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Correr na Cidade

Inov-8 na Taça Ibérica na Cerveira

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Por Stefan Pequito:

 

Desde Sicó que sabia que algo tinha de mudar. Foi uma boa experiência para primeira prova do ano mas tinha de mudar algo. E assim, meti “o tico e o teco” a mexer e comecei a ver onde andavam as minhas falhas. Em primeiro lugar, mudei os calções, mais minimalistas, para algo mais confortável, e escolhi os novas Kalenji de trail com o interior de compressão -  algo que nunca tinha usado e pensei que não ia gostar, mas que me tem maravilhado.

A seguinte mudança foi a nível de alimentação antes das provas achei que podia tirar mais proveito de meu rendimento se tivesse um acompanhamento nutricional e foi o que fiz nestas últimas semanas com a Drª. Ana Sofia Guerra que também e membro da crew do Correr na Cidade. E posso desde já dizer que a alimentação pode fazer milagres!

Por último, a mudança maior que fiz foi mudar as sapatilhas, das minhas Salming t1 que usei no ano anterior (e das quais gosto) e apostei nas Inov8 250 Terraclaw compradas na Obasic o actual representante português da marca.

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Estava algo reticente pois é uma sapatilha com um drop de 8mm, e que não pude experimentar antes de mandar vir. Depois de ler várias reviews estrangeiras, arrisquei e mandei vir. Quando as calcei pela primeira vez gostei logo da sensação: os dedos mexem-se a vontade o uper é fantástico segurando o pé mas sem sentir os atacadores. As sapatilhas são super confortáveis mesmo tendo um drop de 8mm. Fiz uns treinos com elas e adorei a sensação principalmente na aderência. Confesso que são as primeiras que me fazem ter confiança a descer (o meu ponto fraco) em zonas molhadas. Contudo, tinha de as testar melhor e fui  à prova da Taça Ibéria que é organizada pelo Ed Viana - a atual melhor equipa de trail em Portugal (desculpem Meus Javalis mas por enquanto ainda são lol).

 

Taça Ibérica

Foi uma aventura sair na sexta-feira depois do trabalho e ir à boleia com um bom amigo para cima (sorte em ter boleia, claro) fui para a Pousada da Juventude de Cerveira que é de top! De manhã depois do pequeno-almoço arranquei para a partida para ir buscar o dorsal, o tempo não estava mau mas começou aos poucos a piorar. O vento levantou-se e o frio começou-se a sentir.

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Deu-se a partida e lá fomos nos dar uma volta à vila e depois serra acima. O objetivo da prova era tentar ir no máximo de tempo atrás do Nuno Silva, mas sem apertar muito só o suficiente para ir uns metros a traz dele. Claro que foi complicado. O Nuno é o Nuno e tem uma pedalada do “caraças”. Tivemos subidas muito íngremes e algo longas - como eu gosto-, duras e descidas iguais nos primeiros 20km.

 

Consegui chegar aos 20 já isolado na terceira posição e deu para respirar um pouco e acalmar um bocadinho o ritmo. Nos postos de abastecimento lá ia perguntado a que tempo estava dos primeiros -  precisamente a 3  minutos do 2º e a 10 minutos do 1º.

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Perto dos 35 quilómetros decidi “ir buscar” o segundo lugar e apertei um pouco e acabei por apanhá-lo na ultima subida longa. A partir daí acabei por ir com ele e decidimos os dois que não valia a pena picardias finais pois já estávamos quase no fim e não íamos ganhar nada com isso. Por isso reduzimos bastante o ritmo e deixamo-nos ir. Foi bom (é sempre bom) a companhia. Acabamos a prova juntos ficando os dois 2º e 3º com o mesmo tempo, mas fiquei um pouco chateado de ter ficado a tanto tempo do Nuno (o vencedor). Sou sincero. Roeu-me um pouco. Mas paciência, como esta prova também era de preparação para Lavaredo, não quis cometer erros desnecessários.

