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Correr na Cidade

"We Rock" pela Corrida do Tejo!!!

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Por Filipe Gil:

 

Pelo segundo ano consecutivo vi a Corrida do Tejo de fora. Esta é a minha prova de 10km preferida (na zona da grande Lisboa), e se no ano passado foi por opção, este ano foi por obrigação. Mas não é por aí que este post vai. Vai sim, pela alegria contagiante que é a crew a quem eu pertenço: o Correr na Cidade. E como alguém, pós-corrida, nos enviou por mensagem "A CNC team, you Rock!"

 

Tivemos de tudo: membros da crew a baterem os seus recordes pessoais; outros a ajudarem outros a superarem-se, alguns a sairem de lesões e ainda outros a voltarem à motivação inicial deste tipo de provas. Destaque para todos, mas não seria justo não comentar a "nota artística!" com que o João Gonçalves, o Luís Moura e o Tiago Portugal fizeram as suas provas abaixo dos 45 minutos! "They Rock!!!" 

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Mas a prova não foi só performance, e foi muita diversão, superação, esforço, dedicação e alegria, como se pode ver pelas fotos seguintes:

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Vimos muitas caras amigas na zona VIP, ao qual tivemos acesso graças à organização da Corrida do Tejo. E no final, juntamente com amigos, fizemos a foto final desta aventura que foi a Corrida do Tejo 2015. Para o ano há mais!Nos próximos dias teremos aqui dois race reports da edição deste ano de uma das melhores e mais frequentadas corridas de 10km do país. 

 

E como vos correu a prova? Partilhem connosco, queremos saber.

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Race report: Participar nas festas de Oeiras, a correr, na Marginal à Noite

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Por Nuno Malcata:

 

Junho é o mês das Festas de Oeiras, concelho onde vivo. E ainda melhor do que participar nas festas, é participar na festa da corrida que é a corrida Marginal à Noite e seguir para os comes e bebes ali logo ao lado.O ano passado já tinha participado e gostei muito, e quando a Puma convidou alguns elementos da Crew para participar na edição deste ano e experimentar os Puma Ignite aceitei imediatamente.

 

Quem nos segue mais atentamente sabe o desafio que me propus nos últimos meses, um Trio de provas em Trail, a estreia em Ultra no Piodão (53km), o Gerês Trail Adventure (100Km em 4 dias) e o Azores Trail Run (48Km). Com mais de 200Km feitos só nestas 3 provas, após o Azores Trail Run gozei umas merecidas férias nos Açores e dei por terminados os desafios deste semestre.

 

Assim cheguei ao dia, ou melhor à noite do Marginal à Noite ainda em recuperação e com mais vontade e disponibilidade para convívio e comer farturas do que para correr :)

 

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Vestido a rigor pela Puma e calçado com os Puma Ignite cheguei cedo ao local da partida. Entre tanta animação e conversa boa com muitos amigos do mundo das corridas, a hora da partida chegou num instantinho. Com uma banda sonora cheia de power (AC/DC - You Shook Me All Night Long) fiquei logo inflamado (Ignite) para arrancar. 

 

Ao contrário do ano passado que arranquei muito de trás e passei toda a prova em ziguezagues para ultrapassar outros atletas, este ano arranquei mais na frente do pelotão e corri desde os primeiros metros sem grandes problemas. Decidi fazer uma primeira parte mais rápida enquanto tivesse folgado e com boa disposição física e avaliar a meio como estava. 

 

Feita metade da prova a ritmo solto, onde gostei muito da prestação dos Puma Ignite, são leves mas surpreenderam-me pelo suporte e estabilidade que me deram, receei por ser mais pesado que senti-se pouco suporte e muito impacto, mas revelaram-se muito equilibrados e a permitir uma boa passada, solta, rápida e precisa.

 

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Aos 4km avaliei e achei melhor não forçar mais, no pós Azores Trail Run o corpo precisa de descanso para recuperar de algumas mazelas dos esforços, e abrandei. Como não ia a acompanhar ninguém ou com nenhum objectivo concreto decidi desfrutar ao máximo da envolvência da prova, fui a observar os muitos atletas que ainda vinham a terminar a primeira parte da prova e a puxar por quem precisava de um incentivo adicional.

