Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correr na Cidade

Review: Puma Faas 500 TR v2 . Finalmente!!!

 

17930744_i3FFQ.jpeg

 

Aqui no blogue, de vez em quando, acontece. Andarmos a remoer uma review semanas atrás de semanas. Umas vezes por falta de tempo, outras vezes por alguma preguiça - é sempre mais fácil correr do que escrever - ou então porque aquele modelo ficou marcado com algo de bom ou mau que se passou.


E foi o meu caso com estes Puma Faas 500 TR V2. Esta review devia ter sido feita em finais de março, início de abril do ano passado. Precisamente, depois do Ultra do Piódão que fiz com eles - distância e prova mais do que suficientes para vos dar feedback. Mas não. Foram ficando ali no canto da casa onde arrumo as sapatilhas. Olhava para eles constantemente mas como não podia correr em trilhos e as memórias das dores do Ultra ainda estão bem presentes, nunca mais consegui escrever sobre as sapatilhas. A culpa não é delas, claro, é minha. Mas a relação com este modelo é diferente. E explico melhor.

 

Durante os nove meses lesionado dei a maioria das sapatilhas que tinha em casa para os restantes membros da crew. Fiquei reduzido a 2 pares para trail e outros tantos para estrada. Eu sei, é um exagero e queixo-me de abundância, mas ao invés de ficar com todos os que nos fazem chegar para testar, preferi dar.

Não sei porquê, mas nunca consegui dar estes Puma. Era uma espécie de vingança, olhava para eles e pensava: “se eu não corro, vocês também não”. Ao mesmo tempo, e apesar da Ultra me ter ficado "atravessada", foi com eles (e com o Tiago Portugal) que percorri aqueles montes e vales. Hoje em dia essa prova é algo de que não me orgulho – aliás, desfiz-me de qualquer recordação da prova (tshirts, medalha, dorsal) – mas continuei a olhar para eles com algum “carinho” e a serem a única recordação da Ultra presente - isso e a memória das dores no joelho. 

Assim, nove meses depois treinei com eles, várias vezes, uma das quais pelos trilhos da Guarda. Fiz as pazes com ele, e agora, finalmente, escrevo esta review.

 

17930764_fCT2U.jpeg

 

CONFORTO

São confortáveis q.b.! Nada de exageros, mas também não são minimalistas. A sola é dura mas protege. Aliás, no modelo anterior, a versão 1, que tem praticamente a mesma sola, enfiei um prego e não chegou ao pé. A palmilha original é bem confortável. A única queixa que tenho foi ter perdido uma unha do pé e a culpa foi minha, ao fim de 53 kms os pés crescem mesmo e devia ter usado umas sapatilhas meio tamanho acima. Para quem faz isto “das ultras” sabe que uma única unha perdida não é nada, por isso, não posso penalizar as sapatilhas por isso. De resto, nada de bolhas, nada de desconfortos. Tantos nesses 53 km, como nos 30km em Sintra ou nos últimos 15km feitos no final de dezembro ou já este ano, por Monsanto, sempre me senti muito bem com eles. E tenho para mim que sapatilhas que não se sentem e não clamam a atenção do corredor, são as sapatilhas ideais.

 

17930748_43v6G.jpeg

 

DESIGN/CONSTRUÇÃO

Adoro o design das sapatilhas. Acho que são das mais bonitas que andam por aí nos trilhos. Na cor que tenho, em encarnado e azul, são mesmo muito bonitas. Sei que a marca continua com o mesmo modelo nas próximas coleções, mas em cores diferentes. Este, a versão 2, é muito bem construído - apesar do upper – parte de cima da sapatilha – ser construída numa espécie de malha mas que nada tem a ver com os knit da Nike, Adidas e até de modelos da Puma. Apesar dessa construção nunca senti os pés mais molhados que em outros modelos, quando passei riachos ou quando chovia. A secagem, por causa do mesmo tecido, é relativamente rápida. Ao fim destes quilómetros todos ainda estão pouco deformados, mas sim, deformam um pouco, sobretudo na frente. Claro que há ali um apontamento ou outro de design que mudava. Mas quando encontrar as sapatilhas de trail perfeitas em termos de design, juro que aviso. Até lá, estas andam muito próximo disso.

