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Correr na Cidade

Crónicas de uma lesão: dois meses de dor!

massagem-naos-pes-03Por Filipe Gil:Ok, o título pode ser um pouco exagerado mas é mesmo para chamar a vossa atenção porque amanhã, dia 10 de janeiro, faz precisamente, 2 meses que me lesionei no pé direito. Foi nos Trilhos de Casaínhos, e desde esse dia, com maior ou menor intensidade, tenho tido dores no pé direito.Comecei por achar que era problema de osso, algo rachado ou partido, e depois de várias consultas (podologia, ortopedia, etc) de ter feito Raio X e Ressonância Magnética (ambos inconclusivos) decidi colocar o meu pé nas mãos da Dr. Sara Dias, Naturopata - e as melhorias têm sido grandes.Na passada 3ª feira tive mais uma sessão de tratamento, a 4ª, e percebeu-se que a fáscia está diferente, para melhor, mas continua com muita aderência. Ao deslizar um dedo da mão pela planta do pé sinto um “arrepanhar”, quase que faz um barulho a lembrar cortiça. Mas o fato é que a dor que tinha ao caminhar e a correr desapareceu, agora tenho apenas uma impressão numa zona perto do calcanhar que teima em não desaparecer.Não posso deixar de referir que tenho feito, todos os dias, quente e passo, por longos minutos, uma bola de golfe pela planta do pé. Também tenho feito ainda alongamentos com o pé direito.E, esta noite, se tudo correr bem, vou voltar à estrada, e espero fazer 10K sem dor - fingers crossed! A última corrida foi na passada 2ª feira debaixo de uma tempestade e correu muito bem, foi dos meus melhores treinos dos últimos meses.7K "limpos" sem dor, e apenas no último km, o 8º, senti uma ligeira impressão no calcanhar, mas diferente das sentidas até então. Espero que logo, no final do treino, a evolução continue.Claro que me estou a queixar da lesão, mas nestes dois meses corri 9 vezes, e nelas se inclui a Silvestre de Lisboa, o que dá para perceber que há lesões bem mais graves que a minha. Mas duvido que sejam tão chatas de passar. Ela ainda continua aqui, num pontinho da fáscia plantar, apenas, e já não me diz "bons dias" sempre que coloco o pé no chão de manhã, mas continua a dizer olá de quando em vez....Se até ao início da próxima semana as coisas não melhorarem já combinei com a Dr.ª Sara fazermos uma abordagem mais “radical” ao tratamento e passamos a Mesoterapia. Só não o fizemos antes porque eu tenho sido um verdadeiro “maricas” e odeio agulhas e injeções.Mas dois meses de dor, que agora já não é dor mas apenas impressão, e pouca frequência a correr dói mais que uns minutos a sofrer. Não acham?

Crónicas de uma lesão: vamos lá a isso!!!

Por Filipe Gil:E tal como indiquei na quinta-feira aqui no blogue, esta sexta à tarde fui ter mais uma consulta com a Dr.ª Sara Dias no espaço Saúde de Corpo e Alma, em Oeiras.Analisadas as dores que surgiram ontem à tarde, percebeu-se que a maioria dos pontos de dor intensa desapareceram e não regressaram com o treino de 6K do dia 25 de dezembro. E percebeu-se que existe um ponto perto do calcanhar que é o mais forte de todos e que provoca a maior dor de todas, influenciando a maior parte do pé.A Dr.ª Sara analisou ainda a zona do tornozelo, pois poderá ser algo que derive dali. Depois de uma sessão de massagem, acunpuntura (dói muito naquela zona do pé) e aplicação de Moxa, numa técnica chamada de OKYU,  senti-me muito melhor, praticamente apenas com as dores da massagem. Esta é a prova que estamos no caminho certo, certamente ainda serão necessárias mais sessões, mas penso que o pior já passou. No momento em que escrevo este texto estou sem dores, e ainda dei umas voltas num centro comercial depois da sessão.20131227-224659.jpgE a São Silvestre de Lisboa deste sábado?Se não tiver mais dores vou arriscar e vou correr. Depois logo se vê como o pé reage. Vou fazer a prova lentamente- até porque a forma física é péssima, e "fazer figas" para que nada piore. Se a dor for a mesma, não será mau, se a dor não aumentar será excelente. Se a dor aumentar, cá estamos para continuar a “trabalhar” esta lesão parva.De qualquer forma já sei como tentar atenuar a dor, uma vez que vou estar uma semana fora de Lisboa e sem possibilidade de recorrer ao tratamento: uma bola de golfe para massajar nos pontos mais doridos (dói, mas vale a pena), um saco para aquecer e colocar no local da eventual dor, e continuar a tomar os medicamentos homeopáticos.Como extra, e para tentar  corrigir a minha passada comprei umas palmilhas IronMan Total Support para pronadores (não para pronadores suaves, mas mesmo para pronadores) que irei colocar nos Adistar Boost e tentar corrigir a minha passada (a que se junta o pé chato e má postura a correr).20131227-224648.jpgCorrendo ou apenas marcando presença, lá estarei na São Silvestre com a tshirt azul do Correr Na Cidade (faltam dorsais na foto, como por exemplo do Tiago Portugal, mas não o tinha para a foto)!. Vemo-nos por lá? 

