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Correr na Cidade

Preview: ASICS Noosa FF

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A ASICS é, para mim, a maior referência de running em termos de calçado e têxtil. Os meus primeiros ténis de estrada, e também de trilhos, foram ASICS. A vantagem desta marca é que tem várias gamas, para vários níveis de exigência e vários orçamentos.

 

Este mês a ASICS apresenta a FlyteFoam™Fast Series composta por três modelos: Noosa FF, Gel-DS Trainer™ e uma nova versão de cores das DynaFyte™. A nova tecnologia FlyteFoam foi pensada para aqueles que querem ser mais rápidos. Tivemos a oportunidade de testar as Noosa FF.

 

FlyteFoam é a última tecnologia patenteada da ASICS. A tecnologia é incorporada na entressola das sapatilhas e promete responder às necessidades de todo o tipo de corredores independentemente do tipo de passada ou técnica.

 

Da FlyteFoam™ Fast Series fazem parte três modelos:

 

Noosa FF™: este modelo incorpora uma entressola com FlyteFoam™, um upper altamente respirável e uma sola em borracha com maior aderência para pisos molhados. É este o modelo que nós estamos a testar.

Peso: 255 gr // Drop: 10 (24-14) // PVPR: 150€

 

DynaFlyte™: incorpora uma sola inteira com FlyteFoam™ para oferecer amortecimento ao mesmo tempo que leveza. Nesta colecção são lançadas novas cores.

Peso: 270 gr // Drop: 8 // PVPR: 160€

 

GEL-DS Trainer™ 22: também com uma  entressola com FlyteFoam™. Um modelo de estabilidade média alta também com a tecnologia Dynamic Duomax™ para oferecer estabilidade e conforto.

Peso: 225 gr // Drop: 10 (20-10) // PVPR: 140€

 

Em breve mais novidades sobre as Noosa FF, aqui no blog!

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Preview: Kalenji Kiprun SD 2017

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O ano passado, em Janeiro, estive em Nice, na Run Blog Camp da Kalenji onde tive o privilégio de experimentar em primeira mão os Kalenji Kiprun SD 2016. Na preview sobre os Kiprun SD de 2016 podem descobrir quais são os outros modelos que fazem parte desta gama.

 

Os Kiprun do ano passado ajudaram-me a bater o meu recorde pessoal aos 10km, recorde que se mantem até hoje (podem ler a minha review final dos Kiprun SD de 2016 aqui). Vamos lá ver o que o modelo deste ano tem para oferecer!

 

 

Preview: Saucony TRIUMPH ISO 3 - Os ténis de corrida mais importantes da minha vida!

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Por Filipe Gil

 

Atenção, não escrevi os melhores. Ainda não sei se são. Apenas corri com eles 10 kms e isto é um preview antes da review final. Mas sim, são os mais importantes porque simbolizam a amizade. E passo a explicar:

 

 

Preview: Saucony Xodus ISO

 

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Finalmente vou testar umas Saucony!!!

 

Já no ano passado "namorei" muito as Peregrine, e na verdade ainda as namoro bastante, e aceitei testar as novas Xodus Iso. Têm um aspecto fantástico e trazem muitas mudanças às anteriores Xodus 6, espero para melhor (tenho tido um feedback das anterior muito boas), vamos ver.

 

Estas novas Xodus já não têm a numeração como as anteriores e passaram a ter um sub nome que será Iso.

 

O nome Iso tem a haver com o Fit Isofit e a tecnologia desenvolvida pela Saucony no upper da sapatilha que permite uma fixação segura do pé com conforto, no caso destas sapatilhas o Isofit é a estrutura de “plástico-emborrachado” que nos fixa o pé. Pelo que já testei são super confortáveis dando estabilidade aos nossos movimentos em vários terrenos.

 

 

Preview: Skechers GOrun Ride 5

A Skechers ainda não é uma marca muito conhecida, ou melhor reconhecida, como marca de ligada ao segmento de "running" no nosso país, como é lá fora, contudo cada vez mais vejo modelos desta marca nos pés dos nossos corredores o prova que a Skechers veio para ficar. Os Skechers GOrun Ride 5 serão testados pelo João Gonçalves, Tiago Portugal e Bo Irik.

 

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Por: João Gonçalves

 

Com 27mm na zona do calcanhar e 23mm na zona do meta tarso, fazem que estas Skechers GOrun 5 tenha um drop de apenas 4mm, numa sapatilha que visualmente não apresenta essas características. Estas GOrun fazem parte da 5 geração da linha de corrida mais natural da Sckechers - GOrun Ride. Segundo a marca estas sapatilhas foram construídas para corredores que procuram leveza, amortecimento e distâncias um pouco mais longas, em termos de peso, a marca manteve sensivelmente o mesmo peso que a versão anterior, contudo colocou mais 15% de material na sola para garantir um pouco mais de amortecimento.

