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Correr na Cidade

Review: Adidas Ultra Boost V2

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Testado por: Joana Malcata

Características pessoais: Passada Neutra

Condições de teste: Meia Maratona de Madrid, treinos de 10 a 15km; Corrida do Tejo e Rock’n’Roll Mini Maratona de Lisboa.

 

PRÓLOGO

Antes de apresentar a minha review, tenho de a contextualizar: não gosto, pessoalmente, de ler reviews demasiado técnicas: não quero saber do drop, do peso exacto em gramas, ou da tecnologia que usaram na sola. Só quero saber uma coisa: são bons? Mas claro que esse “bons” tem de cumprir alguns requisitos, que as reviews falam sempre, mas em “tenictês”, e que às vezes baralham.

Assim sendo, vou apresentar a minha review dos Adidas Ultra Boost V2.

   

 

Preview: Adidas Ultra Boost

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Por Tiago Portugal

 

Os Adidas Ultra Boost ainda são um mistério para mim, um daqueles casos que não consigo explicar o porque mas acabam inevitavelmente por serem das minhas principais escolhas e é frequente tirá-las do armário para ir correr com elas.

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Não serão como afirma a marca alemã as melhores sapatilhas do mercado, pelo menos para mim, e algumas características tais como a falta de estabilidade e suporte fazem com que este modelo não seja o mais adaptado a todos os corredores, nos quais me incluo, mas o nível de conforto e as sensações que dão a cada passada são verdadeiramente fantásticas.

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 Meia-Sola 100% Boost

 

Diz-se que o coração de casa sapatilha é a meia sola, e nesse aspeto os Ultra Boost são fenomenais, e não me canso de os usar e mesmo abusar, seja para correr, ir ao ginásio ou simplesmente caminhar.

 

Em termos estéticos adoro o modelo em amarelo néon, apesar de não ser adepto do formato, muito bicudo na parte da frente. Recomendo que experimentem este modelo devido a essa forma mais estreita, o que implicou no meio caso que tivesse que escolher ½ número acima do que calço habitualmente.

 

 Penso que a frase que melhor define os Ultra Boost para mim é: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se”.

 

Os próximos tempos dirão se este modelo conquista um novo lugar no meu coração.

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Por Joana:

 

No passado domingo, aproveitei o sol que se sentia por terras Aveirenses, e levei as sapatilhas para testar em estrada. Ao calçar fiquei com a sensação que os ténis poderiam ser frios e largos.

A malha é um bocadinho aberta, e enquanto o pé não aquece sente-se bem a brisa matinal, mas com o aquecer do pé, tal sensação passou e até soube bem não ter os pés a ferver.

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O facto de os adidas não terem os últimos buraquinhos nos ténis, que nos permitem ajustar bem ao formato do pé, dão uma sensação inicial de estarem largos (irão sentir isto no pé mais pequeno). Mas mais uma vez, com o treino e o expandir do pé, tal deixou de ser um problema e os ténis e os pés ajustaram-se bem um ao outro.

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Leves e fofos, é como melhor consigo descrever a minha primeira impressão dos Adidas Ultra Boost.

Com apenas 264g, estes ténis surpreenderam-me pela positiva, pelo conforto e sensação de impulsão (será que esta palavra existe?), quase que nos “empurra” e nos dá aquele impulso para correr mais um quilómetro.

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Durante as próximas semanas serão os meus companheiros de estrada. Fiquei surpreendida com estes primeiros quilómetros, estou expectante para os ainda estarão para vir!

 

 

Boas corridas!

 

 

 

 

Back to basics!

 

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Por Joana Malcata:

 

Acabou-se! Adeus! Gosto muito de ti, mas um dia tinhamos que nos separar.

 

Sei que te habituaste a esta vida e a estas mordomias, mas já estás crescida tens de seguir com o teu caminho.Vai custar, eu sei! Também me afeiçoei muito a ti, ao teu aconchego no meu colo, mas acabou!

 

Cansei!

Estou farta de andar contigo às costas: às costas, às pernas, em todo lado!

 

Adeus sedentarismo, adeus gordurinha! Tenho mais que fazer: quero correr!!!!

 

Mas para voltar a correr, tenho de voltar ao inicio: Back to basics!

