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Correr na Cidade

Review: Kalenji Kiprun SD 2017

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Testado por: Bo Irik

Características pessoais: Passada Neutra, 68 kg

Condições de teste: Treinos de 10 a 17km, algumas vezes com tempo chuvoso

 

Em Janeiro do ano passado estive na Run Blog Camp da Kalenji em Nice onde tive o privilégio de experimentar em primeira mão os Kalenji Kiprun SD 2016. Os Kiprun do ano passado ajudaram-me a bater o meu recorde pessoal aos 10km, recorde que se mantem até hoje (podem ler a minha review final dos Kiprun SD de 2016 aqui).

 

Este ano, assim que cheguei dos meus três meses fora, tinha as sapatilhas Kiprun SD 2017 à minha espera. O modelo que experimentei é o Kiprun SD para mulher que pode ser consultado e comprado no site da Decathlon. Há modelos masculinos e femininos e várias cores disponíveis. A primeira impressão foi ótima e segue agora a review:

 

 

 

Preview: Kalenji Kiprun SD 2017

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O ano passado, em Janeiro, estive em Nice, na Run Blog Camp da Kalenji onde tive o privilégio de experimentar em primeira mão os Kalenji Kiprun SD 2016. Na preview sobre os Kiprun SD de 2016 podem descobrir quais são os outros modelos que fazem parte desta gama.

 

Os Kiprun do ano passado ajudaram-me a bater o meu recorde pessoal aos 10km, recorde que se mantem até hoje (podem ler a minha review final dos Kiprun SD de 2016 aqui). Vamos lá ver o que o modelo deste ano tem para oferecer!

 

 

Um dia cheio de provas e novidades CnC

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Ontem foi um dia cheio de provas para os elementos da Crew do Correr na Cidade, e um dia cheio de novidades para o próprio Correr na Cidade.

 

Como já devem ter reparado, estamos a renovar um pouco a imagem do Correr na Cidade e começámos pela atualização do nosso logotipo.

 

Aproveitámos uma das nossas corridas preferidas, a Corrida do Tejo para correr pela primeira vez com o novo logotipo ao peito.

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Review: Kalenji Lanterna Run Light

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Gentilmente cedida pela Decathlon andei nos últimos tempos a testar a lanterna de corrida Run Light da Kalenji. Com um design inovador, uma potência de 250 lumens max e com autonomias que podem variar entre as 2h e as 8h, tudo PVP de 39,95€ (agora está com um desconto de 10€).

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Pontos Positivos:

  1. A luz. Além de muito brilhante, mesmo nos modos mais baixos, que nos fazem pensar que estamos perante uma luz muito mais potente que o que realmente é referenciado (comparando com outra de uma marca bem mais conceituada com os mesmo lumens, com a da Kalenji temos a sensação de ser muito mais brilhante), a temperatura da mesma é de um branco quase imaculado que nos dá uma excelente visão noturna;
  2. O alcance: ilumina seguramente 20 metros, o que nos permite antecipar os nossos passos;
  3. Luz de presença: nas costas, na caixa da bateria existem 3 LED's vermelhos que assinalam a nossa presença;
  4. Recarregável: usar bateria e não pilhas, não diminui o peso como é mais barata e amigo do ambiente.
  5. O conforto: apesar de ter um aspecto “matacão” é surpreendentemente confortável, não causa incómoda e os elásticos permitem um excelente ajuste.
  6. Autonomia: Não é uma autonomia gigante, mas cinco horas já é bastante razoável

 

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Pontos Negativos:

  1. O botão de on/off: este botão é horrivelmente pequeno, duro colocado no rebordo interior da lanterna. Estas três coisas em conjunto geram bastante dificuldades na operabilidade da lanterna, principalmente em andamento; Solução: É só aumentar o tamanho do botão e torna-lo mais sensivel
  2. A direção da luz: o facto da luz ser fixa, não havendo a opção de poder direciona-la, gerou dois problemas: o primeiro sempre que queria olhar para o chão à frente dos meus pés ficava “cego” pela luz, ou seja como a luz é tão brilhante torna-se impossível olhar para o chão; o segundo torna-se impraticável descer escadas com a lanterna ligada. Solução: Kalenji é só colocar um ajuste que permita direcionar a lanterna.
  3. O Posicionamento da luz no peito. Sendo a sua maior a colocação da luz no peito, ao invés da cabeça, na minha opinião, este design ainda não está totalmente bem conseguido. Quando corremos o nosso troco gira enquanto a nossa cabeça se mantém fixa, o que quer dizer que estando a lanterna junto ao peito vai girar com ele, o que na pratica em vez da lanterna estar sempre a apontar para a frente vai ter um efeito como se fosse um farol (muito mais ligeiro) mas que pessoalmente me perturba bastante. Solução: Kalenji posicionar a lanterna na zona mais central e mais baixa iria acabar com este movimento excessivo.
  4. Autonomia: 5 horas já é bastante razoável, no entanto se pensarmos em estender a sua utilização a Ultra Trails o ideal andaria era que fosse 7 horas.
  5. O sistema de elásticos: O sistema atual inviabiliza a utilização de mochila simultaneamente com a lanterna (confesso que não tentei esticar os elásticos ao máximo por forma a passarem por cima). Solução: Kalenji que tal arranjar forma de ser acoplado a uma mochila? 

