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Correr na Cidade

Novidades 2018

As novidades para 2018 são muitas e boas. As principais marcas de sapatilhas de corrida esgrimam argumentos para conseguir atrair novo público e fidelizar os seus clientes cada vez mais exigentes. No Outdoor Retailer show que se realizou em Salt Lake City já foi possível vislumbrar alguns dos novos modelos de estrada e trail que irão estar disponíveis em 2018.

 

Aqui ficam algumas das muitas novidades Salomon.JPG

 Esquerda para Direita Salomon RA Pro, Sonic RA, Sonic RA MAX

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Salomon S-LAb Sense 2

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 Salomon XA Elevate

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 Saucony Kinvara 9

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 Saucony Peregrine 9

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 Adidas Terrex Two Boa

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 INOV 8 X-Talon 230

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 Skechers GOrun Forza 3

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Brooks Adrenaline GTS 18

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 La Sportiva Lykan

 

2018 promete ser um ano com modelos cada vez mais interessantes.

Review: Adidas Ultra Boost V2

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Testado por: Joana Malcata

Características pessoais: Passada Neutra

Condições de teste: Meia Maratona de Madrid, treinos de 10 a 15km; Corrida do Tejo e Rock’n’Roll Mini Maratona de Lisboa.

 

PRÓLOGO

Antes de apresentar a minha review, tenho de a contextualizar: não gosto, pessoalmente, de ler reviews demasiado técnicas: não quero saber do drop, do peso exacto em gramas, ou da tecnologia que usaram na sola. Só quero saber uma coisa: são bons? Mas claro que esse “bons” tem de cumprir alguns requisitos, que as reviews falam sempre, mas em “tenictês”, e que às vezes baralham.

Assim sendo, vou apresentar a minha review dos Adidas Ultra Boost V2.

   

 

Preview: ASICS Nimbus 17

 

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Já tinha algumas saudades de correr e experimentar um modelo da marca Japonesa ASICS. Há mais de 2 anos que não corro com nenhum modelo desta marca, desde que dei os meus Fuji Trabuco. Se existem 2 adjetivos para descrever esta marca eu apostaria em consistência e qualidade, apesar de achar que já é altura de a marca se reinventar um pouco, a tecnologia GEL já tem alguns anos, mas veremos como a ASICS irá enfrentar os próximos desafios de um mercado cada vez mais competitivo e tecnológico como o da corrida.

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A ASICS Portugal teve a gentileza de nos ceder um par de um dos seus modelos mais icónicos que já vai na sua 17ª versão, os ASICS GEL NIMBUS 17. Um modelo com muitos adeptos e um dos preferidos entre os corredores que procuram uma sapatilha com amortecimento e conforto, não é por acaso que venceu o Prêmio de Melhor Sapatilha de estrada em 2015.

 

Não irei abordar as diferenças entre as várias versões dos NIMBUS pois não corri com nenhuma deles, mas de acordo com as pesquisas que efetuei a 17ª versão é uma alteração profunda com um visual renovado, novos materiais e um upper diferente.

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Em termos visuais a minha primeira impressão é que se vê logo que são uns ASICS, não sabendo desde logo se isso é bom ou mau. O GEL é visível na entressola e em grande quantidade. Calçando as sapatilhas pela primeira vez senti desde logo o conforto e amortecimento, efeito pantufa ao longo de todo o pé. No entanto, senti-me muito alto e estranhei um pouco, apesar de ter um drop clássico de 10mm, e não ser a sapatilha mais alta que tenho. Talvez com o uso e hábito ao modelo esta sensação se atenue.

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O volume da sola e entressola é grande e mesmo a palminha têm ainda mais uns bons mm de amortecimento.

 

Durante as próximas semanas irei utilizar as NIMBUS 17 nos meus treinos de corrida em Lisboa e ao longo do paredão de Cascais, estou a precisar de recuperar a forma e este modelo certamente proporcionará o nível de amortecimento ao longo de toda a passada e conforto que procuro nesta fase.

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 E vocês já correram com os Nimbus? O que acham deste modelo e da própria ASICS?

