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Correr na Cidade

Review: Merrell All Out Terra Light

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Modelo: Merrell All Out Terra Light

Testado por: Sara Dias

Características pessoais: Pronadora e 57Kg de peso

Condições de teste: Cerca de 75km percorridos nos trilhos de Monsanto e Serra de Sintra, percorrendo vários tipos de terrenos e condições climatéricas.

Chegou a hora de partilhar convosco a minha opinião sobre os All Out Terra Light, posso já adiantar que gostei bastante e que há um pormenor que faz toda diferença em tempo mais chuvoso, curiosos?

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DESIGN & CONSTRUÇÃO

 

Gosto muito da combinação de cores, como disse no preview, estas sapatilhas são o modelo masculino logo as cores não podem ser ao gosto feminino. Relativamente ao modelo em si, não é estrondoso mas sinceramente não desgosto.

 

Ora então falemos daquilo que realmente nos interessa numas sapatilhas, malha superior bastante ventilada ideal para dias mais quentes, possui ainda um forro com tecnologia M-Select FRESH com a capacidade de eliminar os odores tão indesejados, neste novo modelo houve uma melhoria na eliminação da água e transpiração. Tive oportunidade de andar com os pés dentro de água e pouco tempo depois sentia os pés a ficarem secos. Este foi um pormenor que gostei imenso.

 

A biqueira é bem reforçada, no trail é muito importante que seja para nos proteger os dedinhos.

 

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ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

 

Quando calço estas sapatilhas, sinto que são quase perfeitas para o meu pé, digo quase porque sinto falta de uma compensação para a minha pronação, contudo este é um modelo pensado para corredores de passada neutra, logo não posso exigir mais. Neste modelo podemos contar com diversos mecanismos de amortecimento e estabilidade tal como Placa TrailProtect™.

 

A aderência é brutal, contamos com sola Vibram e sobre ela não há muito mais a dizer, podemos fazer descidas com pedra sem medos.

 

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CONFORTO E AMORTECIMENTO

 

Relativamente ao conforto e amortecimento, posso dizer que são a minha escolha até aos 25km. E agora pensam, então se são confortáveis e têm bom amortecimento porque não são a escolha para uma maior distância? Neste ponto o problema não é da sapatilha mas do meu tipo de passada, sou bruta acomodar o pé no solo, por isso quando vou para distâncias superiores opto sempre por sapatilhas género pantufas.

 

PREÇO

 

Passando à parte dos custos, conseguimos comprar este modelo pelo PVP de 119,90€ .

 

AVALIAÇÃO FINAL:

 

Design/Construção 15/20

Estabilidade e Aderência 18/20

Conforto 16/20

Amortecimento 14/20

Preço 17/20

 

Total 80/100

 

Bons treinos na companhia dos Merrell All Out Terra Light

Review: Merrell AllOut Peak

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Modelo: Merrell AllOut Peak

 

Testado por: Bo Irik

 

Condições de teste: alguns treinos em Monsanto e Sintra, três etapas no Gerês Trail Adventure e prova Azores Trail Run. Um total de 110km em prova e mais em treinos.

 

Há cerca de um mês partilhei a minha primeira impressão sobre estas sapatilhas, que terminou com “gostei tanto que até me atrevo a dizer que a escolha entre levar os AllOut Rush ou os AllOut Peak na prova dos 60km do Gerês Trail Adventure é difícil. É certo é que será “AllOut” da Merrell!”. Quem leu os meus relatos do GTA, sabe que usei os AllOut Peak em 3 das 4 etapas, sendo que na quarta usei os Merell AllOut Rush. No Gerês, era a menina dos Merrell. Era e serei. Continuo fã.

 

Assim, no passado fim-de-semana, no meu primeiro ultra-trail a solo, levei o AllOut Peak comigo. Ainda bem! Foram uma ótima companhia!

 

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Design e Construção

Pessoalmente não sou fã do aspeto destas sapatilhas. A cor, laranja, é engraçada e diferenciadora, mas não gosto muito de ver o realce na sola que sobe até a parte lateral. Esta parte é a placa TrailProtect™ que proporciona suporte e proteção do pé. À noite são espetaculares, pois têm refletores ao longo da parte lateral exterior, não passando despercebidos.

