Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correr na Cidade

Manter a corrida interessante

VistaTamariz.jpg

Correr pode tornar-se, por vezes, monótono. Eu próprio já passei por isso. Foram tantas as vezes que treinei no paredão de cascais que conheço o percurso de quase de cor, as passadeiras, os sinais, os cheiros, as vistas e ao fim de algum tempo até os restantes corredores se fundem na nossas rotina, deixa de ser novidade. É mais seguro, mas também menos interessante e estimulante. De forma manter a nossa corrida rotineira interessante podemos utilizar alguns destes truques/dicas:

 

1. Experimente um treino “Fartlek”. Palavra derivada do Sueco, desenvolvida nos anos 30 e que significa ‘Speed Play’ (Fart=speed and lek=play). O uso do “fartlek” veio fornecer um método menos estruturado do que o treino intervalado. Consiste numa corrida por um determinado tempo, 30 segundo de sprint seguidos de 5m de corrida suave, durante o tempo do seu treino para permitir a recuperação antes do esforço seguinte. Ele aumenta a intensidade das passadas e o desgaste muscular, gerando o ganho de força e resistência. Além disso, faz com que você saia da rotina de treino, melhora o sistema cardiovascular além de ensinar o organismo a lidar com picos de esforço;

 

2. Vá para os trilhos. Se está habituado a correr na cidade aproveite os parques pertos de sua casa para variar os percursos e explorar novas rotas, além de que a superfície mais macia exige menos das suas articulações e ossos. Pessoalmente tento incorporar 1km do parque pedaços em Cascais ou vou a correr até ao Parque Marechal Carmona;

IMG_3575.JPG

3. Arranje companhia. O mesmo percurso se feito com um amigo ganha um novo significado, seja pelo simples facto de ter companhia ou por querer motivar o seu amigo a correr e conhecer o “seu” quintal;

 

4. Descubra novos percursos. Não tenha medo de sair da sua zona de conforto e descobrir novos trilhos. Existem muitas aplicações onde corredores partilham os seus treinos, porque não dar uma espreitadela e ver onde os seus vizinhos correm. Pode ser que se surpreenda com um percurso perto de sua casa que nunca pensou existir;

 

IMG_3485.JPG

5. Faça o mesmo treino de sempre mas desta vez tente bater o seu recorde dos 5k ou 10k. Da próxima vez que não lhe apetecer correr ou estiver a ficar aborrecido a meio do seu treino pare 30segundos, programe o seu relógio e dê corda aos sapatos durante o resto do percurso. Talvez se surpreenda e estabelece um novo PR;

 

6. Se começar a ficar aborrecido com a corrida e os treinos, não se preocupe que acontece a todos, inscreva-se numa corrida. Nada melhor para motivas do que estabelecer objetivos a curto e médio prazo.

 

Já tem algumas ferramentas para combater o tédio. Não se preocupe em demasia que todos os corredores em determinada altura passaram pelo mesmo que você, o importante é não desistir e correr feliz.

 

Run Happy

Decidiste voltar a correr? Eu também e não vai ser fácil...

f.jpg

Há 3 meses corri pela última vez... e fiz uma maratona!

 

Pois é, há 3 meses corri a Maratona de Madrid, e desde esse dia não voltei a correr 100 metros.

 

Porquê? Fui "à faca", e para não ajudar, 1 mês depois da primeira ida ao bloco operatório tive de lá voltar para resolver uma infeção chata que deu em fistula.

 

A recuperação foi longa, quase 2 meses, muito dolorosa e completamente inerte passando muito tempo deitado.

 

Tanto como as muitas dores que tive, custou esta inatividade completa porque desporto é do que mais gosto fazer na vida, seja correr, saltar, nadar, andar de bicicleta, jogar ténis, basket, etc etc etc...

 

Atualmente perdi toda a forma que tinha e, se há 3 meses concluí a Maratona num dos melhores periodos de forma que me lembro, hoje subo um lance de escadas e fico exausto. O corpo precisa de atividade, tudo o que está parado morre, mesmo.

 

3 meses depois da Maratona voltei a calçar uns ténis para voltar a correr um pouco. Foi no evento da Puma para apresentação dos Ignite Dual. A sensação foi boa, muito boa, apesar do receio de começar a correr, mesmo que devagar, e não aguentar nem 50 metros.