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O que posso dizer da prova: bastante dura (50k com 3100d+) algo que em Portugal são poucas as provas assim. Uma mão, organização exemplar em tudo: posto abastecimentos top, marcações do melhor que há (só há uma organização cá que me lembre que marque tão bem que é a Horizontes) sem erros fácil de perceber quando se tem de virar ou não, e um belo misto de trilhos mais técnicos com mais rolantes, ou seja, uma prova muito equilibrada. Até me arrisco a dizer que nesta distância é das melhores, e merecem muito mais participantes mesmo sendo “longe como tudo”. Em 2017 vou fazer de tudo para a incluir no calendário novamente.  Quero agradecer aos Amigos da Montanha que no final me levaram ao Porto para ir apanhar o autocarro para Lisboa.


No fim disto tudo, o que queria testar foi testado, desde os tais calções com cueca incluída e compressão, leves e super confortáveis e que me deram o apoio necessário nas descidas. A  alimentação foi top (ps: não comi as barras olimpos durante a prova pois havia nos postos pela 1º vez e aquilo é bom ). Finalmente estou a acertar com isto.


E as sapatilhas? Meu deus, sem dúvida as melhores que já tive até agora leves, super leves, confortáveis com aderência em tudo desde lama a pedra. Estou mesmo muito satisfeito, e mesmo não tendo um rock plate são bastante confortáveis. Foi a primeira prova que acabei sem ter os pés mal tratados.  A única coisa que tenho a apontar é que deixa entrar um pouco de “lixo” para dentro mas nada que não seja resolvido com umas polainas.

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Quero agradecer à Ana pelo enorme apoio que me tem dado nestas semanas com a alimentação  - algo que estou a ver resultados. À loja Girassol pelo apoio. E agradecer à Injinji Portugal por me ajudar com as melhores meias para trail e não só. E, claro, ao Paulo Pires meu treinador por me deixar ir divertir-me para a serra. Agradecer também as minhas equipas (sim equipas lol) a oficial Amcf-Arrabida team trail e as famílias Correr na Cidade e Armada Trail e, claro, todos os amigos e familiares que me tem apoiado nesta enorme aventura.

 

Agora que venha Lavaredo (Itália) até lá preparação dura!

Sapatilhas 2015 - Resumo do ano

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Por Tiago Portugal:

 

2015 está a ser um ano prolífero em termos de sapatilhas de corrida. As marcas estão a apostar cada vez mais em inovação e design e com isso ganhamos nós todos. Os sapatos de corrida são cada vez mais pensados e desenhados para serem usados não só na corrida mas também no dia-a-dia.

 

Além das novas coleções 2015, este ano assistimos ao aparecimento em Portugal de novas marcas tais como a Salming, Hoka One One e Pearl Izumi só para citar algumas.

 

Vamos fazer um resumo dos modelos de sapatilhas (de estrada e de trail) que os membros do CNC já experimentaram e testaram até à data - sendo que alguns modelos ainda estão na calha e a terminar o período de testes para serem devidamente apresentados aqui.

Até ao fim do ano estão prometidas muitas novidades mas por enquanto fique com as sapatilhas que tiveram as pontuações mais elevadas desde o início de 2015 até à data.

 

Estrada

Saucony Triumph ISO

New Balance 890v5

Puma Ignite

Adidas Ultra Boost

Salming Distance

Puma Faas 500 S2

Under Armour Engage

 

Trail

Reebok All Terrain Super

Salming T1

La Sportiva Bushido

Merrell AllOut Peak

Kalenji XT5 Kiprun

Berg Pantera

Pearl Izumi E:Motion M2

 

Review: Salming Distance segunda geração

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ModeloSalming Distance D1 - modelo de 2015

 

Testado por: Bo Irik

 

Condições de teste: Vários treinos por Lisboa, em vários pisos e em prova na Corrida da Fogueiras 2015 (15km).

 

A Salming, marca sueca, tem vindo a ganhar cada vez mais visibilidade no mercado português, apoiando várias provas de referência, entre as quais a Meia Maratona do Douro Vinhateiro, e já estando presente em lojas especializadas por todo o país.

 

No niche do Running, a Salming tem vindo a apostar no Natural Running, a forma natural de correr em que o atleta coloca o meio do pé em contacto com o solo primeiro, usando a força da gravidade para lhe empurrar para frente. Na crew temos vários elementos fãs desta filosofia, por exemplo o Stefan que adora as sapatilhas Salming T1 para trail e eu, fã dos Salming Distance.

