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Correr na Cidade

7 perguntas à...New Balance

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 Por Tiago Portugal e Filipe Gil

 

Depois da visão da Brooks sobre o setor da corrida em Portugal publicamos uma entrevista da New Balance para que fiquem a conhecer um pouco melhor esta marca norte-americana e de forma atua no mercado.

  

Entrevista a Fran España, Performance Merchandise Manager :

 

Como analisam o setor da corrida em Portugal?
A corrida é um setor em grande crescimento em parte devido à conscientização da necessidade de praticar desporto e levar uma vida saudável.

 

A corrida é uma moda? Vai desvanecer ou veio para ficar?
Não penso que a corrida seja uma moda passageira, mas agora as pessoas ficaram talvez um pouco mais viciadas/apaixonadas por este desporto e nesse sentido a corrida é algo que irá perdurar ao longo do tempo. Também é um desporto divertido e fácil que todos podem adaptar sem problemas ao seu nível e ritmo de vida.

 

Qual a vossa sapatilha de corrida com mais sucesso entre os portugueses?
Em Portugal os nossos modelos mais vendidos são os já míticos 1080 e 880, uns modelos que não param de renovar-se, a gama Fresh Foam pela sua comodidade e desenho inovador assim como a recente gama Vazee.

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Que novidades vão ter para os corredores nas próximas coleções?
Para a próxima coleção iremos continuar a renovar os modelos já estabelecidos e fortalecer e desenvolver toda a gama Vazee e Fresh Foam.

 

Em Portugal vende-se vestuário para corrida ou os portugueses apostam mais nas marcas apenas nas sapatilhas? 
Para a New Balance o têxtil também é importante. O nosso vestuário destaca-se pelo seu rendimento e boa relação qualidade-preço.

 

Como marca, que outras áreas/desportos estão a apostar para conquistar os corredores?
Dentro do setor especifico da corrida e de forma diferenciadora estão sobretudo todo o nosso calçado de trail, que esta a ter muito sucesso e uma evolução constante, a acompanhar o crescimento desta modalidade específica, de forma a ir ao encontro do corredor que procura algo diferente. Mas também estamos empenhados noutros campos específicos tais como desportos de equipa, futebol, ténis ou fitness, para cobrir as necessidades de quem não prática só corrida.

 

De que forma as marcas podem intervir e contribuir para que os jovens se tornem menos sedentários? 
Sem dúvida que a melhor forma de intervir é promovendo estilos de vida ativos. A partir do produto e do marketing de forma a fazer publicidade ao “saudável” e “atrativo” por forma a promover e estimular atividades e eventos desportivos. Inclusivamente a partir da New Balance efetuamos treinos e exercícios de teste aos nossos produtos donde além de dar a conhecer as nossas gamas são promovidos estilos de vidas saudáveis. Acho que atualmente temos a sorte, mas não nos devemos relaxar, da sociedade encarar o desposto como algo implícito a um estilo de vida saudável.

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Boas corridas!

 

Arrabida Ultra Trail: Entrevista com João Serralheiro da organização da prova

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A Crew do Correr na Cidade vai marcar presença nas várias distâncias do 1º Ultra Trail da Arrábida no próximo dia 16 de Novembro. Estamos ansiosos e quisemos saber mais sobre esta prova pelo que fomos falar com João Serralheiro, da organização desta iniciativa.

 

- Esta é a 1ª edição do Arrábida Ultra Trail. Como nasceu a ideia de organizarem esta prova?
A ideia surgiu do gosto pelos desportos ligados à Natureza e pelo facto de não existirem muitas provas na zona centro/sul do país, com o enquadramento que podemos oferecer – a Serra da Arrábida.


- Quem está por detrás da organização desta prova?
Por detrás da organização desta prova estão várias pessoas/empresas. Organizar um evento desportivo de dimensão requer múltiplas valências. A equipa é constituída por especialistas em comunicação, sponsoring, organização de eventos desportivos e pessoas com conhecimento técnico da modalidade.


- Quantos corredores esperam?
O trail é um desporto recente em Portugal, desta forma o número de praticantes que investe nas distâncias longas ainda é de certa forma reduzido. Esperamos, ainda assim, 150 a 200 participantes na prova longa (80 km) e cerca de 400 participantes distribuídos entre as outras duas distâncias (14,5 e 23 Km).


- O que destacam da prova, nos diversos percursos?
O Arrábida Ultra Trail (AUT) é uma prova de trail em todos os percursos. Na distância mais pequena, os participantes vão poder ter uma ideia do “espírito do trail” num percurso já com alguma dificuldade. Na distância intermédia, a dificuldade aumenta, não só pela distância, mas também pelo rigor das subidas e tecnicidade do terreno. Relativamente à distância maior, o percurso é bastante mais complexo. Inclui zonas da Serra da Arrábida com pendentes elevadas e trilhos técnicos. De uma forma geral, o AUT é uma prova de progressão lenta em trilhos estreitos (single track) e com grande contacto com a Natureza.