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Conclusões:

Se o queremos é ver, ser vistos, ter conforto, uma boa autonomia e acima de tudo correr em terrenos planos, esta lanterna satisfaz todas as nossas necessidades, por um preço bem acessível (29,99€). Da minha parte, para 70% dos meus treinos noturnos esta lanterna chega e sobra. Para os restantes 30%, o frontal de cabeça continua ser imprescindível, dado que é necessário ver para onde estou a olhar. Que tal combinar dos dois posicionamentos.

 

Preview: Kalenji Kiprun SD

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A Run Blog Camp da Kalenji 2016 na qual tive a oportunidade de participar nos dias 9 e 10 de Janeiro, teve como objetivo apresentar os novíssimos Kiprun SD, calçado de estrada da marca da Decathlon. No sábado assisti à apresentação desta sapatilha, nomeadamente quais as novidades em relação ao modelo anterior. Este ano fazem parte da gama Kiprun os seguintes modelos:

 

  • Kiprun SD para dinamismo, amortecimento e leveza (peso 280gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €69,99);
  • Kiprun LD para amortecimento e estabilidade em distâncias maiores (peso 325gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €79,99);
  • Kiprace para velocidade, amortecimento e pouco peso (peso 205gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €69,99);
  • Kiprun Trail XT6 para aderência máxima com rasgos de 5mm, amortecimento e robustez (peso 360gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €69,95);
  • Riprace Trail para dinamismo e amortecimento nos trilhos (peso 270gr no tamanho 43 masculino, drop 6mm, PVP €79,95).

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Tecnologia

Os Kiprun de 2016 têm um design muito mais moderno dos seus antecessores, mas a principal novidade passa pelo conceito K-Only. O “K” representa a marca Kalenji e o “Only” remete para “Só” ou “Único” porque este conceito é indicado para todos os tipos de passada: neutra, pronadora e supinadora.

 

A Kalenji desenvolveu o conceito K-Only baseado num estudo biomecânico interno e ainda um inquérito de seis meses a quase 400 atletas pelo Instituto de Saúde de Luxemburgo. A Kalenji contratou uma instância externa para garantir resultados objetivos e neutros. A colaboração entre a Kalenji, o Sportslab da Decathlon e o Instituto permitiu estudar o impacto do tipo de calçado em lesões ocorridas durante a corrida. Assim, a Kalenji conseguiu identificar qual o modelo de calçado mais indicado a todos os tipos de passada.

 

A conclusão do estudo de seis meses com mais de 116 mil quilómetros percorridos no total confirma que o conceito K-Only é indicado para todos os tipos de passada. Corredores que usaram ténis com o conceito K-Only incorporado tinham um risco de lesão 30% menor do que aqueles que usavam outro calçado para corredores neutros (se tiverem interesse em saber mais sobre este estudo ou outro assunto relacionado com o calçado Kiprun, não hesitem em contactar-me).

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Para além da tecnologia K-Only, os Kiprun 2016 incorporam mais duas novidades:

 

  • Amortecimento K-Ring: Um anel, tipo donut, em espuma que está incorporado no calcanhar da sola. Este anel promete maior conforto e amortecimento ao absorver o impacto. É feito em espuma EVA e a sua forma em donut permite uma maior dispersão do impacto enquanto protege o calcanhar.
  • Nova espuma: “The new foam” foi o resultado de três anos de trabalho por part de uma equipa especialista. Os resultados enfocam dois pontos críticos: durabilidade e amortecimento. Estas sapatilhas prometem durar mil quilómetros! Tive a oportunidade de mexer na espuma e tem uma característica muito interessante: é mais mole numas partes do que noutras, permitindo melhorar a estabilidade.