 

ESTABILIDADE E ADERÊNCIA

Esta são duas das características mais importantes para as corridas em trilhos. Apesar de achar que este modelo é melhor para provas não muito técnicas, nunca me deixaram ficar mal. Tanto podem ser usadas em trilhos de terra batida ou daquelas descidas/subidas de pedra solta. O piso onde me parecem mais voláteis são nas pedras, sobretudo molhadas. Mas mesmo essa impressão desaparece quando a sola se gasta mais um pouco. Mesmo assim, confesso que umas escorregadelas iniciais fizeram-me ter algum medo. Tudo o resto, é sempre a abrir que esta sola, como já disse, não é para brincadeiras e leva tudo à frente. Em termos de estabilidade, são ténis de passada neutra e não comprometem nada, mesmo para pronadores como eu.

 

AMORTECIMENTO

Dentro destes parâmetros que avaliamos as sapatilhas, talvez seja a característica mais fraca deste modelo da Puma. São ténis duros, mas não incomodam pela sua rigidez.  Penso que são mais simpáticos para corredores leves, em forma e que não tenham grandes problemas com os joelhos. Alguém com excesso de peso pode sentir um pouco a dureza da sola que muitas das vezes é compensada pela excelente palmilha. Mesmo assim, sou da opinião, que corredores em inicio de aventuras no mundo da corrida podem usar este modelo experimentando-os aos poucos, até se habituarem. E dou-me a mim como exemplo, época festiva, uns 2 quilos a mais, ainda alguns problemas no joelho e fiz recentemente um trilho em que desci, desci, desci cerca de 1 hora – depois de ter passado hora e meia sempre a subir. E não senti nada de anormal com estes sapatilhas.

 

PREÇO:

Como indiquei anteriormente não existem nas lojas em Portugal. Mas podem ser compradas na loja online da Puma. No dia em que escrevi este texto, na primeira semana de janeiro, o modelo de inverno, que deve divergir um pouco do modelo primaveril que testei, estava a 65€ + portes. Uma pechincha. São sapatilhas muito boas e com este preço ficam quase irresistíveis, digo eu.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

Em suma, são um dos grandes segredos em matéria de sapatilhas de trail. Poucos conhecem este modelo e mesmo a marca Puma não faz grande alarido à volta deles. Mas devia. São das melhores ofertas para fazer distâncias até 53 km (a distância que conheço) e tendo em conta preço/qualidade deviam ser vistos mais nos pés dos trail runners nacionais. Caso para dizer que a marca devia “acordar” para o excelente material que proporciona e que não dá a conhecer. Há vida para lá dos Ignite, ok?

 

Conforto 17/20

Design/Construção 19/20

Estabilidade/Aderência 17/20 

Amortecimento 17/20

Preço: 20/20

Total 90/100

 

E este é o aspeto das sapatilhas após mais de 160 kms:

faastr.jpg

faastr2.jpg

 

 

 

 

Review: Pearl Izumi E:Motion M2 Trail

IMG_1520.JPGModelo: Pearl Izumi E:Motion Trail M2

Testado por: Tiago Portugal

Características pessoais: Pronador, com maior preponderância no membro inferior direito, peso médio e com um arco plantar elevado.

Condições de teste: Mais de 150km percorridos nos trilhos de Monsanto e Sintra. Descidas e trilhos com partes mais técnicas e treinos mais rápidos em terra batida com algumas secções feitas em estrada. Treinos maioritariamente entre 10-20km com 2 treinos de mais de 4 horas, 25-30km.

 

FullSizeRender (8).jpg

 A Pearl Izumi é uma das marcas que sempre me despertaram maior curiosidade pelo seu design apelativo e características dos vários modelos.

 

Em Portugal é uma marca que já tem alguma visibilidade no ciclismo e que está finalmente a começar a apostar no mercado da corrida com a venda de alguns modelos. Já está disponível em algumas lojas do norte do país e brevemente irão poder ver e experimentar alguns modelos na região de Lisboa e arredores.

 

Os Pearl Izumi E:Motion Trail M2 testados foram gentilmente cedidos pela Sociedade Comercial do Vouga, distribuidor oficial da marca em Portugal e o conteúdo do texto reflete uma opinião pessoal relativamente ao modelo testado.

 

150km depois será que os Pearl Izumi passaram no teste? Sem dúvida que sim, foram uma agradável surpresa.

