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Correr na Cidade

Review: Colete Corrida Kalenji

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Todos nós sabemos que ir correr implica levar algumas coisas básicas, chaves de casa ou do carro, telemóvel, hidratação e alguma alimentação para treinos mais longos. Alternativas para transportar isto tudo? Cintos de hidratação, bidons de mão, bolsas para transporte de pequenos objectos, etc. Perfeito, mas nem todos suprimem as exigências dos atletas.

 

 

 

Review: Top Cardio e Casaco Kiprun Evolutiv da KALENJI

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A Kalenji, a marca de corrida da francêsa Decathlon, tem vindo a apostar na inovação para proporcionar uma experiência cada vez melhor ao atleta ao correr. Na perspetiva da Bo, duas das principais irritações durante a corrida são o desconforto causado pela banda cardíaca e ainda o desconforto pelo uso de um casaco à cintura. Foi então de muito bom grado que testei duas inovações da Kalenji que vêm precisamente atacar estas irritações: o Top Cardio e Casaco Kiprin Evolutiv da Kalenji.

 

Top Cardio da Kalenji 

Para acabar com as irritações da banda cardíaca, a Kalenji desenhou um top que permite controlar a frequência cardíaca sem o uso de uma banda. Este top integra sensores cardio no elástico inferior e, através de um transmissor de encaixe, comunica a leitura da frequência cardíaca ao relógio e/ou aplicação no telemóvel (ex. Strava). O transmissor e relógio são vendidos em separado – multimarcas – Polar ou Geonaute.

 

Testei o top com transmissor Polar e funcionou, tanto no telemóvel como no relógio. Os resultados usando o top foram ao encontro daqueles que costumo observar usando a banda, mas sem a irritação da banda!

 

O top em si tem copas sem costuras – seamless – proporcionando um grande conforto. O tecido é bastante consistente e suporta muito bem o peito durante a corrida. O tecido incorpora matéria Equarea que absorve e transfere a transpiração para o exterior. Assim, o top é de secagem rápida. O top é ajustável, apresentando 3 níveis de colchetes nas costas.

 

O meu tamanho é o M (há S, M e L), que vai ao encontro daquilo que uso habitualmente. O top está disponível em três cores, verde, cinzento e preto, sendo que o preço depende da cor. O verde está a 14,95€.

 

Vejam mais detalhes na review em vídeo:

 

Casaco Kiprun Evolutiv da Kalenji

Outro fator que me irrita é correr com uma camisola à cintura porque quando iniciámos o treino estava frio e depois já aquecemos ou se fez mais calor. O Casaco Kiprun Evolutiv da Kalenji permite correr sempre à temperatura certa, independentemente das condições meteorológicas, graças à combinação de vários tecidos diferentes e de um sistema inteligente de ventilação.

 

As mangas deste casaco podem ser enroladas e “guardadas” numa “bolsinha” na parte superior no braço. Este processo é bastante fácil e confortável e pode ser feito enquanto corremos. O casaco apresenta várias zonas onde o tecido permite uma excelente ventilação e outras onde proporciona isolamento térmico para os dias mais frios.

 

Para uma melhor visibilidade enquanto corremos de noite, o casaco incorpora vários detalhes refletores. Conta ainda com uma bolsa, uma banda com silicone para não subir, e uma proteção contra o frio nas mãos.

 

Vejam mais detalhes na review em vídeo:

Review: Kalenji Lanterna Run Light

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Gentilmente cedida pela Decathlon andei nos últimos tempos a testar a lanterna de corrida Run Light da Kalenji. Com um design inovador, uma potência de 250 lumens max e com autonomias que podem variar entre as 2h e as 8h, tudo PVP de 39,95€ (agora está com um desconto de 10€).