A nova coleção de sapatilhas de corrida da Reebok

Gostamos de partilhar coisas bonitas convosco. E hoje partilhamos os novos modelos de sapatilhas da Reebok que estão prestes a chegar às lojas e aos pés dos portugueses. Sapatilhas para trail e corridas de obstáculos, para pronadores e para neutros. Digam de vossa justiça. 

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7 perguntas à...Brooks

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Por Tiago Portugal e Filipe Gil


Decidimos ouvir o que as marcas que apostam no setor da corrida em Portugal. Como avaliam o mercado, como sentem a evolução da modalidade em Portugal. Será uma moda passageira? Será algo que veio para ficar? Quisemos ouvir quem veste e calça quem corre em Portugal. Assim, nas próximas semanas iremos publicar algumas mini entrevistas para que os nossos leitores fiquem a conhecer melhor as marcas e a postura destas no mercado nacional. A primeira entrevista é a recém-chegada a Portugal, a marca norte-americana Brooks.

 

 

Entrevista a Dan RickFelder Diretor Ibérico da Brooks.

 

Como analisam o setor da corrida em Portugal?
Basta olhar para os maiores parques urbanos e para as zonas de corrida ao fim da tarde para ver a dinâmica que existe e perceber que Portugal está no meio de um boom de corrida. No entanto, comparando com outros mercados europeus é percetível que existe uma lacuna de vendedores e lojas especializadas nesta modalidade.

 

A corrida é uma moda? Vai desvanecer ou veio para ficar?
Com base naquilo que assistimos noutros mercados e a nível mundial a corrida não desvanece com o tempo. As pessoas correm pelas mais variadas razões, desde saúde ao lazer, e é uma oportunidade de durante o dia terem o “Meu tempo”, uma altura do dia em que estão focadas nelas próprias. De igual forma, correr é um desporto acessível em termos de custos e tempo, e rapidamente se encaixa na rotina pessoal.

 

Qual a vossa sapatilha de corrida com mais sucesso entre os portugueses?
Só estamos no mercado português desde setembro de 2015, e o nosso modelo mais vendido tem sido os Adrenaline GTS. É uma sapatilha equilibrada, que oferece a quantidade ideal de suporte/apoio e amortecimento. Estamos a introduzir a 16ª edição do Adrenaline GTS em dezembro. Para os corredores de trail, o nosso modelo mais vendido é o Cascadia, que é famoso pelo nível de conforto e proteção que proporciona, uma sapatilha que se esquece nos pés e permite aos corredores apenas apreciarem a paisagem. A 11ª edição dos Cascadia também chega ao mercado em dezembro deste ano.

 

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Que novidades vão ter para os corredores nas próximas coleções?
Em fevereiro vamos lançar um conceito completamente novo para Brooks, um modelo chamado Neuro, para aqueles corredores que procuram sensações rápidas e velocidade o Neuro irá ajudá-lo a libertar a sua velocidade.

 

Em Portugal vende-se vestuário para corrida ou os portugueses apostam mais nas marcas apenas nas sapatilhas?
A Brooks é uma marca que oferece produtos dos pés à cabeça para ajudar os corredores a terem o máximo de proveito de cada corrida. Como somos uma empresa especializada em corrida estamos em grande contacto com as necessidades dos corredores e contamos com as opiniões destes para conceber produtos que vão ao encontro do que os corredores desejam. Quer seja matérias de absorção de humidade avançados, proteção contra os elementos naturais, chuva e sol, refletividade ou segurança, a Brooks oferece soluções. Também temos a nossa coleção Moving Comfort, que é a líder mundial de marcas sutiãs de desporto, 8 em 10 sutiãs vendidos em lojas de corrida especializadas nos EUA são da Moving Comfort.

 

Como marca, que outras áreas/desportos estão a apostar para conquistar os corredores?
O que pretendemos é que os corredores experimentam a Brooks. O coração de qualquer sapatilha de corrida é a média-sola. Nós utilizamos a nossa Tecnologia DNA que se adapta instantaneamente ao estilo de correr de cada corredor proporcionando uma sensação de conforto a cada passada.