 

Um modelo muito confortável com um rendimento bom em quase todos os pisos e que rapidamente me transmitiram confiança para correr sem medo. Entraram na minha rotação de sapatilhas e serão a minha escolha para provas e treinos até 25-30km. Será o modelo que irei utilizar nos 25km do Trail de Óbidos dia 1 de agosto.  IMG_1518.JPG

 Design e Construção

 

Como já referi, uma das características que mais me fascinam nos modelos da Pearl Izumi é o design. Gosto muito do formato dos vários modelos e acho que a combinação de cores é muito bem conseguida. Este modelo não foi exceção, a parte superior é em 2 tons de cinzento com pormenores azuis e laranjas. A sola é ao longo de toda a sapatilha laranja com a exceção de uma parte azul que percorre a sola desde o calcanhar até à proteção dos dedos. O logo da marca esta situado na zona lateral externa também ele em tons laranja. Nenhum pormenor foi deixado ao acaso e até os atacadores são azuis. Em termos de formato não têm aquele aspeto de sapatilha típica de corrida e parecem-se mais com um modelo casual. A Pearl Izumi não deixa nada ao acaso como comprova a qualidade do material e dos acabamentos deste modelo, que são extraordinários. Os atacadores deste modelo tem um formato diferente do usual, não são retos e direitos mas tem zonas ovais mais saídas que tem como propósito manter seguro o aperto das sapatilhas. Tudo pensado portanto.

 

Mais de 150km depois com exceção de uma parte de EVA que está exposta na sola não se nota nenhuma marca de uso ou degradação dos materiais.

 

Em termos de design e construção nota muito positiva para os Trail M2 desta marca japonesa.

FullSizeRender (9).jpg

Estabilidade e Aderência

 

Da mesma forma que a Pearl Izumi utiliza números para identificar os vários níveis de amortecimento também utiliza as letras N, M e H para facilmente se saber se o modelo contém características que dão maior estabilidade e suporte.  

 

Neste caso o M significa Midfoot Stability ou seja estabilidade do meio pé, um modelo produzido para os corredores que pretendem um sapato dinâmico mas que ofereça estabilidade e algum suporte.

 

Eu sou pronador, com maior preponderância do pé direito, e à medida que vou ficando cansado essa tendência aumenta. Por norma para a prática de trail não acho que o controlo de pronação seja factor essencial e não é algo que influencie a minha escolha.

 

No entanto, este modelo apesar de não específico para pronadores tem características que dão um maior suporte e estabilidade em caso de necessidade. Na região intermédia a densidade da sola é diferente e muito maior o que permite um aumento estabilidade.

 

A zona do calcanhar está reforçada com 4 tiras azuis que garantem uma maior estabilidade ao mesmo tempo que limitam os movimentos laterias e mantêm o calcanhar preso. Em terrenos irregulares os pés não balançam tanto e o movimento interior e exterior é reduzido. A palminha utilizada tem uma copa para o calcanhar assentar e ficar bem seguro.

 

Em termos de aderência não tive problemas em nenhum tipo de terreno. Os tacos não são muito proeminentes, sensivelmente 3mm, e em terrenos mais técnicos poderemos sentir mais dificuldades e apesar de não o ter testado creio que terrenos molhados e lama podem não ser os ambientes mais indicados para usufruir de todas as capacidades deste modelo. É um modelo pensado mais para trilhos americanos, com mais terra batida e menos técnicos do que os trilhos europeus, mas para 95% dos trilhos onde costumo correr são mais do suficientes e transmitem segurança a nível de aderência. Não seriam a minha escolha para o Trilho dos Abutres ou a Serra D’Arga mas para o Piodão ou o Monte da Lua não hesitaria em utilizá-los.

FullSizeRender (1).jpg

Conforto

 

O conforto é outro ponto forte deste modelo. Muito confortável à saída da caixa ou seja desde a primeira utilização. O seu ajuste é perfeito e o número corresponde, o 43, 27,5cm (número que habitualmente uso) assentou-me na perfeição. O formato desta sapatilha alarga na região da frente o que permite uma grande liberdade dos dedos do pé, pormenor que valorizo sempre ao escolher um modelo.

 

A região do calcanhar fica bem segura e sentimos que os Trail M2 envolvem todo o pé mantendo-o seguro mas sem apertar em demasia.

