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Correr na Cidade

Nova Coleção Reebok - BeMoreHuman

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 Hoje o CnC foi ao Press Day da Reebok espreitar a nova coleção. Há já algumas coleções que a Reebok tenta ganhar mercado no mundo do running e está a conseguir. A escolha dos tecidos e a sua diferenciação tendo em conta a modalidade é uma aposta ganha. Durante o briefing de apresentação da nossa visita percorremos os corredores divididos por modalidades desportivas e explicaram-nos o porquê da escolha de alguns tecidos e das cores e a história por trás dos clássicos da marca. Vamos tentar mostrar um pouco da nova coleção de running aqui e na página de facebook do Correr na Cidade as restantes fotos.

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 Nos cabides desta secção encontra-se a roupa dedicada à Spartan Race, uma prova dura e que requer tecidos refrescantes e ao mesmo tempo resistentes. É nesta secção que se destaca a roupa de running

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E eu não resisti em experimentar este corta-vento/casaco muito giro e com uma abertura nas costas para o tornar ainda mais respirável nas provas e treinos

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 T-shirt de corrida para homem

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Calções de corrida para homem com mini calçóes por dentro

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Ténis de trail para mulher

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 O conjunto de ténis e vestuário de corrida para mulher

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 Ténis de corrida para mulher

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 Ténis de corrida para homem - One Distance 2.0

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 Ténis de corrida para homem - Sweet Road

 

O que acham?

 

 

 

Race Report: A quente 10ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro

 

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Por Joana Malcata

 

Pela segunda vez, voltei a Peso da Régua, para realizar a 10ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro, e vou começar pelo fim:

 

Pontos positivos:

  1. A organização dos transportes de acesso ao local da partida, na Barragem de Bagaúste

  2. Os abastecimentos ao longo do percurso, sempre com muita água e a ajuda dos voluntários

  3. Os preciosos banhos proporcionados pelos Bombeiros Voluntários da região

  4. O percurso lindíssimo à beira do rio Douro, do vale Vinhateiro e o verde “pintado” pelas suas encostas

 

Pontos negativos:

  1. A hora da partida

  2. A hora da partida

  3. A hora da partida

  4. O dorsal da meia maratona, no seu verso, não solicitar os dados de emergência do atleta

  5. Os atletas que como eu, aproveitaram mais as vistas e se demoraram mais, não tiveram direito ao abastecimento final, com excepção de água.

 

Apesar de saber que o calor e a hora da partida eram os principais problemas nesta prova, a sua beleza fez com que tivesse convencido o meu marido Nuno Malcata, a acompanhar-me nesta aventura em rumo ao Peso da Régua.

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Levantámos os dorsais, revimos os nossos amigos da iDee e da Salming, e fomos passear ali pela cidade e por Lamego e jantámos com a família Torres, da Girassol.

 

Domingo de manhã, despertador toca, e a ansiedade instala-se: vestir, protetor solar (este ano não apanhei escaldão!), os gadgets, boné, dorsal, dinheiro de emergência, os geis e o sal.

Pequeno almoço tomado, e ala que se faz tarde, pois o hotel onde nos hospedámos, fica mesmo no percurso da meia maratona e a estrada foi encerrada ao trânsito bastante cedo.

 

Este ano, apenas os atletas inscritos na meia maratona, tinham acesso ao comboio. Os caminhantes/10km teriam de se dirigir aos autocarros que os levariam até à partida. Muitos não sabiam desta alteração, e enquanto esperámos que o comboio partisse, assistimos a algumas confusões de acessos, também estes, mal assinalados à entrada para a Estação de comboio.

 

Como fomos cedinho, esperámos cerca de hora e meia na barragem, até ser dado o tiro de partida. Mais uma vez, senhores da Organização da “Corrida mais bela do Mundo”, revejam o horário da partida. Adiantaram 30 minutos, mas mesmo assim, não o suficiente para fugir às horas de maior calor.

O calor foi o meu pior inimigo, a juntar à falta de treino e ao excesso de peso, mas nada como acabar a prova, e meter literamente os pés de molho para refrescar e ajudar à recuperação muscular. 