 

Aos 5km encostei literalmente, o Rui Alves Pinto, da Crew, estava em funções organizativas nesta prova, danadinho para saltar para a estrada e correr, e fiquei uns breves minutos com ele a sorrir para os atletas que passavam. 

 

Passa a Ana Morais e sigo com ela, desde Bucelas que não a "chateava" e fui a puxar por ela os 3km finais. Ela confessou que gostava de fazer melhor que no ano passado e assim foi, seguimos em ritmo certo e a Ana tirou alguns minutos ao tempo do ano passado.

 

Ainda fui ver da minha Joana que me surpreendeu muito pela positiva e chegou pouco depois cheia de genica.

 

Terminada a corrida com muitos sorrisos, reunidos aos que já tinham terminado, foi hora de passar ao recovery nas festas de Oeiras, porque como diz o amigo João Campos, a vida não é só corrida.

 

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Concluindo, a Marginal à Noite é uma corrida com clara aposta mais na vertente familiar do que numa vertente competitiva pura para atletas de alta competição. A começar pela distância e percurso acessível, com ida e retorno por cada uma das vias da Marginal promovendo um ambiente de interacção fantástico. Achei que em termos de organização correu tudo bastante bem, sem erros grosseiros a apontar, gostei muito e em 2016 conto lá estar.

 

Para finalizar um agradecimento especial à Puma pelo convite para participar na corrida e pela oportunidade de testar os fantásticos Puma Ignite.

Race report: Marginal à Noite, em dia de Santo António

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 (foto retirada do facebook da Marginal à Noite)

Por Joana Malcata

 

No passada sábado, celebrou-se mais uma vez, a festa da corrida na Marginal à Noite. É daquelas provas míticas, que faz parte do meu calendário, e a convite da organização da Marginal à Noite, eu, a Liliana, o Luis e o Tiago participámos na prova, juntamente com os restantes elementos da crew.

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Sob ameaça de chuva e debaixo de fogo de artificio, eu e mais 7200 atletas, mostraram que cada vez mais a corrida é uma festa, a celebração da saúde e bem estar, e que os portugueses estão a começar a preferir sair do sofá.

 

Durante a prova vi tanto o atleta de competição, que desafia as leis da física pela rapidez que fez a prova, como a avó que levou os netos a passear na marginal.

 

Eu, estava um pouco apreensiva: sinto-me pesada, e no ano passado senti dificuldades, bem como o percurso coincidir parcialmente com o da Corrida do Tejo, e aí também senti algumas nas subidas. Mentalizada para sofrer um bocadinho, lá arranquei ao meu ritmo, sempre à espera da maldita subida que me ía deitar abaixo. E passa 1km, e 2km e 3km. “É agora!” - dizia eu cá para os meus botões. E nada. Meio percurso volvido e estava fresca que nem uma alface.

 

-“Onde anda a subida?”

 

E lá continuava eu, quilómetro atrás de quilómetro, cheguei ao 7km. O meu pensamento já só era na meta: acelerei o passo e aproveitei a descida para ganhar balanço e melhorar um pouco o tempo que fiz no ano passado. O Nuno já estava à minha espera e ajudou-me a terminar ainda mais rápido a prova.

 

-”Espera: descida?” Afinal houve subida, mas soa-me que as corridas em trilhos ajudaram a que tão pequena subida (o meu Adamastor do ano passado), tenha passado despercebida.

 

Não tenho nada a apontar à organização da prova: desde os avisos, as águas, a animação durante a prova. Mas se calhar, para o ano, apostem numa “medalhinha”. Todos nós gostamos de chegar ao fim e receber a lembrança de “finisher”. Nem que seja um íman para o frigorífico, lembrando-nos que naquela noite de Verão, saímos do sofá e fomos para a rua correr.

 

Boas corridas!

