Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correr na Cidade

Review - Saucony Guide 7 - Amigos para as corridas mais longas

 



Por Filipe Gil

 

Sempre tive uma grande curiosidade em calçar e correr com uns Saucony. Esta marca norte-americana sempre despertou a minha curiosidade quer pela postura e filosofia, quer pelas reviews que já li, quer pela inovação inerente, quer pelo melhor dos conselhos: o boca a boca de outros corredores que sempre foi muito positivo.

 

E, claro está, algo a que dou alguma importância: não ser uma marca massificada, existindo ainda alguns corredores que não fazem ideia de que marca se trata (o que já começa a ser cada vez mais raro). O que desperta a curiosidade de outros. Mas isto é uma coisa muito minha.

 

Apesar de alguns modelos serem bastante tradicionais, a abordagem da marca é diferenciadora. Diferente drops em diferentes modelos e alguma tecnologia interessante - hoje em dia cada marca tem a sua tecnologia.

 

 

Ora, calhou-me testar os Guide 7 ideais para a minha pronação e para a recuperação da fascite plantar que durante 3 meses me fustigou.

 

Os Guide 7 são muito bons. Ponto. E podia acabar por aqui a minha revirw. Mas convém esmiúçar. Estes Guide 7 não são os ténis perfeitos mas andam lá perto. 

 

São ideiais para treinos e corridas longas. Excelentes para a distância da Meia Maratona ou para treinos com mais de 10K. Apesar de à primeira vista parecerem carregados de amortecimento não o são, aliás são ténis duros e que demoram uns bons quilómetros a "partir".

 

Contudo, não são ténis para provas rápidas. Apesar do grande apoio - sobretudo para pronadores - tornam-se pesados para corridas mais rápidas. Aconselhamos, por isso, que o corredor use e abuse deste modelo em treinos acima dos 10K e em provas acima desta distância. Aliás, pela minha experiência - e já levo quase 180K com este modelo - é a partir do km 14/15 que os Guide 7 marcam a diferença e mostram a sua qualidade. 

 

 

Em termos técnicos, sem ser exaustivo, são sapatilhas com um bom espaço para os dedos dos pés se expandirem apesar de, à primeira, vista não parecer. Não esquecer que devem ser um número acima do número do vosso calçado normal (ex: calço 41,5 mas para correr uso 42,5).

 

A malha que envolve os ténis é bastante respirável e são ideiais para a primavera/verão.

 

À medida que os vou usando vou gostando cada vez mais deles. Nota-se que a Saucony sabe o que faz. É uma marca que está a entrar devagar nos pés dos corredores portugueses mas a fidelizá-los. Um pouco mais de investimento em marketing e estou seguro que a marca irá estar no Top 4 da preferência dos portugueses e portuguesas.

 

 

Pontos fortes:

- Bastante seguros com estabilidade não evasiva para corredores pronadores ou pronadores suaves.

- Leveza em distâncias maiores.

- Ajuste ao pé.

- Espaço para os dedos dos pés

- Durabilidade (quase 200K e parecem acabado de estrear).

 

Pontos fracos:

- Pesados para corridas rápidas.

- Design (aqui é uma questão de gosto). Apesar das cores estarem bem conjugadas, seria ideial uma menor mescla destas. Menos dois ou três riscos e seriam lindos.

- Não são ideais para a chuva, mas excelentes para a primavera.

 

Em resumo. Correr mais de 2 vezes por semana, pelo menos uns 11K de cada vez?. É pronador ou pronador suave? Quer uns ténis duradouros para o acompanhar nas próximas Meias Maratona e, quiçá, numa Maratona. Os Saucony Guide 7 são as sapatilhas certas.

 

Boas corridas.

 

 

Identificadores desportivos

Por Joana Malcata

 

No fim-de-semana passado, acompanhei o meu marido na sua primeira maratona em Sevilha. Eu ainda não cheguei ao nível de treino necessário para conseguir tal feito, mas sofri o mesmo que ele durante as 4horas que correu.