- Que tipo de piso irão os corredores encontrar (essencial para a escolha de sapatilhas adequadas)?
Os pisos na Serra da Arrábida são mistos. Caso chova podemos encontrar muita lama em algumas zonas que não são permeáveis à água. Existem muitas rochas e raízes. Os Percursos contam ainda com zonas de estradão e piso mais fácil para ajudar a recuperar entre os sectores mais difíceis da prova.


- A vossa prova conta para a pontuação do UT Mont Blanc com dois créditos. Porque optaram por terem essa classificação?
Ser pontuável para o UTMB traz responsabilidades acrescidas e seguramente obriga qualquer organizador a um grande rigor técnico. Muitos dos participantes da distância mais longa, sobretudo os estrangeiros já inscritos, fazem-no pelos créditos. Além disto, é um grande prazer estar associado a um dos maiores eventos de Trail Run do mundo.


- Têm percurso de 80Km, de 23Km e de 14,5km. Porque razão não tem uma distância intermédia mais longa, em vez dos 23Km terem 42, por exemplo?
Queremos ter um desafio para quem decida participar no AUT, ai surgem os 80km. Por outro lado também queremos ser uma prova atractiva para a maioria dos praticantes de Trail em Portugal, acho que distâncias a rondar os 25km são mais adequadas.

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 - Já sabem quantos e que tipo de postos de abastecimentos irão ter nos 80km? E nos 23? E ainda nos 14,5?

Sim
80km – 5 abastecimentos (Líquidos e Sólidos) (O abastecimento a meio do percurso incluirá comida quente e zona de repouso)
23km – 2 Abastecimentos (Líquidos e Sólidos)
14,5 – 1 Abastecimento (Líquidos e Sólidos)
Contaremos ainda com 1 abastecimento na zona de meta.


- Haverá material obrigatório?
Sim, e iremos ser bastante rigorosos. Existirão penalizações que poderão levar à desclassificação para quem não cumprir, sobretudo para a distância de 80 km. O regulamento está a ser ultimado e atempadamente será divulgado.


- Recentemente, um dos problemas que os organizadores de provas de trail se têm deparado são as marcações e as eventuais sabotagens dos percursos. Como se vão precaver dessas eventuais situações?
Todos os percursos serão marcados apenas no dia anterior e verificados na íntegra antes da passagem dos corredores no dia da prova.


- Como veem o crescimento das corridas de trail running. E do facto de muitos corredores de estrada estarem a migrar para os trilhos?
Mais importante que um elevado número de provas é que as que se realizem saibam preservar a base deste desporto, nunca descurando o rigor organizativo e desportivo.
É extremamente positivo que as pessoas descubram o prazer que é correr em natureza, para além da estrada. Esta modalidade traz novos desafios, diferentes distâncias bem como níveis de dificuldade acrescidos e a possibilidade de cada pessoa escolher o nível onde quer participar. Todos estes factores contribuem para o crescimento do número de participantes que, acredito, ainda está apenas no inicio.

 

- Que conselhos podem dar aos participantes da vossa prova – nos diferentes percursos?
De uma forma geral podemos recomendar a todos os participantes do AUT, que se preparem, obviamente dentro do objectivo pessoal de cada um, para poderem desfrutar da prova.

Quem vem experimentar uma corrida de Trail pela 1ª vez, que tenha em atenção a especificidade do equipamento (calçado, meias e roupa adequada).

Para os mais experimentes, não subestimem a Serra da Arrábida. Apesar da sua altitude não ser elevada, é um constante “sobe e desce” com desníveis acentuados.

