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Correr na Cidade

Race Report Scalabis Night Race: Correr, Comer, Beber!!

Nós, Crew Correr na Cidade, adoramos esta prova! Porquê? Porque é divertida e cheia de pessoas bem dispostas e com muita energia positiva e claro adoramos ( e muito ) este "Ribatejo way of run" - Correr, Comer, Beber!!

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A Scalabis Night Race é sempre uma prova que gostamos de comparecer e este ano não foi exceção, assim eu, o Nuno Malcata, o Tiago, a Sara, a Liliana e a Bo nos juntamos para fazer uma equipa demolidora para ir a Santarém ( Demolidora, talvez não! Mas bem disposta!! ) a nós se juntou a nossa amiga Ângela e também o Luís Moura e o Nuno Ferreira que mesmo fazendo parte da crew, este ano foram só em modo "saca fotos".

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Chegados a Santarém dirigimos ao W Shopping para levantamento dos dorsais da prova que correu sem atropelos e sem confusões.

Confesso que notei uma melhoria na entrega em relação ao ano passado, sou da opinião que este ano estava mais bem organizado, dentro do kit de atleta estava incluído uma t-shirt técnica e um buff alusivos, o dorsal da prova com chip, uma revista dedicada à corrida, vários panfletos publicitários, dois alfinetes e o mais mais importante... O Santo Graal desta prova as senhas que davam direito a uma bebida, a bela da bifana e um (mini) pampilho para repor energias no final.

Após um período de convívio para comer algo antes da prova, onde nos cruzamos sempre com caras e grupos de corrida conhecidos, fomos equipar e fazer um aquecimento ligeiro antes de nos dirigirmos para as zonas de partida - eu o Nuno, o Tiago e a Bo nos sub 50 enquanto os restantes fariam a festa lá mais atrás.

 

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Enquanto esperávamos pelo tiro de partida as habituais conversas e perguntas - Qual é objetivo? Quanto tempo queres fazer? Pessoalmente tendo vindo de um treino de 30k de manhã por Monsanto, vinha sem objetivo. apenas queria rolar e divertir-me tal como a Bo, já o Nuno e Tiago queriam fazer abaixo dos 50, sabendo que o Tiago faria a marca sem problema, decido acompanhar o Nuno Malcata até à meta, ajudando-o a cumprir o objetivo.

 

Dado o sinal de partida a avalanche é gigante, milhares de pessoas a correr pela ruas às vezes sinuosas de Santarém - o percurso é divertido, com muitas partes em vaivém que pode tornar-se algo aborrecido para alguns, mas ao mesmo tempo, assim, conseguimos ver os colegas que vêm em sentido contrario e puxar por eles o que é sempre motivador. Dois abastecimentos, sendo o primeiro, o mais movimentado, pois é onde é servido o habitual copo de 3 de vinho Tinto e um segundo de água, o que em termos de prova é mais que suficiente para a distancia.

 

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As pessoas de Santarém são muito simpáticas, ladeiam o percurso para aplaudir quem corre e a animação é mais que garantida seja por meio de animação musical por parte de alguns grupos ou por animação espontânea por parte da população, pessoalmente a única falha que tenho a apontar, é a fraca iluminação em algumas parte do percurso, que faz com deixemos de ver totalmente onde vamos colocar o pé, o que pode tornar-se perigoso. Ah! E o pampilho podia ser maior, mas isto sou eu que sou guloso!

Em termos da nossa corrida, partindo com a missão de quer ajudar o Malcata a fazer sub 50, o raio do homem parte que nem um doido no meio da multidão eufórica, tendo ficado eu ficado mais para trás, retido entre alguns atletas, quando finalmente consegui passar arranquei forte para me chegar junto a ele, quando caio em mim já tinha feito já um bom par de quilómetros a uma média a rondar os 4’/k e nada de Malcata e penso “Catano que o gajo está bruto!! Nunca mais o alcanço!” e continuo forte. Num dos vaivém, reparo que já tinha passado por ele sem ter notado, pois em sentido contrario vejo Nuno na companhia divertida da Bo, como estava a sentir-me bem, já ia com um bom avanço e o homem estava bem entregue, resolvo continuar a bom ritmo até ao final, cruzando-me quase sempre os restante grupeta nos vaivéns.

