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Correr na Cidade

1ª Impressão: Puma Faas 500 S

Por Nuno Ferreira:

  

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Foram precisos alguns treinos mais calmos e curtos entre paragens forçadas por causa do problema no joelho direito (que me atormenta há vários meses), para conseguir estar à vontade para falar sobre a minha primeira impressãos com os Puma Faas 500 S, sendo o S indicativo de Stability (suporte) e o número 500 é o indicador da gama, estando precisamente a meio da escala que a Puma usa. 100 para os modelos mais razos e com menos amortecimento e apoio, até ao 1000, sendo os modelos desta escala os que oferecem maior suporte e amortecimento.

 

Quando fiz o unboxing deste modelo, que pode ser lido aqui, já tinha falado em algumas das suas características principais, como o seu peso leve para o tipo de sapato que é (297g, tamanho 46), o drop de apenas 4mm que auxilia uma passada mais natural e o amortecimento perfeito graças à borracha Faas Foam utilizada na sola. É claro que falarei melhor sobre a sola e sobre as características técnicas deste modelo na review final.

 

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Corri com os Faas 500 S em todo o tipo de terreno e estes adaptaram-se sempre muito bem ao piso, fosse este em terra batida, sintético ou de alcatrão. Usei principalmente nos treinos mais longos e com ritmos mais calmos. Confesso que no início estava um pouco receoso, pois só tinha usado calçado mais casual da Puma e associava a marca a todos os desportos menos à corrida, mas estou extrememante satisfeito e todas as minhas dúvidas desapareceram assim que os usei pela primeira vez. Para além disso, gosto bastante do visual e as cores conjugam-se muito bem, não chamando demasiado a atenção.

 

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Senti-me sempre muito bem desde o primeiro treino. O conforto é notório graças à Faas Foam que absorve grande parte do impacto no solo e sinti que os meus pés não estavam constrangidos, tendo bastante espaço à frente para se mexerem. Atrás, senti sempre o calcanhar devidamente apoiado e estável, devido ao pedaço de plástico mais duro e resistente, cuja função é segurar o calcanhar no lugar, evitando o aceleramento da pronação.

 

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(a borracha laranja na sola ajuda a estabilizar e a dar suporte durante o contacto com o solo)

 

Após 60 Km, a sola continua como nova, tirando apenas uma pequena zona frontal no sapato esquerdo onde a borracha branca parece que se está a desfazer e a sair do sítio, o que não acontece no sapato direito. Vamos ver se esta situação piora à medida que vou correndo com eles.

 

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(A zona onde a borracha branca está a sair do lugar é visível nesta imagem junto à borracha negra mais larga)

 

Durante o último treino, senti algum desconforto e até uma ligeira dor em ambos os calcanhares mas não liguei muito. Só reparei que tinha a pele nessa zona ligeiramente esfolada quando cheguei a casa e me descalcei, mas penso que o problema poderá ter sido por causa das meias que usei e que não me protegeram adequadamente por serem mais curtas que o habitual. De qualquer forma, fico com a impressão que o material usado na zona de apoio do calcanhar é um pouco abrasivo.

 

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No geral, estou muito satisfeito com os Puma Faas 500 S. É o modelo perfeito para quem faz treinos mais longos em todo o tipo de piso e que procura calçado com bom amortecimento mas não em demasia. É claro que o seu baixo peso também convida a treinos um pouco mais rápidos, mas para isso existem modelos mais adequados.

 

Podem ler a review final em breve.

 

 

Review: Saucony Kinvara 5

Por Nuno Ferreira:

 

Os Saucony Kinvara são conhecidos e admirados em todo o mundo desde que o primeiro modelo foi lançado em 2010. A quinta versão dos Saucony Kinvara, prestes a ser lançada no mercado Português, não fica atrás e posso dizer com toda a confiança, que se tornaram nos meus sapatos preferidos, principalmente para treinos mais curtos e rápidos. Infelizmente, a lesão no joelho direito que me atormenta há demasiado tempo, não me permitiu treinar com a regularidade e intensidade a que estou habituado e calcei os Saucony apenas em treinos demasiado espaçados e mais leves. Tinha planeado fazer o teste definitivo durante a última Corrida do Tejo, mas tal não foi possível por motivos profissionais e pelo cansaço extremo que estava a sentir no dia da prova.

 

 

Já tinha falado na leveza (236g, tamanho 46) e no conforto dos Kinvara 5 na minha primeira impressão deste modelo que pode ser lida aqui e os restantes quilómetros que fiz, permitiram quebrar ainda mais os sapatos. A experiência só podia melhorar e assim foi. Agora com quase 100Km, sinto que os Kinvara se adaptaram perfeitamente ao meu pé e ao meu tipo de passada.

