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Correr na Cidade

Review: Adidas Adistar Boost - Fiéis amigos

Adidas7Por Filipe Gil:Uma boa amizade, daquelas que duram anos e anos, nem sempre começa da melhor maneira. Por vezes esses amigos, ou amigas, descobrem que no início, ainda antes de se conhecerem bem, havia algo com que embirravam sem razão aparente, construindo juízos de valor sem grande conhecimento de causa. Ora, toda esta conversa é para explicar o que se passou entre mim e os Adidas Adistar Boost.Quando os recebi para teste, gentilmente cedidos pela Adidas, fiquei a olhar para eles com alguma desconfiança. Não eram os Adidas Energy Boost, os ténis do momento, aqueles que via nos blogues portugueses mais famosos (curiosamente os mais ligados à moda).Os que estavam dentro da sóbria caixa da Adidas, apesar de partilharem a maioria do aspeto do modelo “fashion”, tinham uma sola diferente, menos minimalista. E o modelo que recebi (os pretos) têm uma aplicação de apoio preta, feia, do lado de dentro dos pés que não me deixou agradado, visualmente falando. Parecem ténis apropriados para um metálico saudosita ir correr “all in black”.Adidas5Como na altura estava a rodar um modelo minimalista de uma marca concorrente decidi deixá-los na caixa por mais uns dias – coisa que raramente faço quando recebo novidades de running. Só um par de semanas depois decidi calça-los, e ainda com desconfiança, lá experimentei a tecnologia Boost com a tal aplicação e apoio para pronadores suaves.O primeiro receio ficou por terra logo após os primeiros metros, pensei que a parte superior dos ténis fosse mais apertada – estava com medo de ganhar bolhas – mas não. O material Techfit é muito maleável e quase que nem se sente, é como ter uma segunda meia por cima da meia, embora não falte a sensação de proteção.Passados alguns quilómetros comecei a sentir os ténis. Achei-os confortáveis, porém algo duros. Não devia ser a sola Boost algo “saltitona”, como as bolas que surgem nos anúncios? Pensei que talvez fosse da tecnologia Formation, que controla o movimento, do pé. Pensei ainda que fosse da borracha da Continental na sola. Mas esta característica faz parte deste tipo de ténis, que necessitam de ser “partidos” com kms de rodagem – algo que não acontece nos ténis minimalistas.Adidas3Fazendo fast forward na minha “relação” com estes Adistar Boost, e após 80K percorridos, posso assegurar que são uma excelente escolha para corredores com uma passada pronadora suave. Isto porque à medida que vamos fazendo mais kms com eles, mais se vão adaptando aos pés. Transmitem segurança em dois sentidos, no impacto dos pés com o solo  que me permitem avançar que deverão ser, seguramente, uma excelente opção para provas de maior distância – Meia Maratonas ou Maratonas. Embora não arrisque dizer se são os ténis ideais para pronadores (MESMO pronadores) fazerem uma Maratona, mas que transmitem confiança, isso é certo. Também noutro fator, a durabilidade. Posso estar enganado mas pelos que já experienciei tenho ali ténis para muitos, muitos km’s.Convém aqui contar uma breve história. É este modelo que me está a ajudar a recuperar de uma lesão num osso do pé direito por uso indevido em trail, e em distâncias longas, de ténis sem apoio para a minha passada estranha do pé direito – eu sei que há outras opiniões, eu próprio já escrevi que isto da pronoção e supinação é capaz de ser uma grande treta.Adidas6Mas estes Adistar Boost têm me ajudado muito no reencontrar da passada que após a lesão está a demorar umas boas três semanas a sarar  - haja paciência. Apesar de ter que usar ténis para pronadores em distancias superiores a 10K, este modelo será o que irei levar para dia 8 de dezembro percorrer a Meia Maratona dos Descobrimentos. Claro que estou com algum receio de criar demasiadas bolhas. Mas entre ter duas ou três bolhas e ter um pé lesionado durante três semanas, a escolha é óbvia.Adidas1Em resumo: apesar de terem 11mm de drop (estou habituado a usar entre 4 e 8) apesar de serem para pronadores suaves e neutros e não para pronadores mais "severos", estes são um modelo muito, muito bom. Se o aconselhava a um amigo? Sem dúvida. É perfeito para aquele corredor que está um pouco acima do peso ideal que vai agora começar a correr mas que tem na mente fazer, pouco depois, uma Meia Maratona. E mesmo que esse corredor perca pesa, nessa altura já este modelo se adaptou à sua passada e tudo fluirá de forma natural.Adidas9Pontos positivos:-       Estabilidade-       Material da parte superior do ténis-       Sola Continental + Tecnologia BoostPontos negativos:-       Design geral (deste modelo. Em azul são muito bonitos)-       Peso (315 gr)-       Língua dos sapatos (demasiado almofadadas, a lembrar ténis de skate).Modelo: Adistar BoostMarca: AdidasP.V.P. : 160€Classificação (1 a 5): 4,8adidas-adistar-boost-shoes-inside