 

Foi no início de Dezembro que, tal como os outros bloggers que iriam participar na Run Blog Camp, recebi os Kiprun SD em casa. O objetivo de receber as sapatilhas um mês antes da Prom Classic, prova de 10km em Nice na qual participámos, foi habituarmo-nos aos sapatos.

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Primeira Impressão

Confesso que a minha primeira impressão não foi nada famosa. Interessante é que essa impressão mudou completamente ao participar numa prova de estada, precisamente a Prom Classic de Nice. A minha primeira impressão foi que o calçado, com um peso de 230 gramas (tamanho 39 – mulher), batia muito no solo ao correr. Na verdade, pode ter a ver com a minha passada que tem vindo a ser cada vez mais mid/front strike em vez de atacar o solo com o calcanhar. Ao correr por Lisboa, principalmente por calçada e alcatrão, com subidas e descidas, não gostei dos ténis. Senti que os Kiprun eram pouco flexíveis e a parte superior e frontal da malha folgava muito no pé. Tenho o pé estreito, é um facto, mas não conseguia ajustar a sapatilha ao meu pé, impossibilitando correr silenciosamente.

 

Em termos de tamanho, escolhi o 40, um número acima do meu calçado de dia-a-dia (não tivemos a oportunidade de experimentar vários tamanhos porque o ténis ainda não estava à venda no mercado). O 40 serviu-me bem em termos de comprimento, mas em termos de largura, preferia de sentir a sapatilha um pouco mais justa.

IMG_20151220_143616.jpgVou correr mais uns quilómetros e logo vos digo o meu veredicto final :)

Kalenji Run Blog Camp 2016 – Nice, França

 

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A marca de running da multinacional francesa Decathlon, Kalenji, tem vindo a apoiar algumas provas de corrida em estrada e trail no âmbito da sua estratégia de marca. Em Portugal, recentemente vimos a marca na Meia Maratona dos Descobrimentos, por exemplo. Em França, terra Natal da marca, para além de patrocinar algumas provas de trail, apoia a Prom Classic em Nice.

 

A Prom Classic é uma prova de 10km que decorre no início de cada ano na Promenade des Anglais em Nice, no Sul da França, na Côte D’Azur. É uma prova, que se apresenta enquanto a “primeira prova de 10km do ano”, é muito emblemática, pois decorre há dezenas de anos e o seu percurso concentra-se ao longo da Promenade des Anglais, a avenida marginal de Nice, sempre ao longo do mar. Em termos de dimensão, se no ano passado a prova contava com 8 mil atletas, este ano houve cerca de 10 mil inscritos.

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Foi no âmbito desta prova e também do lançamento dos novíssimos Kalenji Kiprun SD, as sapatilhas de running da marca, que a Kalenji convidou alguns bloggers internacionais para participarem num Run Blog Camp a decorrer em Nice. O objetivo do Run Blog Camp, para além da vertente de networking, foi partilhar feedback e conhecimentos sobre o material da Kalenji, principalmente dos novos Kiprun SD. A marca acredita que a proximidade com bloggers de running e assim com a comunidade de running consegue conhecer melhor o seu cliente e absorver o respetivo feedback.

 

Foram convidados bloggers de vários países, a maioria era da França, talvez uns 10 blogs, também da Itália (5 blogs), Espanha (3 blogs), Alemanha (2 blogs), Bélgica (1 blog), Reino Unido (1 blog) e Portugal. De Portugal fomos nós, e fui eu a felizarda a representar o Correr na Cidade, e do portal A Minha Corrida, foram o Carlos Lopes e a Miriam Lopes.

 

No sábado, apanhei o avião e tive finalmente a oportunidade de conhecer as pessoas por detrás do portal A Minha Corrida. Foi ótimo conhecer outro site de running português e partilhar ideias e experiências.

 

Chegados ao aeroporto de Nice, tínhamos um chauffeur à nossa espera com uma placa “Kalenji” (adorei este pormenor) e fomos levados até ao nosso hotel, na Promenade des Anglais, junto à partida/meta da prova que iria decorrer na dia seguinte.