 

A região superior é uma das melhores partes desta sapatilha e é uma das características distintivas da marca sendo um fator de diferenciação relativamente à concorrência.  A parte superior não tem costuras e passando a mão por dentro não sentimos mesmo nada. As camadas que suportam a língua e os atacadores são termoseladas, assim como o logo da marca. A língua está presa só na frente mas apesar disso não se movimenta lateralmente. E feita de uma material esponjoso e não sendo muito grossa permite que fique bem colada e não deixe entrar detritos.  

 

Os últimos treinos de junho e os treinos de julho foram feitos em ambientes muito quentes mas em nenhum momento senti o pé a aquecer em demasia e e a malha deste modelo permite uma boa ventilação.

 

Por motivos climatéricos, e ainda bem, não testei a impermeabilidade e a secagem deste modelo sendo que não me posso pronunciar sobre essas características.

 

Tirando a rigidez inicial da rock plate foram umas sapatilhas que imediatamente me transmitiram boas sensações e confiança. Não me causaram nenhuma bolha nos pés nem nenhuma irritação ou sensibilidade. Tenho no pé direito algumas zonas mais calejadas e que facilmente ganham bolhas se a sapatilha não estiver mesmo à medida. Não foi o caso e passou este teste com distinção.

 

Na frente temos uma proteção para os dedos do pé, em azul, que evitam uma unha negra em caso de atingirmos algum obstáculo, a eficácia esta diretamente relacionada com o tamanho do objeto que atingimos, pedras e galhos grandes magoam na mesma.

FullSizeRender (2).jpg

Amortecimento

 

Na preview deste modelo mencionei que a marca Pearl Izumi utiliza nos seus modelos os números 1 2 e 3 que permitem identificar o nível de amortecimento de cada uma das suas sapatilhas, (1=mínimo, 2=moderado;3=máximo).

 

A nível de amortecimento para mim este modelo está mesmo no ponto certo, conseguimos manter a sensação de contato ao chão e sentir onde pomos o pé e o que pisamos ao mesmo tempo que não sentimos cada pedra e galho a espetar-se no pé. A sola é composta por dois níveis de densidade distintos que absorvem muito bem os impactos mas sem perder a reatividade e o retorno de energia. Na zona superior da sola os compostos utilizados são mais duros e resistentes mas mesmo assim reativos. Ao mexer conseguimos sentir a sola a comprimir e depois regressar ao seu formato original. Na região do meio pé e calcanhar existem duas densidades distintas e uma parte de EVA que está exposta, não percebi ainda bem o seu propósito. Segundo a marca o drop desta sapatilha é de 4mm. Medindo em casa apurei uma altura de 22mm na região do calcanhar que vai até aos 24mm no medio pé acabando com 12-14mm na região do calcanhar, tendo pelas minhas contas um drop de 8mm.

Diria que apesar do amortecimento são umas sapatilhas agressivas a nível de contacto.

 

Nas primeiras utilizações senti alguma rigidez na região dos dedos do pé devido à presença de uma rock plate, uma placa rígida imbutida na sola na parte da frente que serve para proteger o pé, que demorou cerca de 40-50km para deixar de sentir-se. A rock plate é visível através de buracos na sola e apesar de ser rija, tem de o ser para fazer bem o seu trabalho, ainda permite algum movimento e torção naquela região.

FullSizeRender (4).jpg

FullSizeRender (12).jpg

Preço

 

O PVPR rondará os cerca de 120 euros. Tendo em conta os materiais utilizados, os acabamentos e a durabilidade é um preço justo e de encontro aos valores praticados pela concorrência.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

 

Design/Construção: 19/20
Conforto: 19/ 20
Amortecimento: 18/20

Estabilidade/Aderência: 18/20
Preço: 18/20

TOTAL: 92/100

 

As expectativas eram elevadas e os Pearl Izumi Trail M2 não desiludiram em nenhum aspeto. Foram sem sombra de dúvida uma das melhores sapatilhas de trail que já usei e são neste momento as primeiras que tiro do armário se for fazer um treino até 20-25km. Provavelmente não serão as mais indicadas para provas muito técnicas, e em piso molhado não as pude testar, mas para treinos ou provas mais rápidas serão uma das minhas escolhas. 

 

Uma opção a considerar se está a pensar ou a precisar adquirir um novo par de sapatilhas de trail. 

 

Unboxing e 1ª Impressão: Pearl Izumi Trail N2

WOW!!! São bonitas!