 

Vamos lá então ao review do modelo Distance D1 de 2015 (segunda geração) que difere do modelo de 2014, segundo a marca, nos seguintes aspetos:

  1. Melhoramos todos os compostos de borracha;
  2. Melhorias na borracha da sola exterior, o que permite mais durabilidade, logo menor desgaste e mais kms;
  3. Zona do calcanhar reforçada e mais adaptável.

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DESIGN e CONSTRUÇÃO

Começo com uma crítica. O primeiro par de Salming Distance que usei foram um modelo de homem, tamanho 25,5cm. Na altura ainda não havia lojas Salming em Lisboa pelo que não pude experimentar o tamanho antes de encomendar as sapatilhas. Na verdade, este tamanho e modelo masculino ficava-me ligeiramente folgado, mas mesmo assim a experiência foi muito boa e as sapatilhas acompanharam-me na minha primeira maratona. Dado que o fit do modelo masculino e que normalmente prefiro sentir o pé bem aconchegado, encomendei o mesmo tamanho mas modelo feminino quando a Salming me deu a oportunidade de testar a segunda geração deste modelo. Infelizmente, o mesmo sapato mas versão mulher fica-me um pouco justo. É pena e é estranho que o mesmo tamanho, em cm, de homem para mulher tem uma diferença de tamanho tão significativa. Por isso recomendo que experimentem o modelo e tamanho numa loja.

 

Um ponto muito forte desta sapatilha é o seu design. Pelo menos um elogio é garantido por cada vez que as uso. De facto, a combinação de cores “Purple Cactus Flower” foi muito bem conseguida.

 

Segundo a marca, a sapatilha Salming Distance foi “Concebida para durar. (…) Com grande durabilidade e um drop de 5mm, esta sapatilha foi projetada para ajudá-lo a superar longas distâncias e superfícies duras.” Pois, tal como o nome indica, as Distance prometem acompanhar corredores neutros em distâncias maiores. Realmente, os ténis dão a confiança necessária para conquistar distâncias maiores (meias maratonas por exemplo). Em treinos mais longos fiquei apenas com umas pequenas bolhas nos calcanhares, mas nem quero atribuir a causa às sapatilhas em si, pois, os meus pés são muito sensíveis a bolhas e este tamanho é um bocadinho pequeno para mim.

 

O seu peso também é um fator positivo, com apenas 195g (240gr modelo masculino) são das sapatilhas mais leves que já tive. Conforme prometido, a marca apostou num reforço na zona do calcanhar mas isso não afetou o peso.

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CONFORTO

Gosto imenso do drop reduzido (5mm), que permite sentir realmente um efeito mais “natural”. Hoje em dia correr com tênis de drop maior, que pode atingir 12mm no caso da maioria dos modelos ASICS e New Balance, já me faz impressão. Parece que ando de saltos altos :p

 

Dão-se muito bem com o calor, pois respiram bem. De forma a conciliar conforto com durabilidade, a marca sueca apostou numa construção em três camadas. A primeira, uma espécie de rede, é confortável e altamente respirável enquanto a camada do meio ajuda a ganhar estabilidade e diminui a pressão no pé. A camada exterior, também em rede, é respirável e feito de uma material resistente (para além de ser giro).

 

Tal como nos Salming Distance de primeira geração, achei que estas sapatilhas poderiam melhorar no que toca à sua flexibilidade, pois são algo rijas.

 

A palmilha é removível e incorpora tecnologias antibacterianas e anti-odor para um maior conforto, higiene e durabilidade do sapato. Gosto do formato achatado dos cordões e o sapato tem o buraquinho extra para atar devidamente os atacadores.

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ESTABILIDADE e ADERÊNCIA

As Salming Distance de segunda geração têm uma armação especial - Exo Skeleton - que promete estabilizar o pé em movimentos laterais e permite distribuir a pressão da sapatilha no pé de forma uniforme, eliminando fricção.

