Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correr na Cidade

6 Erros Comuns na Corrida

Hoje falamos sobre alguns dos erros que cometemos com grande facilidade, estamos conscientes dos mesmos mas que muitas vezes nos esquecemos deles.

 

bad-habits-2.jpg

 

Deixamos uma lista dos mais comuns:

 

1. Correr, Correr e Correr: todos sabemos que começar a correr é uma actividade fácil e ao mesmo tempo difícil. Fácil porque qualquer um de nós consegue fazer, basta calçar umas sapatilhas e sair pelas ruas de onde moramos. Por outro lado difícil, porque inicialmente nos cansamos fácilmente, há dores musculares e articulares, enfim uma série de factores que muitas vezes fazem-nos desistir. Contudo passando essa fase, vem a parte de superação, hoje fazemos 5km daqui a uma semana 10km, tentamos bater RP aos 5km e aos 10km, até que poucos meses depois já pensamos numa meia maratona. O certo é que a distância aumenta, o corpo adapta-se (pensamos nós) mas nem sempre no tempo que esperamos e mais cedo ou mais tarde surgem lesões por excessos.

 

2. Dói? Então vou tomar qualquer coisa a ver se passa…: a dor é o maior alerta que o nosso corpo nos pode dar, maior parte das vezes ignoramos ou tentamos arranjar desculpas para aquele desconforto persistente. Ora qual é o maior amigo de quem gosta de treinar e tem dores? Antiinflamatório. A automedicação pode camuflar lesões que com a continuidade da actividade física podem tornar-se mais complexas. A melhor solução é procurar ajuda de um especialista a fim de perceber a causa.

 

3. Ignorar o aquecimento: é um dos erros mais comuns, muitos de nós iniciam actividade física sem aquecer, obrigamos o corpo a passar do estado de descanso a uma actividade constante em segundos, principalmente em épocas frias esta é uma das razões para termos lesões.

 

 

4. Hora de dormir: o sono tem uma importância brutal no nosso corpo, crescemos muscularmente, regeneramos e recuperamos, fazemos uma espécie de reset. Dormir é tão importante como a nossa alimentação e exercício para que se mantenha um estilo de vida saudável.

 

5. Sapatilhas inadequadas: muitos de nós pensa que com qualquer sapatilha pode correr km e mais km, errado. Arrisco a dizer que é o que devemos ter mais atenção a escolher, deverá ser o mais confortável possível de acordo com as nossas características de peso, tipo passada, distância, etc. E nunca se esqueçam, o que o nosso amigo de treinos acha ser a sapatilha ideal pode não ser a mais indicada para nós.

 

6. O plano de treinos do amigo: nos últimos tempos a procura dum treinador tem sido mais frequente, até aqui tudo normal. O erro acontece quando dois amigos que até treinam e correm juntos, decidem partilhar o mesmo plano de treinos. Esquecendo-se que este plano foi criado para um desportista em particular.

 

 

E tu, vais continuar a cometer estes erros?

Bons treinos

MORRA A CORRIDA, O TRAIL, O TRIATLO, O MORALISMO MORRA! PIM!

 

maxresdefault.jpg

 

MORRA O RUNNING, MORRA! PIM!

MORRA O TRAIL, MORRA! PIM!

MORRA O CICLISMO, MORRA! PIM!

MORRA O TRIATLO, MORRA! PIM!

MORRA O MORALISMO, MORRA! PIM!

MORRA O DANTAS, MORRA! PIM!

Arautos das redes sociais apregoem aos sete ventos, pois a morte do nosso querido running/trail está a chegar...

 

 

 

Review: Adidas Ultra Boost V2

Adidas_1_P.jpg

Testado por: Joana Malcata

Características pessoais: Passada Neutra

Condições de teste: Meia Maratona de Madrid, treinos de 10 a 15km; Corrida do Tejo e Rock’n’Roll Mini Maratona de Lisboa.

 

PRÓLOGO

Antes de apresentar a minha review, tenho de a contextualizar: não gosto, pessoalmente, de ler reviews demasiado técnicas: não quero saber do drop, do peso exacto em gramas, ou da tecnologia que usaram na sola. Só quero saber uma coisa: são bons? Mas claro que esse “bons” tem de cumprir alguns requisitos, que as reviews falam sempre, mas em “tenictês”, e que às vezes baralham.