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Pontos Positivos:

  1. A luz. Além de muito brilhante, mesmo nos modos mais baixos, que nos fazem pensar que estamos perante uma luz muito mais potente que o que realmente é referenciado (comparando com outra de uma marca bem mais conceituada com os mesmo lumens, com a da Kalenji temos a sensação de ser muito mais brilhante), a temperatura da mesma é de um branco quase imaculado que nos dá uma excelente visão noturna;
  2. O alcance: ilumina seguramente 20 metros, o que nos permite antecipar os nossos passos;
  3. Luz de presença: nas costas, na caixa da bateria existem 3 LED's vermelhos que assinalam a nossa presença;
  4. Recarregável: usar bateria e não pilhas, não diminui o peso como é mais barata e amigo do ambiente.
  5. O conforto: apesar de ter um aspecto “matacão” é surpreendentemente confortável, não causa incómoda e os elásticos permitem um excelente ajuste.
  6. Autonomia: Não é uma autonomia gigante, mas cinco horas já é bastante razoável

 

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Pontos Negativos:

  1. O botão de on/off: este botão é horrivelmente pequeno, duro colocado no rebordo interior da lanterna. Estas três coisas em conjunto geram bastante dificuldades na operabilidade da lanterna, principalmente em andamento; Solução: É só aumentar o tamanho do botão e torna-lo mais sensivel
  2. A direção da luz: o facto da luz ser fixa, não havendo a opção de poder direciona-la, gerou dois problemas: o primeiro sempre que queria olhar para o chão à frente dos meus pés ficava “cego” pela luz, ou seja como a luz é tão brilhante torna-se impossível olhar para o chão; o segundo torna-se impraticável descer escadas com a lanterna ligada. Solução: Kalenji é só colocar um ajuste que permita direcionar a lanterna.
  3. O Posicionamento da luz no peito. Sendo a sua maior a colocação da luz no peito, ao invés da cabeça, na minha opinião, este design ainda não está totalmente bem conseguido. Quando corremos o nosso troco gira enquanto a nossa cabeça se mantém fixa, o que quer dizer que estando a lanterna junto ao peito vai girar com ele, o que na pratica em vez da lanterna estar sempre a apontar para a frente vai ter um efeito como se fosse um farol (muito mais ligeiro) mas que pessoalmente me perturba bastante. Solução: Kalenji posicionar a lanterna na zona mais central e mais baixa iria acabar com este movimento excessivo.
  4. Autonomia: 5 horas já é bastante razoável, no entanto se pensarmos em estender a sua utilização a Ultra Trails o ideal andaria era que fosse 7 horas.
  5. O sistema de elásticos: O sistema atual inviabiliza a utilização de mochila simultaneamente com a lanterna (confesso que não tentei esticar os elásticos ao máximo por forma a passarem por cima). Solução: Kalenji que tal arranjar forma de ser acoplado a uma mochila? 

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Conclusões:

Se o queremos é ver, ser vistos, ter conforto, uma boa autonomia e acima de tudo correr em terrenos planos, esta lanterna satisfaz todas as nossas necessidades, por um preço bem acessível (29,99€). Da minha parte, para 70% dos meus treinos noturnos esta lanterna chega e sobra. Para os restantes 30%, o frontal de cabeça continua ser imprescindível, dado que é necessário ver para onde estou a olhar. Que tal combinar dos dois posicionamentos.

 

Review: Kalenji Kiprun SD 2016

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Modelo: Kalenji Kiprun SD 2016

Testado por: Bo Irik

Características pessoais: Passada Neutra, 68 kg

Condições de teste: Treinos de 10 a 17km, algumas vezes com tempo chuvoso, e prova de 10km em estrada.

 

Com excelente feedback em relação aos Kiprun de 2015 e com as promessas de melhorias nos modelos de 2016, as expectativas eram muito elevadas. Tal como mencionei na preview, a primeira impressão dos Kiprun SD 2016 não foi a mais favorável mas felizmente ao longo dos quilómetros com eles nos pés esta impressão inverteu, pela positiva.

