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Correr na Cidade

O que vestir na Meia Maratona de Lisboa?

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É já este domingo! Aliás, por esta altura, daqui a 24 horas, já a maioria de nós estará em casa a recuperar dos 21km da Meia Maratona de Lisboa.Uns muito contentes por terem batido recordes pessoais, outros por terem acabado e ainda outros com aquela sensação de que podiam ter feito melhor. E alguns dos corredores da Mini Maratona que, olhando para os da Meia, ficaram a pensar que da próxima vez irão tentar a distância mais longa.


Contudo, certamente que todos estão felizes – mesmo aqueles que ficaram com uma dorzita aqui ou acolá e que os vai fazer parar durante uns dias, poucos.

 

A Meia Maratona, e em especial esta que atravessa a Ponte 25 de abril é uma festa! Uma festa da corrida amadora e popular e que é também uma festa da cidade de Lisboa com milhares de turísticas a visitarem-nos por causa do evento. 

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Filipe Gil, Nuno Espadinha e Bruno Andrade na Meia Maratona de Lisboa em 2013


Eu, por mim, estou muito entusiasmado. Faz precisamente três anos que não faça a minha Meia Maratona preferida. Sim, é esta. E amanhã lá estarei, sem grandes objetivos, sem grandes ideias a não ser divertir-me a cada passada. Mas, este post não é só sobre isso, mas também ajudar os nossos leitores a escolherem o que vestir amanhã para a prova.


Os últimos dias tem sido de incerteza meteorológicas e não sabemos muito bem se iremos correr com chuva ou com tempo seco. As previsões dos nossos smartphones mudam a cada hora. Contudo, para os menos experientes nestas andanças aqui vão as nossas dicas:

 

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T-SHIRT:

  1. Para os “friorentos”:

O corta-vento vai ser essencial, certo? Claro que lá para o quilómetro 8, a não ser que chova muito, vem parar à cintura. Certo? E não tem mal nenhum. Apenas escolham um corta-vento muito leve e testem, em casa, a forma como o vão colocar a cintura. Assim, irão perder menos tempo quando o fizerem e não vão ter de parar para o colocar – acreditem que recomeçar a correr numa prova desta é terrível.

 

  1. Para os mais “encalorados

Correr com mais do que uma t-shirt é impensável. Este tipo de corredor irá levar a t-shirt mais fina possível (e alguns preferem ainda vai levar as de alças). Só que desde a saída de casa até ao início da prova ainda vão andar de transportes públicos e esperar uns largos minutos na praça da Portagem - onde fez sempre vento e frio. A nossa sugestão é que levem aquela t-shirt velha, normal, não técnica, que têm na gaveta, (sim, mesmo essa que já tem alguns buracos), e venham com ela vestida por cima da t-shirt com o qual vão fazer a prova. Depois, minutos antes do tiro de partida, tirem-na e coloquem-na longe do caminho dos outros corredores. Nesta altura já fez o aquecimento e só irá precisar da t-shirt que escolheu para fazer os 21km.

 

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CALÇÕES:

Mais curtos, mais compridos. Depende dos gostos. Mas muitos dos estreantes nesta prova ainda têm uns quilinhos a mais e por vezes chegam ao fim da prova completamente massacrados pelo roçar das pernas uma da outra – o que garante um par de dias a andar à “cowboy”. Para estes corredores aconselhamos o uso de calções que tenham calções interiores (de perna) por debaixo. Ou então, usarem uns calções de lycra por baixo dos vossos calções. Atenção, não há vergonha nenhuma. Eu só ao fim de 1 ano de corrida consegui correr sem esta ajuda.

 

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MEIAS:

Aqui a regra é não inventar. Mesmo! Olhem as bolhas….Por isso, usem as meias que vos são mais confortáveis e que têm usados nos vossos treinos, sobretudo nos mais longos. E meias de compressão, perguntam vocês? Pessoalmente, apenas uso compressão no pós corrida (2 a 3 horas depois do banho, fazem milagres). Mas isto vai do gosto de cada um, se sempre treinou distâncias maiores de compressão, então deve usá-las. Se vai fazer a estreia na prova e nunca as usou, não o faça.