 

Felizmente o evento foi bem planeado, andámos um pouco, fizemos alguns exercicios de aquecimento e a parte de corrida foi breve. Embora muito cansado acabei bem e com um enorme sorriso na cara.

f2.jpg

E agora? Agora é hora de começar tudo de novo, antes de voltar a correr bem, terei de andar muito e bem, e sobretudo ter a força para não desistir às primeiras dificuldades, e vão ser muitas.

 

Para ti, que estás na mesma posição que eu, decidiste voltar a correr e sabes que não vai ser fácil, faz isto por ti e para ti!

 

Daqui a 2 meses espero ouvir noticias tuas, e eu aqui estarei a dar-te noticias desta minha nova etapa.

 

Para fechar, revejam neste link  as dicas que o Pedro Luiz nos deixou no início do ano para quem quer começar ou voltar a correr e tanto sucesso tiveram.

 

Bons treinos!

Acreditar e Fazer: a caminho do EGT

 

Acho que o título reflecte bem o meu "mantra" atual… para quem levou uma valente bofetada na cara, com uma tentativa extremamente frustrada de fazer a sua primeira Maratona em Barcelona, confesso que estou surpreendida comigo mesma. Após esta experiência que me vincou profundamente, achei melhor afastar-me por uns tempos da corrida, para organizar a cabeça e as emoções quanto à corrida… já andava na natação, apostei em aulas de RPM no ginásio e fui em busca do equilíbrio físico e mental com o Hot Yoga de Jean Pierre de Oliveira, que tão bem que me sabe!

 

 Hot Yoga: estou por ali algures, literalmente a suar em bica!

 

A pensar que o embalo de uma maratona me pudesse ajudar, desde Dezembro que estava inscrita nos 46K do EGT. Planos furados e de cabeça longe do objectivo, vi-me confrontada com a mais pura realidade das minhas acções com o artigo do Luís a propósito das nossas decisões a nivel desportivo… pela primeira vez vi escrito aquilo que tantas vezes, os dois, falamos em casa e que por uma razão ou outra ainda não tinha retido, sobretudo no momento impulsivo em que me inscrevo em provas (menos mal, podiam ser malas e sapatos… certo?).  

Reli aquele artigo vezes sem conta… afinal de contas o que é que eu quero?! Pensei muito sobre o assunto e de uma forma bastante consciente tomei a decisão de que iria apontar canhões para a prova que já tinha planeada e assumi o facto de que iria ter pouco mais de um mês para treinar com uma disciplina e foco como nunca antes. Seria também imperativo focar-me ao nível alimentar porque, por mais voltas que tenhamos que dar, uma pessoa mais pesada é obrigatoriamente menos rápida, consome mais energia e assim menos eficiente na sua corrida, com a agravante de potenciar lesões ao nível articular.

Teria de uma vez por todas mentalizar-me de que sou capaz, motivar-me a continuar e como costumo dizer: fechar a boca e treinar forte! Querer só, já não chega… chegou a hora de atuar!

 

Estrela Grande Trail® de 46K: que estouro!

 

Quando divulguei a alguns amigos da corrida a minha intenção de fazer esta prova, foram todos muito politicamente correctos, sem quaisquer reacções negativas (as vezes até sem reacção! :P), em que a maioria optou pelo silêncio. Imagino que lhes tenha ocorrido o pensamento “ WTF?! Esta gaja deve estar completamente louca!!!” Curiosamente, ou não, foram esses mesmos amigos que sem as típicas palmadinhas nas costas do “és a maior, tu consegues” que fizeram questão de me acompanhar, a par e passo nesta jornada de treinos intensos a que me submeti neste último mês e trocos, porque palavras leva-as o vento… A todos eles muito lhes devo a motivação para persistir quando a cabeça pedia para parar.

 

2.jpg

"as rainhas do cozido"

 

Para além dos treinos recorrentes acompanhada, onde invariavelmente obtenho melhores resultados, fiz questão de inserir no meu plano de treinos semanal alguns momentos a “solo”... aproveitei as idas do Luís aos Esquilos e fazia o meu trilho sozinha com os meus pensamentos… passei a ter um gosto especial por Monsanto de manhã cedo e no ritmo familiar passei a ser eu a indicar os dias desses treinos.