Crónicas de uma lesão: Ida ao céu e rápido regresso

20131227-005901.jpg

Não, ainda não estou curado. E não, ainda não sei quando estarei. Mas acho que está para breve, sou otimista e estou a ser bem aconselhado!Acontece que a vontade de correr, no próximo sábado, a São Silvestre de Lisboa (prova que me deu um grande gozo de fazer em 2012), é muita e talvez por isso precipitei as coisas, ou então esta lesão está a dar muita luta. Passo a explicar.2ª feira, dia 23, voltei ao espaço de Saúde de Corpo e Alma, em Oeiras, para mais uma sessão com a Naturopata Dr.ª Sara Dias para fazer a avaliação da 1ª sessão de tratamento (sessão essa que podem ler aqui). O pé estava a doer em novos sítios depois do meu treino de bicicleta do passado domingo de manhã (onde corri cerca de 1km, para além dos 9 de bicicleta). Uma dor completamente diferente das que tive anteriormente. A dor mais crónica, chata, que me chegava a colocar o pé com formigueiro desaparecera após a primeira sessão de tratamento. Agora a dor está em sítios localizados.A Dr.ª Sara observou a minha ressonância magnética, percebeu que a imagem mostrava alguma confusão nos tecidos da planta do pé aos quais o médico da CUF não deu importância.E lá se fez mais uma sessão. No final de quase 1 hora de massagem, de alívio, e de algumas dores, o meu pé já era outro. Apesar de ter ainda três pequenos pontos profundos a tratar, o pé parecia outro, mais relaxado, por momentos(horas) esqueci-me que estava lesionado.Na manhã do dia 25, sim, dia de Natal, nervoso, e ainda com muitas calorias e álcool no estômago lá me fiz à estrada. Apesar da chuva e do muito vento a vontade de correr foi enorme . Uma pequena dor do lado esquerdo do pé começou a preocupar-me por volta do 1 km, mas esta desapareceu aos 4 kms. Senti sim foi uma falta de forma “de brandar aos céus”. Os 6,2km que fiz pareciam os 20km de há uns meses atrás. Percebi que não tenho que recuperar apenas o pé direito mas também a forma física em geral. Vai ser um quase começar de novo e com a época de Natal e os doces, chocolates e afins, a balança já deve ter ganho mais uns 3 a 4 quilos desde as últimas seis semanas.No banho após o treino senti um tremendo alívio do pé estar a ficar frio e não doer, nada. Estava no céu. "Estou curado", pensei na altura. Só que mais no final do dia, quando sai à rua novamente comecei a ter uma dor permanente na parte do calcanhar. Doía muito? Não! Incomodava? Sim!Cheguei a casa e fiz uma massagem que a Dr.ª Sara me ensinou, e passados 30 minutos deixei de ter dores e aqueles pontos profundos no pé já não doíam tanto. Acordei a meio da noite para socorrer um sobressalto com o mais novo cá de casa e ao colocar o pé no chão senti, não dor, mas um incómodo. Sinal que o pé ainda está diferente do outro, que ainda não está bom. Curiosamente, estava pior nessa altura do que umas horas após a corrida.Já de manhã acordei com dores no pé. Uma dor crónica, como se fosse uma dor de cabeça constante, mas não tão intensa como anteriormente. Tentei perceber onde me doía e foi difícil distinguir corretamente. Mandei mensagem à Dr.ª Sara para saber se podia ter nova sessão de massagem (algo que já me tinha indicado caso eu achasse melhor antes da São Silvestre), e esta sexta à tarde lá estarei novamente em Oeiras para mais uma sessão.Entretanto percebi que a dor acontece quando faço a passada e a parte dianteira do pé “puxa” pela fáscia plantar (acho, não tenho a certeza) e também me doeu o calcanhar quando tive de pegar nos quilos do meu filho mais velho adormecido no sofá. Estranho.Agora aqui estou a escrever este post estou sem dores. Mas ainda há pouco levantei-me para fazer um café e a impressão (semi dor) lá estava. Talvez a forma como corro com a ponta dos pés não seja a melhor para recuperar desta lesão, talvez necessite mesmo de uns ténis para pronador - estou a usar uns para pronadores suaves. E talvez tenha de ter mais paciência e ter mais sessões de tratamento esperar mais umas semanas para voltar a correr. Seguem-se os novos capítulos desta novela, que espero que acabe depressa e com final feliz... 

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