 

Durante a prova, deparei-me com uma situação que me impressionou bastante: por volta do quilómetro 15, passa por nós uma atleta feminina, com a cara toda ensanguentada, e com ar de bastante sofrimento.

 

Na manhã seguinte li na página do Facebook oficial da Maratona de Sevilha, que a atleta era Joasia Zakrzewski, uma escocesa de 38 anos, médica, uma das atletas consideradas de topo. No tiro da partida, Joasia desequilibrou-se e caiu, sendo atropelado por uma dezena (senão centena) de maratonistas. Assistida por participantes, levantou-se, de nariz ensanguentado, joelhos esfolados, e com dores no corpo, e partiu. Esta grande mulher terminou em 4º lugar feminino, com 2 horas 41 minutos e 27 segundos, tendo-lhe sido posteriormente diagnosticado nariz partido e uma costela fraturada.

 

Eu fiquei a pensar: e se acontecesse alguma coisa de mais grave e ficasse inconsciente? Será que conseguiriam identificar-me corretamente, ligar para o meu marido? A pensar no que poderá correr mal, existe no mercado diversos tipos de identificadores.

 

Estes identificadores (em exemplo os da Sport ID), podem ajudar a salvar-nos a vida. Permitem a gravação dos nossos dados pessoais, contactos de emergência, tipo sanguíneo, alergias, “you name it”. Existem em diversas cores, tamanhos e feitios, e sempre dá para fazer o pandã com o outfi escolhido.

 

Não há desculpas para não andarmos identificados, nunca se sabe o que pode acontecer no próximo quilómetro.

 

Review: Mochila Berg LYNX + CS2 Belt

BERG_3

Por Pedro Tomás Luiz :

Como já havia falado, a BERG deu-nos a fantástica oportunidade de testar a 1ª Mochila desta marca inteiramente dedicada ao Trail Running. Quero desde já fazer um disclaimer, porque há imensas variáveis no desenvolvimento de um produto que não são aqui tidas em conta (as quais não domino minimamente), bem como não tenho qualquer pretensão de me comparar ao grande Carlos Sá.Assim, em resumo fiz cerca de 250km com ela, 40 dos quais foram efetuados no Trail Serra de Montejunto sendo os restantes realizados em treinos longos na Lousã, Monsanto e na Serra de Sintra.Berg_1A BERG descreve, no seu site, a Lynx como uma mochila de 10+5 litros, com capacidade para duas garrafas e com três buckles que permitem acoplar o cinto.

Na parte da frente podemos encontrar dois locais para colocar bidões de água ou em alternativa comida ,telemóvel, etc... dado que possui um sistema de aperto que permite fechar os bolsos quase por completo. Por baixo destes, encontramos dois pequenos bolsos (que usei sempre para as chaves do carro) com fecho, que achei de pouca utilidade, dado que são tão pequenos que nem sequer permitem colocar um gel (mesmo dos mais pequenos). Ainda na parte da frente podemos encontrar um velcro, que funciona como sistema de ajuste da mochila, que possui um bolso, que ai sim permite transportar barras energéticas ou géis (na prática usei para quase tudo, desde para levar o telemóvel (iphone), barras energéticas, geles ou até mesmo nozes).