 

4 dorsais para a Marginal à Noite

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Sim, a Marginal à Noite está esgotadíssima! Mas nós aqui no blogue temos 4 dorsais para oferecer. Tendo em conta que a MàN é uma festa queremos que nos enviem fotos de casais a correr à noite, pronto, vá, se for no lusco fusco não há problema.

 

Depois a crew do Correr na Cidade irá avaliar internamente as fotos candidatas e escolher as mais criativas (atenção: têm que ser fotos dos próprios e não de bancos de imagens ou fotos vossas em provas tiradas por profissionais). Assim peçam a amigos para vos tiren fotos a correr, ou chateiem aquele casal de idosos que está a passear na rua naquele preciso momento.

Cada foto vencedora recebe dois dorsais. Vamos escoher duas e serão 4 os dorsais oferecidos. Estes são os critérios de avaliação que vamos ter em conta.

 

Mas vamos lá recapitular os 6 importantes passos que têm de fazer para concorrerem a estes dorsais:

 

1. Ler este post.

2. Não ficar nervoso nem demasiado excitado com este passatempo - é que os vossos colegas e amigos podem perceber e também podem concorrer.

3. Chegar a casa e convencer os amigos e amigas e irem correr à noite (ou lusco fusco) e tirarem uma foto original de ambos (pode ser selfie).

4. Escolher a vossa melhor foto e enviar um email para run@corrernacidade.com com o título Marginal à Noite. Não se esquecerem de colocar a foto em anexo e identificarem-se (porque os dorsais são para duas pessoas). Aceitamos candidaturas até às 23:59 do dia 4 de junho.

5. Despir o equipamento e ir tomar banho e comer qualquer coisa.

6. Aguardar ansiosamente pelo dia 5 de junho, sexta-feira, onde iremos publicar o resultado e respetivas fotos na nossa página de facebook. 

 

Boa sorte.

P.S - este passatempo é feito numa parceria com a Câmara de Oeiras e apenas engloba os 4 dorsais.

 

Como tratar uma fascite plantar?

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Por Filipe Gil

 

Vou contar-vos um segredo.Desde a última Meia Maratona que ando com dores na planta do pé. Tantas dores que só uma semana depois da corrida consegui voltar a correr. No mesmo pé que me atormentou há exatamente cerca de um ano, o direito. 

 

As dores são diferentes, mais leves. Mas estão lá, ou melhor estiveram durante quase uma semana. Peguei no meu "kit" fascite, composto por bola de golfe, bola de ténis, pomada de arnica e um pequeno rolo de cozinha para passar pelas pernas, e não dei descanso à fascia.

Massajei, massajei com a bola de golfe depois de colocar quente durante algum tempo no pé. E fiquei bem melhor. Na quarta-feira fui correr uns 12km e só me doeu no final, numa rua a descer, mas nada de especial.

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Mas vou contar-vos outro segredo. No outro pé, o esquerdo, e desde o fim do verão, tenho tido algumas dores, nada de especial, são, por vezes, incomodativa até quando ando - mas nunca lhe dei muita importância. Era o que faltava ter tido uma fascite no pé direito e agora ter no pé esquerdo. Lembro-me de ter acabado de fazer um treino com o David Faustino, para combinarmos o treino Into the Wild que ele e a mulher guiaram, e no regresso a casa começar a ter dores. 

 

No final da semana passada, mesmo com menos sintomas nos pés, a não ser os normais "bons dias" assim que pisava os chão pela primeira vez após acordar - quem tem ou já teve fasciste sabe do que estou a escrever, decidi fazer um visita à Dr.ª Sara Dias no seu local habitual de consultas em Oeiras, no espaço Saúde de Corpo e Alma.

 

A Drª Sara tratou do pé direito, o que se queixou depois da Meia Maratona. Indicou que o meu pé tinha ali um ponto de pressão na fascia, mas nada de especial. Foi quando "pegou" no outro pé, no esquerdo, naquele que me tem doido desde o final do verão que vi "estrelas". Afinal, tinha muito pressão, vários pontos de tensão na fascia, provocados pelo stress do impacto, do frio, etc. 