 

Esta foi a primeira expressão que tive ao abrir a caixa, mas será que estas Pearl Izumi Trail N2 se ficam por aí? … Fiquem mais um pouco e descubram a minha primeira impressão sobre este par de sapatilhas desta marca com ascendência Japonesa que ainda não é muito conhecida no nosso país.

 

Mas antes de mais, coloco as imagens do unboxing… e já agora, qual a vossa opinião? Bonitas?

 

jplgoncalves jplgoncalves jplgoncalves jplgoncalves jplgoncalves

jplgoncalves

 

Como calçar umas meias

 

Para além do seu aspeto exterior que na minha opinião pessoal foi muito bem conseguido pelos designers da marca, ao pegar e sobre tudo ao calçar, se sente que estas sapatilhas vão proporcionar uma corrida confortável, muito graças à quase eliminação de costuras no topo e à sua parte dianteira larga o suficiente que permite abrir os dedos na sua totalidade, sem que cause desconforto para o pé, basicamente a sensação é a de calçar umas meias.

 

Sensação de leveza de uns ténis de estrada, numa sola todo o terreno

 

O primeiro teste foi efetuado ao longo de 10km em estradões de terra batida com descidas algo acentuadas com passagens em alguns troços sobre lages de xisto e alguns single tracks sinuosos e muito rápidos – resultado final - a sensação de leveza de uns ténis de estrada numa sola capaz de se agarrar bem ao terreno, mesmo em planos mais inclinados, para além disso, também se sente um excelente amortecimento e apoio no calcanhar que contribui para o conforto da experiencia de utilização.

 

Cheira-me que vou gostar muito destas sapatilhas

Ainda é cedo para dizer mais sobre estas Pearl Izumi Trail N2 mas fiquei com vontade de as voltar as calçar e testa-las ao longo de muitos km e tipos de terreno variados, mas que fiquei com o feeling que serão uma agradável surpresa… isso fiquei.

Fiquem atentos daqui a mais um tempo ao review final mais detalhado, mas caso se sintam curiosos sobre estas Izumi e não se sintam envergonhados e perguntem por novidades sobre a minha experiencia com elas.

 

jplgoncalves

jplgoncalves

 

Preview: Pearl Izumi E:Motion Trail M2

 

IMG_1425.JPG

Por: Tiago Portugal 

 

É verdade, a coleção de corrida da Pearl Izumi está finalmente disponível em Portugal. Esta marca mais conhecida na área do ciclismo esta agora a entrar no mercado do running no nosso país e uma das apostas para 2015 é o modelo de trail E:Motion M2.

 

A Pearl Izumi nasceu há 50 anos no Japão quando um pai produziu o primeiro material de ciclismo japonês para o seu filho. O nome Pearl Izumi deriva da gema “Pearl” em portugês “perola” e Izumi representa uma área do japão conhecida pela sua água limpa. O nome traduzido de forma literal significa “fonte de perolas”.

 

O modelo apresentado hoje é da coleção E:Motion sendo que o 2 representa o nível de amortecimento (1=mínimo, 2=moderado;3=máximo) e o M significa Midfoot Stability ou seja estabilidade do meio pé. Um modelo pensado para os corredores que pretendem um sapato dinâmico mas que ofereça estabilidade

 

Já tive a oportunidade de testar este modelo em duas corridas de 8-9km por Monsanto e o que posso dizer é que são umas sapatilhas muito confortáveis no pé logo nas primeiras saídas. O tamanho corresponde, o 43 número que normalmente calço ficou muito bem, a frente do sapato tem espaço suficiente para os dedos e a parte superior sem costuras ajuda ao conforto deste modelo.Senti alguma rigidez mas ainda é cedo e preciso de os usar mais vezes. Ao longo das próximas semanas irei utilizar e testar este modelo da Pearl Izumi, por enquanto fiquem com as fotos.  

IMG_1429.JPG

IMG_1430.JPG

 

IMG_1431.JPG

IMG_1434.JPG

IMG_1445.JPG

IMG_1447.JPG

IMG_1449.JPG

IMG_1451.JPG

 

Estou entusiasmado, já estava há algum tempo para experimentar um modelo desta marca. 

 

Boas corridas a todos. 

  

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Actividade no Strava

Somos Parceiros



Os nossos treinos têm o apoio:



Logo_Vimeiro

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D