 

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CALÇADO:

A regra aqui é a mais seguida pelos corredores: não estrear nada. Nós compreendemos que é um dia especial e que vai querer usar as sapatilhas acabadas de comprar, mas isso pode ser má ideia. Tenho para mim que estrear material em provas acima dos 15km nunca dá bom resultado. No meu caso, sinto que o material “muda” um pouco depois dessa distância. Assim, leve as sapatilhas com que tem treinado nos últimos tempos. Se for mais pesado, precisará de proteger os joelhos do impacto, se for mais leve, pode arriscar e levar as suas sapatilhas mais leves (desde que já as tenha experimentando antes). Para os “vaidosos” que mesmo assim vão querer levar os novos acabados de comprar, um pequeno truque que não vos livrará de eventuais surpresas mas que pode ajudar: andem calçados o dia todo com os tais novos sapatos que vão usar na prova, para tanto os sapatos se adaptaram ao vosso pé, como o contrário.

 

E, basicamente, é isto. Pensamento positivo. Muita força, e diversão. A parte mais difícil para a maioria dos corredores é passar “ao lado” da meta, perto dos 13/14km e ainda ter que ir dar a volta ao Dafundo. É aqui que a maioria quebra o ritmo e começa a pensar: “Que raio faço aqui a um domingo de manhã”. Por isso, mais uma dica, nem olhe para o lado. Esqueça o Mosteiro dos Jerónimos, o CCB, a festa que alguns já fazem do outro lado. Vá olhando para o Tejo, que é lindo. E, pense, que apesar de custar um pouco, vai ter uma história fantástica para contar aos seus colegas de trabalho na segunda-feira.

 

Sobretudo divirtam-se a correr na cidade.

Race Report: GP Natal!

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Por Filipe Gil:

 

Um aviso aos leitores – devo-lhes isso- se pensam que vão ler um trecho de texto inspirador, cheio de aventura de feitos e de glória, estão errados. Esta é um post simplista da minha race report da corrida do Grande Prémio do Natal. A primeira corrida que fiz sem dores desde março. Exato, nove meses disto. Um inferno.

E se tivesse que escolher uma palavra para classificar o meu sentimento até ao final da prova, só há uma: Medo!

 

A partir do quilómetro 5 comecei com medo de voltar a ter dores no joelho. O mesmo se passou nos quilómetros seguintes até pisar a linha da meta. Mesmo nestes últimos metros, na descida da Avenida da Liberdade, estava hiper atento a ver se me doía qualquer coisa. Tive uma leve impressão ,que me vinha a acompanhar desde o Marquês de Pombal, e stressei um pouco. Mas era, e agora, várias horas depois da corrida, tenho a certeza: apenas medo!

 

Falando da prova em si, deixou-me feliz. Não só porque voltei a correr sem dores – já o tinha dito quando fiz a Corrida do Sporting, mas tal não foi verdade. Nessa corrida do clube de Alvalade, a cada descida ou subida nos túneis da Avenida da República sentia o tendão do joelho a puxar. Não era dor, mas uma impressão. No GP do Natal não senti nada.

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Agora sim, a prova. Irrepreensível. Tudo bem marcado, quilómetros, portais de passagem e até a inovadora solução (pelo menos para mim), de um saco gigante para acertarmos em andamento com as garrafas de água que já não queremos usar mais. Este GP do Natal, organizado pelo Maratona Clube de Portugal – em conjunto com a TVI e a EDP, tem tudo para se tornar, a par da São Silvestre de Lisboa e do Meo Urban Trail numa das melhores provas de 10Km organizadas em plena capital portuguesa. Todos, na crew, ficamos com a sensação que iremos voltar à mesma prova em 2016. 