berg_2Na parte de trás, encontramos o compartimento central da mochila e um bolso tipo mesh. O primeiro serviu perfeitamente para levar todo o material obrigatório (frontal, manta térmica e um telemóvel), bem como a carteira, comida e ainda o corta-vento., sobrando  imenso espaço. Neste compartimento há ainda um local para a bolsa hidratação de que falarei mais à frente.No bolso tipo mesh cabe perfeitamente um corta-vento, luvas ou gorro.BERG_7O modelo de testes vinha ainda com uma bolsa de hidratação de 1,5 litros que genericamente considero estar bem construída. A sua concepção assenta num sistema que permite esvaziar e secar a bolsa por completo, impedindo desta forma que se crie “bicharada” e maus cheiros. Já o tubo, vem completamente revestido por um tecido isolante tipo neoprene,sendo facilmente desacoplável da bolsa, e tem uma boqueira (não faço a mínima ideia de qual é a palavra portuguesa) em angulo recto.O cinto permite uma acoplação fácil e confortável à mochila. Confesso que só o usei por duas vezes em duas corridas longas, tendo optado por não o levar para  Montejunto por considerar excessivo. Este cinto tem uma bolsa central espaçosa, dois locais para bidões e dois bolsos mesh bem generosos. Na parte da frente tem uma bolsa que pode ou não ser acoplada ao cinto.

Pontos fortes:

  • Conforto;

  • Ajustes;

  • Maleabilidade;

  • Versatilidade;

  • Capacidade de Transporte quando acoplada com o cinto;

  • Preço.

Pontos fracos:

  • Bolsos (Na mochila existe muito espaço que não foi aproveitado, sendo que a situação só é resolvida quando se acopla o cinto);

  • Bolso com fecho à prova de água (simplesmente não existe, todos os fechos são normais);

  • Bastões (não tem nenhum local especifico para levar os bastões);

  • Bolsa hidratação (a bolsa não tem blades internas para dividir a água, o que faz com que quando se enche esta fique completamente concentrada no fundo);

  • Isolamento (As costas da mochila não tem qualquer tipo de isolamento, à semelhança de outras marcas, o que faz com aconteça duas coisas: 1) o calor produzido pelo corredor, produz um aquecimento rápido da água; 2) tudo o que vai dentro da mochila tem de ir em sacos plásticos, dado que fica imensa condensação dentro de toda a mochila;

Em resumo, se procuram uma mochila leve, muito confortável, versátil (tanto dá para trails, curtos, longos ou ultras) com uma boa capacidade de transporte e a um preço mais acessível que as mais diretas concorrentes, espreitem esta mochila que está à venda nas lojas Sportzone.BERG_5 BERG_6

Review: Adidas Climacool Revolution - 131 Kms depois...

pésPor Nuno Espadinha131 kms depois....Caramba que são mesmo fresquinhos, lá isso não enganam ninguém fiz um treino de 18kms com eles num dia de calor e acabei com os pés secos, melhor que isto acho difícil...São também os mais "leves" que senti nos pés e de uma qualidade irrepreensível, aliás como todos os Adidas que alguma vez tive na vida e foram muitos.Dão o suporte necessário a quem com algum peso como eu pode começar a prescindir de uns ténis com mais suporte e começar a correr mais com as "pernas".São uns "estradistas" puros, o único handicap destes ténis, qualquer piso com muita pedra solta pode tornar a coisa desconfortável pois as mesmas têm tendência a ficar agarradas á parte da frente da sola que em piso mais regular se comporta de forma excecional em termos de tração e flexibilidade.Esteticamente gosto, este azul da Adidas sempre foi bonito e os pormenores de verde são discretos q.b., mas gostos não se discutem e há, certamente, quem possa discordar.No geral estou a gostar bastante e não tenho sequer utilizado mais nenhuns desde que os tenho.Marca: AdidasModelo: Climacool RevolutionAvaliação (de 1 a 5): 4.5PVP: 120€ SS13_climacool_6view_CC_Revolution_M_01  SS13_climacool_6view_CC_Revolution_M_04

Review: Garmin Forerunner 910 XT - Só falta correr por nós!