 

O forro parece-me ser muito resistente, com a parte superior em malha ventilada e sintético tratado com M-Select™ FRESH para controlar o odor. Uma grande vantagem em comparação com os AllOut Peak é a palmilha removível (também tratada com M-Select™ FRESH para controlar o odor), que é conveniente para lavagem e para quem precisa de palmilhas para a correção da passada, já que estas sapatilhas foram desenhadas para passada neutra.

 

A língua do sapato é feita de um material diferente do habitual, quase que parece pele. Estranhei, mas é ótima, fixa e não aquece tal como temia.

 

Em termos de peso, com 294g, são ligeiramente mais pesados que os AllOut Rush com 264g mas consideravelmente mais leves que os meus queridos Asics Trabuco, os meus primeiros ténis de trail que pesam 352g.

 

Uma nota interessante é que se trata de um calçado "vegetariano". Não contém materiais de origem animal.

 

Conforto

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Nota máxima. Nada a apontar. Mesmo no Gerês, com provas em dias seguidos em que as sapatilhas não tinham tempo para secar completamente, calçavam-se bem. No Gerês foram muitas horas de frio e humidade nos pés, mas na prática não senti nem o frio nem a humidade. Ao passar por rios, a sapatilha liberta a água muito fácil e rapidamente. Para lama idem. Já no Azores Trail Run, num ambiente muito mais seco e quente, também não sofri de pés quentes. Ao correr na areia, o sapato deixa entrar muito pouca areia, não ganhando peso.

 

Foi desde o primeiro dia que fiquei apaixonada pelo conforto dos AllOut Peak, que nunca me causaram bolhas nem desconforto. Sublinho mais uma vez, o espaço para os dedos dos pés -muito importante porque os pés tendem a inchar em longas distâncias.

 

 

Estabilidade e Aderência

Em termos da estabilidade, o pé fica muito bem ajeitado no sapato, penso que em grande parte, é graças à placa TrailProtect™. Gostaria de partilhar que, depois das quatro etapas no Gerês, fiquei com ambos os tornozelos inchados e doridos. Pensei logo que devia ser devido ao excesso de carga, mas por breves momentos também pensei que poderia ter a ver com o AllOut Peak, já que tenho alguma tendência à pronação. No entanto, e assumindo que a lesão seria devido ao excesso de carga, arrisquei e levei estas sapatilhas aos 48km do ATR e conclui a prova com sucesso e sem dores, pelo que conclui que o problema não tenha sido provocado pelo sapato. Ainda bem!

 

A sola Intermédia e exterior tem uma alma moldada em Nylon. No que toca à aderência, estas sapatilhas dão me muita confiança., de facto a tecnologia M-Select™ GRIP ajusta as solas para proporcionar uma tração permanente. No calcanhar, os AllOut Peak têm uma almofada de ar “Merrell Air Cushion” que absorve os impactos e aumenta a estabilidade. Por fim, dou os meus parabéns pela aposta na sola exterior Vibram® com rasgos de 6mm de profundidade. Na prática, nunca me senti tão confiante em descidas mais técnicas e até nas pedras escorregadias no Gerês.

 

Amortecimento

Em termos de amortecimento, a marca anuncia um drop de 6mm, um amortecimento de 24mm e 32mm Stack Height. Para mim, a aposta certa para sapatilhas de trail para trilhos técnicos e indicados para longas distâncias.

 

Os AllOut Peak incorporam tecnologia UniFly™, um sistema de amortecimento inserido na entressola que permite dispersar os impactos e proporciona estabilidade extra para decolagens sólidas. 

 

Preço: 119,90€

 

Penso que a Merrell, que AINDA não é uma marca de referência no mundo do trail, exagerou um pouco no PVP dos AllOut Peak. Na minha opinião, as sapatilhas valem cada cêntimo e eu voltarei a comprá-los quando estes morrerem, mas para quem não conhece, talvez seja demasiado elevado quando comparado com marcas de referência.