 

Voltando à minha prova. Arranquei bem, mas ao 3º quilómetro o meu corpo relembrou que, sem treino, sem sacrifício, sem fechar a boca – coisa que raramente faço nesta altura do ano - as coisas ficam muito mais difíceis. É isso que aprecio na corrida, é algo honesto, não dá para mentir. O certo é que tenho treinado muito pouco, raramente não páro a meio do treino, ora para beber água, ora para fazer uma "festa" ao joelho. Ora tudo isto, e o tal medo que já aqui falei foram suficientes para me tirar a vontade de apertar um pouco com a corrida . E também uma valente tosse que se apaixonou por mim nos últimos dias e que me faz tossir como quem ladra. Mas, mais uma vez, estivesse eu em forma, e a tosse era um pormenor.

 

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Assim, por muita vontade que tivesses em correr forte, tanto o Pedro Luiz, o Tiago Portugal, o Rui Pinto e o Nuno Espadinha, zarparam para longe de mim, como era de esperar. O Tiago ainda veio aqui e ali dar-me apoio, mas insisti para seguir à frente e não estragar a sua corrida.

 

É mesmo estranha esta sensação de (ainda) debilidade. Recordo-me de, em janeiro passado, me sentir quase invencível. Acordava aos domingos às 7:30 da manhã e ia correr três horas para Monsanto, à chuva, ao frio e ao vento. Não me constipava, dormia bem, sem problemas respiratórios, sentia-me magro e forte, quase como se tivesse 30 e poucos anos. Passado quase um ano, sinto-me "quarentão",lento, mais gordo e pesado e com medo das lesões. Está, verdadeiramente, na hora de volta à boa forma.

 

Mas este GP do Natal foi mais importante que isso tudo. Não só porque voltei a fazer uma prova em conjunto com a minha mulher  e corri ao lado (atrás e à frente) da minha crew. E voltei a sentir-me saudável. Feliz. Sem dores. Parece que é desta que a "coisa" entra nos eixos. Mal cheguei a casa e banho tomado, fiz 30 minutos de alongamentos específicos e, passadas umas horas, não há sinal de dor. 

 

Aqui uma nota de agradecimento. Encontrei algumas caras conhecidas que me perguntaram pelo joelho. Como sou péssimo na relação cara/nome os meus agradecimentos a eles todos. E foi com conversa de lesionado que acabei o meu 1º GP do Natal ao lado do David Silva, elemento do Correr Lisboa. Falamos dos nossos joelhos mancos, e da paciência que é necessário para este tipo de lesão e da certeza que em breve, noutras provas, estaremos a competir para outros tempos. 

 

E pronto. Acabou. Foi uma corrida feita com medo, em que não quis “puxar” porque...sinceramente não conseguia mais. Mas fiquei com o sentimento que, com calma, parece-me que as coisas se estão a compor e que em breve posso voltar aos meus 50/51 minutos aos 10km. O que para mim é Top! Acabei a prova feliz. Tanto, que mal tive um tempo voltei ao computador para vos escrever este post. Já não me lembro da última vez que escrevi sobre corrida com um sorriso nos lábios.

 

Boas corridas.

 

 

 

A nova coleção de têxtil da Puma

Por Filipe Gil:

Já aqui haviamos mostrado em primeira mão a coleção de sapatilhas de corrida da Puma para o próximo Outono/Inverno. Agora, e também em primeira mão, mostramos alguns dos elementos da coleção de têxtil, homem e mulher, para a mesma temporada. Estes foram os que nos pareceram mais interessantes.

 

Mulher

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Homem:

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Twiinkly – uma app para corredores

Conhecem a app Twiinkly, uma rede social, estilo Twitter, exclusiva para corredores? Se não conhecerem vão passar a conhecer, pois o Correr na Cidade entrevistou um dos criadores desta app, o corredor Martin Gaffuri. Saiba tudo sobre a Twiinkly.