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Ainda no sábado, tivemos a oportunidade de conhecer a Maria Cláudia, do Peso da Régua, uma das nossas leitoras, que ao ler o meu texto do ano passado sobre a Meia Maratona do Douro Vinhateiro, inspirou-se para começar a treinar e inscreveu-se para participar. Infelizmente, acabou por não a fazer, mas Maria: o que não faltam são provas! É só escolher no calendário. Não desista e continua com essa força e boa disposição!

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 Boas Corridas!

 

 

Review: Reebok All Terrain Super - a perspetiva feminina

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As sapatilhas Reebok All Terrain Super, foram desenhadas a pensar nas provas como as “Spartan Races” (corridas de obstáculos com diferentes distâncias) e pretendem conciliar as características ideias para obstáculos, mas também para corrida. Há que fazer uma ressalva, pois temos utilizado as sapatilhas apenas para correr em trilhos e não neste género de treinos para o qual foram concebidas.

 

O Stefan já deu a sua opinião, muito positiva, acerca deste modelos da Reebok aqui. Segue a opinião das nossas trailistas Carmo e Bo:

 

DESIGN

 

Carmo: A primeira impressão é o impacto visual que provocam: são super coloridas! Dificilmente passam despercebidas. Pessoalmente gosto bastante da escolha das cores vivas e do cuidado no design de pormenores visuais, tais como o tecido em degradé ou os detalhes em cor-de-rosa (que tornam as sapatilhas bastante femininas).

 

Bo: Eu concordo com a Carmo, adoro o design diferente destas sapatilhas, tanto a nível de cores como de forma. No entanto, por serem disruptivos na sua aparência, também gente que comentou comigo que achavam as sapatilhas feias. Eu insisto que gosto, precisamente pelo seu aspeto diferente e ousado.

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CONFORTO

 

Carmo: Ao calçá-las pela primeira vez, a sensação foi ambigua: se por um lado senti conforto na zona da planta do pé; os dedos bem acomodados na toe box sem sentir aperto e uma leveza extrema (têm o peso pluma de cerca de 190gr.), por outro apercebi-me que na zona do dorso do pé, o material era muito pouco maleável, criando inclusivamente desconfortáveis vincos sempre que flectia o pé. Ao fim de poucos quilómetros de utilização, a rigidez do material e a consequente tendência para fazer vinco na zona das articulações dos dedos, acabaram por fazer uma ferida nos dedos mindinhos, tornando-se bastante incómodas. Com o uso, o material tem vindo a “quebrar”, apesar de nunca sentir o pé confortável.

 

Em dias de chuva ou em pisos molhados nunca senti os pés muito ensopados: a tecnologia H2Odrain desempenha muito bem a sua função, apresentando uma óptima capacidade de drenagem da água, secando muito rapidamente. Inclusivamente, a língua da sapatilha é feita de um material que não ensopa. Para além da boa drenagem da água, a malha exterior apresenta uma óptima capacidade de ventilação. São super arejadas e frescas. Diria que esta é uma das grandes mais- valias destas sapatilhas.

 

Os atacadores, apesar de não serem muito resistentes, têm um óptimo tamanho, permitindo usar a técnica de aperto das orelhas e do duplo laço.

 

A sola bastante agressiva foi desenhada a pensar no piso e nos obstáculos a transpor neste tipo de provas. Em pisos de terra batida e em lama senti uma óptima capacidade de aderência. Em rocha ou pedra, sobretudo quando estas se encontravam molhadas, senti que patinava com alguma facilidade, não dando segurança suficiente para grandes aventuras.

 

Quanto à resistência, a parte dianteira é reforçada por uma tela resistente. Mas na zona onde vinca, o desgaste é bastante grande, mesmo com poucos quilómetros de utilização.

 

Bo: Mais uma vez concordo com a Carmo na medida em que me identifico com as primeiras impressões ambíguas, contudo, a sapatilha não me causou feridas e rapidamente me adaptei à sua rigidez enquanto a sapatilha se adaptava ao meu pé.