 

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Avaliação Final

Design e Construção: 17/20

Conforto: 19/20

Estabilidade e Aderência: 19/20

Amortecimento: 18/20

Preço: 15/20

Total: 88/100

 

Só não dei 20 a tudo porque há sempre alguma margem de melhoria... Para mim, são AS sapatilhas de trail e tal como disse, quando estas "morrerem", irei comprar as mesmas! Boa, Merrell, estão de parabéns! Continuem assim!

 

Se tiverem alguma dúvida ou questão acerca destas sapatilhas, por favor não hesitem em contactar-me ou comentar abaixo.

 

Boas corridas!

Review Merrell Capra Sport

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Modelo: Merrell Capra Sport

Testado por: Tiago Portugal

Condições de teste: Cerca de 30k em trilhos técnicos e 30k em trilhos menos técnicos de terra batida, com alguns pedaços em alcatrão. Testado com sol, chuva e lama.  

 

Fiquei entusiasmado quando a Merrell me disse que ia poder testar a nova aposta da marca os Merrell Capra Sport. Visualmente este modelo é muito diferente de todas as outras sapatilhas que tenho, sendo que parece mais uma bota de montanha do que uma sapatilha de corrida. De acordo com a marca os Capra são inspirados nas cabras montanhesas, animais conhecidas pela sua agilidade na escalada de montanhas.

 

Utilizei os Capra Sport em 4 ocasiões, 2 vezes em sintra, num treino de 17km e noutro mais curto, na 1.ª etapa do Gerês Trail Adventure, 12k e num percurso de 10km por Monsanto. O que totaliza ao todo cerca de 60km de corrida com estas sapatilhas.

 

De acordo com a Merrell este modelo define uma nova categoria, o Speed Hiking, mas queria testá-los noutros ambientes e saber se os posso utilizar em corridas ou treinos por trilhos e em qualquer distância.

 

60km talvez seja considerado pouco para fazer uma review final mas ao fim de 4 utilizações nas mais diversas condições acho que as considerações que tenho agora serão as mesmas daqui a outros 60km com este modelo.

 

Design e Construção

 

À primeira vista os Capra não parecem uma sapatilha de corrida. A sua construção e robustez fazem lembrar as tradicionais botas de montanha e ficamos com a sensação se estas sapatilhas serão as mais indicadas para correr. Como referido a inspiração deste modelo está nos cascos das cabras montanhesas sendo isso particularmente visível no formato e design da sola, que tem uma divisão acentuada entre a zona frontal e traseira, com um desnível entre as duas partes que nunca tinha visto.

 

Os materiais utilizados na construção são de excelente qualidade, parte superior em couro sintético e malha ventilada, e ao fim dos testes efetuados as sapatilhas não tem nenhum sinal de desgaste.

A nível de cores a conjugação do azul com o verde resulta muito bem e torna o sapato um pouco menos pesado, em cores escuras sobressai mais o seu aspeto robusto.

 

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Conforto

 

Como já referi, este modelo parece mais uma sapatilha de montanha e são duros, cerca de 380 gramas, e pouco maleáveis ao início, mas “partem” com muita facilidade e com o tempo ficam muito mais flexíveis.

 

Os trilhos da Serra de Sintra foram os escolhidos para experimentar os Capra e apesar de inicialmente estranhar um pouco a dureza e o calçar os quilómetros iniciais foram feitos num constante sobe e desce que deu para testar a tração e estabilidade deste modelo. Nesse aspeto nota muito positiva.

 

Ao fim de 10km com eles calçados começaram-me a incomodar um pouco, não são propriamente umas sapatilhas leves e apesar de não ser um corredor dos mais rápidos, os Capra não respondiam com fluidez às mudanças de velocidade e direção, apesar de já estarem mais flexíveis ainda os considero um pouco rijos. O fato de serem um pouco mais altos do que o normal ajuda a que não entrem tantos detritos para dentro das sapatilhas.