 

De que forma as marcas podem intervir e contribuir para que os jovens se tornem menos sedentários? 
A missão da Brooks é inspirar pessoas a correr e a serem ativas, isso é o que vai no coração de tudo o que fazemos. No centro disso está criar produtos que possam ajudar a corrida a ser agradavél para novos corredores e evitar lesões. O nosso lema caracteriza a nossa forma de estar na corrida: “Run Happy”.

 

A Brooks já se encontra à venda em Portugal desde setembro no El Corte Inglês de Lisboa e de Gaia.

Review: Brooks Adrenaline GTS 15

Modelo: Brooks Adrenaline GTS 15

Testado por: Tiago Portugal

Características pessoais: Pronador, com maior preponderância no membro inferior direito, peso médio e com um arco plantar elevado.

Condições de teste: Mais de 100km percorridos em estrada e terra batida. Usados em vários treinos de 10-15km e numa prova de 10k.

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Os Brooks Adrenaline GTS 12 foram o primeiro modelo desta marca americana que usei. Uma compra por impulso, a primeira de muitas que fiz pela internet. No tempo em que a Amazon UK ainda tinha em consideração os consumidores portugueses e tínhamos a acesso a free shipping. Isso e a Brooks ainda não estava disponível no nosso País, situação que felizmente já está resolvida. Uma compra que se revelou muito certeira.

 

Foram as sapatilhas com as quais corri mais quilómetros e alcancei alguns marcos importantes.

 

Foi assim com agrado que recebi o mais recente modelo dos Adrenaline GTS para testar, já  na versão 15. Pelo meio ainda corri com a versão 13.

 

E o que mudou dos modelos 12 e 13 para este? Quase tudo. Continuam a ser um modelo fantástico, mas diferente do que estava habituado.

 

Através das melhorias incorporadas nesta versão os Brooks Adrenaline GTS 15 são exatamente aquilo que pretendem ser, um “Go To Shoe” com os quais podemos ir correr qualquer distância em estrada ou mesmo enfrentar percursos de terra batida ou trilhos menos técnicos, um modelo que dá para tudo. Com elementos de estabilidade e um melhor sistema de amortecimento este modelo certamente agradará aos corredores que precisam ou procuram estas características.

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Conforto

 

Este é um daqueles modelos que podemos tirar da caixa e imediatamente ir correr com eles. O ajuste é confortável e seguro ao mesmo tempo que nos dá amortecimento e estabilidade. Tudo o que pretendo de uma sapatilha de corrida.

 

O pé fica bastante seguro no calcanhar e não se movimenta durante a corrida. Apesar de serem claramente uma sapatilha de estabilidade são bastante flexíveis graças ao pontos de flexão situados na sola, tecnologia Flextra, que permite dobrar a sapatilha sem problema.

 

A parte superior é composta de uma malha transpirável que mantem os pés secos e a uma temperatura adequada. Alguns elementos são sobrepostos através de uma impressão 3D Fit.

 

A palmilha incorpora também ela a tecnologia BioMogo de forma a dar um maior amortecimento e para quem como eu necessita existe um suporte para o arco plantar.

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A única ressalva é o tamanho. Tal como em versões anteriores, 12 e 13, este modelo é largo na zona dos pés o que permite alguma liberdade, no entanto é um pouco mais curto que os seus antecessores por isso sugiro ½ número acima do vosso normal. É muito mais confortável correr com uma sapatilha um pouco maior do que demasiado pequena.

 

Design/Construção

 

Em termos de design é um modelo de sapatilha bastante sóbrio, em tons de preto com alguns elementos coloridos. Ao contrário de alguns modelos que têm saído no mercado não é demasiado espampanante, e pode ser utilizado de uma forma mais casual, por exemplo com umas calças de ganga.

 

Tal como Adrenaline GTS 12 que tive estes sapatos foram construídos para durar muitos e bons quilómetros. É para usar sem medos. Ao fim de mais de 100km não apresentam qualquer sinal de desgaste e o amortecimento e suporte mantem-se inalterável desde o primeiro dia. A sola é feita de HPR Plus um composto de borracha mais duradouro e resistente à abrasão. Estou confiante que farão seguramente mais de 800km sem problemas.