Review – Skechers GoBionic Trail: Estes ténis não são para rookies!

gobionic 8Por Filipe GilO minimalismo chegou ao trail! Já todos sabemos, lemos e vimos que a máxima minimalista da corrida de estrada está agora também nas corridas de Trail. Só que, na minha opinião, o minimalismo no trail é muito mais complexo do que na estrada. Para começar há que dizer que sou um defensor de ténis minimalistas para correr no alcatrão. Quando falo de minimalistas falo de tamanho de drop entre 4 a 8 mm, nem mais nem menos. Mas no trail há que ter cuidado com os minimalismos sobretudo quando nos iniciamos nesta vertente da corrida que requer mais técnica e a utilização de diferentes músculos que a corrida de estrada.Juntar a estreia em trail com ténis minimalistas, quando mal sabemos descer ou subir tecnicamente, é arriscado. Eu arrisquei e não me dei bem, mas como sabemos, cada corredor é um caso. Apesar disso consigo fazer uma review não “sentimental” e avaliar este novo modelo da Skechers. Mas começo com a minha opinião: estes ténis requerem uns pés experientes no trail. A curiosos (como eu) aconselho a passarem antes por uns ténis “normais” e só depois abraçarem o minimalismo no trail .Façam primeiro umas três provas de trail (com distâncias superiores a 20K) antes de optarem pelos modelos minimalistas inspirados em corredores leves e experimentes como Anton Kupricka ou Kilian Jonet.gobionic7Experimentei os Skechers GoBionic Trail durante mais de 50K antes de escrever estas linhas. Vários treinos (de 10K, 12K e 15K) e um trail oficial (Trilhos de Casaínhos de 15K). Notei que a sola, apesar de ser rija, permite sentir as pedras que pisamos. É uma questão de gosto. Eu não gosto. Para um iniciado, como eu, acho que há aqui um problema, não basta estarmos de olhos no chão para ver onde pisamos melhor, como temos de ter cuidado com o tipo de pedras que escolhemos pisar.Fiz os três primeiros treinos na Mata do Jamor, em Oeiras, e quem conhece sabe que é um local de pouca a dificuldade de trilhos. Uma poça aqui ou ali, sem grande subidas ou descidas técnicas. E neste tipo de situação  os ténis portam-se na perfeição. Aliás, fiquei maravilhado nos primeiros treinos. Mas os problemas começaram nos treinos mais “puxados”... na prova dos V Trilhos de Casainhos (ver aqui) aconteceu que nas descidas mais técnicas sentia o chão em demasia – escorreguei algumas vezes, mas acho que isso é normal com qualquer ténis de trail onde se junte borracha, água e pedras. Notei também que o fato de terem 4 mm de drop me cansou muito nas subidas. A partir do KM 12 os músculos das pernas tremiam com o esforço de correr com as pontas dos pés, e as subidas, Meu Deus! Que suplício.  Sentia que, naquela altura, estava a "merecer"  um pouco mais de conforto nos pés para me poder concentrar na corrida e não somente no calçado e no comportamento destes. Ou seja, aprendi a lição para futuros trilhos com mais de 15K.GoBionic3Uma semana mais tarde voltei a correr com eles em Monsanto, nuns trilhos que descobri com a minha running Crew. E apesar de não termos feitos grandes descidas senti que nas subidas mais técnicas e mais íngremes lá estavam os minimalistas a massacrar-me não só a parte da frente dos pés como os músculos das pernas, principalmente os gémeos.A esta altura os leitores já estão, certamente, a pensar: “devias era ter melhor preparação física para tal”. E têm razão! Estou a fazer por isso! Acontece que neste treino de Monsanto, mais perto do fim, troquei de ténis com um amigo e usei uns com mais apoio. E a história foi um pouco diferente. Senti os ténis a corrigirem-me o que tinham de corrigir enquanto os Skechers GoBionic não o fizeram por serem minimalistas. Acho o minimalismo fantástico em asfalto mas que percebi que não sou grande apreciador no trail. É como se não fizesse sentido, para mim, usar ténis de pronador suave (que sou) quando corro na estrada, mas já no trail parece que tenho de os usar. Aliás, os próximos ténis que comprar para os trilhos terão que ter isso em conta.gobionic4No entanto, diria que estes GoBionic Trail são ténis excelentes para quem quer ir correr no campo, com terra batida, em cima de relva ou mesmo para passar por cima de poças (já que têm um material fantástico que seca rapidamente) ou montes menos pronunciados e, vá lá, fazer uma pequena descida ou subida. Mais do que isso "requer" um corredor mais experiente, muito leve com muitos quilómetros de trilhos nas pernas.Tenho pena, são os Skechers mais bonitos que algumas vez usei e terei que evitá-los nos trilhos mais difíceis e limitar-me a usá-los em terrenos mais estáveis quando correr fora do alcatrão. Quando for mais experimentado nisto dos trilhos certamente que vou voltar a usá-los e a provocar a saudável inveja de quem me vê com eles calçados.Avaliação:O positivo:- O design é irrepreensível. As cores são fantásticas e de todos os modelos da Skechers (estrada e trail) são os mais bonitos- Leveza. Extremamente leves.- Rápida secagem. Uma vez molhados, secam rapidamente através da tecnologia do mesh respirável que utilizamO negativo:- Pouco apoio para prosadores e pronadores suaves.- Sola podia ser mais dura por causa dos impactos com as rochas- Pouca proteção na parte lateral do pé para as vezes que estes bate inadvertidamente com pedras do caminhoAvaliação Final :Modelo: GoBionic Trail Marca: Skechers Preço: 79€ Avaliação: (1 a 5): 3,5gobionic6