 

Em termos de aderência estas sapatilhas são muito boas, desde alcatrão molhado, à calçada portuguesa e caminhos de terra batida. Felizmente, a marca apostou numa sola leve com elementos “sticky” colocados em pontos estratégicos da sola permitindo uma melhor aderência, mesmo em trajetos com inclinação, como é o caso de Lisboa, ao correr na cidade.

 

AMORTECIMENTO

Muito confortáveis, até na calçada portuguesa se comportam bem graças à tecnologia RunLite™ na entressola, que proporciona alta resistência ao desgaste e uma sensação agradável no contacto com o solo. Também na praia são amigos.

 

Para mim e tendo em conta a minha estatura, apesar do peso reduzido das sapatilhas, elas fornecem amortecimento suficiente para distâncias maiores.

 

PREÇO

Em Portugal, as Salming Distance de segunda geração têm um PVP de 130€. Para mim, pessoalmente, fora do orçamento disponível para calçado de corrida. Mas que para quem procura uma experiência de natural running para distâncias maiores e tiver um orçamento mais folgado pode justificar-se.

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AVALIAÇÃO FINAL

Design e Construção: 19/20
Conforto: 17/20
Estabilidade e Aderência: 18/20
Amortecimento: 18/20
Preço: 13/20

Total: 85/100

 

O estilo “natural running” (não necessariamente estes ténis em si) não é para todos. Para corredores habituados a ténis com maior amortecimento e controle de estabilidade ou mais pesados, a adaptação a este tipo de sapatilhas deve ser gradual e cuidadosa.

 

Na minha opinião, os Salming Distance de segunda geração cumprem as suas promessas. Eu gostei e gosto muito e recomendo vivamente a quem a se queria aventurar no “natural running”. Continuarei a usá-los em treinos mais longos e (Meias) Maratonas.

 

Boas corridas!

Review: Salming T1 - A surpresa sueca

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Por Stefan Pequito

 

A Salming é uma marca que já andava a namorar há algum tempo, mas para minha infelicidade não tinha, ainda, modelos de trail. Contudo, em dezembro do ano passado, tive conhecimento que iam lançar umas sapatilhas de trail e, mal as vi, percebi que a nível de design tinham um “aspeto de top”. Não resisti e fiz logo o pedido para as testar.

 

Foram uns meses "dolorosos" à espera delas, pois estava mesmo curioso para ver “as meninas” e queria usá-las já no Madeira International Ultra Trail (MIUT). A entrega atrasou-se e só as recebi duas semanas antes da prova,o que me deixou um pouco de pé atrás se as levaria para a prova, ou não. Mas as várias reviews deste modelo que li e o feedback de quem já as tinha usado afastaram, um pouco, esse medo.

 

Quando as recebi, calcei-as quase de seguida para ver qual era a sensação. Posso dizer que gostei logo! Fui fazer um treino no dia seguinte, primeira parte do percurso em estrada e onde se comportaram muito bem: principalmente, são muito confortáveis; e, como estava bastante calor nesse dia, deu para ver que se portam bem em termos de arejamento mesmo tendo uma cama dupla de tecido.

 

A segunda parte do treino foi efetuado numa descida técnica em trilhos onde deu para ver um pouco da sua garra em terrenos acidentados: aderência bastante boa em terreno seco com muita pedra e inclinações acentuadas. Primeiro teste concluído e com resultado bastante positivo. Ainda não convencido em que altura as iria levar, se para o início da prova ou para o final, mas uma coisa já sabia, as Salming iam comigo. 

 

O segundo teste foi um treino mais puxado por Monsanto: treino mais rápido e duro num terreno mesmo técnico, com subidas e descidas. Resumindo: gostei da segurança da sua “armadura” e do exosqueleto que tem o qual ajuda muito na estabilidade do pé, bastante bom para evitar azares, como entorses. Gostei bastante do amortecimento, sem prejudicar a postura e o ataque ao chão com drops altos, pois esta sapatilha tem 5mm de drop e é uma sapatilha leve (com 290g no meu tamanho que é 42.5).

 

Bem, isto estava cada vez a convencer-me mais, mas ainda tinha algumas dúvidas e estas foram tiradas no dia da prova em que levei as sapatilhas no início, mesmo tendo outras a meio para trocar caso houvesse algum stress.