 

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 É de realçar a qualidade dos restantes materiais e os acabamentos utilizados tanto no upper como no seu interior.

Em resumo, neste capítulo os Brooks Adrenaline GTS 15 levam uma nota muito positiva.

 

Estabilidade e Aderência 

 

Os Adrenaline GTS 15 são, de acordo com a Brooks, desenvolvidos com estrutura e equilíbrio para os corredores que desejam uma estabilidade moderada. Foi introduzida uma nova Progressive Diagonal Rollbar (PDRB) que mais não é do que um suporte estabilizador com tripla densidade que permite um controle progressivo da pronação e garante uma transição mais suave entre o apoio central do pé e a fase do impulso. Sendo eu um pronador moderado este modelo adapta-se perfeitamente à minha passada e é um compromisso perfeito entre amortecimento e estabilidade.

IMG_2111.JPGProgressive Diagonal Rollbar (PDRB) - as diferentes cores representam densidades distintas

A sola em HPR Plus é muito duradoura e resistente à abrasão. Já com mais de 100km feitos, e alguns em trilhos de terra batida não se nota nenhum sinal de desgaste na sola. Em termos de aderência nada a apontar a este modelo, apesar de ser feito para estrada aguenta sem grandes problemas caminhos de terra batida e gravilha. Não se pode é esperar grandes comportamentos se a levarmos para trilhos mais técnicos.

IMG_2112.JPGTecnologia Flextra para maior flexibilidade- Borracha HPR Plus

Amortecimento

 

Seguindo a nova tendência da Brooks, este modelo incorpora a tecnologia BioMoGo DNA ao longo de toda a sola, o que proporciona um maior amortecimento. Brooks DNA é um sistema de amortecimento único e inovador que se adapta às características específicas de cada corredor. É um material viscoso que reage à força que se aplica, garantindo um amortecimento 30% superior comparativamente ao Gel ou EVA tradicionais, e uma transição mais suave da passada. Uma característica muito interessante é que o material utilizado na entressola, BioMoGo, da Brooks é Eco Friendly, a marca americana é talvez o fabricante de sapatilhas de corrida mais amigo do ambiente.

 

Os Brooks Adrenaline GTS 15 são garante de excelente estabilidade complementados com um amortecimento desde o calcanhar até à ponta dos dedos. A introdução de um composto na entressola, Crash Pad, constituído por várias almofadas que trabalham em conjunto para se adaptar à passada de cada corredor proporcionando desta forma a dose adequada de amortecimento e uma transição que potencia o esforço do corredor em cada passada.

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Em conjunto, o BioMoGo DNA e o Crash Pad funcionam na perfeição e são garantia de um comportamento homogéneo em toda a sapatilha. Sem ser demasiado mole, como alguns modelos recentes no mercado, os Brooks Adrenaline GTS 15 são um equilíbrio entre amortecimento e estabilidade. Tais como as versões 12 e 13 deste modelo, parecem que foram feitos à medida para mim e certamente que irão deixar felizes quem os calçar.

 

Preço

 

Este modelo encontra-se à venda no El Corte Inglês de Lisboa e no de Gaia por 109,95 € o que tendo em conta que incorpora a melhor tecnologia da Brooks é um preço muito razoável e mais baixo do que outros modelos de estabilidade. Pelo preço tem acesso a um modelo preparado para qualquer atividade e com garantia de muitos e muitos quilómetros.

 

Avaliação Final

 

Conforto 18/20

Design/Construção 18/20

Estabilidade/Aderência 19/20 

Amortecimento 18/20

Preço 17/20

Total 90/100

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Conclusão

 

Os Brooks adrenaline GTS 15 são umas sapatilhas para quem, como eu, precisa e procura um equilíbrio entre estabilidade e amortecimento em todos as passadas e momentos, Um modelo para muitos quilómetros, em estrada, terra batida ou gravilha, para aqueles corredores que querem um modelo sólido de estabilidade.

 

Se ainda não conhece a Brooks vá até ao El Corte Inglês, certamente não ficará desapontado.

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