 

CONFORTO

Conforme disse na preview, inicialmente achava que não. Estas sapatilhas não eram para mim. Lá está, “eram”. Penso que para a nossa calçada portuguesa com subidas, descidas e irregularidades, este calçado não é o mais indicado. A Skechers, por exemplo, não tem este problema. Já em estrada, num percurso plano, a sensação e conforto foi muito melhor. Talvez também tenha sido necessário “quebrar” o sapato com umas corridas para elas se ajustarem melhor ao meu pá e se tornarem mais flexíveis. Depois de correr mais quilómetros e participar numa prova plana, mudei de opinião. São sapatos confortáveis, especialmente em superfícies planas e sem subidas, pelo menos para mim.

 

Gosto do espaço na parte frontal do sapato, os dedos dos pés estão muito à vontade e isso é muito importante para mim. Tenho o pé estreito, é um facto, mas não conseguia ajustar a sapatilha ao meu pé, impossibilitando correr silenciosamente. Alguns quilómetros depois, já me habituei e já corro silenciosamente. No entanto, continuo a achar que são demasiado largos na parte de cima da parte de frente do pé. Há demasiado tecido e o pé fica um pouco solto no sapato. Na Run Blog Camp da Kalenji descobri que não sou a única que acha isso e partilhamos este feedback com os responsáveis pelo desenvolvimento do calçado Kiprun. Pode ser que o modelo de 2017 seja melhor neste aspeto ;)

 

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DESIGN E CONSTRUÇÃO

Em termos de looks, os modelos de 2016 são um mundo diferente dos de 2015, e para melhor! Enquanto considerava o calçado Kiprun feio em 2015, este ano já não digo o mesmo. Tanto em termos de design como em termos de cores acho que a Kalenji evoluiu muito no calçado.

Até agora os Kiprun têm-se comportado bem. Nada de sinais de desgaste anómalos mas também ainda corri poucos quilómetros com eles.

 

Tenho ainda três pontos positivos a apontar em termos da construção:

 

  1. Têm a palmilha removível, o que é bom para quem usa palmilhas especiais e para facilitar a sua lavagem;
  2. Têm o buraquinho extra para apertar bem o sapato e evitar que o pé escorregue para frente;
  3. A língua, para além de ter o tamanho certo, fica no sítio. Irrita-me quando esta cai para um dos lados ao correr, mas neste caso, mantém-se bem fixo.

 

Em termos de tamanho, escolhi o 40, um número acima do meu calçado de dia-a-dia (não tivemos a oportunidade de experimentar vários tamanhos porque o ténis ainda não estava à venda no mercado). O 40 serviu-me bem em termos de comprimento, mas em termos de largura, preferia de sentir a sapatilha um pouco mais justa.

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ESTABILIDADE E ADERÊNCIA

Em termos de estabilidade, para mim os Kiprun SD têm estabilidade suficiente. Dependendo na passada de cada um, pode-se sempre optar pelos Kiprun LD para mais amortecimento e estabilidade em distâncias maiores (peso 325gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €89,99).

 

AMORTECIMENTO

O K-Ring mencionado na preview proporciona um bom amortecimento na zona do calcanhar. De facto, o K-Ring e a espuma melhorada na sola melhoraram o amortecimento deste modelo de Kiprun em comparação com o modelo anterior em 34%.

 

PREÇO

Com um PVP de €79,99 esta sapatilha é uma excelente opção. Penso que é dos sapatos no mercado com melhor relação preço / qualidade.

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 Kiprun ou Kiprace, eis a questão!

 

CONCLUSÃO

Se são as minhas sapatilhas de eleição e se correria as próximas provas com eles? Não. Para mim, continuo a preferir calçado mais leve e com drop menor. Por isso pode ser que em breve experimente os irmãos dos Kiprun, os Kiprace desenhados para velocidade. Os Kiprace são muito leves, apenas 175gr no tamanho 39 feminino (drop de 10mm, PVP €79,99). No entanto, para quem aprecia amortecimento e ataca o solo com o calcanhar, recomendo vivamente este sapato, principalmente pelo preço. Também penso que é uma excelente oportunidade para quem começa a correr e ainda não sabe que tipo de calçado prefere e talvez nem a sua passada.