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A meta está sempre à pinha, cheia de pessoas à espera de chegada dos atletas e a dar força naqueles metros finais, ao cruzar a meta encontro logo o Luis Moura que esperava por nós e junto-me a ele, entretanto chegam o Tiago e passado logo uns minutos o nosso Nuno que puxado pela Bo conseguiu cumprir o objetivo inicial… Digo que a Scalabis não é prova para fazer PBT devido ao percurso, terreno e quantidade de pessoas, mas sim é uma prova para desfrutar e muito, para o que é certo é que as restantes meninas, Lili, Sara e Ângela, bateram o seu record pessoal (WoW!) e para além delas temos mais elementos da Crew que tem a sua melhor marca aos 10k na Scalabis. Acho que é do Tinto!!

 

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No final a melhor parte, o convívio que só a organização da Scalabis sabe fazer, para além do repasto típico, a organização brinda sempre quem vem a terras ribatejanas com musica, festa e o fogo de artificio, que este ano, não tivemos oportunidade de assistir, mas tenho a certeza que foi fantástico. Em suma e se queres saber se esta prova é ti, pergunta-te se te identificas com o slogan “Correr, Comer, Beber!!” e tens a resposta.

 

Nós sim!! Até para o ano.

Desafio Adidas - Maratona Rock'n'Roll Madrid - Semana 4

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A menos de 1 semana da Maratona de Madrid o optimismo da semana passada deu lugar à ansiedade!

 

Esta semana andei stressado e estupidamente enervado. Gosto das coisas planeadas com tempo e bem executadas, e vários imprevistos condicionaram o que planeava fazer. Para piorar a situação no início da semana surgiu uma dor num dente molar quando comia coisas frias ou mais quentes, e comecei a stressar com o que podia ser. 

 

A higiene oral é um factor importante para quem faz desporto, problemas dentários podem estar muitas vezes relacionados com outras lesões e a relação embora exista e muitas vezes ignorada por quem corre.

 

Assim, durante a semana apenas fiz 1 treino, na quarta ao final do dia, e em modo fúria, para libertar a cabeça do que me estava a incomodar e libertar o stress acumulado. Foram 14Km em sobe e desce, sem ritmo ou qualquer sentido no que estava a fazer, apenas queria não pensar.

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Obviamente este "treino" não estava no plano de treinos, e esta semana desrespeitei quase na integra o que tinha planeado, e o não cumprir esse planeamento foi também motivo de stress para mim.

 

Felizmente a partir de quinta-feira as coisas melhoraram, o treino apesar de pateta surtiu efeito e consegui arrumar as ideias no lugar e posteriormente lidei com as situações mais calmamente resolvendo cada uma. Por exemplo a dor no dente era apenas uma reconstrução antiga do molar que descolou, no Sábado pela manhã fui ao dentista e ficou resolvido.

 

Além do treino de quarta, o que muito me ajudou foi o tratamento com a Sara, a tensão acumulada provoca-me contraturas brutas e de semana para semana tenho me sentido melhor, mais "leve" e menos "preso". Desde que ela pacientemente me tratou a fascite plantar não abdico do bem que ela me traz cada semana.

Hoje mostro-vos um pouco do trabalho de manipulação que a Sara me fez na omoplata. 

 

Durante a semana fiquei a saber o número do meu dorsal, é o 6947, e fiquei a conhecer a aplicação para smartphones da prova. A aplicação tanto permite consultar várias informações para quem participa como seguir cada participante para quem está de fora a torcer por nós.

 

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Os preparativos para a viagem também já estão a ser feitos, não gosto nada de deixar a mala por fazer até à hora da partida, mas por mais cuidado que tenha fico sempre com a sensação que me vou esquecer de alguma coisa básica, e acabo sempre por me esquecer mesmo de alguma coisa :)

 

Como tem sido habitual, no fim de semana acabei por fazer a maior parte da componente de treino de corrida da semana. 