Embora direccionados para corredores leves e neutros, consegui usar este modelo sem qualquer problema e, quem me conhece bem, sabe que sou um corredor pesado e com passada pronadora. No entanto, a estrutura dos Kinvara proporcionaram estabilidade suficiente para correr sem acentuar a minha pronação e a adição de borracha iBR+ extra na sola, também ajudou.

 

 

Ajuste / Conforto

 

Tenho um pé grande e largo. Pronto, está dito! Independente da marca, tenho de usar sempre um tamanho entre 45,5 e 46. Gosto de ter bastante espaço à frente e de lado, para que o meu pé se possa movimentar à vontade. Geralmente, isso faz com que a zona do calcanhar fique demasiado larga, obrigando a apertar mais os atacadores e a usar os dois furos extra junto ao tornozelo. Com os Kinvara 5, não tive essa necessidade, não só graças ao espaço extra à frente, algo que a Saucony desta vez deu muita atenção ao escutar as opiniões e sugestões dos utilizadores dos modelos anteriores, mas também graças ao novo o sistema PRO-LOCK®, que consiste num triângulo de cada lado do sapato, feito num material flexível que vai desde a sola até à parte superior do pé, fazendo lembrar o sistema Flywire da Nike.

Pela primeira vez, não senti que os atacadores estivessem demasiado apertados e não tive a necessidade habitual de deixar os atacadores mais soltos para evitar a pressão no peito do pé. A zona do calcanhar também foi redesenhada e reforçada com o novo material RunDry®, acabando por subir mais um pouco, proporcionando um ajuste mais confortável e mantendo o calcanhar no lugar.

 

Embora a “língua” seja muito macia e um pouco maior que nos modelos anteriores, proporcionando maior conforto e evitando que os atacadores façam demasiada pressão no pé, continuo sem perceber porque razão as marcas continuam a não coser a “língua” às laterais do sapato, evitando assim que esta ande de um lado para o outro, expondo quase sempre o peito do pé. Pelo menos, é o que acontece comigo.

 

Ao correr com os Kinvara 5, não pude deixar de reparar como são muito confortáveis e macios. Mesmo sendo um corredor pesado (90 Kg), o amortecimento supera tudo o que calcei até hoje e termino os treinos menos cansado das pernas. Pensei que fosse apenas impressão minha, mas a mesma sensação manteve-se treino após treino. E isso é muito bom! 

 

 

Qualidade de construção

 

Não há qualquer dúvida que a Saucony soube ouvir os corredores e corrigiu os problemas da qualidade de materiais usados na construção dos modelos anteriores dos Kinvara, principalmente na parte frontal. Até agora, a parte superior está como nova e sem sinais de degradação e longe ficam as opiniões negativas que relatavam buracos nas zonas dos dedos ou lateralmente.

 

Os materiais usados são da melhor qualidade e nota-se perfeitamente que a Saucony fez uma selecção criteriosa dos mesmos. Graças aos materiais usados na “rede” que envolve os sapatos, os Kinvara 5 são muito respiráveis e não tive qualquer problema de aquecimento dos pés, mesmo durante os dias quentes de verão, onde as temperaturas andaram perto dos 40ºC na zona de Santarém. O uso de Flexfilm na parte superior, mantém toda a estrutura do sapato intacta, evitando que o pé ande de um lado para o outro.

 

 

 

Visual

 

Confesso que a cor verde que a Saucony forneceu para teste me deixou um pouco de pé atrás. Gosto bastante de cores mais sóbrias e que chamem menos a atenção, mas rapidamente deixei esse preconceito de lado e hoje adoro o tom verde vivo dos Kinvara. É rara a vez que não vejo outros corredores a olhar para os meus pés. De todos os modelos que uso, os Kinvara 5 são o modelo que mais se destacam visualmente e dou por mim a querer agarrá-los cada vez que vou treinar.

 

 

 

Sola

 

Mesmo depois de quase 100Km já corridos, a sola dos Kinvara mantém-se quase inalterada. É notório algum desgaste na borracha EVA+, a borracha branca, mais macia e com excelentes propriedades de amortecimento, o que é perfeitamente normal. A Saucony fez algumas alterações na sola do modelo 4 para o modelo 5, principalmente no reforço lateral exterior, ao aplicar borracha iBR+ mais dura e resistente em zonas onde o impacto é maior, aumentando assim a durabilidade dos Kinvara. Apesar da inclusão deste material mais rijo, os Kinvara 5 são muito maleáveis e absorvem bem o impacto. As minhas pernas agradecem.