Nota: nestas entrevistas internacionais preferimos manter a entrevista em inglês, para não se perder nada aquando da tradução.

 

What’s Twiinky?

Twiinkly is a new media, like Twitter but with photos. It allows people to share photos during a sport event. All the photo are displayed live on a timeline visible by all users, allowing live coverage of the event.

 

When and why did you created Twiinkly?

I had the idea of Twiinkly when I raced TransVulcania in mai 2013. So many people took photos of me during the race with their smartphone, it was impressive. But when I looked for them to illustrate my race report, I was never able to find them. In November 2013 I decided to co-create Twiinkly with Christophe Delalande, and soon after Romain Humbert joined us. So we created Twiinkly to be the three musketeers of live photography sharing with this vision : "one for all, all for one".

 

What’s Twiinkly main goal? A social network for runners?

The main goal of Twiinkly is to allow all spectators to get involved in the race or the event they are watching. Through photos, they share the emotion they are experiencing as the event unfolds. A picture is worth a thousand words, and Twitter only offers 140 characters... It had become obvious for us that Twitter wasn't enough to share beautiful emotions. We created Twiinkly to fill this need.

First we are offering this service for runners, but we will be open to any sporting event in the future. Emotions are everywhere and we want to make this new media available to as many people as possible.

 

How do you think Twiinkly will grow?

Since the launch of the iOS application in May 2014, we had very positive feedback and constant user growth. We got the confirmation that Twiinkly answers a real need. People who know about it love it, and use it a lot. So Twiinkly will grow as fast as we can inform people about it.

The more people will use the Twiinkly, the better the service will be, so we encourage the Twiinkly community to help us spread the word about the app.

 

Are you a runner? If yes, road runner, trail runner, both?

Yes ! I run since I was 7 years old. I started with Cross Country and track, until 2006 where I started running in the mountains. I loved it and this is what I do since then. I joined the New Balance Team this year after I finished 4th at the Skyrunning World Ultra Series in 2013.Christophe is a recreational runner with a taste for shorter races to challenge himself, while Romain likes to run... in mud ! Regardless of the level, we all have a lot of fun running :-)

 

There’s a running “boom” worldwide, especially in tail running. Do you agree, if so, why do you thinks this is happening?

I think the same thing is happening as what did 20 years back. People got tired of track and cross country because of federation regulations and went to run on roads. Now there are regulations on road running, so people move to the trails ! Runners want to be free, so we are always running away from restricting rules :-)

I also believe that the state of minds have changed. It used to be all about the competition and chasing the best times on road running races. With trail running, times become irrelevant. So while a few elite chase the first places, the rest of the filed just want to have an amazing experience in the mountains, and achieve their goal : Finishing. 5 years ago, my friends thought I was an idiot to go out running, now they ask me for advice on how to best prepare their next race ! Running became "cool", and runners are now asking for cool services. Twinkly is right up that alley, mixing photos like Instagram and live sharing like Twitter, but adapted to covering running events.

 

Anyone can submit their race or running events photos to Twiinkly?

Yes ! Currently, they need to contact us first, but we welcome any race director or running related event to contact us at rd@twiinkly.com to add their event to the Twiinkly application. It is free for all non for profit running events to be on Twiinkly and we charge a very small fee (less than a pair of running shoes!) for the race directors package. The good news is that with this package the race directors can not only cover the cost but most of them are making money with Twiinkly ! Same process with the photographers who are looking for exposure, except it's free.They contact us at photo@twiinkly.com, ideally before they shoot an event. We create the event on the application after we got in touch with the director, and add the photos to the timeline as soon as we receive them.

The app offers free exposure for photographers and revenues for race directors, everyone wins with Twiinkly !

 

It’s already available to other platforms rather then iOS?

We have made the decision to start with only iOS, to ensure that Twiinkly would be well received by the runners and race directors. We have had the confirmation through a lot of enthusiasm so we have started developing an Android version that will be available in September.