 

Na minha opinião, a capacidade de drenagem da água e ventilação são extremamente boas em comparação com outras sapatilhas de trail. A sua aderência também é muito boa, principalmente em pisos extremos como lama. Continuam as minhas sapatilhas de eleição para percursos de trilhos até 20km com muita lama e água.

 

Enquanto ponto menos positivo, aponto a língua da sapatilha. Não me ajeito com ela. Embora os atacadores permitirem a a técnica de aperto das orelhas e do duplo laço, não consigo prender a língua do sapato de forma a ficar direita. Bastam 10 minutos para ela se desviar para o lado exterior do pé e fica aí. Não é incomodativo, mas também não é suposto.

 

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AMORTECIMENTO E ESTABILIDADE

 

Carmo: Com um drop (diferença entre a altura do calcanhar e a altura da frente do pé) de 5mm, os Reebok All Terrain Super são bastante minimalistas. Sendo eu utilizadora regular de sapatilhas com bastante mais drop, ao fim de poucos quilómetros sinto alguma fadiga, sobretudo na zona dos gémeos. Mais uma vez apercebi-me que a adaptação a umas sapatilhas mais minimalistas não é de todo imediata, mas sim gradual, requerendo uma “interiorização” de uma nova postura e de uma nova passada.

 

Bo: Ao contrário da Carmo, eu já estou mais habituada a calçado minimalista em trail e o drop reduzido soube-me muito bem. Em termos de amortecimento, para mim são ótimos, mas não são indicados para quem não está habituado a calçado mais minimalista. A estabilidade é algo reduzida, mas penso que faz parte deste modelo e o objetivo desta sapatilha não é fornecer uma mega-estabailidade.

 

PREÇO

 

Carmo: Com um preço na casa dos 80 euros e não sendo umas sapatilhas pensadas especificamente para corrida em trilhos, penso que a sua compra deverá ser bem equacionada de acordo com os objectivos de cada corredor.

 

Bo: Para já acho a relação preço-qualidade muito boa. Se gostas de correr na lama e água em distâncias até 21km e procuras um calçado mais minimalista, recomendo estes Reebok All Terrain Super.

 

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AVALIAÇÃO

 

Carmo:

Design: 18/20

Conforto: 12/20

Estabilidade: 16/20

Amortecimento: 16/20

Preço: 16/20

 

Bo:

Design: 18/20

Conforto: 16/20

Estabilidade: 16/20

Amortecimento: 16/20

Preço: 17/20

 

AVALIAÇÃO FINAL (de 0 a 100)

 

Carmo: 78/100

Bo: 83/100

 

Quanto ao veredicto final, as sapatilhas Reebok All Terrain Super apresentam como pontos positivos a óptima capacidade de aderência em pisos de terra batida e lama e de drenagem de água, assim como a leveza e design disruptivo. Como pontos menos positivos, destacamos o facto do material de revestimento não ser suficientemente maleável, podendo causar algum desconforto (inicial) nos pés, bem como a pouca aderência em pisos de rocha e pedra molhada e a língua que não se mantem no sítio.

 

Boas corridas!

Unboxing: Reebok All Terrain Super

Por Bo Irik:

 

Poderei experimentar os Reebok All Terrain Super, a aposta da marca para quem gosta de sentir os trilhos. No unboxing a fiquei um pouco preocupada, pois acho os ténis demasiado bonitos para levá-los para os trilhos! Super leves e desenhados para longas distâncias, parecem perfeitos para mim. Para já, segue o unboxing (algumas fotos já depois de estreá-los).

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Unboxing: Reebok One Cushion 2.0 - versão mulher

Por Natália Costa:

Coloridos, vivos e com muito estilo. Estes são os novos Reebok One Cushion 2.0, modelo para mulheres. Já tinha tido a oportunidade de correr com a versão anterior deste modelo. Agora vou poder comparar se existiu uma evolução (ou não). Mas, em primeiro lugar, publico as fotos do respetivos unboxing:

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Reebok Nat 10

Reebok Nat 2

Reebok Nat 3

Reebok Nat 4

Reebok Nat 8

Reebok Nat 6

Reebok Nat 9

 

 

 

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