 

Ah, são os sapatos meu PBT em Nice. Será que quer dizer alguma coisa? ;)

 

Conforto 16/20

Design/Construção 16/20

Estabilidade/Aderência 17/20

Amortecimento 17/20

Preço 19/20

Total 85/100

Race Report: Kalenji Prom Classic 2016, Nice, França

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Foi no âmbito da Run Blog Camp da Kalenji, que já vos falei, que no domingo dia 10 de Janeiro de 2016 tive a oportunidade de correr pela primeira vez em França. Foi a “primeira corrida do ano em França”, a Prom Classic.

 

A Prom Classic é uma prova de 10km que decorre no início de cada ano na Promenade des Anglais em Nice, no Sul da França, na Côte D’Azur. É uma prova muito emblemática, pois decorre há dezenas de anos e o seu percurso estende-se ao longo da Promenade des Anglais, a avenida marginal de Nice, sempre ao longo do mar. Em termos de dimensão, se no ano passado a prova contava com 8 mil atletas, este ano houve cerca de 10 mil inscritos.

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Depois da Run Blog Camp para conhecer as novidades da Kalenji em 2016 e partilhar experiências com outros running bloggers da Europa, cada um foi ao seu quarto no hotel para descansar para a prova do dia seguinte.

 

Foi um luxo. O nosso hotel estava a cerca de 200m da linha de partida e meta da prova. Daí que o hotel parecia um hotel Kalenji. A Kalenji é o patrocinador oficial da prova e por isso o hotel estava cheio não só de bloggers, mas também de atletas da Kalenji de vários países (incluindo Portugal).

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Marcámos um ponto de encontro meia hora antes da partida da prova, pelas 9h30, para tiramos uma foto de grupo dos bloggers da Run Blog Camp. Para isso bastou acordar pouco antes das 9h porque o hotel era tão perto da partida. Ao pequeno-almoço tive que me controlar muito. Entre ovos mexidos, bacon, vários tipos de queijos, enchidos e patisserie française, limitei-me a aveia com queijo quark e um folhado e café. Tomei o pequeno-almoço com vista para a avenida onde atletas começavam o seu aquecimento.

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Sentia-me bem. Tinha dormido bem e estava uma manhã fabulosa. Cerca de 13 graus, que rapidamente subiram para 16 e solinho. Mal saí do hotel, estava na Pormenade des Anglais onde iria decorrer a prova. Dirigi-me ao stand da Kalenji para a foto de grupo e desejar boa sorte aos restante bloggers e colaboradores da Kalenji que iriam participar na prova.

  

Partida

Com 10 mil participantes esta prova envolve alguma logística. Para garantir um arranque fluído, havia vários blocos de partida. Muitos mais do que costuma haver em Portugal, na verdade. Havia o bloco da elite (<35’ para homens e <43’ para mulheres), 35’-40’, 40’-45’, 45’-50’, 50’-55’, 55’-60’, mulheres e 60’+. Sim, havia um bloco de partida para as mulheres antes do bloco final dos 60+. Não me perguntem porquê, mas achei interessante.

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Um aspeto curioso nestes blocos foi que, embora tenhamos indicado o nosso melhor tempo na inscrição para a prova, o nosso bloco não contava no dorsal. Cada um era responsável por saber o seu bloco de partida e respeitar os restantes atletas. Não havia controlo. Foi bonito ver que na prática foram muito poucos os atletas que não respeitaram os blocos e rapidamente foram ultrapassados. O arranque da prova foi feito por vagas, consoante os blocos. Na prática, este sistema funcionou muito bem. Nada de ziguezagues. Foi perfeitamente possível arrancar ao meu ritmo pretendido e mantê-lo ao longo da prova.

