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Correr na Cidade

Dorsais duplos para a Mini e Meia Maratona de Lisboa!

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“Queres correr uma meia maratona e ainda não tens dorsal? A EDP está a oferecer dorsais duplos para a Mini e Meia Maratona de Lisboa.

 

Até dia 8 de março, a EDP está a oferecer dorsais para a Mini e Meia Maratona de Lisboa (no dia 19 de março). Para te habilitares a ganhar estes dorsais gratuitos, só tem de ser cliente da EDP Comercial, ser o primeiro a chegar ao site da Comunidade EDP e participar numa das duas Happy Times diárias.

 

Participar é simples. Entra em comunidade.edp.pt e tenta ser o mais rápido!

 

A EDP é um dos principais patrocinadores de provas de corrida e pretende levar os seus clientes e a sua boa energia também além fronteiras. Vê tudo o que podes ganhar com a EDP Comercial, empresa do Grupo EDP que opera no mercado livre, e participa!”

 

Do que estás à espera? 

Nutrição para a Meia Maratona - O antes, o durante e o depois

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Por: Ana Sofia Guerra (nutricionista)

 

Há dois anos escrevi um artigo sobre o que comer antes duma Meia Maratona e estava na hora de fazer um refresh e de completar a informação com o que se deve comer durante e depois.

 

Se querem participar numa Meia Maratona têm de ter a noção que a palavra de ordem é organização! E esta começa logo pelo planeamento dos treinos, pela deslocação ao local da prova (transportes, estacionamento, etc), escolha do equipamento e alimentação adequada.

 

No que toca à alimentação, a preparação para este tipo de prova tem de começar alguns dias antes da mesma, pois as reservas de energia (presentes no fígado e no músculo sobre a forma de glicogénio) levam algum tempo a serem preenchidas e demoram pouco tempo a serem gastas (dependendo da intensidade do esforço). Por isso, de nada vos adianta comer um prato cheio de massa no dia anterior se têm andado a comer um prato só com carne e legumes para ir mais leve para a prova e tentar fazer um bom tempo.

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O objetivo da refeição antes da prova é fornecer energia suficiente para os primeiros quilómetros de esforço e nada melhor que os alimentos ricos em hidratos de carbono para dar uma ajuda. Mas atenção, porque nem todos os hidratos de carbono são iguais e devem ser ingeridos em alturas diferentes: hidratos de carbono complexos antes da prova e hidratos de carbono simples durante e depois. Não é por acaso que existem as “pasta party” antes duma maratona. A massa é vista como um alimento super energético e de fácil digestão, mas existem outros que têm caraterísticas semelhantes em termos energéticos e que podem ser usados nas refeições antes duma prova: batata-doce, pão de mistura ou malte e cereais integrais. Estudos recentes na área da nutrição desportiva apontam para a junção dos dois tipos de hidratos de carbono para maximizar as reservas energéticas como, por exemplo, juntar pão com mel, massa com sultanas, cereais integrais com tâmaras...

 

Existem alguns alimentos que devem ser evitados, pois podem provocar atrasos na digestão ou mesmo aumentar a motilidade intestinal, como é o caso dos alimentos ricos em gordura, os alimentos ricos em fibra e os lacticínios. Por isso é que é tão importante testar a alimentação durante as semanas de treinos e evitar experiências no dia da prova.

Um outro problema é o consumo excessivo de alimentos ricos em açúcar durante a prova, como é o caso dos géis, gomas e barras energéticas. Este tipo de alimentos pode provocar um aumento inesperado da atividade intestinal, propiciando o aparecimento de cólicas e diarreia. Por isso, testem o vosso consumo durante os treinos.

 

Durante a prova é muito importante que “escute” o seu corpo e não se distraia muito com a paisagem. Lembrem-se que têm de beber água em pequenas porções e em intervalos regulares. Por vezes podem só molhar a cara ou a boca, mas é importante que se lembre de beber água. Se preferirem, leve uma bebida isotónica para beber durante a prova ou testem a marca do isotónico que vai ser servido nessa prova (algumas organizações disponibilizam essa informação no site).

Em relação à alimentação durante a prova, nem todos gostam ou se adaptam à banana ou à laranja. Por isso (e desculpem se estou a ser repetitiva) é importante testar a alimentação durante os treinos. O que se pretende para esta altura são alimentos ricos em hidratos de carbono simples, um toque de sódio e água. O sódio (mineral que faz parte do sal) ajuda na contração muscular, equilíbrio água-sal e na prevenção do aparecimento de cãibras.    

 

Depois da prova, as reservas de energia estão esgotadas, o cansaço acumulou-se e só pensamos em comer. Mas isso não acontece com todos: alguns corredores têm o que se chama “anorexia pós-esforço” e não conseguem comer nada assim que termina o esforço. Se esse é o vosso caso, depois da prova, procurem um local para poder descansar, bebam um pouco de água e respirem calmamente. Em breve irõ conseguir comer alguma coisa.

