esta seja transferida para as articulações.

Esta absorção do impacto é bastante relevante para pessoas com algum excesso de peso, como é o meu caso, e na minha experiência tem sido um factor determinante para as continuar a utilizar nos meus treinos. Entenda-se que o amortecimento aqui patenteado não só fornece uma sensação de sola “fofa” e confortável, mas que é igualmente dinâmico e de rápida resposta às mudanças bruscas de ritmo, direcção ou até irregularidade de piso.

 

PREÇO

As Skechers GoRun Strada têm um PVP de 130€ (aprox.) que no meu ponto de vista é um preço interessante para as sensações de conforto, suporte e estabilidade que conferem.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

Design/Construção 16/20

Estabilidade e Aderência 17/20

Conforto 17/20

Amortecimento 18/20

Preço 15/20

Total 83/100

 

Em suma, os GoRun Strada da Skechers Performance são uma excelente opção a ter em conta se estão à procura de uma sapatilha leve, com durabilidade e bom amortecimento para acompanhar-vos sobretudo em treinos mais longos ou recorrentes.

Skechers Ultra 2: Mixed feelings

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Recentemente pedi este modelo, os Skechers Gorun Ultra 2 à marca. Não é um modelo recente, mas chateei-os muito porque queria experimentá-los nos trilhos. Já tinha lido muito bem sobre os Ultra 2, mas nenhuma das referências indicavam que eram próprios para os trilhos. Mas eu sou teimoso, e muito.

 

Review: Skechers Gorun Ultra Road

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Tal como tinha escrito na 1ª impressão com este modelo da Skechers voltei a usar sapatilhas desta marca norte-americana passados dois anos. E o regresso não podia ter sido melhor. Que belas sapatilhas são estas Ultra Road. Num momento em que estou, no qual, muito lentamente, tento volta à boa forma e quando (ainda)  tenho de proteger os joelhos de impactos, este modelo não podia ter vindo em melhor altura.

  

CONFORTO:

Estas sapatilhas são o conforto em forma de sapatilha!. É impressionante a forma como evolvem o pé e nos fazem sentir uma passada tão confortável. Apesar da grande espessura da sola, e de ficarmos um pouco mais altos do que realmente somos, não temos quaisquer sensações de desiquilíbrio, nem quando viramos de forma rápida. Confesso que apesar de gostar de correr nas cidades não sou grande fã da calçada portuguesa - aliás nem para correr nem para andar, mas isso levava-nos a outras conversas - com estes Ultra Road não incomoda nada correr sobre aqueles pedaços mal amanhados de pedra.  


Para quem já usou as Adidas Ultra Boost a sensação é parecida...embora diferente. Para quem está um pouco acima do peso ou para quem quer correr grandes distâncias e ter muito conforto, a escolha pode passar por estas sapatilhas. A única questão menos confortável que tive com eles foi numa descida acentuada, o pé fica meio perdido no espaço interior da sapatilha e percebi que os dedos dos pés de um momento para o outro tocaram no extremo do sapato e o pé andou a "nadar" lá por dentro. Aí temos uma desvantagem em relação aos Adidas Ultra Boost, porque estes últimos usam um upper que se agarra ao pé o que proporciona alguma estabilidade, algo que falta aos Skechers, já que a sua malha é hirta e não acompanha tanto o movimento do pé - a não ser quando corremos a direito.

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DESIGN/CONSTRUÇÃO:

Na côr que me enviaram este modelo é muito bonito. Preto e laranja, com pedaços em bordeaux é das combinações mais felizes que existem. E já lá longe vão os tempos em que os Skechers tinham tudo de bom...menos o design. Estes são mesmo muito bonitos. A parte de cima (o tal upper) é feito numa espécie de malha, algo que está na tendência das sapatilhas de corridas para estrada, mas ao invés das da Nike, Adidas e Puma, que utilizam este tipo de tecido e agarram o pé como uma meia (o que prefiro), esta "malha" da Skechers é hirta, apesar de não ser dura (tal como já referi umas linhas acima). Confesso que preferia a sensação de meia, mas são pormenores. A sola é bem construída. A minha única dúvida é a durabilidade das sapatilhas. Tem bons acabamentos, a parte do calcanhar é muito confortável, a língua também, e o design é irrepreensível. A dúvida é mesmo se esta "excelência" vai perdurar no tempo. Até ao momento já fiz cerca de 130 kms com eles e estão como se tivessem saído da caixa. 