Já trato por tu o “Trepador”, houveram treinos fartos em “cozidos”, com tudo a que temos direito, e cheguei a fazer também algumas incursões a Sintra nos fins de semana, para colocar km’s e altimetria, mas que por uma razão ou outra não foram tão proveitosos como gostaria que tivessem sido. As pernas foram respondendo bem ao esforço, a cabeça manteve-se no objectivo e melhor do que isso: tirei muito gozo desta fase!

 

 

Pelo meio desta brincadeira toda, sem dedicação exclusiva para a causa e apenas com o objectivo de me familiarizar com as regras de prova, faço o meu primeiro Triatlo, em Leiria, na companhia da Sara e do João a quem “desencaminhei” para estes caminhos uns meses antes. Acreditem… a #teamhulk ainda vai dar que falar! ;) E porque parece que sou uma mulher de tudo ou nada, é também nesta fase da minha vida que me cai no colo a oportunidade de ingressar numa nova oportunidade profissional… haja fôlego!

 

 #teamhulk depois do I Triatlo da Lagoa da Ervideira - Leiria

 

Dito isto… estou a caminhar a passos largos para o meu grande desafio. Não sei quantos kg’s perdi ao certo porque não me pesei, propositadamente, mas o facto é que já vejo pequenos laivos de músculo onde antes só via gordura. Acho que foi a primeira vez que não confiei na sorte ou destino e arregacei as mangas a sério… dentro de mim tenho uma pequena chama de fé que me faz acreditar que vou conseguir e foi essa mesma chama que me fez sair tantas vezes da cama de madrugada quando seria tão mais fácil ficar no quentinho… desculpem lá se estou a ser ingénua... Uma coisa é certa, este mindset já ninguém mo tira!

 

Gostaria de terminar com um agradecimento especial ao Luís Moura, Sara Dias, João Gonçalves e Ângela Costa por todos os km’s partilhados, conselhos, apoio, motivação… enfim, pela vossa AmizadeSeja qual for o desfecho… prometo-vos que darei o meu melhor!

 

Ode a quem tem uma vida ocupada e corre

bo-irik-running-0108.jpg

 

Por Bo Irik:

 

Às mães e pais que trabalham a tempo inteiro, aos jovens que têm que lutar e dar tudo para garantir uma carreira de sucesso no futuro, a toda a gente que tem a agenda cheia e mesmo assim consegue arranjar um espacinho para correr: parabéns.

 

A missão do blog Correr na Cidade é inspirar. É inspirar pessoas a largarem o sofá e começarem a correr. É inspirar alguém que já corre 10km a fazê-lo em menos tempo. É inspirar alguém que já corre uma Meia Maratona a correr uma inteira. Mas nem sempre as pessoas por detrás deste blog se sentem aptas a inspirar. Neste momento, sinto que eu é que preciso de ser inspirada.

 

Estou a passar por uma fase da minha vida profissional muito interessante, muito desafiante e com oportunidades brutais. Estou mega feliz e motivada. No entanto, estas fases costumam vir acompanhadas de pressão e stress. E, em paralelo com alguns obstáculos familiares que nem merecem aqui serem mencionadas, sinto que não estou na melhor forma mental.

 

Corro porque gosto. Faz-me sentir bem. Fisicamente, mas também porque ajuda a equilibrar a parte mental. E por isso, aprecio correr ao final do dia, depois do trabalho, para desanuviar. Contudo, nas últimas semanas, tem sido difícil encontrar um espacinho na minha agenda para praticar desporto. O trabalho tem sido mais importante. E quando não trabalho, só quero dormir. Deparei-me com 7 dias seguidos sem praticar desporto! E tão bem que soube quando voltei a suar! É realmente muito importante ter noção do quão bem o exercício nos faz e incluí-lo obrigatoriamente na nossa agenda. Merecemos.

bo-irik-running-0069.jpg

 

Sou uma pessoa muito energética e ultimamente tenho sentido os níveis de energia um pouco em baixo. Em paralelo, mesmo depois de uma noite boa de sono, sentia-me com vontade de dormir mais. E também a respiração. A respiração, por vezes, tende a ficar muito acelerada quando pratico o mínimo de exercício. Foi por estes sintomas que decidi fazer análises ao sangue. E sim, tenho anemia. Nas próximas semanas, tenho que descansar (ainda) mais, comer bem (e fazer suplementação de ferro) e minimizar os treinos. Digo minimizar porque preciso dos treinos.