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Meia hora depois, juntamo-nos todos no lobby do hotel onde tivemos a oportunidade de nos conhecermos todos. Daí dirigimo-nos à feira de running da prova. Em termos de organização, muito parecido às feiras das nossas corridas; tendas para levantamento dos dorsais e t-shirts e uma stand com os novíssimos produtos da Kalenji. Alguns destes produtos ainda nem estão à venda em Portugal. Confesso que adorei a nova coleção da Kalenji. No design muito melhor que a anterior e peças muito inovadoras em termos da qualidade do têxtil. Os bloggers no stand da Klenji pareciam crianças numa loja de brinquedos. Saí da loja Kalenji com duas peças novas: a t-shirt e corsários Kiprun que iria experimentar na corrida no dia seguinte.

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Depois da visita ao stand da Kalenji, dirigimo-nos a um restaurante para a apresentação das novas sapatilhas Kiprun SD 2016. Os bloggers já tinham recebido estas sapatilhas em casa no início de Dezembro, mas a apresentação formal só se realizou então. Na review sobre estas sapatilhas, a ser publicado em breve, explicarei um pouco mais sobre as inovações deste modelo em comparação com o outro. Posso adiantar já que são de facto muito diferentes uma vez que incorporam a tecnologia K-Only que torna esta sapatilha universal para todo o tipo de passada.

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Foi muito interessante conhecer a equipa que está por detrás do desenvolvimento das sapatilhas. Estiveram presentes várias pessoas que estão envolvidas no desenvolvimento do calçado da Kalenji, nomeadamente a Brand Manager, Market Manager, vários desenvolvedores do calçado em si, bem como atletas que testam e também ajudam no desenvolvimento do calçado. Tivemos a oportunidade de saber como foram feitos os testes e como é desenvolvido cada peça do ténis. Foi-nos apresentado um ténis decomposto para conhecermos as suas várias componentes e respetivas funções. Quem também marcou presença foi o Stéphane Diagana, atleta olímpico que hoje em dia está intimamente envolvido do desenvolvimento dos produtos Kalenji.

 

A apresentação do calçado foi seguido de um jantar convívio. Cada um tinha um lugar marcado, com um saco com o dorsal e t-shirt da prova. Na minha mesa estava no Fréderic, Market Manager da Kalenji e atleta, a Lucy do Reino Unido, os dois bloggers Alemães, Marek e Christian, uma italiana, a Irene e a Miriam e Carlos Lopes.

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A conversa foi animada, sempre em torno de corrida, claro, e muito sobre o equipamento da Kalenji. Partilhamos opiniões e experiência, não só sobre os Kiprun mas também sobre outro material da Kalenji e até material de outras marcas. Sabias, por exemplo, que um modelo de calçado de running leva cerca de 1,5 anos do início do desenvolvimento até estar disponível no mercado? Sabias que foram corridos mais de 116 mil quilómetros para testar a qualidade da nova tecnologia dos Kiprun 2016? Sabias que o pé humano, tanto masculino como feminino, em termos de largura, varia em média 18mm?

 

Foi marcante o quão “boa onda” são os colaboradores da Kalenji (e Decathlon no geral), independentemente do seu estatuto na empresa. Também foi giro ver que a maioria deles, inclusive a Brand Manager e Market Managers, participaram na prova na manhã seguinte e tiveram bons tempos!

 

Entre um tartar de robalo, risotto de cogumelos e crème brulée também se falaram das expectativas de cada um para a prova da manhã seguinte. Foi giro ver que entre os bloggers havia pessoal de sub 35’ mas também de sub 60´. Na nossa mesa, entre as oito pessoas, havia três raparigas lesionadas e eu também tenho um inconveniente: a anemia. Assim, embora me tivesse inscrito no bloco de partida dos 45’-50’, confessei que não sabia se iria conseguir fazê-lo. Tudo dependia de como me sentiria no domingo.

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Depois do jantar cada um foi para o seu quarto descansar e preparar-se para a prova. Foi uma tarde muito bem passada. Adorei conhecer bloggers de outros países e conhecer o mundo de run blogging em cada um dos países presentes. Marcante foi o facto de nós, o Correr na Cidade, sermos o único blog em grupo. Os outros blogs eram todos pessoais ou a pares, como os Running Twins alemães por exemplo. Espero poder correr em cada um dos países que estiveram presentes e voltar a ver esta gente que partilha a minha paixão por corrida e blogging. Para o ano, esperamos voltar a marcar presença no Run Blog Camp e até lá, voltar a ver a malta nos respetivos países ou numa corrida por terras lusas.

 

Após esta partilha sobre o que for a Run Blog Camp da Kalenji, fico a dever-vos uma Race Report da Prom Classic 2016 bem como a review das sapatilhas Kalenji Kiprun SD. Ainda esta semana, partilharei os mesmos.

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