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ESTABILIDADE E ADERÊNCIA:

A aderência em sapatilhas de estrada pode parecer algo estranho, mas quando se escreve sobre corridas em cidades portuguesas faz todo o sentido. Todos sabemos o quão escorregadias são as ruas com calçada portuguesa (sim, embirro muito com este tiipo de piso, já perceberam) e então na altura do ano em que estamos, às vezes se não tivermos cuidado podemos lesionar-nos.  Até agora e nos mais de 100 kms que já fiz com este modelo nunca tive nenhuma escorregadela nos passeios de Lisboa e arredores.

 

AMORTECIMENTO:

Aliado ao conforto é no amortecimento que estes Skechers dão cartas.O nome Ultra está lá mesmo por isso. São mesmo ULTRA confortáveis devido ao seu Ultra amortecimento. Ideais para provas longas - apesar de achar que para provas mais pequenas servem na perfeição, devido à sua leveza.


Há aqui algo que tem de ser escrito. Apesar dos narizes torcidos aquando da sua presença no mercado, a Hoka One One, influênciou muitas outras marcas após o seu aparecimento. E hoje em dia rara é a marca que não tem um ou mais modelos com doses generosas de sola que servem para absorver algum do impacto que correr muitos quilómetros provoca nos joelhos e articulações. Claro que se soubermos correr como deve de ser, até conseguir incluir o barefoot uma vez ou outra nos nossos treinos, e se tivermos uma boa alimentação, dormirmos muito, etc e tal, não precisamos (quase) de sapatilhas. Mas aqui dos leitores (e atualmente são cerca de 2200/2500 que nos visitam por dia) quem consegue ter isto tudo. Uma pequena percentagem de felizardos. Pessoalmente, estou a gostar destes excessos de sola e amortecimento. Talvez daqui a uns anos quando tiver mais tempo para treinar mais a sério, não necessite. De qualquer forma, e como gosto de Ultra corridas, acho uma boa opção para distâncias grandes.

 

PREÇO:

110€. Os Skechers têm estes preços interessantes e estes não fogem à regra. Ultrapassam os três digitos, o que nos últimos anos a Skechers tem tentado não fazer. Mas nestes, e pelo menos no mercado português estão neste preço, o que ronda mais ou menos, talvez menos 20€, do que a maioria das sapatilhas de estrada.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

São os meus ténis de estrada preferidos neste momento. Devido ao facto de necessitar de amortecimento para ver se a lesão na banda iliotibial morre de vez, alterno estas sapatilhas com os Ultra Boost. É isso mesmo, Ultra é comigo! Ultra conforto, claro. Ainda no fim-de-semana passado fiz quase 20km com estas sapatilhas e nada a apontar. Não estou aqui a fazer um favor à marca em aconselhar este modelo a quem quer preparar-se para uma meia maratona ou mesmo a maratona, mas se andarem à procura de sapatilhas para o fazer, confiem em mim. Têm aqui uma boa escolha.

O único senão que lhe aponto é o fato do tal upper não ser justo e por isso qualquer descida acentuada não dá mal resultado. Ou seja, trocando por miúdos, para correr a direito em estrada com ligeiras subidas e descidas, são perfeitos. Se forem correr pelas colinas de Lisboa ou do Porto (ou de outra cidade) em provas como um Urban Trail, aí já não. De resto são excelente. Parabéns Skechers!

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Conforto 17/20
Design/Construção 18/20
Estabilidade/Aderência 17/20 
Amortecimento 20/20
Preço 19/20

Total 91/100

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Preview: Skechers GoRun Strada W

 

Skechers GoRun Strada

 

O Bruno Andrade já teve oportunidade de testar estas sapatilhas, agora é a minha vez… na versão feminina das Skechers GoRun Strada estou a encontrar um aliado fundamental para conseguir colocar mais quilómetros nas pernas em preparação para a Maratona de Barcelona que tenho agendada para Março deste ano (sim, é verdade… vou mesmo… mas haverá oportunidade de escrever sobre isso).