O objetivo da alimentação após a prova é repor as reservas energéticas, restabelecer o equilíbrio eletrolítico (relação entre a água e os sais minerais) e reparar danos musculares devido ao desgaste durante o esforço. Para isso, a refeição deve ter três tipos de alimentos: ricos em hidratos de carbono de fácil digestão, ricos em proteínas e ricos em antioxidantes (reduzem o stress oxidativo consequente do esforço).

 

Exemplos de refeição pós-Meia Maratona:

Frango com batata-doce e uma laranja como sobremesa

Omelete (2 a 3 ovos) com pouca gordura com arroz e mirtilos

Batido de proteína Whey com banana e framboesas (ideal para quem preferir alimentos líquidos após o esforço)

Massa com queijo mozzarella e morangos.

Esta refeição deve ser feita num ambiente tranquilo e deve ser mastigada muito bem de forma a aumentar a taxa de absorção de nutrientes e permitir uma boa digestão. Para terminar esta aventura e recarregar baterias, descansem ou durmam um pouco num local tranquilo e acolhedor.

 

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E, acima de tudo isto, divirtam-se!

Boa prova!

Race Report - Meia Maratona Rock ´n´Roll Madrid

 

Por Bo Irik:

O despertador toca às 6h30 (5h30 de Portugal). Ainda há gente nos bares da rua da pousada. É muito cedo. Despertar não custa nada, sinto-me bem. Esta será a primeira do meu "Quatro em Linha" – 4 provas de cerca de 21km em quatro fins-de-semana seguidos: Meia Maratona de Madrid, a de Lagos, o Trail de São João das Lampas e ainda a Meia Maratona do Douro Vinhateiro.

 

Cafézinho num café 24h cheio de espanhóis bêbedos. Bengaleiros sem fila na meta. Casas de banho sem fila na partida e muuuita animação com bom ambiente.

 

Primeiro, de um lado da emblemática Plaza de Cibeles, partiram os atletas da prova dos 10km. Meia hora depois, devidamente distribuídos por caixas de partida consoante o tempo esperado dos atletas, partiram os meia maratonistas e os verdadeiros campeones dos 42km.

 

Antes do tiro da partida,  houve um espetáculo de paraquedistas que aterraram mesmo em frente à linha de partida. Música para dar pica também não faltou. Estava sozinha, mas não estava nada sozinha. Os atletas à minha volta, espanhóis, tugas, americanos, franceses, holandeses e muitas mais nacionalidades, desejavam-se boa sorte. Foi um ambiente muito agradável. Em Portugal nunca senti um companheirismo tão forte numa prova de estrada. Ao escrever estas palavras, arrepio-me. Foi lindo!

 

Com um objetivo de 1h50 (o meu melhor tempo era 1h51), planeei correr num ritmo muito controlado, sempre abaixo daquilo que sabia que consigo fazer, e fazer, caso me sentisse bem, o chamado Negative Split - fazer menos tempo na segunda parte do que na primeira. Assim fiz as minhas continhas e comprometi-me a fazer 5’20 até ao km 11 e a partir daí acelerar um pouco para os 5’00 – 5’10. Funcionou. E muito bem. É claro que o apoio dos espanhóis fanáticos e o percurso com passagens por zonas marcantes da cidade ajudaram.

 

Costumo, apesar de já ter feito a distância dos 21km algumas vezes, sofrer de quebras emocionais em Meias Maratonas. Algo difícil de explicar para quem nunca sofreu disso, mas basicamente, entre o km 16-18, aparece-me um diabinho ao ombro que me obriga a parar. Obedeço ao diabinho e paro, as vezes até choro por me sentir estúpida, pois, estou a participar em provas por gosto, e nem sinto dores físicas. Tinha medo que o diabinho, em versão espanhola, aparecesse.

 

Negative Split  e o ambiente espetacular permitiram-me adiar o aparecimento do diabinho até sensivelmente o km 18,5, quando apareceu uma subida final. Naquela subida, sem pessoas a apoiar, olhei para  relógio, tinha tempo para atingir o meuobjetivo, mas parei. Parei, sentia-me ofegante. Foi horrível. Tive assim cerca de 1-2 minutos. Ganhei coragem e retomei a corrida.

 

Nos últimos 500m, senti-me uma verdadeira Campeón. Os simpáticos Friends2Run reconheceram-me e gritaram por mim com a bandeira portuguesa, aproximei-me, dei uns hi-fives, foi lindo, tal como podem ver na minha expressão nas fotos.

