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Correr na Cidade

"Test drive" dos novíssimos Ignite Dual da PUMA

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Fomos participar numa espécie de "test drive" dos novíssimos Ignite Dual da PUMA. A marca alemã convidou-nos a conhecer estas sapatilhas, que serão lançadas na próxima segunda-feira dia 25, num evento restrito. 

 

Cerca de 10 convidados, todos ligados à corrida, juntaram-se no dia 20 de Julho para uma corrida de testes dos novos Puma Ignite Dual com o Personal Trainer Nilton Bala.
 

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 Encontramo-nos no Infante Sagres Health Club em Belém para recebermos o equipamento e de seguida, fazer-nos à estrada. Demos uma corrida por Belém e depois aind tivemos a oportunidade de partilhar opiniões sobre as sapatilhas.

 

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 O feedback acerca destes Puma Dual? Extremamente confortáveis foi a primeira impressão, com um ótimo ajuste ao pé. a sapatilha chama-se "Dual" porque tem a tecnologia Ignite no calcanhar mas na parte da frente da sola tem uma inovação: uma parte mais flexível na frente do pé. Em termos de design são também bastante apelativos. Sublinhamos que esta sapatilha é desenhada para curtas distâncias, até 10km. 

 
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Em termos do têxtil que acampanha o lançamento desta sapatilha, ficámos fãs da t-shirt dos homens, com um design e corte muito inovador e têxtir muito respirável. Das mulheres, gostámos dos corsários, com um padrão muito elegante e uma banda larda que se ajusta muito bem à cintura. Tudo com elementos refletores.
 

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Se o Usain Bolt, recordista dos 100 e 200m mundiais, treina com a tecnologia Ignite, é porque é boa! 

 

Review: Puma Ignite Proknit

Por Bruno Tibério:

 

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Modelo: Puma Ignite Proknit

Tamanho: 42/27cm

Caracteristicas Pessoais: levemente pronador, 72Kg de peso

Condições de Teste: Treino 10Km em calçada e estrada com pouca elevação.

Foi me proposto o desafio pelo CnC de testar os Ignite Proknit da marca alemã Puma e fazer um pequeno review sobre os mesmos.

 

1ª Impressão e Design

Obviamente que os gostos dependem de cada um, mas visualmente considero que este modelo (nesta combinação de cores) é atrativo e o formato fino do mesmo chega mesmo a ser perfeito para uso casual no dia-a-dia.

Tal como outras marcas, a aposta no uso de malha torna o sapato mais leve, maleável e respirável e torna-o também fácil e rápido de calçar, pelo que considero um ponto a favor. Pelo facto de não estar habituado ao uso de sapatilhas com drop mais elevado, confesso que a primeira sensação ao usar os Proknit é estranha, mas com o decorrer da corrida facilmente me adaptei.

Outro ponto a favor é a presença duma tira refletora, ótima para quem pretende dar uma corrida ao final do dia ou mesmo durante a noite, ajudando-nos a manter visível.

O ponto contra está claramente na marcação dos tamanhos. Apesar da marcação em centímetros ser superior ao que habitualmente uso, ainda assim o modelo é pequeno e apertado quando comparado com as mesmas medidas em outras sapatilhas.

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Comportamento em treino

Passo então à minha opinião acerca do comportamento das sapatilhas em treino e relembro que o número usado foi ligeiramente pequeno.

 

Ajuste e amortecimento

A construção de malha ajusta-se bastante ao pé, apenas havendo pequenas oscilações na parte traseira na altura em que ocorre o impacto com o solo. A malha contém elasticidade suficiente para se adaptar aos movimentos do pé e mesmo para comportar o inevitável inchaço do pé após alguns quilómetros. 

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 O amortecimento zona traseira do sapato é ótimo para absorver o choque, especialmente para quem tendência a não correr eficientemente como eu, e apoia em primeiro lugar o calcanhar, não tendo notado nenhum desconforto em relação ao impacto mesmo em calçada onde o piso não é tão regular.

Outro ponto que considero forte é o facto ser bastante flexível tendo em conta que tem uma altura ainda considerável.

 

Conforto e aderência

Para mim, a sola é perfeita para o tipo de terreno experimentado. Perfeita aderência mesmo em calçada ligeiramente húmida (o que para mim me surpreendeu). Tanto em asfalto como em pista, nada a apontar. Um dos principais pontos fortes apontados pela marca é a resposta energética da sola que retorna parte da energia proveniente do contacto com o solo para impulsionar a passada. Não consigo avaliar corretamente esta afirmação, mas é um facto que o mecanismo de amortecimento aparenta aliviar o impacto em especial na zona do joelho onde, em treinos semelhantes, tinha tendência a sentir algum stress acumulado devido ao choque com o solo em outras sapatilhas. Neste caso, não houve qualquer desconforto na zona do joelho.