20130219-152358.jpgAntes de ter experimentado o modelo Foreruner 910 XT da Garmin apenas monotorizava as minhas corridas através de smartphone, mais concretamente através de duas aplicações, uma ligada a uma marca de running e outra bastante famosa entre os corredores. Mas desde que comecei a participar em provas, há cerca de 1 ano, notei que os atletas “a sério” e os corredores mais experientes usavam no pulso relógios GPS. Confesso que de início desconfiei da “obsessão” e achei que os smartphones serviam perfeitamente para aquilo que queria: velocidade, ritmo, distância e partilha nas redes sociais. Enganei-me redondamente!Desde que estou a experimentar o Garmin (cedido pela marca) percebi que comparar a monotorização por GPS em smarthphones e relógios GPS é o mesmo que comparar “alhos com bugalhos”. Sobretudo em termos de precisão. O Garmin, e em especial este modelo, é uma máquina precisa para ajudar os atletas nas suas performances. Para além de que é muito mais cómodo ter um relógio no pulso que umas gramas agarradas ao braço com os fios dos headphones a saltitarem de um lado para o outro. “Sim, mas não tem música”, devem estar os leitores a pensar. Mas garanto-vos que à medida que se tornarem mais experientes a correr vão deixar de dar tanta importância à música e vão começar a desfrutar da corrida a ouvir a vossa respiração, os vossos passos, o ambiente que vos rodeia, a conversa com os amigos e os avisos sonoros do Garmin a monotorizar as vossas corridasA parte de partilha de rede social também não está esquecida, através do Garmin Connect é possível verificar minuciosamente a nossa performance e partilhar/seguir os amigos que também têm GPS da Garmin. E, acreditem, na primeira corrida que fiz com este modelo e que depois de ter descarregado a informação para computador fiquei cerca de 20 minutos a analisar os dados, de tão completos que são.Outra das características interessantes do relógio, e a que mais me divertiu, é o “Virtual Partner”, que consiste em programar um corredor fictício a corre connosco, ou contra nós. No meu caso programei vários treinos para, por exemplo, o “Virtual Partner” correr a uma média de 5:45 por quilómetro e à medida que ia fazendo o treino percebia se estava à frente ou atrás desse corredor olhando para o relógio. Ganhei quase sempre!O modelo em questão:Não há amor como o primeiro, dizem. No caso deste modelo da Garmin, que experimentei pela primeira vez, espero que tal não suceda, porque em breve vou devolvê-lo à marca e não quero ficar a olhar tristemente para o pulso despido quando for correr. Mas é, sem dúvida, um relógio muito completo e ideal para desportistas exigentes. Este modelo, topo de gama da marca, está preparado para triatletas (corrida, natação e ciclismo) e permite a sua utilização conjunta entre as três modalidades ou em separado. Mas nem só destes três desportos vive este modelo. Sei de um corredor que levou este modelo para uns dias na neve e mal o ligou o relógio, este percebeu que estava numa montanha, a determinada altitude e aconselho como desporto a monotorizar a prática de ski.Sim, é um relógio caro (PVP: 399€ - na opção sem monitor cardíaco) mas é o modelo de topo da marca e é o usado pelas estrelas do atletismo e do triatlo a nível mundial. E isso pode ser uma motivação extra, usar o GPS que os super atletas usam. O único senão que encontrei neste relógio, e após cinco semanas de utilização,  é a sua estética, é um relógio grande, embora não seja pesado, mas que não é bonito. É um modelo que já merecia uma revisão a nível de design.Conclusão:A concluir, este o Forerunner 910 XT é o relógio GPS certo para quem treina regularmente e quem faz provas oficiais também regularmente. É também o GPS ideal para quem alterna a corrida com, por exemplo, a bicicleta. Permite personalizar treinos, as distâncias, e os avisos, etc. É muito completo, quase que só lhe falta correr por nós. É, sem dúvida, uma opção a ter em conta e um companheiro de corrida dos atletas mais exigentes, sejam amadores ou profissionais.20130217-123229.jpgO vídeo de promoção do produto:

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Actividade no Strava

Somos Parceiros



Os nossos treinos têm o apoio:



Logo_Vimeiro

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D