 

This is a sponsored app?

Christophe, Romain and myself are funding and creating this application ourselves. We are the sole owners of it.

 

 

 

Christophe Delalande:
Romain Humbert:

 

Cuidados com a ter com a pele - para corredores (e não só)

 
O verão está aí! Uns dias mais tímido outros em toda a força a fazer lembrar que é nesta altura que todos os que praticam desporto ao ar livre, tais como os corredores, devem ter cuidados especiais com a pele. Assim, pedimos conselhos a um especialista, o Dr. João Goulão, Dermatologista, que deixa aqui conselhos e ideias que todos (mesmo todos) não devemos esquecer.

 

Por João Goulão, Dermatologista, 

 

Nos últimos anos tem-se verificado em Portugal um aumento de desportos ao ar livre (entre os quais a corrida) com todas as vantagens que isso traz. Há no entanto a necessidade de reforçar o risco que existe para a saúde da exposição excessiva ao sol. Uma exposição solar excessiva leva a um fotoenvelhecimento da pele, manifestada pelo aparecimento de rugas, manchas, pequenos vasos sanguíneos à superficie da pele e especialmente pelo aparecimento de cancro de pele.

 

O cancro de pele é o tumor mais frequente no adulto. Uma em cada seis pessoas poderá desenvolver uma forma de cancro de pele ao longo da sua vida. Há vários factores que predispõem o seu aparecimento, sendo a radiação ultra-violeta (RUV) o principal factor ambiental implicado. Em 90% dos casos de cancro cutâneo, existe história de exposição solar excessiva, sobretudo na infância e adolescência. Infelizmente, o cancro cutâneo continua a aumentar de incidência.

 

Uma das razões é a diminuição da camada de ozono, mas tem havido também um aumento da exposição solar por parte das pessoas. Estas têm maior actividade lúdica ao ar livre e para agravar, vestem-se com menos roupa. O bronzeado como característica esteticamente bonita também tem contribuído para este aumento de incidência. É importante frisar que não há bronzeado saudável! Uma pele bronzeada é uma pele que sofre ou sofreu uma agressão, e o escurecimento da pele não é mais do que a defesa do organismo contra essa agressão.

 

A forma de prevenir a RUV é evitar o sol, mas isso é impraticável. O sol é essencial ao desenvolvimento e crescimento dos seres vivos, depende de nós a sua utilização de forma responsável e moderada. Há formas de minimizar a exposição solar: evitando o pico da RUV (11h da manhã às 16h da tarde); procurando espaços de sombra; uso de vestuário adequado, incluindo chapéu de abas largas e óculos de sol e por fim os “protectores solares”.

 

Estes últimos, na prática, não se têm demonstrado eficazes na protecção contra a RUV, muito por culpa dos consumidores. Os “protectores solares” têm que ser aplicados de forma generosa, numa quantidade superior a 2mg/cm2 (que é muito difícil determinar em termos práticos), deverão ser aplicados, em toda a pele, 20 minutos antes da exposição solar, não esquecendo os lábios, pavilhões auriculares, contorno dos olhos, mãos, pés e couro cabeludo nas pessoas calvas. Não esquecer ainda que deverão ser reaplicados de 2/2horas, sobretudo se o indivíduo toma banho ou transpira.

 

Brigde the Gap em Berlim


Este fim-de-semana decorreu mais um evento Brigde The Gap que reuniu diversas running crews na Meia Maratona de Berlim. Alguns atletas participaram no Campeonato do Mundo da Meia Maratona, que se realizou no sábado em Copenhaga e depois rumou a Berlim para mais 21K em conjunto com as restantes crews. Aqui ficam algumas imagens da reunião Bridge The Gap.

 

 

 

 

 

 

 


E aqui deixo o link para fazerem o download gratuíta da "banda sonora" da reunião deste fim-de-semana.




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