O facto de ter algum peso acima do recomendável obriga-me a uma seleção bastante preocupada na sapatilha que utilizo para treinos mais longos, e os seus 8mm de drop com reforço no amortecimento (17mm à frente e 25mm atrás)  têm muito importantes para aligeirar todo o impacto que a corrida coloca nas articulações, desde os tornozelos até à bacia. Este nível de amortecimento dá a sensação inicial de que estamos mais "altos", apesar do drop desta sapatilha não ser particularmente especial, no entanto a linha GoRun da Skechers Performance também é conhecida por se puderem retirar as palmilhas muito facilmente sem perda de conforto, sobretudo para quem pretende sensações mais minimalistas.

 

Skechers GoRun Strada W

Ainda não testei as sapatilhas nesse contexto pois estou a dar-me muito bem com a sensação de “pantufa todo o terreno” que me esta a proporcionar. E digo todo o terreno porque, apesar de ser uma sapatilha para treinos recorrentes em estrada, a sua sola tem um traçado bastante vincado oferecendo tracção e controlo a cada passada. Honestamente são das sapatilhas em que mais confio, em paralelo com as GoRun Ultra também desta marca norte americana,  para treinos de city trail, sobretudo em pisos irregulares ou até mesmo em calçada portuguesa à chuva! Portanto também não me choca nada a sua utilização em estradões de areão ou gravilha, pois o têxtil envolvente é bastante robusto e com um bom acabamento.

Em termos de chassis faço apenas a ressalva que salta logo à vista a quem coloca estas sapatilhas nos pés pela primeira vez… a sua biqueira é bastante ampla, permitindo que os dedos dos pés possam expandir à vontade no momento da propulsão, além de que a sapatilha está construída para especificamente orientar a passada para que o ataque ao solo seja feito a partir do meio para a frente do pé. Assim esta biqueira ampla pode parecer algo estranha e desconfortável, mas como se costuma dizer “primeira estranha-se e depois entranha-se” e essa sensação menos boa acaba por desaparecer com o desenrolar dos treinos.

 

Skechers GoRun Strada W

Para já o único “senão” que estou a encontrar é encontrar o ajuste perfeito dos atacadores. Quem já corre com alguma regularidade sabe a importância de ajustar bem a sapatilha ao pé… e nem tem nada a haver com o tema do último furo que quase ninguém usa porque não sabe para que serve! Estou mesmo a falar do equilíbrio ao nível de aperto dos atacadores e como isso pode evitar a fricção excessiva do pé com a sapatilhas e as consequentes bolhas e assaduras, isto de preferência sem deixar os pés dormentes por não haver oxigenação... Não sei se pela forma achatada ou se pelo tipo de material de que é feito, com estes atacadores estou a ter alguma dificuldade em encontrar esse ajuste equilibrado, provavelmente vou ter de os substituir por outros com um formato tubular para validar se haverá uma alteração de sensações, mas darei conta disso na review final.

 

Até lá!

Bons treinos.

Review: Skechers GOrun Strada

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Por Bruno Andrade:

 

Terreno: Estrada
Passada:  Neutra
Peso: 289g
Preço (estimado) : 130 Euros
Drop: 8 mm

 

Nestas semanas de treino deu para confirmar duas das palavras que poderiam bem resumir este modelo: Amortecimento e Estabilidade.

 

AMORTECIMENTO:

A combinação das duas tecnologias, já antes faladas na 1ª impressão, faz com que, independentemente do tipo de terreno, a mudança não seja muito sentida devido ao amortecimento que apresentam. No entanto, realço que este modelo foi pensado para estrada.O apoio de calcanhar de 8mm dão um elevado amortecimento, traduzido numa excelente absorção do impacto durante a corrida.

 

Mas vamos por partes: 

Sola: a sola é feita com materiais duráveis.  É muito resistente e mantém o sapato mais leve. A borracha de alta densidade reforça a sola de modo a que ela vai ser mais resistente ao desgaste. A tecnologia M-Strike promove um impacto que está focada na área do meio da planta do pé (mid-foot). A tecnologia GO impulse Sensors, enviam um feedback para o cérebro, o que leva a uma reação imediata a quaisquer mudanças no terreno. Ela também ajuda na manutenção da estabilidade e postura correta do corredor .

Entressola: A entressola tem realmente grandes sistemas de amortecimento que vão assegurar bem o pé e proporcionar conforto. O Resalyte é a mistura de borracha e composto de EVA que compõe a maior parte do único material. Controle de tração Resagrip está lá para assegurar ao corredor um poder bem regulado de transição.