 

Pedi ajuda, arranjei um treinador e comecei pelas caminhadas, treino de força, resistência, pequenas séries (muito pequenas mesmo!).

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E custa... como custa! Mas hei-de conseguir voltar a correr uma meia maratona e quem sabe uma maratona! É preciso juízo no que como, e não falhar nos treinos.

 

O Filipe Gil, também ele em recuperação, mas de lesão, lançou o desafio: vamos dar um treino para iniciados. Um treino dedicado às pessoas que até gostavam de começar a correr ou até correm mas devagarinho e que se inibem de vir aos nossos treinos, porque os ritmos já são mais elevados.

Assim, e porque sei que não sou a unica a querer (re)começar a correr, juntei-me a ele para guiarmos o treino de amanhã, “Beginner's Luck”, e assim, ter companhia para treinar a um ritmo muito mais simpático e chamar outros(as) como eu, que correrem devagar, devagarinho, sem me sentir deslocada do grupo.

 

E vocês, vão juntar-se a nós? Prometemos um treino de 5km, em ritmos baixos, e onde ninguém fica para trás!

 

Até amanhã e boas corridas!

Race Report: Wings for Live World Run 2015

 

Wings For Life'15 CnC Team

 

A Wings for Life é uma fundação internacional de pesquisa da espinal-medula sem fins lucrativos. Desde 2014 que organiza a Wings for live World Run, uma prova mundial de atletismo, que independentemente do fuso horário, realiza-se ao mesmo tempo nos paises participantes.

Como já vos contámos aqui, 100% do valor da inscrição na prova, reverte inteiramente para as pesquisas que procuram encontrar uma cura para a lesão da espinal medula, e a convite da Puma, um dos patrocinadores da prova, a Joana, a Liliana e o Luis, marcaram presença no Porto.

Aqui ficam os seus testemunhos.

 

Joana Malcata

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Sabendo que a meta viria a correr atrás de mim, sob a forma de um “Mini”, era algo que tinha curiosidade de experimentar. Não se trata de acabar a prova numa meta, em determinado local, mas fugir o máximo possível dela.

Uma vez que não sou uma atleta nem de meio da tabela, tinha-me proposto em fazer os 10km antes do carro me apanhar, mas quis o destino que não conseguisse por muito pouco atingir esse objectivo.

O que se espera de um belo dia de Maio? Sol, temperatura amena. Nada disso! Cheguei ao Porto debaixo de um temporal horrível. Apanhei um dos autocarros disponibilizados pela Organização na rotunda do Castelo do Queijo, para levar os participantes até à partida, em frente ao Palácio de Cristal, sem que deixasse de chover nem um minuto!

Às 11h GMT, 12h em Portugal, lá arrancámos, cerca de 915 corajosos atletas, sem medo da chuva, e a apanhar uma valente constipação.

Tudo corria bem, apesar do temporal, até chegar a Matosinhos, mais perto da zona costeira, onde o vento torna-se no meu maior obstáculo, e faz-me abrandar o ritmo.

Na marginal, já quase a chegar aos 10km, o carro meta passou por mim, dando por terminada a minha participação na World Run.

Apenas o tempo “estragou” o que poderia ter sido uma grande festa e ajudar, através da corrida por aqueles que não podem, na luta pela cura para a lesão da espinal medula. Mas para o ano, quem sabe, não voltarei a repetir a experiência, mas desta vez tenho uma conversa com São Pedro, umas semanas antes!

 

 

 

Liliana Moreira

Depois de quatro dias a respirar avidamente  provas, trail running e trabalho em equipa, seja a correr ou a preparar a corrida em si, o meu destino e o do Luis foi rumar ao Porto para pela primeira vez participar na Wings For Life World Run.
Tivemos o simpático convite da Puma para formar equipa e, juntamente com a Joana Malcata alinhamos na meta as 12h de Domingo passado a envergar textil e sapatilhas da marca para testarmos nesta corrida. A estadia do Gerês fez-me bem para preparação para esta prova, achei que a chuva era algo que simplesmente já não me iria incomodar. Como cheguei a brincar no meu facebook, já estava a ficar habituada ao ponto de julgar "estar a ganhar verdete". Pois bem, a meteorologia no Porto não se fez de rogada e para além da chuva, o vento juntou-se e as temperaturas foram também muito abaixo do que estava à espera. Puma 1