 

 

Os cortes e vincos bem marcados na sola e as propriedades maleáveis da borracha EVA+, permitem também que os Kinvara sejam extremamente flexíveis, ao ponto de os conseguir enrolar totalmente. Os pés podem assim se adaptar a um estilo de passada mais natural, evitando a rigidez tão característica de muitos sapatos de treino.

 

O que poderia ser mudado na sola? Talvez a inclusão de um pouco de borracha mais resistente na parte interior. Sei que acrescentaria mais uns gramas de peso, mas isso ajudaria também a dar um pouco mais de estabilidade, para além de garantir uma maior durabilidade e mais alguns quilómetros acumulados.

 

 

Conclusão

 

A marca Norte Americana voltou ao bom caminho com os Kinvara 5, fazendo esquecer os modelos anteriores e bem menos sucedidos e, embora ainda não sejam comercializados em Portugal, o sucesso que este modelo está a ter lá fora, prova que os corredores estão muito satisfeitos. Para mim, os Kinvara 5 são sem dúvida os melhores sapatos de treino que já calcei e sei que lhes vou dar bastante uso. Só falta ficar totalmente bom do joelho, mas isso é outra história.

 

 

Ajuste/Conforto: 5/5

Qualidade de construção: 4/5

Visual: 4/5

Sola: 4/5

 

Total: 17/20

 

 

1ª impressão: Saucony Kinvara 5

Por Nuno Ferreira:

 

Sou fã da Saucony! Está dito! Na minha opinião, os modelos de calçado da marca norte americana podem não ser os mais bonitos esteticamente, mas cada modelo que calcei, desde os Omni 11 aos, Guide 5, passando pelos Mirage 3, me surpreenderam pela positiva. Os novíssimos e ainda por lançar em Portugal, Kinvara 5, não ficam atrás. Não é à toa que foram considerados o Editor’s Choise do Fall 2014 Shoe Guide da Runner’s World.

 

Precisei de correr pelo menos 3 vezes com os Kinvara 5 para ter a certeza de que estava a calçar um dos sapatos mais confortáveis e com melhor ajuste que já experimentei desde que comecei a correr. São extremamente leves graças ao uso da borracha EVA+, flexíveis e o sistema PRO-LOCK®, muito ao estilo do sistema Flywire da Nike, simplesmente funciona, proporcionando um ajuste perfeito ao meu pé. E acreditem que é difícil encontrar um modelo de sapatos de treino ou de corrida que se ajuste ao formato do meu pé. Geralmente, tenho de ajustar os atacadores para evitar a pressão no topo, algo que não foi necessário com os Kinvara.

 

Como disse no unboxing dos Kinvara 5 (link), não sou grande fã de sapatos com cores mais vibrantes, mas já me estou (finalmente) a habituar à cor verde deste modelo. Uma coisa é certa, estes sapatos chamam definitivamente a atenção e é engraçado ver as pessoas, principalmente corredores, a olharem para os meus pés quando passo por eles a correr.

 

Durante os treinos, os Kinvara 5 fazem-me lembrar os Saucony Mirage 3, o que não é de estranhar, pois os Mirage 3 são equivalentes à versão com estabilidade dos Kinvara 4, com a vantagem da versão 5 dos Kinvara ser muito mais responsiva e de ter uma área frontal mais larga para acomodar pés maiores como os meus. Parece que a Saucony deu finalmente ouvidos aos pedidos dos fãs da marca que se queixavam que os modelos anteriores eram demasiado apertados à frente.

 

Ao fim de 20Km, a sola apresenta pouco sinais de desgaste, o que me deixa confiante de que é um sapato feito para aguentar muitos quilómetros. A sola tem borracha mais resistente nos locais de maior contacto com o solo e as ranhuras mais profundas garantem bastante flexibilidade e uma maior liberdade durante o momento de arranque.

 

O único aspeto negativo que encontrei até agora, é que deixam entrar areia através da zona do calcanhar. É certo que estes são sapatos de estrada e não de trail, mas resolvi correr em alguns trilhos curtos para ver a forma como respondiam num terreno diferente. Apesar de se terem portado muito bem, o problema da areia foi bastante incomodativo. Acredito que pode ser mais um problema dos meus pés e não dos Kinvara. Ninguém me mandou correr com sapatos de estrada em trilhos.

 

Nos últimos treinos rápidos, a escolha tem recaído quase sempre nos Kinvara e, são neste momento, os meus sapatos preferidos para treinos de séries e fartlecks e espero usá-los em breve numa prova de 10Km ou até mesmo numa meia maratona.

 

 

Antes da review final e detalhada que será publicada em breve, irei correr mais alguns quilómetros para ver a forma como se adaptam aos meus pés, ao meus estilo de corrida e para ver o nível de desgaste que irão sofrer em treinos mais longos e mais rápidos.

