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Correr na Cidade

LOUZANTRAIL 2017 e o meu regresso às provas de trail

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Quem me conhece no mundo da corrida, sabe que adoro a Serra da Lousã. Foi um caso de amor à primeira vista, ou melhor, amor à primeira prova. No ano passado, a prova não correu tão bem e tive de desistir ao fim de 14 Km para não prejudicar a minha saúde. Mas fiquei com o “bichinho” de regressar à prova, nem que fosse para a mais pequena.

Este ano, a prova realiza-se nos dias 17 e 18 de junho e eu estarei presente na prova dos 15 Km (mais coisa menos coisa).

Tal como em anos anteriores, este ano temos as provas de 50 Km, 25 Km e 15 Km e a corrida solidária. Todas as provas de corrida dão pontos para o campeonato ATR, na ITRA e para a qualificação UTMB. Por isso, e pela experiência que tive no ano passado, deixo o alerta de que não vai ser “pêra doce”.  

Mas tenho a certeza que vão:

- ver paisagens lindas de morrer

- passar por aldeias de xisto perdidas na montanha e duma beleza fantástica

- ser assistidos por uma organização 5 estrelas e que faz de tudo para que se divirta ao máximo

- querer voltar no próximo ano e fazer mais e melhor!

 

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Se chegarem a este ponto, estão no bom caminho!

 

Quanto a inscrições, apressem-se: o prazo final para a 1ª fase termina já dia 30 de abril! Podem inscrever-se através do https://stopandgo.com.pt/events/louzan-trail/sign.

Antes de se inscreverem, aconselho a lerem o regulamento da prova com muita atenção e, se tiverem alguma questão, entrem em contacto com a organização.

 

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 Uma das aleias de xisto onde podem ficar e que aconselho vivamente - Cerdeira Village ao amanhecer

Deixo aqui o lembrete de que devem reservar a vossa estadia com a maior brevidade possível, pois a oferta na zona e a preços acessíveis é limitada. 

Mas o mais importante de tudo é aproveitarem o bom convívio urante a prova e divertirem-se ao máximo!

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 A minha primeira prova de trail com a Joana Malcata, a Natália Costa e os nossos vassouras :)

 

Vemo-nos lá!

Bons treinos!

 

A caminho do Estrela Grande Trail com a beAPT

13246214_1745066055708947_8229352771281639361_o.jp O ano passado no EGT

 

Já passou uma semana e meia desde que comecei os treinos com o Paulo Pires da beAPTAceitei o desafio de fazer uma preparação “como deve ser” para o Estrela Grande Trail que se realiza no final de Maio, com o apoio da be APT.

 

A semana passada partilhei aqui uma entrevista com o Paulo Pires, para que possam conhecê-lo um pouco melhor e saber qual a sua metodologia de treino. Hoje, com 7 treinos beAPT feitos, partilho a minha primeira impressão. A metodologia de treino é de base aeróbia alicerçada na experiência e conhecimentos do treinador Paulo Pires, bem como de uma equipa multidisciplinar que o acompanha. É uma experiência de treino individualizada em função do meu perfil biométrico e dos meus objetivos, neste caso o EGT.

 

Antes do treino:

Para iniciar a prática desportiva com regularidade, com objectivo da melhoria da condição física ou performance, há um conjunto de exames médicos a realizar. Para fazer o treino beAPT, para qualquer objectivo escolhido, a realização dos seguintes exames é obrigatória:

- Anual: análise sumária do sangue e da urina.

- Bi-anual: prova de esforço + ECG.

- 4 anos: Ecocardiograma com Doppler e Raio X Toráx.

Felizmente já tinha estes exames feitos e foi só digitalizá-los e anexá-los ao meu perfil na plataforma. A única avaliação que me faltava era uma avaliação física para perceber se deveria perder peso para melhor o meu desempenho e correr saudavelmente.