 

CONFORTO

Sei que é um risco levar uns sapatilhas pouco batidas numa prova destas, ainda por cima com a importância que tinha, mas havia algo nelas que me davam alguma confiança, e posso dizer que fiz 115km com elas e gostei! Sem dúvida que o ponto forte é a sua estrutura super confortável: os pés estão sem qualquer mazela, nem mesmo uma bolha; deram muita confiança no ataque ao solo, pois são muito equilibradas e, por isso, é mais complicado fazer entorses e tem um amortecimento quanto baste. Posto isto, no que toca ao conforto são excelentes.

 

Em termos da dupla camada que as sapatilhas apresentam, é fantástica. Não só não deixa entrar detritos, como não deixa entrar água também. Apesar de não serem à prova de água, secam muito rápido quando ela entra e isto é muito bom e vantajoso. À volta da sapatilha existe um camada de um tecido com uma camada de borracha leve que ajuda a proteger o pé contra as rochas.

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ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

Agora vem o que todos procuram: a aderência. Neste ponto, apesar de ainda terem que melhorar, estão lá muito perto. Onde tive mais dificuldades foi em pedra molhada. Quem fez a prova na Madeira, sabe como é a descida do Fanal ao Chão da Ribeira (muito técnica e escorregadia) e, aqui quase as quis descalçar e ir descalço ate lá a baixo. É verdade que podia ser por ainda terem a goma característica dos produtos novos, pois não tinham os quilómetros suficientes. Mas senti-me inseguro com elas. De resto, nos troços escorrega, mas qual é a sapatilha que não o faz? Gostei do comportamento delas na lama, pois esta solta-se quase de seguida. Em terra solta ou molhada são muito boas e, em quase todas as pedras, tem um comportamento razoável.

 

A palmilha original é bastante boa e é muito confortável. A maneira como os atacadores estão alinhados são bastante confortáveis e seguram bem o pé;  a única coisa que falta é uma “bolsinha” para guardar os atacadores na língua da sapatilha.

 

Resumindo: são umas sapatilhas muito equilibradas e das quais gostei muito mesmo e vão acompanhar-me na próxima aventura que será a prova “Oh Meu Deus” nas “100Milhas”. Se calhar até faço a prova toda com elas, nunca se sabe.

 

O único ponto negativo (que também não é o mais grave) é a falta de outras cores. Mas, também, são as primeiras sapatilhas de trail da Salming. E, para as primeiras, estão muito boas! Espero que continuem assim.

 

Preço:125€

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Avaliação (de 0 a 20):

DESIGN: 17
CONFORTO: 19
AMORTECIMENTO: 18
ESTABILIDADE: 19
PREÇO: 15

Avaliação Total (de 0 a 100): 88

(Extra: aderência: 17)

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Unboxing: Salming Distance

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Enquanto o Stefan irá testar os Salming T1, a aposta para trail da marca sueca, a Bo, que já é fã da marca, irá experimentar os Salming Distance.

 

A experiência da Bo com as sapatilhas Salming Distance D1 correu tão bem que até foram as sapatilhas eleitas para a sua primeira Maratona, em Sevilha, em Fevereiro deste ano.

 

Tendo adorado a primeira versão deste modelo, vamos ver se a Salming conseguiu melhorar ainda mais a sua aposta para longas distâncias.

 

Segue o unboxing:

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Unboxing: Salming T1

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Após o entusiasmo da Bo acerca das sapatilhas Salming Distance e Salming Speed, o Stefan, que também adora ténis mais minimalistas, ficou muito contente quando soube que a marca iria lançar umas sapatilhas de trail.

 

Os Salming T1 que chegaram hoje às mãos do Stefan pesam apenas 290 gramas e têm um drop muito reduzido, 5mm. Todas as suas especificidades técnicas podem ser consultadas no site oficial da marca sueca.

 

As expetativas são muito elevadas e mesmo sem ter experimentado os ténis, o Stefan já pondera levá-los ao Madeira Island Utra Trail (MIUT), 115km, dia 11 de Abril. Vamos ver se as Salming T1 serão as sapatilhas eleitas.

 

Para já, segue o unboxing:

 

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Boas corridas!

 

 

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