Assim sendo, vou apresentar a minha review dos Adidas Ultra Boost V2.

   

 

O regresso...

O tempo de estarmos de férias a descansar, infelizmente terminou. Chega o momento de reorganizar vidas profissionais, familiares e claro tentar encaixar os treinos que muitos de nós suspendem nestes meses mais quentes.

Com o mês de Setembro regressam provas de running que já são um clássico, por exemplo a Corrida do Tejo, daqui a quinze dias ou no inicio do mês de Outubro Maratona e Meia Maratona Rock ‘n’ Roll.

8CMMj6Q.jpg


A vontade pode ser mais que muita, mas e o treino? Conseguiste seguir o plano a que te proposeste com o rigor necessário? Estás a menos de um mês do teu desafio, sentes que a “máquina” está bem afinada? Ou no teu caso andaste na balda e agora queres que o corpo faça o impossível?

 

Tentamos ajudar…

 

1. Milagres não existem, se tinhas uma rotina de treino e essa foi quebrada pelas férias, é mais que normal que não comeces a correr com o mesmo pace de quando treinavas.

 

2. Planeia com mais atenção os teus treinos, o ideal era estarem sobre três princípios:

Sobrecarga: todos os treinos devem ter um ritmo ligeiramente superior ao que suportamos com facilidade, guarda os treinos que suportas com facilidade para as recuperações ativas.

Continuidade: mantém os treinos regulares sem falhas.

Progressão: a carga deve ir aumentando progressivamente de treino em treino.

 

3. Está na altura de rever objetivos de tempo, não penses em deixares de fazer a prova, mas reduz o tempo que tinhas inicialmente planeado.

 

4. Respeita o teu corpo e o descanso que ele precisa.

 

5. Aumenta a ingestão de água.

 

6. Procura um profissional que possa fazer massagem desportiva, é importante garantir que o corpo está apto ao esforço que estás a impor.

 

Bons Treinos...

 

Preview: Merrell ALL OUT CRUSH LIGHT

merrel_preview_00

 

Merrell

Quando ouvimos o nome Merrell associamos logo a sapatos e botas de montanha espectaculares. As suas primeiras botas de caminhada foram apresentadas ao mundo em 1983 e desde então tem feito uma evolução fantástica em termos de design e uso de materiais resistente e duráveis, mantendo quase sempre uma beleza impar.

Se o tema for trail running, 98% das pessoas não sabe que já existem sapatilhas de corrida desta marca, e o que 99,99% das pessoas não sabe, é que a primeira tentativa de entrar na vertente da corrida foi em 1997/98 através de um modelo que não conseguiu vingar no mercado, as JUNGLE RUNNER.

 

CRUSH LIGHT
Saltando no tempo para a nossa década, a Merrell nos últimos anos tem lançado varias evoluções do que eles idealizam o trail, trazendo-nos até esta preview das recem lançadas no mercado, as ALL OUT CRUSH LIGHT. São a aposta da Merrell para atacar o mercado em ebulição do trail running e apontam canhões fortes a modelos que já tem pedigree no mercado.

merrel_preview_03

(Desenho muito minimalista e simples )


Este ano lançam uma sapatilha super leve, uma evolução do modelo de 2015, com a balança a indicar 220gr num sapato tamanho homem médio, 6mm de drop e desenho da borracha da sola super simples, com linhas transversais afim de ajudar a escoar a lama e a serem extremamente flexível à torção.

merrel_preview_06

(sola ultra flexivel e simples )


Numa primeira utilização as sensações que tenho são de uma sapatilha super leve, muito flexível desde a sola até ao upper onde é utilizado os tradicionais cordões de apertar em vez de tentarem utilizar algumas das mais recentes técnicas utilizadas em outras marcas.

merrel_preview_02

merrel_preview_04

 

Em termos de conforto e apoio ao pé é muito reduzido devido aos materiais utilizados e à filosofia que tenta impor. No interior vemos uma língua com uma envolvência a meio caminho entre as normais das sapatilhas de estrada mais convencionais e as ultra envolventes salomons com o seu sistema ENDO-FIT.