1ª impressão - Berg Lynx & CS2 Belt

fotografia 1 (1)Por Pedro Luiz Tomás:Ando a testar esta mochila a Lynx + CS2 Belt, gentilmente cedida pela BERG, exclusivamente para testes, acerca de duas semanas e embora este não seja o review final (esse só será feito em dezembro, com um teste duro numa prova), senti que era tempo de falar um pouco sobre ela.Dos vários treinos que tenho feito com esta mochila, o último foi sem dúvida o mais longo (cerca de 02:30, não sei os km porque o meu Garmin decidiu que era tempo de partir para um mundo melhor) e o primeiro em que decidi levar o CS2 Belt acoplado.Genericamente a mochila é muito bem construída, com excelentes acabamentos e muito, muito leve. Ao meu corpo tem uma boa adaptação, sendo que a correr tem um ligeiro baloiçar, perfeitamente suportável e que rapidamente deixamos de dar conta.A parte da frente possui, dois suportes para bidões ou para comida graças aos cordões que permitem fechar por completo estes suportes, dois bolsos com fecho, um apito e uma bolsa junto ao velcro de aperto. A parte de trás tem uma bolsa elástica, que pode servir perfeitamente para levar um corta-vento ou algum objeto que seja necessário aceder rapidamente.O cinto é composto por dois suportes para bidões, uma bolsa central, dois bolsos para géis e ainda uma bolsa de velcro que permite ser ajustada. O cinto acopla-se facilmente à mochila e é extremamente confortável no uso. Tudo está muito bem pensado, não tenha esta mochila sido desenvolvida por um atleta (Carlos Sá). Os materiais são de extrema qualidade e aparentem ter uma boa durabilidade.Uma reserva: esta mochila traz uma bolsa de hidratação cujo o tubo é comprido que se farta e ao qual eu não sei o que fazer nem sequer onde prender… por enquanto vai andar aqui aguardo sugestões.fotografia 3fotografia 4fotografia 2 (1)  