Não foi dificil encontrar estacionamento junto ao Castelo do Queijo e dai apanhar o autocarro fretado para o efeito, nos levar para a linha de partida. Ao contrario do que imaginei e do que verifiquei na lista de inscritos, nao eram os milhares de participantes que julguei virem a estar presentes. Eramos cerca de 1.000 no máximo. Provavelmente devido ao mau tempo, muitos do que iriam participar em modo "caminhada" acabaram por não aparecer... nesse aspectom julgo que a prova desiludiu um pouco, porque de facto estava tudo montado e orientado para uma enorme festa que na minha perspectiva ficou a "meio gás"... mas também, quem iria imaginar que em Maio iria estar um tempo assim?!
A Blaya aqueceu a malta, salvo seja, e o tiro de partida deu-se à hora certa. Dentro da cidade o vento não incomodou e internamente até agradeci à chuva, já que há algumas semanas que não ando a correr periodicamente e aquela frescura estava a saber a mel. Os calções e a t-shirt da Puma não desapontaram. Senti-me bastante confortável com o textil, suave ao toque, muito leve e bastante solto apesar da chuvada. No entanto tive algumas dificuldades com as sapatilhas, modelo Faas 500 v4, que talvez por estarem com um nivel de aperto associado ao material seco, ao ficarem literalmente encharcadas das poças de água na estrada e da chuva, a espuma no seu interior expandiu drasticamente, tornando-as pesadas e apertadas, dando-me uma sensaçao de sobre-aquecimento (!!!) na sola dos pés.

Confesso que fiquei preocupada, pois nos primeiros 5km de prova tive que parar varias vezes com a sensação que estava a ficar com os pes queimados, o que naturalmente tambem estava a dificultar a minha pretação na prova. Tinha um carro-meta algures atrás de mim e não queria ser apanhada já!! Das duas uma, ou resolvo a bem ou resolvo a mal... e isto passava por, abrir o laço de aperto das sapatilhas (o que fiz aos 5km) ou em ultimo caso seguir descalça (estilo iniciação ao barefoot :P)... a primeira solução resolveu o problema. As sapatilhas não deixaram de estar pesadas mas o pé ficou com mais espaço para expandir naturalmente ao longo da prova. Deixei de ter dor ou desconforto e foi apartir daqui que literalmente comecei a correr em prova, deixei de me concentrar nos pés e passei a forcar-me nas pessoas que me acompanhavam nos troços e que iam muito animadas e bem dispostas face ao temporal que estavamos a encontrar.

Puma 2Também consegui reparar na quantidade de Policia presente para parar o trânsito e também na quantidade de automobilistas que nos apitou violentamente, com desagrado por terem o trânsito condicionado pela nossa passagem. Num Domingo chuvoso estar fechado o acesso ao shopping é de facto algo abominável e desumano... Em Roma sê romano e à boa moda do "nuorte" mandei-os para um sitio que cá sei e segui caminho.

Já levava nesta altura cerca de 8km nas canetas e a "pior" parte estava ainda para vir... a partir daqui deixavamos de estar protegidos pelo "maciço urbano" e ficava-mos totalmente expostos a intempérie vinda do mar. A chuva deixou de ser simpaticamente refrescante para passar a dolorosamente gélida. Nestas condições eram poucas as pessoas que estavam na rua a apoiar os atletas, mas as que estavam presentes fizeram-se ouvir e sentir. Foram sem sombra de dúvida um tónico estimulante, a eles muito agradeço por terem saido do quentinho de suas casas para nos irem apoiar!
A partir daqui foi gerir o esforço. Ao longo da semana sempre que me perguntavam qual era o meu objectivo eu respondia "nenhum!", porque sabia que o treino nao estava a ser consistente nas ultimas semanas para atirar um numero à parede... mas cá dentro, lá bem no fundo, tinha o bichinho de atingir a marca dos 15km. Era exequível, mesmo para mim, e também queria brindar os elementos da crew CnC que tinha deixado na linha da partida nesse mesmo dia  para, também, os 15km da última etapa do GTA. Iria ser o único dia, e logo no último, que não iria estar presente para os receber na meta. Atingir este objectivo secreto seria para mim de alguma forma uma especie de terminar de ciclo da vivência desses últimos dias, seria perfeito mesmo à distância.