Parte superior:  Malha e sintético compõem a maior parte da construção da Skechers Gorun Strada. O design da parte superior proporciona estabilidade e apoio substancial para a pé.

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ESTABILIDADE:

As características de estabilidade destas sapatilhas realmente ajudam na regulação do pé para a postura mais natural. É uma ajuda bastante útil, especialmente para aqueles que são  pronadores. Os módulos de estabilização ajudam a fixar o pé no lugar, e não compromete a liberdade de circulação e a respirabilidade geral do sapato.


Em relação à aderência em piso molhado, não sendo claramente a sua vocação, não me fez perder a confiança, e mostrou não ficar atrás de modelos pensados para esse fim.

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DESIGN:

Em relação ao seu design tem cores bastante apelativas como já é apanágio da Skechers.Relativamente aos refletores, estas sapatilhas estão muito bem servidas, a elevada quantidade de refletores, tanto na parte da frente da sapatilha como na parte de trás permitem uma maior visibilidade do corredor contribuindo assim para uma maior segurança.

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Avaliação Final

Conforto: 16/20
Design/Construção: 18/20
Estabilidade/Aderência: 19/20 
Amortecimento: 19/20
Preço: 17/20

Total 89/100

 

Conclusão: Os Skechers Gorun Strada são uma grande atualização. É um sapato neutro que fornece tanto desempenho como qualidade. Para um treino diário é muito eficaz,e  para provas também cumpre o que promete. São muito confortáveis e resistentes, ao mesmo tempo.

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Preview: Skechers GOrun Ride 4

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Ainda antes de me juntar à crew do Correr na Cidade apaixonei-me pela marca norte-americana Skechers. Para alguns mais conhecida pela sua gama casual, cada vez mais a Skechers Performance vai conquistando os pés dos runners.

 

Foi em 2013, para a Meia Maratona dos Descobrimentos, que estava à procura de uns ténis de corrida novos. Solicitei opiniões à alguns dos blogs de referência no running para mim na altura e a resposta for unânime: Skechers. Também o Filipe Gil recomendou esta marca, pela excelente relação qualidade/preço e pelo conforto, claro.

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Assim, os meus segundos ténis de corrida para estrada foram os GOrun Ride Ultra. Ainda hoje, mais de 800 km depois, continuo a adorar essas sapatilhas. Agora, quando comecei a ver ténis para a minhas segunda maratona, a de Barcelona em Março, fui à procura de umas boas sapatilhas mas mais minimalistas. Encontrei então os Go Run Ride 4 com uma excelente avaliação no blog de referência Run Repeat e fiquei curiosa.

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Mais uma vez, foi amor à primeira vista. Depois de um breve treino de 8km senti logo confiança e vontade para levar as sapatilhas à Meia Maratona dos Descobrimentos em Dezembro de 2016. Normalmente prefiro correr mais uns quilómetros com determinadas sapatilhas antes de me “jogar” à uma Meia, mas aqui não tinha dúvidas de que iria correr bem.

 

Apostei bem. Embora não tivesse participado na prova da Meia Maratona, fiquei-me pelos 10km, corri quase 21km à mesma porque acompanhei a nossa Liliana na segunda metade da prova dela. Correu muito bem. Muito confortáveis, nada de bolhas ou impressões.

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Realmente adoro estas sapatilhas. São super leves, apenas 187 gramas e têm um drop muito reduzido de 4mm. No entanto, fornecem alguma estabilidade e são muito “fofos”. Sinto que esta sapatilha me faz correr “bem”. Ajuda à uma passada midfoot.

 

Tenho pegado nos GOrun 4 com alguma frequência, recentemente também em pista. Como a sapatilha tem uma palmilha removível, decidi tirá-la num treino em pista. Ao tirar a palmilha vivemos uma experiência ainda mais naturalista. Depois de três séries de 1000m em pista sem a palmilha confesso que senti alguma impressão na parte interior do pé esquerdo e por isso decidi voltar a coloca-las. A experiência em si foi muito positiva e irei repetir no treino em pista deste mês.

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Vou correr mais alguns quilómetros e em breve dou o meu feedback final, também sobre treinos mais longos.

 

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