ENTREVISTA: Tudo o que sempre quis saber sobre a Saucony

saucony-logo1Falamos com Pedro Madureira da Pizarro & Madureira Representações, Lda, representante da marca norte-americana Saucony para o mercado português. E ficámos a perceber a estratégia de uma das marcas especializada em corrida com maior ascensão e sucesso a nível internacional.Correr Na Cidade: Comecemos pelo início. Apresente-nos a marca Saucony.Pedro Madureira: A marca Saucony, é uma marca de sapatilhas técnicas de running. A marca é americana, foi criada em 1898, e depois de uma fusão com o grupo HYDE em 1968 assumiu o carácter que ainda hoje existe de desenvolvimento e fabricação exclusiva de sapatos de corrida. É uma empresa constituída por corredores que desenvolve produtos para corredores.Há quanto tempo está a marca Saucony presente em Portugal? E em Espanha, como tem sido a implantação no mercado do país vizinho?A Saucony está representada na Península Ibérica pela empresa Deerfoot. No mercado português e depois de muitos anos de ausência, está representada desde 2011.Em Espanha a implantação da marca começou há 10 anos. Em todas as temporadas tem crescido no volume de vendas e penetração de mercado. É uma das marcas de referência.O mercado português tem agora muitas nova marcas de running, contudo existem três (Asics, Nike e Adidas) que têm uma larga fatia do mercado. Como pensa a Saucony "meter-se" nessa luta. Tem objetivos concretos de crescimento em Portugal, ou preferem atuar num nicho dentro do universo dos corredores?A Saucony é uma marca que se dedica exclusivamente aos produtos de running, sendo isso um garantia de qualidade e diferenciação clara em relação aos nossos concorrentes. Os nossos produtos são constantemente referenciados com prémios por entidades independentes, por isso a Saucony, aposta na diferenciação e exclusividade dos seus modelos para conseguir ter notoriedade no mercado. Apostamos na qualidade como factor primordial para atraír público para os nossos produtos.Assiste-se a um boom da pratica da corrida em estrada e da corrida em trilhos em Portugal. Como é que a Saucony vê esse momento?A procura de um desporto que permita liberdade de acção, liberdade de horários, bem estar físico e mental, faz com que a prática de corrida tenha vindo para ficar.É o momento certo para uma marca que aposta em produto de qualidade e no qual o preço não é o factor mais importante de escolha. É o momento certo para fazermos passar a mensagem que para correr com prazer, há que estar devidamente equipado.A Saucony é uma das marcas em ascensão no mercado do running, a nível internacional, mas sobretudo nos Estados Unidos da América, como vai a marca "falar" aos consumidores portugueses? Que ações pretendem realizar em breve? Patrocínio de corridas, de eventos? Presença em mais pontos de venda?A marca está já representada em algumas das melhores lojas de running do país. Neste momento a estratégia passa por dar a conhecer da melhor maneira a marca através de formação em ponto de venda. Acções com blogs, teste de produto, participações com stand em algumas provas de referência como na próxima maratona do Porto. Ou seja optamos por uma estratégia de comunicação directa ao consumidor, ao nosso público alvo que é o corredor assíduo.Que modelos de sapatihas de running da vossa nova colecção destacam? Tanto para estrada como para trail?Dentro das diversas segmentações, os produtos em destaque são: A Triumph para corredores neutros, pois é uma sapatilha com imenso amortecimento e leveza; A Guide para corredores que necessitam de algum suporte a nível de pronação; A Kinvara para corredores que apreciam o conceito natural; A Xodus para trail é o nosso modelo de referência.Em que locais se podem adquirir, em Portugal, os vossos ténis de corrida?Nas lojas do El Corte Inglés, na Prorunner, em algumas Sport Zone. No Algarve na Loja Malibu, Sulsport e Joca Desporto.Estes são os nossos clientes referência de momento.A Saucony não é apenas sapatilhas de corrida, é também têxtil de corrida. Têm esses produtos disponíveis para o mercado português. Que produtos destaca?A Saucony tem uma linha de têxtil técnico, onde a linha Vizipro é o grande destaque. No entanto nesta fase, o têxtil ainda é uma linha de produtos que seguirá o seu curso de entrada quando a marca tiver um pouco mais de imagem em Portugal.Apoiam ou pensam apoiar alguns atletas profissionais em Portugal?Neste momento apoiamos a atleta Mónica Rosa e o triatlista Nuno Fernandes.O que diferencia a Saucony das outras marcas?A Saucony, diferencia-se logo de início, por ser uma marca que concentra toda a sua atenção apenas em sapatilhas de running.Neste momento, usamos uma forma de construção da sapatilha em quase toda a gama, que denominamos de "Geometry of Strong". Tal tecnologia é baseada numa menor inclinação desde o calcanhar até à ponta da sapatilha. Usamos uma inclinação máxima de 8mm, o que permite uma corrida, uma passada, mais natural mas com todo o conforto.Não confundir com conceito minimalista que é uma linha de produto.

saucony_find_your_strong_1O slogan da Saucony para a corrida.

Adidas Adizero F50 Runner 3 Unboxing e primeiras impressões

Por Nuno Ferreira:Agora que os Adidas Adizero F50 Runner 3, gentilmente cedidos pela Adidas Portugal e inspirados nas famosas botas de futebol F50 também usadas por Messi, já têm pouco mais de 70 km, já posso falar sobre as minhas primeiras impressões e os seus pontos fortes e fracos que encontrei inicialmente.Começo pela cor. Confesso que nunca fui grande apreciador de sapatos de treino e de corrida com cores fortes e arrojadas, mas a Adidas fez-me mudar de ideias com os Adizero Tempo 5 que usei (e ainda uso). Estes F50 com a sua cor amarela forte, ou melhor, com a designação comercial de “Vivid Yellow S13 / Black 1 / Neo Iron Met. F11”, chamam claramente a atenção das pessoas com quem me cruzo e isso é bastante positivo.

adidas1Adidas2Ainda na caixa.