 

Como é que isto é possível, Manter o mesmo peso e colocar mais material?

 

A resposta está no desenho da sola que apresenta um design com uns "favos" mais profundos, para além do uso da tecnologia 5 GEN da Sckechers que proporciona mais mais amortecimento, leveza e impulso. 

 

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O upper é feito de uma só peça para um melhor conforto com reforços em 3D na biqueira e laterais para garantir uma maior estabilidade e protecção do corredor, este modelo apresenta espaço adicional na parte da frente para garantir um pouco mais de liberdade de movimentos. A Skechers este ano apostou no marca IRONMAN, sendo um dos principais patrocinadores e incluiu nos seus modelos pormenores a pensar nos triatletas como é o caso do sistema quick fit na calcanhar da sapatilha que facilita a forma de como se calçam, na caixa vêm um conjunto suplente de atacadores, pena não serem atacadores elásticos, garantido assim um maior uniformidade de linguagem e ligação ao triatlo.

 

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Já fiz algumas dezenas de quilómetros com estas GOrun 5, foram a minha escolha para a Scalalis Night Race e vão ser também a minha escolha para o Triatlo de Leiria, até agora estou satisfeito com o seu desempenho, são leve e ágeis, contudo achei-as um pouco rígidas e confesso que estava à espera de um pouco mais de amortecimentos, mas ainda é cedo para ter uma opinião mais formada acerca do modelo, requerem mais uso para ter uma opinião mais firme. 

 

Se ficaram curiosos, sintam-se à vontade de por as vossas duvidas, quanto a mim continuarei a usá-las em treinos de estrada e provas de triatlo para ter mais conclusões que as iriei expor no review final. 

 

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Por: Tiago Portugal 

 

A minha relação com as sapatilhas da Skechers nunca foi a melhor. Experimentei vários modelos e com a exceção de uns Go Run Ultra já usados nunca me dei bem com nenhum modelo. Não sei especificar a razão mas por um motivo ou outro a experiencia de correr com modelos desta marca nunca foi positiva. Foi por isso com alguma apreensão que decidi voltar a calçar umas sapatilhas da Skechers, desta vez a escolha recaiu nos Skechers Go Run Ride 5.

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Não tendo testado nenhum das 4 versões anteriores deste modelo não posso efetuar comparações relativamente aos restantes modelos. Na série Ride a Skechers pretende um modelo de sapatilhas neutra para atletas que procuram mais amortecimento e leveza para todo o tipo de treinos, com mais ou menos quilómetros. Com um drop de 4mm a 5ª geração dos Go Run Ride têm um novo material Resalyte que proporciona um maior amortecimento, leveza e impulso. Este composto, Resalyte, é uma tecnologia que está presente na meia-sola da maioria dos modelos de corrida da Skechers.

 

Este modelo é muito leve e confortável desde o primeiro instante. Normalmente calço o número 43 mas neste modelo o 42,5, 27 cm, assenta-me perfeitamente no pé. Em termos estéticos garanto-vos que com esta sapatilha não passam despercebidos, a combinação do laranja e preto é forte e destaca-se com facilidade.

 

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Já efetuei 3 treinos, cerca de 30km, com estas sapatilhas. Logo no primeiro teste de 10km não fiquei com grande impressão, achei as sapatilhas muito duras e o amortecimento na parte da frente não correspondeu às minhas expectativas. Mais umas que não vou gostar! Foi o pensamento no fim desse teste.

 

No entanto, estas Skechers Go Run Ride 5 defenderam-se bem e estão aos poucos a dar-me a volta. Efetuei um treino de 5km seguido de 5 séries de 200m rápidos e outro treino de 10km e as sensações foram muito positivas. É um modelo muito confortável, garante uma transição suave ao longo da passada, o amortecimento é mais do que suficiente e já disse que são confortáveis.

 

Espero que continue a ser surpreendido e que tenha finalmente feito a escolha apropriada dos Skechers, mas isso só saberei responder daqui a umas semanas depois de levar este modelo ao limite. 

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Por: Bo Irik

 

Quem me conhece sabe que adoro a Skechers para correr. Adoro tanto que até fiz a minha segunda Maratona de estrada com os Skechers GOrun Ride 4 e a experiência foi muito muito boa. Foi por isso que quando estes Skechers GOrun Ride 5 me chegaram às mãos fiquei mega contente! Expetativas elevadíssimas, claro!