A Dr.ª Sara fez uma terapia miofascial e saí de lá como novo. E com mais certezas relativamente aos problemas das minhas fascias: preciso de, de quando em vez, ir fazer estes "desstressamento" da fascite. Tenho que alongar muitas mais vezes - sempre. Fazer alongamentos em casa, mesmo que não corra. E não posso usar sapatilhas de corrida sem usar umas palmilhas para pronadores. Mesmo pronadores, não ligeiros. 

 

E se há coisa que me ocupa o pensamento é que até ao Ultra Trail do Piódão, que irei fazer nos finais de março, não me quero lesionar. Ou seja, respondendo à pergunta que fiz no título, aquilo que vos posso dizer é que estou a ficar um expert, infelizmente, na coisa. Muito alongamento, muita massagem, nada de gelo, e usem sempre o vosso calçado apropriado. E cruzem os dedos das mãos, que isto também é uma questão de sorte na forma como o nosso corpo se comporta.

 

Boas corridas...sem lesões.

 

 

Alívio e bem-estar

Sabem o alívio e bem-estar quando a sensação de libertar algo está preso no nosso corpo? Seja um abcesso, uma unha encravada ou aquela maldita noz que se meteu entre um dente e a gengiva?Foi essa a sensação que tive no pé depois da consulta de ontem da Dr.ª Sara Dias, naturopata e especialista em acupuntura, no espaço Saúde de Corpo e Alma em Oeiras.A Drª Sara analisou o meu pé e percebeu que eu tinha os tendões e a fascia plantar toda embrulhada, um verdadeiro nó na planta do pé. Fez uma aplicação de Moxa, uma planta aplicada quer na medicina tradicional chinesa quer na japonesa. A técnica aplicada chama-se OKYU e é uma técnica da medicina japonesa. Depois esteve uns bons 40 minutos a “desembrulhar” o meu nó. Doeu. Algumas vezes quase que tive as lágrimas nos olhos. Mas foi por uma boa causa. Saí de lá com uma sensação de alívio. As coisas ainda não estão resolvidas, necessito de 2ª feira ir avaliar a situação e talvez só aí perceber se posso, ou não, correr a São Silvestre de Lisboa, no dia 28. Mas foi bom, porque finalmente estou num tratamento, porque vejo evolução na minha lesão. E porque vejo a luz ao fundo do túnel desta lesão, e não me parece ser a luz de um comboio…O pé ainda dói, mas é uma dor totalmente diferente. Só para exemplificar, antes da sessão com a Dr.ª Sara Dias se esticasse os dedos dos pés a planta do pé doía – e não era pouco – de imediato. Agora já não. Sinto o pé cansado e dorido – o que é normal. Mas já consigo fazer certos movimentos que antes não fazia porque doía e muito. Aliás, o pé neste mês de lesão, começou a defender-se e a pisar de outra forma.Vou continuar o meu tratamento. Colocar quente, e não frio (o banho em gelo foi um erro), continuar a aplicar a pomada Madform, tomar dois medicamentos homeopáticos (que não me lembro o nome), e fazer exercícios com a bola de ténis debaixo do pé.E 2ª feira lá estarei para mais uma sessão. E nesse dia já terei comigo o resultado da ressonância magnética para podermos avaliar o que realmente aconteceu.Outra boa notícia: posso andar de bicicleta! Este fim-de-semana não me vai escapar e irei fazer uns km’s de bicicleta. Não é a mesma coisa, mas já dá para suar.Uma nota para o empenho da Dr.ª Sara Dias que está a tratar a minha lesão, que não está curada mas estamos no bom caminho para o fazer. E da simpatia dos responsáveis do espaço Saúde de Corpo e Alma. Quem estiver com um problema parecido com o meu recomendo uma consulta com a Dr.ª Sara. E não, este post não é pago, escrevo-o com toda a sinceridade em ajudar quem está a passar pelo mesmo.20131219-125043.jpg

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