 

Não cumpri o meu objetivo, terminei com 1h52, mas estou feliz por ter adiado a chegada do diabinho. Vou dar o meu melhor para, na Meia Maratona de Lagos (a minha terrinha), adiar a vinda do diabinho para o km 22 :)

 

Madrid foi brutal. Uma excelente estreia internacional. Recomendo.

 

E tu, também estiveste em Madrid? Já correste no estrangeiro?

 

 

Rock ‘n’ Roll Madrid Maratón - o Correr na Cidade na Meia Maratona

Por Bo Irik 

 

 

Os meus amigos já sabem que uma das coisas que mais gosto de fazer, e cada vez mais, é correr. Assim, para o meu aniversário juntaram-se e ofereceram-me um dorsal para a Rock ‘n’ Roll Half Marathon de Madrid – a minha estreia internacionalnas provas de corrida.

 

Na sexta-feira passada, aproveitei o feriado e apanhei o avião rumo a Madrid, com a minha amiga Cláudia que iria participar na prova também.

 

 

Chegamos bem; hotel simpático, bom almoço e fomos levantar os dorsais. A SportExpo desta prova não deixou nada a desejar; zero filas, muita animação e uma gama muito vasta e internacional de expositores. Ainda tive a oportunidade de conhecer o simpático Glenn Martin, responsável da Endeavor Travel, especialista em viagens para corredores. A ocasião também permitiu encontrar algumas caras conhecidas e marcar um jantar “tuga” para a noite.

 

Antes do jantar, a Cláudia e eu aproveitamos para fazer um jogging pela cidade como último treino antes da prova. Estacorridinha permitiu logo confirmar que os espanhóis são excelentes no que toca ao apoio aos corredores citadinos. O jantar foitop. Reunimos 20 portugueses num jantar típico seguido de uns passinhos de dança.

 

Sábado foi dedicado a explorar a cidade, a qual já tinha visitado uma vez, e foi muito difícil restistir às cañas e também controlar os kms, pois Madrid faz-se bem a pé (mas não para quem tem prova no dia seguinte!). Aproveitamos a pasta party – uma refeição de massa gratis para os participantes da prova acompanhada de música e animação – que também foi uma experiência engraçada. É um conceito giro que junta os atletas no convívio na véspera da prova.

 

A capital espanhola também foi vítima (no bom sentido, claro) do hype do Running. Uma das principais ruas de compras, Callede Fuencarral, tem uma loja Adidas, uma Asics e ainda uma New Balance. Claro que também há uma Nike Store, na Gran Vía. É curioso que a New Balance é uma marca muito popular entre os nossos vizinhos, tanto para o running como para o dia a dia. O Parque del Retiro, com 118 héctares, é o espaço de eleição para os runners madileños, com muitos caminhos e algum relevo.

 

Após uma boa tortilla regressámos ao hotel para descansar para a prova que começara cedinho no dia seguinte pelas 9am, ou seja pelas 8am de Portugal, e ainda bem porque as previsões atmosféricas prometiam temperaturas acima dos 20ºC.

 

Queres saber como correu a prova? Aguarda... o race report está no forno... :)

Quer vir correr "a mais bela corrida do mundo?" - o Correr na Cidade leva-o...

 

 

O Correr Na Cidade adora correr em paisagens bonitas, por isso, no dia 18 de Maio estaremos na EDP IX Meia Maratona do Douro Vinhateiro, a mais bela corrida do planeta! Também queres participar na mais bela corrida do planeta? Então participa neste fantástico passatempo e habilita-te participar connosco na EDP IX Meia Maratona do Douro Vinhateiro. 

 

De acordo com a organização da prova, “Desde Dezembro de 2001 classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade na categoria de Paisagem Cultural, o Alto Douro Vinhateiro reflete o trabalho braçal de todos os Homens que ao longo da sua história contribuiram para o tornar na paisagem singular que hoje inunda os nossos olhos. Participar na EDP 9ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro, é mais do que participar num evento desportivo único, é caminhar por séculos de história!” Para mais detalhes consulte o site oficial.

 

Mas como é que podem ganhar um dos dois dorsais deste passatempo? Nada mais fácil! 

  1. Basta fazer “like” na página de Facebook da organização. Aqui
  2. Fazer “like” na página de Facebook do Correr Na Cidade. Aqui
  3. Enviar uma “selfie”* num dos lugares “mais belos do planeta” para corrernacidade@gmail.com até ao final do dia 1 de Maio (esta quinta-feira).

As três melhores fotos - escolhidas por este blog - irão estar em votação no Facebook do Correr na Cidade entre sexta, dia 2 e as 23:59 de domingo, dia 4 de maio. As duas fotos que tiverem mais votos (likes) ganham um dorsal para esta prova.

 

Os vencedores serão anunciados na segunda-feira, dia 5. 

 

 Atreva-se e viva A MAIS BELA CORRIDA DO MUNDO!