 

Sábado foi dia de voltar a Santarém para comer, beber e... correr, claro. A Scalabis Night Race é uma das, já muito poucas, corridas de estrada que me conquistou. Há 2 anos foi a minha estreia e adorei mas o ano passado não pude estar presente e este ano não quis faltar.

 

Como corridas de estrada faço muito poucas, e desde Dezembro que não fazia uma de 10K, decidi ir ao meu melhor ritmo nesta distância e fazer sub50. Conto pelos dedos de 1 mão as vezes que o consegui desde que voltei a correr à 3 anos, e 3 dedos chegam para as vezes que consegui. Esta for a terceira vez.

 

Partimos à tarde de Lisboa a caminho de Santarém, e assim que chegámos o ambiente já era fantástico. Levantámos dorsais, lanchámos, tudo sempre muito bem disposto. Quase a chegar à hora da partida ainda fizemos um aquecimento e dividimo-nos entre o grupo que partia para sub50 e nos que iam para sub60. 

 

Nos sub50 eu era o único com um objetivo claro, fazer efetivamente menos de 50 minutos. O João, Tiago e Bo estavam numa de se divertirem, sem grandes objetivos, e qualquer um deles faz tempos bem abaixo dos 50 minutos nos 10K. No arranque tentei controlar o ritmo, não puxar logo demasiado, mas a adrenalina do arranque fez-me disparar as pulsações para uma zona de desconforto da qual não consegui sair durante toda a prova. Felizmente contei com a alegre companhia da Bo que puxou por mim, por quem nos acompanhava e também por quem assistia, a energia desta menina é inesgotável e contagiante.

 

Terminámos em 49m25s, objetivo concretizado, 2º melhor tempo nos 10K desde que voltei a correr à 3 anos, mas com grande esforço.

 

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A noite terminou em convívio, com bifanas, cerveja e pampilhos, só coisas boas.

 

No Domingo queria treinar, mas de modo relaxado. O esforço no Scalabis foi grande e tinha vontade de rolar tranquilo e em ritmo ligeiro. Fui fazer um treino rolante, quase em ritmo de passeio, mas o cansaço ao final de 1h veio ao de cima e custou bastante chegar ao final. Foram 15km bem custosos, mas também foi o último treino mais comprido antes da Maratona. Agora é hora de dar descanso ao corpo e apenas rolar um pouco durante a semana.

 

Para terminar a semana, por iniciativa da Bo que está grande fã de Yoga, o Correr na Cidade convidou alguns leitores a participar na tarde de Domingo num workshop de yoga como complemento a quem corre. Como adepto, esporadicamente praticante, de yoga não pude faltar. Aprendemos como a yoga pode complementar o treino de corrida, tanto na componente de flexibilidade e alongamento como na componente de fortalecimento muscular. Aprendemos também exercícios de técnica para corredores e tirámos algumas dúvidas com o Bruno e Luís que deram o workshop, obrigado a eles por esta partilha.

 

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E assim termino as crónicas da preparação que fiz para o desafio que é esta maratona. Como vos falei na primeira semana, não é em 3/4 semanas que se prepara uma maratona. O trabalho que fiz com o meu treinador, durante 8 mesociclos, permite-me ter capacidade física adequada para enfrentar os 42195m da Maratona, mas uma preparação adequada a uma prova destas em estrada deverá ser sempre convenientemente preparada com cerca de 12 semanas sem esforços como o que fiz no TSL. A segunda semana desta breve preparação foi decisiva para fazer a transição dos trilhos para a estrada e perceber que o corpo está bem e chegar ao optimismo que vou falei durante a terceira semana.

 

No próximo Domingo levarei comigo e cheio de orgulho o nome do Correr na Cidade com a força de todos os que fazem deste blog uma referência na corrida amadora e a nossa bandeira em terras espanholas.

 

À Adidas quero deixar o meu agradecimento pela oportunidade e apoio para a preparação e participação na prova.

 

Hala Madrid!