  

Ambiente / Percurso / Abastecimentos

Fantástico. O ambiente foi fantástico. Penso que a manhã solarenga ajudou muito. Houve um aquecimento animado e calmamente os atletas dirigiam-se aos respetivos blocos de partida. Paralelamente também se sentia que alguns atletas estavam ali para PBTs e cheirava-se alguma competição no ar. Para animar os atletas, os primeiros 500m, que também correspondiam aos 500m finais, pareciam um túnel de apoiantes. Em Nice é “allez allez” em vez do “dále” espanhol. Gostei muito. Mesmo ao longo do percurso havia apoiantes e a organização também tratou de colocar três bandas de percussão e até dança ao longo do percurso. Desta forma, com um percurso de ida e volta, passámos por música 7 vezes. Os tambores têm realmente um efeito acelerados nos atletas :D

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O percurso é muito bonito. Num percurso muito plano de ida e volta temos por um lado edifícios muito elegantes e imponentes, característicos de Nice, e do outro lado o mar e palmeiras típicas da Côte d’Azur. O piso, sempre asfalto e em bom estado. É realmente um percurso rápido. Os primeiros atletas fizeram tempos abaixo dos 30min.

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Por volta do km 5,5 encontrava-se um abastecimento de copos de água, laranjas, bananas e figos. Fiquei-me pela água. Há quem não goste da água em copos, mas pessoalmente até gosto. É prático e amigo do ambiente. Na meta, nada de engarrafamentos. Estava à nossa espera uma medalha, água, isotónico e um “buffet” de laranja, banana, frutos secos e bolo.

 

Anemia e desempenho

Com a anemia que me tem acompanhado estes últimos meses, tenho corrido pouco. Correr pouco não implica estar parada. Tenho feito bastante RPM, Elíptica e Yoga para não perder a forma. Quando me inscrevi na prova ainda não sabia da anemia e inscrevi-me como sub-50, pois o meu melhor tempo aos 10km era 48min. Entretanto, adaptei as minhas expectativas e embora gostasse de cumprir com os sub50, decidi ouvir o corpo e baixar o ritmo, se necessário.

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Arranquei e deixei levar-me pelo entusiasmo e pela energia das 10mil pessoas que enchiam a Promenade des Anglais a correr. Comecei uns 100m à frente do pacer dos 50min e idealmente mantia-me à sua frente. A animação ao longo da prova por parte dos apoiantes, o espírito dos atletas e a fantástica paisagem entre a bonita cidade de Nice e o mar fizeram-me conseguir manter o pace abaixo dos 5’/km. Sentia-me bem. A temperatura estava certa. Para me entreter fui apoiando os atletas de pelotão que já vinham no retorno e fui-me metendo com o pessoal que estava mascarado à super-herói.

  

Curiosidades

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- são os primeiros 10km do ano em França

- 17ª edição

- 10 mil participantes

- 323 participantes na Mini Prom' (prova para crianças)

- 400 voluntários

- 63% homens vs 37% mulheres

- 27 nacionalidades

 

Conclusão

Sinceramente nunca estava à espera mas acabei por bater o meu melhor tempo aos 10! Será do equipamento da Kalenji? Estou a brincar. Acredito que tem a ver com os meus treinos de RPM (cycling indoor) e elíptica. Adorei cada passo que dei nesta prova. Foi uma manhã fantástica. Com um tempo oficial de 47'27'' fiquei no top 10% do meu escalão. Estou mega satisfeita.

 

 

Para quem se procura “internacionalizar” no mundo das provas de corrida, penso que a Prom Classic é uma excelente aposta. Nesta altura do ano há passagens aéreas a menos de 100€ e hotéis a menos de 50€ por quarto duplo por noite. A Côte d’Azur tem um clima agradável para correr nesta época. Mas o mais importante: a prova é muito gira e para além disso a cidade de Nice merece uma visita pela sua arquitetura, ambiente e culinária.

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Merci, Kalenji! Merci, Nice!

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