 

Pedi então ajuda à minha amiga nutricionista Ana Sofia Guerra para fazer uma avaliação corporal. A última vez que tinha feito uma avaliação destas foi há dois anos e estava super e forma, com uma idade metabólica de 18 anos e uma estrutura corporal equivalente a um “atleta”. Esta avaliação já foi diferente e pela negativa. Estou com uma idade metabólica muita acima da minha idade real de 28 anos e com um peso acima do recomendado. Além disso, estou com uma percentagem de massa gorda elevada que precisa de descer para ganhar forma na corrida. Cheguei a este estado porque na Tailândia comia muitos, muitos hidratos e na verdade, embora tivesse feito algum exercício recentemente, não é comparável com os kms que fazia antes. Está na hora de mudar. Na hora de treinar à séria e de fechar a boca (principalmente aos hidratos ao final do dia e ao álcool, pois, o meu melhor amigo é o vinho). Agradeço muito o apoio da Ana na vertente da nutrição. Tenho um esquema para me guiar no dia-a-dia e que me ajuda a ter mais disciplina na dieta.

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Treino em Sintra no domingo passado, o primeiro longo para o EGT 

 

A plataforma beAPT:

No que toca ao treino, o relógio com cárdio-frequencímetro e GPS é essencial. Pois, o que manda nos treinos são a duração do treino e a frequência cardíaca média e não o pace. Na plataforma de treinos temos acesso ao plano semanal atual e da semana seguinte. A plataforma é muito visual e user-friendly. Procedemos a uma ligação ao Strava para facilitar o carregamento dos treinos a partir do relógio. Depois, na plataforma, graficamente, podemos ver o que tinha sido prescrito em termos de treino e o que realmente treinamos.

 

Cada unidade de treino prescrita é caracterizada por:

  • Tipo de Treino: corrida, trail, natação, bicicleta, etc.
  • Tipo de Terreno: estrada, montanha, misto, pista, etc.
  • Altimetria: com diferentes níveis desnível
  • Objectivo: diferentes capacidades fisiológicas a treinar - aeróbio, potência aeróbia, longa duração.
  • Indicadores específicos do treino (tempo, velocidade, ritmo, frequência cardíaca (média e máxima).

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 Treino em Sintra no domingo passado, o primeiro longo para o EGT. O Tiago e o Nuno também vão :)

 

O meu plano de treino beAPT:

O meu plano de treino, na primeira semana, passou por 4 treinos de estrada de 30 a 60 minutos e um treino longo de trilhos de 2,5 horas. Além disso, os planos de treino da beAPT, complementarmente ao treino de base aeróbia, têm dois Circuitos de Musculação devidamente enquadrados na semana de treino, com imagens dos exercícios propostos e número de repetiçõe e séries. No meu plano de treino da beAPT, também tenho dois Circuitos de Flexibilidade devidamente enquadrados na semana de treino, também com imagens dos exercícios propostos e respectivo tempo mínimo de execução.

 

A primeira semana correu bem, embora sentisse o aumento da carga semanal de kms no treino de domingo. Esta semana já fiz um treino intervalado (muito puxado, ainda por cima sozinha!) e um treino leve de 70min. Ainda faltam mais três treinos, incluindo dois de trilhos no fim-de-semana e os treinos de musculação e flexibilidade, claro.

 

E o que estou a achar disto? Estou a gostar muito do acompanhamento do Paulo e da Ana. Sinto o apoio deles e isso dá-me motivação e disciplina. É bom saber que estou a ser acompanhada por especialistas e que estou a preparar-me para o EGT de forma eficaz e saudável. Para a semana dou mais feedback :)

 

Se até lá tiverem alguma dúvida ou questão, não hesitem em contactar!

 

Bons treinos!

 

Será que sou sedentário?

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Por Ana Sofia Guerra

 

Há já algum tempo que estava para escrever este artigo e tocar num ponto em que há muita discórdia e algum desconhecimento. Eu mesma tive alguma dificuldade em encontrar uma boa bibliografia para poder discutir melhor este tema - o Sedentarismo!