 

merrel_preview_05

merrel_preview_07

 

Após um treino matinal em Monsanto com um pouco de água e lama, nota-se que são muito leves e confortáveis em pisos sem grandes partes técnicas.

O equilíbrio entre filtrar demasiado ou deixar passar tudo para o pé por parte das solas não é fácil. Muito difícil equilibrar estas duas sensações e na maior parte dos pisos onde passei agora de manha senti que estavam perto do meu ideal. Apenas em piso com muita pedra pequena a sapatilha deixa passar demasiada informação para os pés.

Em zonas com muita lama tive alguma dificuldade em ter grip suficiente para progredir mas vamos ver como se adaptam nos próximos treinos.

merrell_preview_08

 

merrell_preview_09

 

Estou com bastantes expectativas sobre estas Merrell e durante as próximas semanas vou colocar as sapatilhas em teste em Monsanto e Sintra e vamos ver como se comportam depois em prova. 


Bons treinos.

Querem saber quais as meias mais giras para correr?

unnamed (2).jpg

As meias tem ganho uma importância na moda nos últimos anos. Ao invés de  cores aborrecidas entre o azul e preto ou cinzento e, para alguns, a branca com raquetes de ténis, as meias tem ganho vida no vestuário do dia-a-dia.Riscas, bolinhas, cornucópias, cores aguerridas, hoje em dia é permitido quase tudo, desde que, claro, usado com bom gosto e etiqueta. Mas antes que comecem a achar que este post é escrito por uma Paula Bobone, mudo já da moda para a corrida. Que também está na moda.


Ora, também na roupa de desporto, e de corrida, as meias têm vindo a ganhar importância e destaque. Primeiro foram as meias compressoras de pernas altas que causaram estranheza aos primeiros olhares. Depois os pezinhos que punham os restantes corredores a pensar se as meias estavam lá ou não. Depois as meias com dedos separados e mais recentemente as meias de tamanho “crew” - que são aquelas que ficam a meio do gémeo (como na foto).

Stance-Socks-Featured-760x434.jpg

 

Este último modelo é ainda pouco visto entre os corredores portugueses mas nos Estados Unidos e Reino Unidos, os mercados que marcam tendência nestas coisas do running in style estão a surgir por todo o lado e onde a marca aposta calçar alguns atletas de elite como Anton Kupricka ou Magda Boulet, vencedora da edição 2015 dos 100 Miles Western States (na foto abaixo). E muito por culpa de uma marca diferenciadora: a Stance. Já falei nelas aqui no blogue várias vezes.

magda-boulet-western-states-win_h.jpg

 

Mas agora posso falar com mais conhecimento porque sou um dos poucos sortudos a usar os modelos de corrida desta marca da Califórnia (e com uma filosofia muito interessante que vos instigo a indagar) que vão chegar às lojas da especialidade em setembro. A marca cedeu dois modelos específicos de running: um de tamanho crew e outro os tais pezinhos.

 

Depois de muitos treinos com eles só posso dizer bem destas meias. Estava com algum receio. Sei que as Stance estão muito envolvidas no desporto, como o skate, o basquetebol, mas não sabia se para a corrida estavam com a qualidade suficiente para as eternas repetições que nós, corredores, fazemos ao correr. Mas cumprem e muito bom. Não fazem bolhas, não têm costuras irritantes, não cheiram mal mesmo depois muitos quilómetros e são bonitas que se fartam. O único defeito que lhes aponto, é que no modelo "crew" caem um pouco pela perna abaixo. Nunca chegam a ficar completamente caídas, mas podiam aguentar um pouco mais. Fora isso são bonitas, diferenciadoras e nada aborrecidas. São “socks that don’t suck!”

unnamed (1).jpg

Antes deste modelo de corrida já andam pelo mercado português alguns modelos de Stance muito utilizados pelo praticantes de CrossFit. Não servem para correr mas podem perceber no ginásio a qualidade de que vos falo aqui. Em relação ao modelo de corrida, as que experimentei, terão que esperar mais um pedaço, por setembro, mas vão ver que a espera vai valer a pena. Eu não as largo e estão a tornar-se uma "love brand" para mim. Curiosos?

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Actividade no Strava

Somos Parceiros



Os nossos treinos têm o apoio:



Logo_Vimeiro

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D