Não consegui atingir esse número, as multiplas paragens nos primeiros km's e a falta de treino ditou um resultado que me deixou um sabor agridoce. Comecei a ouvir o megafone a anunciar a chegada do carro meta ainda não tinha 10km feitos. Acelerei mas pouco me valeu, oficialmente aos 11.46km fui apanhada pela meta formada por um comboio de vários Minis cujos passageiros nos felicitavam, sorriam e acenavam.  Não sei explicar mas foi o grande a emoçao que senti ao ver a meta a passar por mim, e mesmo não tendo chegado à marca dos 15km como secretamente ansiava, não me tinha saido mal e sentia-me genuinamente feliz, mesmo ensopada até à espinha!

Assim que a meta passa pelos atletas o trânsito é automaticamente aberto e o caminho dePuma 2 regresso ate ao carro fez-se a pé calmamente. Perdido por cem, perdido por mil! Falei com a Joana que, adoentada, já ia a caminho de casa, mas noticias do Luís nada... obvio que ele ainda estava em prova. A dúvida era... até quando? Troquei de roupa para algo mais seco... não foi dificil. Arranjei um saco com uma muda de roupa e um par de sapatilhas para o meu rapaz e lá fui eu para o centro de operações da Redbull na World Run ver como paravam as modas nos outros pontos do Mundo. O Edifício Transparente estava cheio de gente: corredores e familiares, que esperavam por alguem, que comiam algo quentinho ou que chegavam da prova enrolados em mantas de prata.
Foi assim que passadas umas horinhas o meu Luís chegou. Enrolado em prata, parecia mesmo uma sandocha em dia de praia! Mas a tiritar de frio e de bigode murcho porque "só" tinha feito 25km em 1h50... tendo ainda feito mais 5km a caminhar até ao ponto de retorno dos autocarros. É assim, quem pode pode... quem não pode... treinasse! ;)
Ficamos por ali uns bons 40min a beber um galão "descongela ossos" e a averiguar se ainda tinhamos portugueses em prova. Foi ali mesmo que nos apecebemos da vitória no feminino da Doroteia Peixoto aos 41.7km e da epectacular performance do Daniel Pinheiro com os seus ligeirissimos 67.4km.

Feitas as contas, não trocava nada deste dia... nem a chuva ou o vento. Os abastecimentos regulares e os voluntários/escuteiros estiveram impecáveis, sempre atentos e solicitos. Gostava sim que tivessem aparecido mais pessoas nas ruas para que a festa tivesse sido mais audível, mas não foi por isso menos sentida em cada um dos que participou. Para o ano há mais, dia 8 de Maio no Porto novamente. Afirmo sem rodeios que com ou sem convite farei os possiveis para voltar a participar e pertencer à corrente humana tanscendente e intangível que ligou todo o mundo por um mesmo objectivo.

 

Luís Moura

LM1Depois de passarmos 3 dias debaixo de chuva e nevoeiro, eis que chega Domingo e a oportunidade de participar com o meu pequeno singelo contributo para uma causa a nivel mundial que conseguia juntar dezenas de milhares de corredores por mais de 30 paises.
Sol, praia e bronzeado era o que passava pela nossa cabeça, mas quando saimos do Geres no Domingo de manha debaixo de chuva ligeira e nevoeiro, encontramos vento gelado e forte, chuva forte e temperatura razoavel... condições de um dia pleno de inverno, na primeira semana de Maio. Cheira-me que quem organizou a prova considerou diversos cenários de emergencia mas nenhum deve ter sido pensado para este tempo.

Como saimos de manhã do Geres e tivemos uma viagem de 100km em pleno diluvio, foi calma e com precaução o que nos fez chegar a Matosinhos já depois das 11 da manha. Acabamos de nos vestir com o equipamento que a Puma gentilmente nos enviou para usarmos neste evento onde eles são um dos patrocinadores oficiais e ás 11:30 estavamos a apanhar uma das ultimos autocarros que nos ia levar para a partida, uma viagem de quase 15min que serviu para finalizar dorsal, roupa e sapatilhas.
Assim que saimos do autocarro, tiramos 2 fotos rapidamente e debaixo de uma árvore que o tempo não estava para grandes dialogos com os telemoveis e segundos depois alguns elementos da organização informaram para acelararmos a ida para o curral da partida.