 

Foi pela redução progressiva de treinos (sem querer) e pelo diagnóstico da anemia, que decidi escrever este texto (não é bem uma ode) para demonstrar a minha admiração por todos aqueles que têm as agendas cheíssimas e mesmo assim conseguem correr (e ter excelentes resultados) e manter o corpo saudável.  

 

És uma pessoa destas? Tens alguma dica ou sugestão? : )

 

Obrigada,

Bo

 

Fotos por Luciano Reis.

Rumo ao Reccua Douro UT (Parte 1) - Porquê?

Por: João Gonçalves e Rui Pinto

 

O João e Rui estão cerca de a um mês de participarem no maior desafio desportivo das suas vidas, até à data. Para eles a necessidade de elevar a fasquia para uma ultramaratona de 80k fez todo sentido e escolheram o Reccua Douro Ultra Trail para o fazerem.

 

Dia 3 de Outubro, irão pôr-se à prova, física e mentalmente, nesta evento que percorre as belas paisagens do Douro e da Serra Marão. Mas enquanto esse dia não chega, iremos contar-vos em primeira mão, e na primeira pessoa, esta aventura.

 

Hoje é o primeiro capítulo que intitulamos de Porquê?

 

dut.jpg

 

 

João Gonçalves

 

O que me leva fazer isto? O que me move para levantar da cama para ir treinar? O que me dá energia para chegar a casa depois de um dia de trabalho, calçar as sapatilhas e ir treinar? O que me faz querer elevar a fasquia e fazer a prova mais longa que fiz até hoje? 

 

A resposta a todas estas perguntas não são fáceis. Nem sei se têm uma resposta que faça sentido, mas para mim a resposta mais simples e sincera e que consigo dar é “Porque não sei”, não sei se consigo acabar, não sei como o meu corpo se vai comportar com o esforço, não sei como a minha parte psicológica se vai aguentar, não sei… mas é este desconhecido que me faz ir, porque não sei, mas quero muito saber.  

 

IMG_20150620_091417-2.jpg

 

Ainda me lembro o dia em que fiz a minha inscrição para esta prova, estava em frente ao computador, como tantas outras noites a pesquisar artigos de sobre corrida, quando me aparece no meu ecrã uma partilha do vídeo promocional da primeira edição do DUT. Desde logo fiquei empolgado com a beleza das imagens que me passavam diante dos olhos e, aliado à frustração de tempos antes não ter conseguido participar na Meia Maratona do Douro Vinhateiro para conhecer a região, entrei no formulário de inscrição e comecei a digitar os meus dados.

 

15k, 45k ou 80k? Chegou a altura da decisão…

 

Dizem que só evoluímos fora da nossa zona de conforto e encarando os desafios de frente…

 

Acredito que sim, como acredito que fazer este tipo desporto, nestas distâncias já não se pode considerar que seja saudável, mas como diz o Tiago Portugal neste excelente artigo que reflete bem o espirito destes desafios que colocamos a nós próprios, a recompensa é maior do que o esforço, o cruzar a meta… Aqueles instantes em que estás com a meta a vista e pensas para ti mesmo: “Consegui”, valem todas as horas de sofrimento e dedicação para ali chegar. É nisto que penso quando o despertador toca de madrugada para ir treinar, ou chego a casa cansado e com vontade de me deitar no sofá e, ao invés disso, calço as sapatilhas para ir correr… É nesse “Consegui” que penso, é essa sensação desse misto de alegria, orgulho, cansaço e suor que quero sentirQuero esse “Consegui” e quero muito… 

 

IMG_20150725_100617.jpg

 

Então respirei fundo e selecionei a opção mais dura da prova - 80k, cheio de receios, mas muita vontade de os fazer. Sinto que, para ter sucesso, uma pessoa necessita de ter desafios, algo que nos transcenda como pessoas; de uma certa forma, que a vontade e a força para ver esses desafios alcançados seja transportada para todas as vertentes das nossa vida - pessoal, profissional ou amorosa e fazem de nós pessoas mais fortes.