 

*uma “selfie” é fotografia tirada a si próprio, tirada com um telemóvel ou uma webcam :) 

Corri a minha primeira meia maratona


Por Natália Costa:

 

Faz este mês precisamente um ano que eu me iniciei nestas andanças da corrida. E nada melhor do que celebrá-lo com a proeza de fazer uma Meia Maratona. Não tinha sequer definido esse projeto para este ano, porque não tinha tido a oportunidade de treinar acima dos dos 10 Km.Pensava sempre que era algo que ficaria para mais tarde...

 

Há duas semanas atrás eu, a Ana Morais e a Joana Malcata, todas membros da Correr na Cidade Running Crew, decidimos que nos íamos estrear na Meia. Assim, na semana anterior à corrida, fizemos um treino de 15 Km, a ver como nos saíamos, visto que tanto eu como a Ana, nunca tínhamos corrido tanto. Fomos a um ritmo baixinho, cerca de 7 minutos por Km, sempre na conversa e lá nos saímos bem no treino. Mas uma coisa é correr 15 Km, outra é 21 Km. Ok, são só mais 6.... MAIS 6?? É muito diferente, há que concordar!

 

Mas quase sem dar por isso, lá estava eu no domingo com o dorsal da Meia Maratona de Lisboa ao peito a atravessar a ponte 25 de Abril. Enquanto corria na Ponte 25 de abril e via aquela vista magnifica ia pensando: “Mas como, como é que eu vou correr 21 Km? Eu nunca corri mais que 15...” E assim foi!Estava um calor imenso, e eu normalmente só treino à noite, logo iria-me custar ainda mais. 


A minha Meia dividiu-se em dois tempos, até aos 16 Km, e após os 16 Km.

 

Até aos 16 Km, tudo muito bem! Estava um ambiente espectacular, as pessoas todas animadas, eu e as minha meninas na conversa e bem dispostas. Como temos os nossos nomes estampados nas t-shirt´s, era normal gritarem por nós. Passamos pelo João Campos que também nos deu força, e pelo Tarzan Voador, que corria descalço, e ainda pelos outros membros da Crew, todos eles já fazendo o regresso do Cais do Sodré. Entretanto a nossa Joana começou a ficar mais em baixo por causa do calor e foi obrigada a abrandar o ritmo, e eu e a Ana seguimos.

 

Entretanto passamos a meta da Meia (nos Jerónimos), e já havia alguns corredores a terminarem. Eu olhava para a expressão dos rostos dos que iam que nem cavalos de corrida para a meta, e era engraçado ver como alguns iam como se não fosse nada, mas outros estavam com ar de quem ia falecer a qualquer instante. Mas enfim, eu ainda tinha que ir a Algés e voltar.

 

 

E é aqui que se dá a viragem. O meu marido tinha-me avisado “Olha, depois de veres os outros a passar a meta vai-te custar, porque estes já estão a acabar e tua ainda tens mais 5 Km...”. E não é que ele tinha razão? Não só de ver os outros a acabar mas também ao pensar que nunca tinha corrido mais de 15Km e a partir dali era tudo novo para mim.

 

Ia com estes meus pensamentos e ouço: “Natááália”, era o meu marido. “Mamãããã” o meu filho mais velho. Ao vê-los ganhei logo outra força. Endireitei-me, respirei fundo e coloquei um sorriso. No próximo Km só pensaria neles e como era bom tê-los ali.... Mas entretanto fui outra vez abaixo, é que nunca mais dava a volta no Dafundo para vir para trás, e os meus joelhos e gémeos estavam a doer muito....aí valeu-me a companheira de corrida que dizia, “Vá Natália, já falta pouco, não podemos desistir! Hoje sou eu a puxar por ti!”. Sim, porque normalmente sou eu que ando sempre aos gritos com ela nos treinos para fazermos melhores tempo, tipo regime militar.


 

E lá demos a volta, agora já faltava pouco. Entretanto vemos a nossa Joana, que se dirigia para o Dafundo, e foi um alivio ver que ela continuava na corrida para terminar a Meia. Voltámos a passar pelos meus Homens, mais um grito de alento e lá me enchi de ganas! Já faltava tão pouco, estava quase,  quase a ser Meia Maratonista! Bolas isso é muita fruta, pelo menos para mim.

 

E assim, passado duas horas e meia de ter iniciado esta odisseia, com esta mescla de sentimentos, passei a meta! UAU, consegui!

Devo confessar que a primeira chamada que fiz foi para os meus pais, que estavam doentes de preocupação: “ Mãe, só para te dizer que já acabei e não morri! Estou cansada, mas estou bem!”.Próximo objetivo? Fazer mais Meias Maratonas e melhorar o meu tempo. 


Mas uma coisa eu percebi, não há impossíveis! É tudo uma questão de cabeça.

 

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