 

Na 1.ª etapa do GTA 2015 senti ao fim de poucos quilómetros uma ligeira dor na zona plantar de ambos os pés, sensação que persistiu ao longo da etapa. Tendo eu um arco plantar alto necessito de um pouco mais de suporte do que o normal e em alguns caso de umas palmilhas que me deem esse suporte, sendo que as utilizadas neste modelo são finas e lisas.

Uma coisa que temos garantidamente com este modelo é proteção. Não precisamos de nos preocupar com o fato de pontapear pedras ou rochas, desde que não sejam pedregulhos, pois os dedos dos pés estão bem protegidos com uma ponteira dura em borracha.

 

Estabilidade e Aderência

 

Nesta matéria os Capra brilham intensamente, a sola Vibram® MegaGrip faz jus ao nome, em todo o tipo de piso onde testei este modelo a tração e a aderência foram sempre fantásticas. Seja em terrenos mais arenosos, relva, asfalto, pedras, tempo seco ou com chuva estas sapatilhas transmitem segurança e confiança. Basta uma descida para percebermos que não precisamos muito de nos preocupar onde por o pé, onde quer que seja a sola Vibram Megagrip vai corresponder.

 

Outra característica que salta logo à vista é a configuração dos tacos, apesar os 3,5mm de profundidade dos mesmos, a zona frontal é diferente do resto da sapatilha, fruto também da fonte de inspiração deste modelo. Durante as subidas o formato peculiar da sola resulta muito bem e o pé encaixa perfeitamente no contato com o solo permitindo uma passada segura e forte.

 

Em termos de estabilidade não tenho nada a apontar, o pé encaixa bem dentro deste modelo, o sistema de ajuste dos atacadores funciona bem e sentimos o pé preso sem estar demasiado apertado. A língua interior é boa, não incomoda nem sai do sítio, tudo o que se pretende.

 

A utilização de almofadas de ar no calcanhar (Merrell Air Cushion) permite absorver os impatos ao mesmo tempo que aumenta a estabilidade, o fato de terem um calcanhar elevado, à semelhança das botas de montanha, ajuda também a estabilizar pé, mas pode incomodar quem não está habituado a esta tipologia de calçado. 

 

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Amortecimento

 

Apesar do seu aspeto mais robusto e da utilização do sistema UniFly na entressola (permite dispersar os impactos e proporciona estabilidade extra para decolagens sólidas) o amortecimento dos Capra não é exagerado.

 

Para quem gosta de sentir o chão e ter a sensação de contato este modelo apesar do amortecimento favorece essas sensações, em alguns casos para mim até se sentem demasiado as pedras na sola do pé.

 

 

Preço

 

Este modelo tem um preço de venda ao público de 109,90 €.

O valor enquadra-se dentro do praticado e justificam o valor se soubermos exatamente aquilo que pretendemos fazer com sapatilha, montanhismo, Speed Hiking, e em alguns casos trail running.  

Este modelo está disponível nas lojas próprias da marca espalhadas pelo país.

 

Avaliação Final

Design e Construção: 14/20

Conforto: 13/20

Estabilidade e Aderência: 18/20

Amortecimento: 15/20

Preço: 14/20

Total: 74/100

  

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Serão estes Capra feitos para correr em trilhos? Acho que não será onde brilharão mais, e mesmo a Merrell afirma no seu site que este modelo é mais para a prática de Speed Hiking.

 

Dão para correr? Claro que sim. Como pontos positivos tem a fantástica sola Vibram Megagrip, o pé está seguro e estável dentro das sapatilhas e a proteção dos dedos é das melhores que conheço.   

 

Faltam-lhe algumas características para serem umas sapatilhas para correr durante 20-30km por trilhos e certamente não será o modelo certo se pretendem ir rápidos.

 

Mas se pretende fazer montanhismo, subir uma qualquer encosta de forma rápida, ou privilegiam a proteção e estabilidade e não se importam com velocidades os Merrell Capra podem ser uma boa aposta.  