 

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Só 10km, mas a maior festa da corrida!

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Por Bo Irik:

 

O tempo voa! Já é quarta-feira! Está na hora de partilhar como foi mais uma participação na Scalabis Night Race. Esta prova de 10km, já na sua terceira edição, decorreu no passado sábado pelas 21h00m no centro de Santarém. Se a segunda edição da Scalabis Night Race foi uma festa, a edição deste ano, mais uma vez organizada pela simpática e divertida crew de Santarém, os SNR, foi uma festa ainda melhor e maior!

 

A Scalabis Night Race iluminou a cidade, espalhou magia pelas estreitas ruas do centro por onde os milhares de atletas passaram. Embora a vontade de fazer a prova rapidamente para mais rapidamente chegar às bifanas, pampilhos e cerveja que são oferecidos no fim da prova, decidi fazer a prova com calma.

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Como esta prova se inseria no meio da minha preparação para o Gerês Trail Adventure e estava mais enfocada nos trilhos, na manhã de sábado já tinha ido aos trilhos em Monsanto e iria voltar lá na manhã de domingo, pelo que a Sacalabis calhou a meio, fui mesmo em modo festa. Foi uma prova muito divertida, muito mesmo, a Rute, João Gonçalves e eu fomos juntos com a Liliana, num ritmo confortável. Ao longo da prova o nosso enfoque era desfrutar da festa e apoiar todas as caras conhecidas pelas quais íamos passando. Houve um momento em que já estava a sentir a garganta de tantos gritos de apoio e temi que iria ter mais dor de garganta do que de pernas na manhã seguinte.

 

O percurso bem escolhido, passando pelas zonas mais emblemáticas da cidade, com vários tipos de piso, algumas subidas e descidas, e claro, uma abastecimento de vinho tinto a meio da prova. Cada um pegou num copo e fazendo um brinde correndo, o João figueiredo apareceu ao pé de nós e ainda tirámos uma foto no meio do percurso! Que risada!

 

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 Adoro fazer provas neste espírito, em modo desfrutar ao máximo e puxar pelos atletas à minha volta. Quando passava nas ruas estreitas com calçada típica portuguesa lembrava-me da edição do ano passado, onde ia com o Nuno Alves a puxar por mim para fazer a prova abaixo dos 50 minutos. Este ano confesso que aproveitei muito mais. Para mim, a corrida é isto: divertir-me com os amigos enquanto pratico exercício. A vertente de puxar pelas pessoas dá-me de facto um prazer brutal, a sensação de conseguir pôr uma pessoa que estava a caminhar a correr é brutal!

 

No fim da prova, após 1h03, as merecidas bifanas e cervejas. Ficamos ainda a assistir à entrega de prémios e ainda nos atrevemos a dar um passinho de dança! Depois, fomos para casa rápido, pois, na manhã seguinte, os trilhos de Monsanto estariam à minha espera.

 

 

 

Avaliando sinteticamente esta prova:

 

Pontos positivos:

# O facto de a prova ser muito divertida mas simultaneamente também permitir PBTs à quem o ambiciona;

# Envolvência, simpatia e entusiasmo da organização;

# Num fim-de-semana cheio de provas em Lisboa, incluindo a de Benfica no Domingo, a SNR esteve lotada com muitas caras conhecidas da grande Lisboa;

# O circuito é muito bonito e nada monótono;

# O incentivo do público em alguns locais da prova;

# O humor da sinalética;

# A t-shirt e buff com designs giros substituem, a meu ver, perfeitamente uma medalha;

# Toda a festa que envolve a prova.

 

Pontos a melhorar:

# Alguma confusão no levantamento dos dorsais;

# Podiam encher um pouco mais os copos de tinto no abastecimento :p

 

Em suma: a melhor prova de 10K tanto em 2015 como em 2015. Continuem assim, Scalabis Night Runners! Parabéns e muito obrigada!

Venha a edição de 2016!