 

Unboxing:Micro G Monza

Por Nuno Ferreira:

 

A Under Armour forneceu para teste, os Micro G Monza, uns sapatos para corredores neutros que terei o prazer de experimentar ao longo das próximas semanas. O nome está associado a uma das pistas de automobilismo mais rápidas do mundo e os seus 276g (tamanho 46) são a prova de que este modelo foi feito a pensar em velocidade. São perfeitos para treinos curtos, treinos de séries, fartleks e provas rápidas (entre 5 Km e 10 Km).

 

A construção é de alta qualidade, com poucas costuras, principalmente no interior. Seguindo a tendência de calçado minimalista e natural, os Monza têm um drop de 4mm, o que requer alguma adaptação para quem não está habituado a correr com uma diferença tão grande entre o calcanhar e a frente do sapato.

 

Estou desejoso para começar a correr com os Micro G Monza e será a primeira vez que vou correr com material desta marca. As primeiras impressões serão conhecidas dentro de algumas semanas.

 

Até lá, aqui fica o unboxing:

 

Receita: Green Monster

Por Nuno Ferreira:

Com o ritmo de vida acelerado que temos atualmente, com a má alimentação constante e com a falta de exercício físico, por vezes, sentimo-nos sem energia e apáticos ao longo do dia. A maioria das pessoas nem toma um bom pequeno almoço por falta de tempo ou porque simplesmente dá demasiado trabalho.

 

Há cerca de dois anos, sentia-me sempre sem energia, sem conseguir dormir, não me hidratava convenientemente, não conseguia pensar, estava a ganhar peso mesmo sem comer muito, a minha criatividade estava num nível baixíssimo, e os meus treinos estavam a piorar de tal forma, que tinha de parar porque estava demasiado cansado e quase que não sentia as pernas.

 

Alguma coisa estava errada e tinha de corrigir isso rapidamente. Foi então que decidi mudar os meus hábitos de vida, a começar pelo pequeno almoço. Adoro um bom pequeno almoço e é para mim a refeição mais importante do dia, mas estava saturado de comer cereais todas as manhãs, ou de comer pão acompanhado com um copo de leite. Após alguma pesquisa e depois de ler tantas opiniões positivas sobre uma bebida verde mágica, decidi experimentar o "Monstro Verde". 

Há muitas formas de preparar este smoothie, mas aqui fica a minha versão:

- 1 tigela pequena com espinafres frescos (vitaminas, fibra)
- 1 banana (magnésio, potássio, vitaminas)
- 1 Pêra ou 1 Maçã (vitaminas, fibra)
- 1 Copo de leite magro ou 1 copo de leite de amêndoa (cálcio, vitaminas e proteinas)


Aconselho a colocar primeiro o leite e só depois os restantes ingredientes. Desfaz-se tudo com a liquidificadora e o resultado é um líquido verde que se assemelha ao resultado de uma experiência em laboratório. Certamente estão a pensar “Espinafres num batido? Isto vai pelo ralo abaixo num instante”, mas garanto que o resultado vale a pena e que não sentem o sabor dos espinafres. 

 

Esta é a receita básica que tenho utilizado desde o início, mas por vezes gusto de ser criativo e adiciono uma colher de mel, sementes chia, mirtilos ou framboesas (altera a cor do smoothie). Se quiserem, podem também adicionar um iogurte magro com sabor a fruta, ou substituir as folhas de espinafre por outro vegetal. Também fica muito bom com cenoura. Nos dias de treino, adiciono meia medida de proteína whey com sabor a morango. Experimentem!

 

 

E o fim‑de‑semana da Crew foi mais ou menos assim...

Por Filipe Gil:

 

Como vimos no post do Nuno Ferreira (dois post antes deste) ele andou a correr por Santarém com 30 graus, mas o resto da crew (quase toda) teve alguma atividade. No sábado II Trilhos das Lampas. Na foto Nuno Malcata, Tiago Portugal, Bo Irik e Pedro Tomás Luiz.

 

 

 

No domingo enquanto a Ana Morais fez a Corrida dos Impostos (1ª foto abaixo), e Nuno Malcata, a Joana Malcata, o Tiago Portugal e a Bo Irik fizeram os 10K da Corrida Saúde + Solidariedade (fotos abaixo):

 

 

E enquanto o resto da crew recupera de lesões ou dedicou-se à família neste fim-de-semana, ainda houve tempo para treinos ligeiros, abaixo Stefan Pequito (à esquerda) que treinou na "sua" margem Sul, e eu com o Bruno Andrade que fizemos 10K matinais de Algés a Paço D'Arcos.

 

 

E o vosso fim-de-semana de corridas, como foi?

 

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