 

1ª impressão: Merrell AllOut Peak

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No dia 10 de Abril fomos à loja da Merrell na Baixa de Lisboa para experimentar os novos modelos desta marca direcionados ao Trail Running. Já conhecíamos os modelos, pois, já tínhamos tido a oportunidade de espreitar estes novos modelos quando ainda estavam na showroom antes do lançamento em Portugal. Quem me conhece sabe que sou fã desta marca, aliás, costumo ter uma curiosidade enorme em marcas menos conhecidas neste niche do running, como é também o caso da Salming para estrada. Entre os vários modelos que a Merrell nos propôs experimentar, preferi os AllOut Peak.

 

Começo já com uma crítica, pois este modelo não tem o meu tamanho (41) em modelo feminino (grrrrrrrrrr). Normalmente aprecio muito o facto de existirem modelos para mulheres, pois, tenho o pé estreitinho e “preciso” mesmo de um sapatinho de menina :) Havia duas cores disponíveis na loja, um preto com detalhes a vermelho e um cor-de-laranja com uns detalhes a roxo. Estava mais inclinada a escolher os pretos, mais discretos e fáceis de combinar com o equipamento mas rapidamente me deixei convencer para levar os laranja mecânica, cor da Holanda.

 

A estreia das sapatilhas não poderia ter sido melhor; coincidiu com a minha estreia num treino das Salamandras na Barragem da Mula à noite em Sintra. Foram 20km de vários pisos – single tracks com pedras, estradões, areia da praia, asfalto. Fiquei fã. Apaixonei-me à primeira vista, ehm, vista não – passada! Mega confortáveis, com uma estabilidade e amortecimento muito superiores e diferentes aos AllOut Rush aos quais estava habituada. Um sapato muito menos minimalista, mas com um drop como eu gosto – 6mm. O tamanho para mim é perfeito e o “fit” também (afinal não preciso do modelo feminino para nada). O dedos do pé têm bastante espaço, algo que valorizo muito em sapatilhas de corrida, principalmente de trail. Em termos de aderência, para já não tenho nada a apontar, mas quero experimentaá-los em percursos com mais lama e pedras escorregadias.

 

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Em suma, e para não esticar demasiado nesta primeira impressão, gostei tanto dos sapatos que voltei a levá-los aos trilhos nos dois treinos seguintes, em Monsanto. Aliás, gostei tanto que até me atrevo a dizer que a escolha entre levar os AllOut Rush ou os AllOut Peak na prova dos 60km do Gerês Trail Adventure é difícil. É certo é que será “AllOut” da Merrell!

 

A review saíra em breve.

 

Boas corridas!

1ª impressão: Merrell AllOut Rush

 

Por Ana Guerra

 

“São muito giros!“ – esta foi a minha primeira frase ao ver o conteúdo da caixa que a colaboradora da Merrell me entregou. Finalmente iria experimentar uns Merrell, nunca tinha calçado nenhuns.

 

À primeira vista e após alguns apertões, parecem ser muito flexíveis e com uma malha à frente bastante protetora. Quando os calcei, notei que se adaptaram bem ao pé e o ajuste dos atacadores foi bem suave.

 

A grande estreia deles foi num treino de trail no Jamor para estudar o percurso do evento Just Girls. Como não estou habituada a ténis minimalistas, os primeiros 2km foram passados a descobrir o que é correr por trilhos com uns ténis com esta característica. E gostei! Pelo que me pareceu, um dos objectivos da Merrell foi tentar equilibrar a naturalidade dos movimentos com a protecção do pé.

 

Após 18 km de trilhos posso dizer que gosto destes ténis, mas tenho que correr mais um pouco com eles para descobrir um pouco mais.Já agora, aconselho-os a visitar a loja da Merrell na Rua do Ouro em Lisboa: uma loja bonita e com colaboradoras muito simpáticas. 

 

Unboxing Merrell All Out Rush

 

E aqui apresentamos o unboxing dos Merrell All Out Rush que na manhã deste sábado, dia 12 de julho, vão ajudar as meninas da crew do Correr na Cidade a guiar as Just Girls pelas mata do Jamor. A Carmo, a Natália, a Bo, a Ana e a Joana vão guiar 80 mulheres pelos vários percursos com este modelo da Merrell calçados. 

 

 

E deixamos um vídeo da marca sobre este mesmo modelo:

 

 

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