And the winners are... os Melhores da Corrida de 2014

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Foram 1079 respostas. O que é incrível. Durante os dias em que os nossos escolhidos estiveram a votos, vimos o numero de respostas a aumentar, vimos categorias a ganharem distância, vimos também, alguns dos nomeados a terem verdadeiras "batalhas" pela liderança e outros a terem votos massivos e consecutivos - caso para dizer que neste caso a "máquina" funcionou.

 

Foi um exercício muito interessante e que, apesar de existirem os respectivos vencedores, todos os nomeados tiveram uma boa quantidade de votos, o que é de salientar.

 

Tudo isto nasceu, em finais de 2013, de uma ideia a olhar para uma lareira e nuns telefonemas entre amigos da crew. Uma brincadeira. Este ano tentámos perceber se estes prémios faziam sentido. Podemos dizer que sim e que vão evoluir na edição do próximo ano. 

 

Deixamos aqui os Melhores da Corrida de 2014. Parabéns aos vencedores.

 

Melhor Marca de running:

1ºAdidas
2º ASICS 
3ºNike 

Melhor modelo de sapatilha de estrada:

1ºAdidas Supernova Glide 6 
2ºAsics Gel Kayano 20 
3ºAdidas Adios Boost 2 

Melhor modelo de sapatilha de trail running:

1ºAdidas Supernova Riot 5 
2ºASICS Fuji Sensor 3
3ºAdidas Adistar Raven 3

Melhor acessório de running:

1ºRelógio Spoq A-rival 
2ºMeias Injiji 
3ºRelógio Garmin Forerunner 620 

Melhor treino de corrida:

1ºCorrer Lisboa 
2ºEscadinhas & Subidinhas 
3º Treinos Lunares 

 

Melhor prova de estrada:

1ºScalabis Night Race 
2ºMeia Maratona de Lisboa 
3ºCorrida do Fim da Europa 

 

Melhor prova de trail:

1ºTrail de Bucelas
2ºTrilhos de Almourol 
3ºLouzan Trail 

 

Melhor prova de trail ultra (mais de 42km):

1º Oh Meu Deus! 
2º Grande Trail Serra D’Arga 
3º Ultra Trilhos dos Abutres 

 

Melhor contribuição para a corrida:

1º Jorge Pina Corre mais por Portugal 
2º RTP Running 
3º TSF Runners

Melhor atleta do ano (2014):

1ºSara Moreira
2ºCarlos Sá
3ºDulce Félix  

 

Os prémio voltam no início de 2016!

SNR '14:Pampilhos, febras e tinto!

Por Joana Malcata

 

No passado sábado fomos a uma “festa”! E festa que é festa tem bolinho, musica, bom convívio e muita alegria. É assim que consigo descrever a segunda edição da prova Scalabis Night Race: uma festa.

 

Desde o ano passado que ouço falar sobre esta corrida. De todas as provas que ocorreram em 2013, esta era de longe uma das que recebia mais elogios, e que toda a gente queria repetir.Inscrições feitas e arrancámos em direção a Santarém.

 

 

As meninas apresentaram-se com os novos equipamentos da Asics, que em breve iremos dar notícias.

 

Um percurso com História, pela baixa da cidade, Portas do Sol, Escola Prática de Cavalaria, de onde saiu Salgueiro Maia, e chegada ao Jardim da Liberdade, sempre acompanhados por Campinos e muitos populares.

 

Na companhia do meu maridinho Nuno Malcata, senti-me muito bem durante toda a prova: subidas levezinhas e descidas para recuperar ao longo dos 10kms, com paragem para tinto ao 4km.

 

Ao som do “Depois do Adeus” de Paulo Carvalho, saímos da Escola Prática de Cavalaria em direção à meta, onde somos recebidos por membros da Crew e por um dos nossos ídolos nacionais: Carlos Sá.

 

 

De copo na mão, brindamos à organização da prova: bom percurso, animação, bifanas, pampilhos e tinto! E isto na melhor das companhias: Correr na Cidade Running Crew.

 

Só mesmo o tempo de espera para comer a saborosa bifaninha é que podia ter sido menor. Um ponto a melhorar para o ano. Porque nós vamos lá estar! 

 

 

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