 

Leves e com um drop de apenas 4mm. É assim que gosto! A característica típica da Skechers de ter bastante espaço para os dedos dos pés também nos Skechers GOrun Ride 5 se verifica. A sola deste novo modelo promete ainda mais adesão do que o modelo anterior. Ainda não tive a oportunidade de correr com eles à chuva, mas até a review final farei por isso. Para além disso, gostaria de experimentar estes Skechers nos trilhos, pois, embora sejam desenhadas para a estrada, o perfil da sola "pede" trilhos!
 

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Em termos de looks, apesar de não ser fã da sola branca característica da marca, as cores e design destes Skechers GOrun Ride 5 foram frequentemente elogiados enquanto os levava nos pés. A Skechers também é sempre simpática quando fornece um par de cordões extra, noutra cor, para usarmos a que gostemos mais!
 
Há apenas um ponto que me preocupa nestes GOrun Ride 5: ficam um pouco largos na parte da frente do pé (até se consegue verificar isso na foto acima). É um facto que tenho o pé estreito, mas parece-me que este modelo tem algum tecido a mais...
 

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Para já não vou entrar em mais pormenor, pois o João e Tiago "tiraram-me as palavras da boca". Em breve partilharemos a nossa opinião final.

Preview: Skechers GoRun Strada W

 

Skechers GoRun Strada

 

O Bruno Andrade já teve oportunidade de testar estas sapatilhas, agora é a minha vez… na versão feminina das Skechers GoRun Strada estou a encontrar um aliado fundamental para conseguir colocar mais quilómetros nas pernas em preparação para a Maratona de Barcelona que tenho agendada para Março deste ano (sim, é verdade… vou mesmo… mas haverá oportunidade de escrever sobre isso).

O facto de ter algum peso acima do recomendável obriga-me a uma seleção bastante preocupada na sapatilha que utilizo para treinos mais longos, e os seus 8mm de drop com reforço no amortecimento (17mm à frente e 25mm atrás)  têm muito importantes para aligeirar todo o impacto que a corrida coloca nas articulações, desde os tornozelos até à bacia. Este nível de amortecimento dá a sensação inicial de que estamos mais "altos", apesar do drop desta sapatilha não ser particularmente especial, no entanto a linha GoRun da Skechers Performance também é conhecida por se puderem retirar as palmilhas muito facilmente sem perda de conforto, sobretudo para quem pretende sensações mais minimalistas.

 

Skechers GoRun Strada W

Ainda não testei as sapatilhas nesse contexto pois estou a dar-me muito bem com a sensação de “pantufa todo o terreno” que me esta a proporcionar. E digo todo o terreno porque, apesar de ser uma sapatilha para treinos recorrentes em estrada, a sua sola tem um traçado bastante vincado oferecendo tracção e controlo a cada passada. Honestamente são das sapatilhas em que mais confio, em paralelo com as GoRun Ultra também desta marca norte americana,  para treinos de city trail, sobretudo em pisos irregulares ou até mesmo em calçada portuguesa à chuva! Portanto também não me choca nada a sua utilização em estradões de areão ou gravilha, pois o têxtil envolvente é bastante robusto e com um bom acabamento.

Em termos de chassis faço apenas a ressalva que salta logo à vista a quem coloca estas sapatilhas nos pés pela primeira vez… a sua biqueira é bastante ampla, permitindo que os dedos dos pés possam expandir à vontade no momento da propulsão, além de que a sapatilha está construída para especificamente orientar a passada para que o ataque ao solo seja feito a partir do meio para a frente do pé. Assim esta biqueira ampla pode parecer algo estranha e desconfortável, mas como se costuma dizer “primeira estranha-se e depois entranha-se” e essa sensação menos boa acaba por desaparecer com o desenrolar dos treinos.

 

Skechers GoRun Strada W

Para já o único “senão” que estou a encontrar é encontrar o ajuste perfeito dos atacadores. Quem já corre com alguma regularidade sabe a importância de ajustar bem a sapatilha ao pé… e nem tem nada a haver com o tema do último furo que quase ninguém usa porque não sabe para que serve! Estou mesmo a falar do equilíbrio ao nível de aperto dos atacadores e como isso pode evitar a fricção excessiva do pé com a sapatilhas e as consequentes bolhas e assaduras, isto de preferência sem deixar os pés dormentes por não haver oxigenação... Não sei se pela forma achatada ou se pelo tipo de material de que é feito, com estes atacadores estou a ter alguma dificuldade em encontrar esse ajuste equilibrado, provavelmente vou ter de os substituir por outros com um formato tubular para validar se haverá uma alteração de sensações, mas darei conta disso na review final.

 

Até lá!

Bons treinos.

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