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Quanto ao conforto, já não posso dizer o mesmo, mas relembro, tal como disse no início, o número é ligeiramente pequeno e, tendo em conta isso, vou dar o beneficio da dúvida. Nos primeiros 5 quilómetros, na sola do pé nada a apontar. No entanto, a pequena oscilação resultante do impacto na parte traseira do pé, ainda que sobre a meia, começou a provocar uma pequena queimadura na zona do tendão de Aquiles. Nos restantes quilómetros, com o aumento de volume o pé, a fricção torna-se mais evidente até que chega a ser desconfortável. Estou em crer que com o número acima esse aspeto deixa de ser notável, ainda assim penso que pode ser um ponto a avaliar por parte da marca.

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O facto de ser construído em malha, torna-o respirável e não senti qualquer excesso de calor durante o treino nem mesmo alguma acumulação de transpiração, já para não falar que o torna muito leve o que é ótimo.

 

A quem se destina

Isto é apenas a minha opinião, mas tendo em conta a sensação de estar a utilizar uma sapatilha com o calcanhar bem mais elevado e, tendo em conta a conforto que senti na absorção do impacto com o solo, creio que este tipo de sapatilhas deverá ser mais indicado para treinos de pista e velocidade, onde a violência dos choques com o solo é maior quando comparado com uma prova longa. Tendo em conta a afirmação da marca sobre o retorno de energia, este será também o treino que mais beneficiará desta tecnologia que nos auxiliará ao impulso.

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Avaliação e preço

Atualmente, no site da Puma europeu, as mesmas encontram-se atualmente em 75€ que considero dentro dos valores normais ou até um pouco mais baixo que calçado de caraterísticas semelhantes.

Design: 18/20 

Aderência: 18/20 

Conforto: 14/20 

Amortecimento: 18/20 

Preço: 15/20 

Total: 83/100

 

Review: Puma Ignite Disc

Modelo: Puma Ignite Disc

Testado por: João Gonçalves

Características pessoais: Neutro com arco plantar proeminente e 76Kg de peso

Condições de teste: Cerca de 90km percorridos em percursos citadinos em Lisboa e Norte de Espanha e algumas provas.

 

Início este review pela conclusão, estes Puma Ignite Disc, são actualmente das minhas sapatilhas favoritas de estrada, confortáveis, rápidas e leves, sim concordo são diferentes, alguns de vós até as podem considerar não muito bonitas, eu chamo-lhe personalidade, são diferentes e trazem consigo uma história de quarto do século.

Como já tinha referido no preview em 1991 a Puma abanou a indústria do calçado quando pela primeira vez lançou umas sapatilhas com um sistema de aperto Disc, um sistema de quebra com os tradicionais atacadores e ao invés disso possui uma rede interna de ligações que são activadas pela "roda" ou o Disc que faz o aperto na medida certa e de maneira uniforme no peito do pé e em 2016 a Puma volta a relançar esta inovação melhorada para comemorar os 25 anos da tecnologia Disc no universo Puma.

 

Design e Construção

 

Estas Puma Ignite Disc, são basicamente umas pantufas com 12mm de drop e a tecnologia Ignite na sola, o que quero dizer com isto, elas são realmente confortáveis e calcam-se como umas pantufas, todo o upper é ligado numa peça, o sistema de aperto funciona dentro de uma camada interna de tecido em poliester e um mesh externo e embora tenham um drop elevado a sensação que transmitem não é essa. Os materiais usados são de excelente qualidade e comodidade para os pés mesmo quando descalços. Este modelo está disponível em várias cores, a versão testada foi a mais exótica e que garante vários olhares de curiosidade quando passamos a correr.

 

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Estabilidade e Aderência

 

Em termos de estabilidade nota muito positiva, o sistema Disc "abraça" o pé de uma maneira uniforme e super confortável, impedido que este se movimente no interior da sapatilha, para além disso o encaixe do calcanhar é suberbo. Relativamente a aderência testei estas sapatilhas em vários tipo de terreno urbanos, calçada portuguesa, alcatrão, cimento e pista e a sola mostrou-se segura, mesmo no molhado.