 

Tempos depois, um convívio da Crew e em conversa, fiz o desafio ao Rui, mas essa parte deixo para ele contar.

 

 

Rui Pinto

 

Por alturas da Corrida das Fogueiras, em Peniche, no final de Junho, já me tinha esquecido das agruras dos 53 km do Piódão, algures fixados num longínquo mês de Março. Então, só pensava que queria mais um desafio e estava com saudades de treinar afincadamente para uma tarefa super difícil. Precisava de algo por que penar nos treinos, que me empolgasse. Um desafio que me trouxesse de volta àquele entusiasmo de voltar a treinar para algo que não saberia se iria conseguir. Algo tão difícil que me tirasse o sono, de tanta excitação e incerteza.

 

11949761_10204820671214150_401816082_n.jpg

 

Foi nessa altura, na praia de Supertubos, com a nossa crew, que eu e o João abalançámo-nos para o desconhecido e tomámos em mãos a empresa de corrermos o Réccua Douro Ultra Trail , em 3 de Outubro, que terá por pano de fundo a edílica paisagem do Douro Vinhateiro e da Serra do Marão.

 

Hoje, no mesmo dia em que me inscrevo nos 80 km do RDUT, confesso que tenho sérias dúvidas sobre se conseguirei cortar a sua linha de chegada. A vida é uma máquina de lavar roupa que te engole, te baralha os planos e te suga o tempo, a energia e o empenho para treinar afincadamente, e seguir, à risca, o plano de treino que traçaste para o objetivo em mente. Agigantam-se os receios de desiludir todos aqueles que acreditaram que serias capaz de o fazer e o peso nos ombros é real e palpável, nesta fase.

 

Hoje, reina um misto de emoções e sentimentos. E estou imensamente entusiasmado por ter (finalmente!) concretizado a minha inscrição, e ultrapassado o ponto de não retorno, e estou triste por ter a noção de não estar a cumprir, na totalidade, o  meu plano de treino, como deveria. Tenho um mês – apenas um mês! - para tentar compor o ramalhete e voltar à rota - ou melhor, ao trilho - traçado. Tenho um mês para mudar o chip na minha cabeça e vencer o cansaço, a falta de energia, a inércia de levantar cedo para ir treinar, enquanto todos à minha volta ainda dormem. E repetir o processo, uma e outra vez. As vezes que forem necessárias. As vezes que o plano de treino estipula.

 

Picture1.jpg 

 

Hoje, no dia em que o facebook está inundado com as proezas dos ‘finishers’ portugueses no UMTB, em Chamonix – e que alimentam fantasias de semelhantes feitos, nas mentes e todos aqueles que amam o trail – e no preciso momento em escrevo estas linhas, eu estou mergulhado em dúvidas. ‘Será que vou conseguir vencer a altimetria do Douro e arredores?’. ‘Ainda não treinei com bastões...’.  ‘Tenho de por mais desnível nos treinos diários…’. ‘Ainda não marquei alojamento…’. ‘Que ténis serão mais adequados ao percurso?’…

 

Dizem-me que estas são inquietações normais de quem corre ultras… E que todos passam por elas… Enfim, sei que, daqui a um mês e dois dias, todas estas dúvidas se terão dissipado e já saberemos o resultado final. Até lá, eu e o João Gonçalves vamos tentar dar-vos conta das nossas ansiedades, angustias e dúvidas, neste espaço, durante este mês de setembo, e até ao Reccua Douro.

 

Esperemos que nos acompanhem nesta aventura.

 

11938050_10204820671094147_834094424_n.jpg

 

Treinar para a Maratona com Meb Keflezighi

42,195 km é a distância que é preciso correr para se completar uma maratona. Ultrapassar esta barreira e cruzar a linha da meta é o objetivo de muitos corredores, que se preparam arduamente para realizar este feito.

 

Domingo como sempre é dia de vídeo e para ajudar a motivar quem se está a preparar para a sua próxima maratona vejam como Mebrahtom "Meb" Keflezighi, vencedor da maratona de Boston em 2014, aos 39 anos, se prepara para as suas provas.

Meb.jpg

 

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Actividade no Strava

Somos Parceiros



Os nossos treinos têm o apoio:



Logo_Vimeiro

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D