 

É certo e sabido que a evolução da tecnologia, a facilidade de transporte, o acesso rápido à alimentação (nem sempre saudável, claro) e alguma dose de preguiça, tiveram um impacto enorme nas sociedades modernas. Como consequência, há cada vez mais pessoas com obesidade (30 % dos portugueses são obesos), doenças cardiovasculares e diabetes tipo II. E todas estas doenças podiam ser prevenidas ou controladas com uma actividade física regular. 

O que muitos não sabem é categorizar a atividade física que praticam. Tendo em conta a minha experiência como nutricionista, há muitas pessoas que vão ao ginásio e que não deixam de ser sedentárias. E agora devem estar a pensar: o quê? Como é que isso é possível?

 

 

Planear calendário desportivo 2017?

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Uii! Aqui vai um tema que tem várias opiniões e maneiras de o fazer e é sempre uma fonte de discussão. Há quem goste de provas longas outros curtas, há quem corra muito, há outros que correm menos, há quem goste de fazer provas todas as semanas e há outros que gostam de espaçar. E é “neste pequeno” que vou deixar a minha opinião.

 

coisa que devemos ver no caso que já pratiquemos desporto é avaliar a época passada: ver o que correu bem e o que correu mal para que possamos treinar ou recuperar, o que fizemos mal na época anterior. No meu caso, uma lesão mal tratada que tive em Lavaredo, não me permitiu treinar como deve ser e conforme o plano de treino que tinha. Por isso, falhei nos Pirenéus e a parte psicológica que afetou-me durante uma boa parte da época e quase que me fez deixar os trilhos.

 

 

3ª Edição do “ Trail de Almeirim – Na Rota do Vinho e da Sopa da Pedra “

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As famosas tabuletas do Trail de Almeirim ajudam a manter a boa disposição

 

Conhecem a história da Sopa da Pedra? Não? Então cá vai:

Conta a lenda que um frade peregrino queria fazer uma sopa e, como não tinha ingredientes, bateu à porta duma casa e pediu uma panela para começar a fazer a sua sopa "da pedra". Abriu o seu bornal e retirou de lá uma pedra, lisa e bem lavada. Dominados pela curiosidade, os donos da casa deixaram entrar o frade e deram-lhe a panela. O frade colocou a panela ao lume e disse que precisava de temperar a sopa. Então, o dono da casa deu-lhe um pouco de sal. Mas o frade acabou por confessar que a sopa ficaria mais saborosa se tivesse um pouco de toucinho ou chouriço. Então, deram-lhe um pouco de carne para a sua sopa. Depois, o frade disse que precisava de batatas ou feijão para engrossar a sopa. Os donos da casa acorreram logo e deram-lhe um pouco de cada. Assim que terminou a sua sopa, o frade retirou a pedra, lavou-a e guardou-a para fazer a sua próxima sopa da pedra.

 

Não, não precisam de trazer um ingrediente para a sopa da pedra, basta trazerem boa disposição e vontade para correr. Tal como nas edições anteriores, esta edição conta com boas subidas e descidas (algumas serão verdadeiras aventuras), picadas, parte pernas, trilhos rápidos e extasiantes.

A prova divide-se em 3 aventuras: trail longo (cerca de 30 Km), trail curto (cerca de 18 Km) e a caminhada (cerca de 9 Km). Os abastecimentos dividem-se da seguinte forma:

Trail Longo +/- 30 Km: 5 PAC´s no total, +/- 5 em 5 kms + 1 PAC no final
Trail Curto +/- 18 Km: 4 PAC´s no total, +/- 5 em 5 kms + 1 PAC no final
Caminhada +/- 9 Km: 1 PAC no percurso + 1 PAC no final

 

E, no final, teremos uma belo almoço com a famosa sopa da pedra. 

Ansiosos para se inscreverem? Então inscrevam-se agora mesmo pelo: http://chrono.pt/event/trail-almeirim/

A crew do Correr na Cidade irá lá estar para fazer a festa

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Em 2016 estivemos lá!

 

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