 

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Conforto

 

É das sapatilhas mais confortáveis que já calcei, de facto este sistema bizarro de aperto transmite conforto e segurança num só devido à uniformidade do aperto e graças ao Disc, elas não se despertam enquanto corremos.
Os materiais usando são da melhor qualidade e resistência, mais uma vez uniforme em todo o upper, dando uma sensação e continuidade. O conforto também é garantido pela sola Ignite que absorve o impacto e devolve alguma dessa energia para a próxima passada promovendo também o conforto.

 

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Amortecimento

 

Já disse que estas Puma Disc são construídas em cima de uma sola Ignite, não disse? Pois já então não é preciso dizer mais nada.
De facto a tecnologia Ignite é a obra prima da Puma e com toda a razão, deste o retorno de energia de passada, passando pelo conforto e amortecimento, ela sente-se que funciona e mesmo não sendo umas sapatilhas maximalistas o amortecimento é confortável e suficente para fazer pelo menos uma distância de meia maratona de forma rápida e confortável.

 

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Preço

 

Actualmente com um PVP de 79.90€ em algumas lojas é um excelente preço para uma sapatilhas desta de qualidade (ponto final).

 

 

Em suma e em jeito de conclusão, adoro estas Puma Ignite Disc, são de facto na minha lista de favoritas e seu sistema de aperto não é apenas um shoe gadjet bizarro, não de facto é uma "inovação" com 25 anos que de facto funciona.
Foram também a minha escolha a segmento de corrida no Triatlo de Oeiras, devido à facilidade com que se calçam e leveza.

 

 

Design/Construção 17/20

Estabilidade e Aderência 18/20

Conforto 19/20

Amortecimento 17/20

Preço 17/20

Total 88/100

Preview: Puma Speed 600 Ignite

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Farto da corrida! Sim leram bem. Sei que é uma fase, mas ultimamente ando sem vontade de correr. Acho que é perfeitamente normal e é mesmo um dos direitos de quem corre. Quando não apetece, pára-se, reflete-se e ganha-se forças para um novo ciclo de corrida. 

 

Quero dar atenção a outras coisas boas da vida (praia, praia e mais praia) e até praticar outros desportos. Não sei se é do verão, mas a vontade de surfar novamente voltou em força. E aproveitando que temos mais surfistas na crew, se calhar um dia destes: Surf’s Up?!

 

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Mas sim, o post de hoje é para vos falar de corrida. Nomeadamente numas sapatilhas que estou a testar.
“Lá está o filho da mãe do sortudo que nem corre mas que recebe dezenas de pares de sapatos”. É verdade meus caros. A sorte dá muito trabalho, sabiam?

 

Voltando às sapatilhas, a Puma facultou-me estes novos Speed 600 Ignite. São os primeiros modelos da nova designação de sapatilhas de estrada da marca alemã. Antes chamavam-se Faas agora chama-se Speed e tem material Ignite na sola. E este modelo, para passada neutra, é muito bonito e muito equilibrado. E já tive a sorte de ver as novas cores do Outono/Inverno, deste mesmo modelo e só vos digo que são brutais.

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Em relação a estes azuis, fiz três treinos com eles. Corri, talvez, nem 50 km com e eles e já deu para perceber que são aquilo que chamo uma sapatilha clássica com twist. Confortáveis, com um drop de 8 mm, e com alguma estabilidade para a estrada.


Nota-se uma evolução dos materiais do modelo anterior. A nível estético é irrepreensível – gosto de coisas bonitas!. E o resto acompanha. Se são os melhores sapatilhas de corrida que alguma vez experimentei. Não sei. Aliás, acho que isso não existe, é como encontrar o Nirvana. As marcas apostam milhões em fazer este tipo de produtos e fora um modelo ou outro, não existem más sapatilhas de corrida.

 

Já me criticaram por estar sempre a escrever coisas boas sobre as sapatilhas. A verdade é que tenho tido a sorte de ter testado sempre bons produtos. E mesmo aqueles que às vezes não me adapto seguem para outro corredor da crew testar e às vezes é um match perfeito.

 

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Voltando a estes Puma encontrou-lhe apenas um defeito: Num dos treinos mais longos (19 km) comecei a sentir debaixo dos pés a forma da sola. Cada contorno., cada curva, cada espaço faziam-se sentir. Algo que já me tinha acontecido com dois modelos da ASICS. Não chateia, mas quando começamos a ficar mais cansados torna-se um pedaço irritante, aliás, o que é que não se torna irritante quando os cérebro nos diz que estamos cansados?. Mas esta sensação é algo que me faz ponderar se este é um modelo para distâncias longas ou apenas para provas mais rápidas de 10 a 15 km. O tira teimas será feito...quando voltar a ter vontade de correr.