Entrevista à organização da Scalabis Night Race

_MG_4137Ainda faltam uns meses para a 2ª edição da Scalabis Night Race, mas pelo andar das inscrições, e segundo a organização, já só restam pouco mais de 500 bilhetes para esgotar a prova. Falamos com Pedro Carvalho, um dos membros da organização da SNR- A 1ª edição da SNR foi um sucesso. Quais as expetativas para a  edição deste ano?Para este ano de 2014 esperamos que se repita o essencial, numa prova em que procuramos, sem descurar os aspetos técnicos inerentes a uma prova de atletismo, fazer uma festa em Santarém, "iluminando" a cidade com cor, alegria, muita animação e boa disposição.- Em termos de percurso, irão existir mudanças/novidades?Iremos ter algumas novidades, sim, sobretudo na mini (5 kms), com acrescidas passagens em locais emblemáticos da nossa cidade.- Irão ter animação durante a prova?A animação durante a prova constitui para nós uma componente muito importante do evento.Vamos apostar na animação ao longo de todo o percurso, para que os atletas se sintam motivados para a prática do desporto, divertidos (numa época em que andamos todos um pouco cabisbaixos) e alertados para o que de bonito e interessante do posto de vista histórico -monumental a cidade de Santarém nos tem para oferecer - que é muito! Não irá faltar o folclore, o rock e outros géneros musicais, para agradar a todos, em diferentes momentos.-  Vão manter as provas para os mais novos? Se sim, em que distâncias? E a corrida em si haverá outra distância sem ser os 10K?s provas de Bâmbis e Benjamins A decorrerão na reta da meta a instalar no Jardim da Liberdade. Para os restantes escalões, será delimitado um circuito de aproximadamente 1000 m, a percorrer no nº de voltas necessário ao cumprimento da distância estipulada para cada escalão. Este circuito terá partida e chegada no Jardim da Liberdade e passagem na Praça Sá da Bandeira (Largo do Seminário).Hora da Prova   Escalão Idades  Distância

17h15    Bâmbis ≤6           150 m17h30    Benjamins A      7/9         500 m17h45    Benjamins B      10/11    1.000 m18h00    Infantis                12/13    2.000 m18h30    Iniciados              14/15    3.000 m19h00    Juvenis 16/17    4.000 m21h00    Scalabis Night Race         -              10.000 m21h20    Mini Race - Caminhada -              5.000 m

- Os leitores do blog Correr Na Cidade elegeram a vossa corrida como a melhor de 2013, o que pensam dessa escolha, tendo em conta os outros finalistas?Tendo em conta os outros finalistas – autênticos “pesos-pesados” na organização de provas há bastantes anos – constituiu um enorme orgulho para nós sermos considerados a melhor prova de 10 kms logo na 1.ª edição, sobretudo porque tal enaltecimento resulta do feedback dos próprios atletas. - Quantos correram em Santarém à noite no ano passado? Quantos corredores esperam ter este ano?No ano passado correram cerca de 1.000 na corrida de 10 kms e cerca de 600 na mini de 5 kms. Para este ano, teremos à volta de 1.500 nos 10 kms e 1.000 nos 5 kms, para além de algumas centenas na kids race.- Como estão a correr as inscrições, que abriram recentemente?As inscrições estão a correr muitíssimo bem. Apenas numa semana (as inscrições abriram a 19 de Janeiro) atingimos mais de 1.000 inscrições nas 3 provas – 10kms, 5kms e kids. Na prova principal, restam nesta altura cerca de 500 vagas apenas, pelo que é aconselhável para quem possa estar interessado, avançar com as inscrições. No ano transato, as inscrições esgotaram a um mês da corrida, sendo que, ao ritmo a que as mesmas estão a decorrer este ano, se espera que esgotem bem mais cedo._MG_0327Nota do Editor: O Correr Na Cidade é, pela segunda vez, orgulhosamente media partner desta corrida. E vamos marcar presença com o maior número possível de corredores. Fazemos tudo por pampilhos de Santarém!