Outro aspeto muito positivo é o seu peso. Estes sapatos são leves e isso sentiu-se assim que retirei os sapatos e os segurei pela primeira vez. Embora a balança cá de casa tenha registado um peso acima dos 300g, 303g em cada sapato para ser mais exato, principalmente por causa do tamanho 46 que calço, esse peso não é sentido no pé. Acredito que para uma pessoa que calce abaixo dos tamanho 45 (a grande maioria), o peso não chegue perto dos 300g. Essa leveza sente-se principalmente em treino e quanto mais rápido o ritmo, menos se sente os sapatos.Sobre a qualidade de construção, nada a acrescentar. Para mim, a Adidas continua a ter dos sapatos mais bem conseguidos do mercado e os materiais utilizados são da mais alta qualidade.

Adidas3A cor amarela chama definitivamente a atenção.

Calçados, os Adizero F50 Runner 3 assentam muito bem, ajustando-se perfeitamente ao formato do meu pé e deixando algum espaço na parte frontal para uma maior liberdade dos dedos. Notei apenas que ficavam um pouco largos no calcanhar e os primeiros minutos do primeiro treino foram passados a ajustar os atacadores até ter o aperto certo para evitar que o calcanhar se movesse.

Adidas4Visual simples e muito bem conseguido.

Embora eu seja pronador e os Adizero F50 Runner 3 serem considerados sapatos para corredores neutros, não tive até agora qualquer problema ou dor associada à falta de estabilidade dos sapatos. Ou o meu tipo de passada alterou desde que comecei a correr com sapatos mais minimalistas, ou o eficaz sistema Formotion dos Adizero F50 acabam por atenuar o rolar do meu pé.

Adidas5Sistema Formotion que ajuda durante o primeiro contacto com o solo.

No primeiro treinos com os F50, notei um certo desconforto inicial no calcanhar. Acredito que seja por estar habituado a correr com sapatos com drop entre os 4 e os 8mm. Os Adizero F50, com o seu drop de 12mm (diferença de altura entre o calcanhar e a parte frontal), acentuam o contacto inicial do calcanhar com o solo, o que pode trazer problemas a corredores pesados como é o meu caso, originando lesões nos joelhos e articulações. Estes sapatos seriam ainda melhores e mais eficientes com menos uns centímetros na zona do calcanhar.Mas o que começou como um desconforto inicial, rapidamente foi esquecido e os restantes treinos foram feitos com grande prazer, principalmente nas sessões de treino intervalado, fartleks e tempo runs. Apesar do grande conforto em treinos longos que a Adidas já me habituou, é nos treinos de velocidade que os Adizero F50 realmente brilham. Estes serão sem dúvida os sapatos que usarei durante a Maratona de Lisboa que se realizará já no dia 6 de outubro e quem sabe, noutras provas mais curtas.

Adidas6Light Makes Fast. Sem qualquer dúvida.

Depois da maratona e com muitos mais quilómetros corridos, escreverei uma review mais aprofundada e onde falarei sobre outros aspetos dos Adidas Adizero F50 Runner 3.

Review: Garmin 610 -

Andei cerca de dois meses com o Garmin Forerrunner 610 no pulso e confesso que o mais difícil foi devolvê-lo à Garmin. De todos os GPS que já tive oportunidade de experimentar este é - foi - o que mais gostei. Design:É um relógio bonito. As curvas, o display, os botões, tudo está em perfeita sintonia. É, na minha opinião o relógio mais bonito da Garmin. Experimentei o branco que condiz com a primavera ou verão, contudo, se tivesse de comprar (ou se o fizer no futuro) optaria pelo preto. E usei-o várias vezes como relógio normal, o que pode não ser uma boa ideia porque nos esquecemos de o carregar e ele anda, quase sempre à procura de GPS, a sua função principal. GPS:Este foi, também, um dos relógios que mais facilmente apanhou o sinal de GPS. Mal saia do prédio onde vivo, andava uns metros e o relógio, mesmo no meio dos prédios apanhava o sinal. Aquilo que se transforma num gesto rotineiro é uma grande chatice em relógios com menos capacidade de apanhar o sinal. Treinos e personalização:Virtual Racer e Vitual PacerPontos Positivos:DesignCaptação de sinalPersonalização de treinosVirtual RacerVirtual PacerPontos Negativos:Preço elevadoEcrã táctil que, quando molhado por chuva ou súor, custa a manusearNota final (de 1 a 5): 4,8

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