 

Boas corridas. E viva Portugal!

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CnC Brief #19 - Venha o bom tempo e as corridas alegres.

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Por Rui Pinto:

Com o bom tempo, - finalmente, diria eu! – à vista, e com a vontade de sair para correr a aumentar, o Correr na Cidade levantou o véu e deixou os nossos seguidores espreitar algumas das mais recentes inovações e lançamentos de sapatilhas, no mundo da corrida e no mercado nacional.

Sim, foi uma semana de muitas – e boas! – previews, capazes de deixar qualquer amante da corrida de água na boca e a pensar nas próximas aquisições de verão.

 

Iniciando este capítulo, o Filipe foi agraciado com uns fantásticos New balance Fresh Foam Vongo. Considera ele que é um sortudo por ter a oportunidade de experimentar este modelo, mas o que é certo é que nos deixou a salivar com a sua preview.

 

O Tiago teve acesso privilegiado aos novos Brooks Ghost 9, que apenas estarão disponíveis no mercado nacional, a partir do próximo mês de Julho. São umas sapatilhas fantásticas, para grandes distâncias e lindas de morrer! Vejam as impressões do Tiago.

 

Ainda no mundo das reviews de material,  o João teve a oportunidade de experimentar os novos Puma Ignite Disc, modelo a fazer lembrar algumas das invenções espaciais que ocorreram em alguns modelos de sapatilhas, na altura em que éramos ainda uns miúdos, e nos deixavam a babar para a montra da loja de desporto do nosso bairro.

 

E na semana de todas as reviews, mais uma, desta feita, em conjunto, na qual o João, o Tiago e a Bo, abordam as principais características dos novos Sketchers Gorun Ride 5. Curiosos? Vejam aqui.

 

Chega de reviews? Sim? Então, para quebrar a monotonia, a Ana Morais fez uma call to action a todas as meninas corredoras, para se juntarem a ela, na Corrida da Mulher, que teve lugar hoje. Arrisco-me a dizer que esta será a corrida mais bonita do ano! 

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Finalmente, a fechar a semana – e este CnC Brief -, uma reflexão do Filipe, ontem, sobre o dilema individual sobre a (falta de) preparação de cada um de nós e a participação em provas. Sim ou não? Been there, done that. Muitos de nós já passámos por esta situação e será algo que nos deve ocupar a mente e fazer tomar decisões racionais.

 

Para a semana, mais CnC Brief. Boas corridas.

Preview: Puma Ignite Disc

O ano é 1991, a Puma acaba de lançar um sistema inovador de aperto nas sapatilhas de corrida, sem os atacadores convencionais, mais confortável e proporcionando um fit mais uniforme, hoje em 2016 e para comemorar os 25 anos desta inovação a Puma acaba os Puma Ignite Disc, uma sapatilhas bastante leves, rápidas, com uma versão melhorada do sistema de aperto Disc.

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Disponíveis em várias combinações de cores, para esta nova versão a Puma pegou na sua jóia da coroa, sua a tecnologia IGNITE, uma espuma muito responsiva no que toca ao retorno da energia da passada, resultando num maior conforto e um ganho de velocidade, sobre ela uma conjugação inteligente de espuma e de mesh que promete um conforto único quando calçado, no interior deste upper corre uma rede de ligações que são activadas pelo Disc que promovem o aperto.

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A vantagem deste deste sistema, para além da rapidez de perto e desaperto é o conforto, pois o pé é envolvido uniformemente à sapatilha na mesma medida de força provocando uma sensação de segurança muito eficaz.

 

Nos ainda poucos quilómetros de teste, posso dizer que são exactamente o que a marca anuncia, leves, rápidos e muito confortáveis, acho que podiam ser um pouco mais frescos, mas talvez não os tenha experimentado com a combinação certa de meias, mas ainda é cedo para ter uma opinião mais formada. 

 

Só mais uma coisa, devido ao seu aspecto mais funky, são umas sapatilhas que captam o olhar de quem nos rodeia, é fácil perceber pela expressão WTF no olhar das pessoas que estes PUMA IGNITE DISC não passam despercebidos e para os mais curiosos, deixo um conjunto de fotos do unboxing.

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Até ao review final, boas corridas!

 

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