Como tratar uma fasceíte plantar

431042_341419142558044_1138062320_nTal como tenho vindo a dar conhecimento aqui no blog a minha lesão está a melhorar. Portou-se muito bem durante os 10Km da São Silvestre de Lisboa e desde então não tenho tido dores, apenas uma impressão em alguns pontos da planta do pé. Como estou a ter uma semana de “intenso” descanso, espero que seja o suficiente para ficar curado de vez. A ver.Entretanto fiz uma pequena entrevista à Dr.ª Sara Dias, Naturopata que me tem ajudado a curar esta maleita desportiva. Com o objetivo de ajudar todos os que estão a passar pelo mesmo e aqueles que, mais tarde ou mais cedo, poderão ter este tipo de lesão A entrevista é feita tendo em conta a minha situação e é nela que as respostas são baseadas, havendo, contudo, como se percebe pelas respostas mais generalizas, informação útil para  outro tipo de lesões que, infelizmente, fustigam os corredores com muita frequência. Perguntas & Respostas a Drª Sara Dias, Naturopata:Qual a sua análise deste tipo de lesão?A lesão de pé é muito frequente e transversal ao Ser Humano, a incidência aumenta quando falamos de adeptos de corrida. O pé é uma das regiões do corpo que mais sofre alterações anatómicas ao longo da vida. Este recebe e distribui o peso corporal e adapta-se a superfícies irregulares, atuando como uma alavanca rígida que impulsiona o organismo durante a marcha/corrida. Não podemos esquecer que se trata de uma região complexa, formada por músculos, numerosos ossos, ligamentos e articulações sinoviais. A lesão mais comum nesta região do corpo é a fasceíte plantar, trata-se de uma inflamação na fáscia plantar (tecido conjuntivo denso que reveste a planta do pé), esta estende-se desde o calcâneo (osso que forma o calcanhar) até aos dedos. A fáscia plantar é responsável por manter o arco plantar longitudinal, sendo este importante na acomodação do pé ao solo. Quando sujeito a sobrecarga excessiva e repetida, sendo o caso da corrida, a estrutura deixa ter a capacidade de recuperar do trauma. Inicialmente surge uma dor ligeira que desaparece com o repouso, caso este não seja respeitado, evolui para inflamação, rigidez plantar e dor aguda.Da sua experiência, o que poderá ter causado este tipo de lesão neste caso?Este tipo de lesão pode ter uma causa única e/ou a junção de diversas causas. Tal como foi referido anteriormente o arco longitudinal tem uma importância extrema no pé, existem três tipos de pé: pé normal, pé plano (diminuição significativa do arco longitudinal) e pé cavo (aumento significativo do arco longitudinal). No caso do pé plano e do pé cavo, a biomecânica da locomoção não é mantida, desenvolvendo compensações no resto do corpo; Alterações musculares da perna, nomeadamente encurtamentos musculares por excesso de exercício e ausência de alongamentos (muito comum nos atletas); Calçado inadequado; Corridas de longas distâncias, em especial aquelas desenvolvidas em terrenos irregulares; Atividade profissional que implique muitas horas de pé; Este tipo de patologias é recorrente entre os 40 e 70 anos, em ambos os sexos, devido á perda de elasticidade da fáscia.Que tratamento tem utilizado nas sessões já efetuadas?No caso específico do Filipe, onde não existe inflamação, mas sim rigidez e muita tensão, foi sujeito aplicação, na região sintomática, uma técnica de Moxabustão Japonesa chamada Okyu. Esta produz no organismo uma resposta imunológica (aumento da produção de leucócitos) atuando na região onde é aplicada regenerando o tecido.Posteriormente foi feita libertação miofascial, ou seja pode-se dizer que se trata de uma massagem profunda, que por isso mesmo provoca alguma dor, mas que trabalha pontos específicos de tensão na fáscia, que por sua vez estão a exercer pressão em outros tecidos, estruturas e órgãos. Após a libertação desses pontos, que poderá não ser imediato, depende se a lesão é aguda ou crónica, a elasticidade e flexibilidade reaparece deixando de haver tensão nos tecidos adjacentes e por fim as dores desaparecem.Como se pode evitar este tipo de situação nos corredores?Todos os desportistas deviam ter muita atenção à fase de aquecimento antes de cada treino ou competição, contudo não menos importantes são os alongamentos no final de cada treino. Arrisco a dizer que 70% dos meus casos clínicos em desportistas (independentemente do desporto que praticam) não fazem nenhum tipo de alongamento; Aconselho que recorram no mínimo uma vez por mês (em fases mais calmas de competição) a tratamentos Miofasciais importante na manutenção da saúde muscular; Ter muita atenção ao calçado e conjuga-lo com o seu tipo de pé, recorrer a profissionais especializados na área;Moderação na aplicação de gelo quando há dor, tentar perceber se a dor advém de uma inflamação ou de tensão, caso advenha de tensão opte por calor para promover vasodilatação e consequente relaxamento da zona sintomática;Sempre que sinta tensão ou pressão na região plantar, coloque essa zona em cima de uma bola de ténis e exerça alguma pressa sobre a mesma, promovendo movimentos circulares lentos; Nunca descorar uma ligeira dor;Respeitar os descansos necessários à recuperação.Quando um corredor amador se lesiona, o que deve fazer nos primeiros dias? A que tipo de terapia deve recorrer?Nos primeiros dias deve suspender a atividade física, caso sinta a região lesionada quente deve aplicar gelo dinâmico (aplicar um cubo de gelo na região lesada sempre em movimentos circulares até derreter o cubo), deverá tentar perceber mais sobre a dor (os movimentos que doem, quando dói, quando melhora, etc), deverá sempre pedir ajuda de um profissional de saúde especializado para que o possa avaliar e poder ajudá-lo após avaliação. Nunca descore nenhuma impressão ou dor ligeira passageira. Evite a automedicação, muitas das vezes quando a lesão tem pouco tempo não necessita de tomar químicos para resolver a mesma. A cura de uma lesão muitas vezes não depende de medicação mas sim de ser “mexida”.A Drª Sara Dias é Naturopata e tem formação complementar em acupuntura, terapia miofascial, mesoterapia homeopática e moxabustação japonesa. E dá consultas, entre outros locais, no espaço Saúde de Corpo & Alma.

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