LM2Habitual zigue-zague para me colocar o mais à frente possivel enquanto que a Liliana e a Joana ficaram um pouco mais para trás no mar de gente que teve a coragem de ir correr para debaixo de um mini-diluvio.

Desde calções e tshirt apenas, até alguns quase preparados para a alta montanha, havia de todas as cores e feitios a nivel de equipamento que todos optaram por levar para este evento.
Fui preparado para o frio e levei uma tshirt interior da Lurbel que em breve vou falar no blog, e luvas como sempre levo neste tipo de condições. São faceis de colocar e tirar conforme o vento e o calor/frio ao longo dos km's. Pareceu-me suficiente.
A chuva parecia não querer ajudar e caia quase inenterruptamente, umas vezes suave outras mais forte.
Há uns meses quando aceitei participar e tendo em conta que seria 2 semanas antes da prova de S. Mamede, estabeleci como limite os 30km, e tudo o que viesse acima disso seria feito a ritmo mais descontraido.

Como estive a ajudar 3 elementos da crew no Geres nos dias anteriores, o treino foi quase nulo e em cima da hora e dado o tempo mais agressivo decidi reduzir o esforço para apenas 25km. Assim, sairia e faria os 25km "o mais rápido possivel" e depois iria relaxar até o carro.

Assim foi, depois de atingir os 25km, decidi começar a andar num misto de continuar o objectivo da prova que era o máximo de km's, e foi apanhado pelos carros da organização perto do km 27,5.

 

Partilhamos convosco os melhores momentos da Wings for Life World Run Portugal.

Até para o ano! ;)

 

Unboxing : Puma no Wings for Life World Race 2015

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Por Luís Moura: 

 

Fomos convidados por um dos patrocinadores oficiais do evento a participar com uma equipa de elementos da Crew. Se a Bo, o Tiago e o Nuno Malcata estão no proximo dia 3 de Maio a finalizar a prova Geres Trail Adventure, eu, a Liliana e a Joana vamos representar a crew no evento da Wings for Life, desta vez decorrendo a edição portuguesa no Porto.

 

A Puma gentilmente enviou-nos 3 equipamentos diferentes e de seguida colocamos aqui algumas fotos do seu unboxing. Nos proximos dias vamos escrever sobre o evento e como decorreu na sempre Nobre cidade do Porto.

 

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( Equipamento da Liliana )

 

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( Equipamento da Joana )

 

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( Equipamento do Luis )

Correr por aqueles que não podem

 

WingsForLife

No próximo Domingo, às 12h, o Correr na Cidade terá o privilégio de se fazer representar na segunda edição de uma prova realizada à escala mundial, em que a partida será dada simultaneamente em 33 países.

Apesar de relativamente elevado, face à nossa economia atual, é de referir que 100% do valor de inscrição reverte para a pesquisa da cura das lesões da espinal-medula. Estamos a falar da a Wings For Life World Run  que este ano, em território nacional, irá decorrer na zona costeira do Porto.

No ano passado em Portugal, o vencedor foi António Sousa com 46,82km, ficando num honroso 123º lugar à escala mundial, tendo sido 78,58km o máximo de distância percorrida, feito realizado pelo atleta etíope Lemawork Ketema na Áustria

Por todo o mundo homens e mulheres, novos ou velhos, com ou sem cadeira de rodas vão partir ao mesmo tempo com o intuito de fazer o máximo número de quilometros possível até serem apanhados pelo carro-meta, num percurso máximo de 100km. Sim… a meta é móvel e inicia a sua tarefa 30 minutos depois da partida, num ritmo de 15 km/h até ao km 5, aumentando a sua velocidade progressivamente a partir dai. O desafio é: ritmo, o objectivo máximo: angariar fundos para a Fundação Wings for Life e participar nesta enorme festa da corrida.

A Liliana, o Luís e a Joana vão lá estar a dar o seu melhor!
E vocês?

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