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Correr na Cidade

MUT - Battle: Lisboa vs Sintra

Por João Gonçalves:
 
 
Dois Meo Urban Trail separados pelo IC19 ... Qual delas a melhor edição?
 
Finalizados as edições de 2015 do Meo Urban Trail e tendo participado nas edições de Lisboa e Sintra, vou dar aqui a minha opinião sobre qual das edições a que gostei mais.
 
Todos concordamos que as edições do MUT não são baratas tendo em conta a distancia e os gifts que os atletas levam para casa na aquisição dos ingressos e neste ultimo confesso, que para mim é um ponto muito negativo nestas provas que contrasta com a originalidade das mesmas... Lá está... Pela falta de originalidade... O que é que quero dizer com isto é o seguinte, tendo pago as duas provas, levei para casa duas tshirts iguais, dois frontais iguais, dois dorsais iguais e acredito que se tivesse feito o circuito completo das cidades tinha ficado com cinco e nem uma recordação final, acho este é um ponto a melhorar em edições futuras.
 

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Organização
 
Em termos de organização, as provas são muito bem organizadas, com muitos voluntários sempre a dar indicações e apoiar ao longo da prova e percursos irrepreensivelmente bem marcados sem margem para duvidas, contudo neste capitulo dou um ponto a favor da edição de Sintra, que por passar em zonas de luminosidade reduzida como a Quinta da Regaleira e Castelos dos Mouro as marcações tenham de ser mais visíveis e foi exactamente o que aconteceu (5 estrelas).
 
 
 
Originalidade dos Percurso
 
Adoro o percurso de Lisboa, aliás uso-o bastantes vezes para treinar quando não me apetece sair de Lisboa e pelas suas subidas e escadinhas tornam-o excelente para um treino curto e intenso, contudo acho que à semelhança de Sintra onde houve o "bombom" de existir uma passagem pela Quinta da Regaleira durante a noite (simplesmente mágico!) a edição de Lisboa pecou pela falta desse "Uauh factor" que faz falta neste tipo de prova e sendo assim acho que neste capitulo não resta duvidas para quem vai o meu ponto.
 
 

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Desafio e beleza
 
O percurso de Lisboa é um percurso extremamente turístico, óptimo para quem queira conhecer os bairros típicos de Lisboa e os seus miradouros, com passagens por locais históricos e boémios da Capital, num percurso como já referi cheio de escadas e subidas íngremes num conceito de city trail bem vincado, contudo é difícil bater a beleza de Sintra, como se costuma de dizer  "Sintra é Sintra", um sitio mágico, ainda por cima numa noite com uma neblina ténue no ar que torna o ambiente ainda mais deslumbrante e em termos de desafio o percurso é mais desafiante com escadarias "brutas" como é caso da subida ao Castelo dos Mouros e descidas rápidas, para além das passagem pela Quinta da Regaleira que deixa sempre qualquer um de boca aberta pela beleza do local.
 
 

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Conclusão
 
Em jeito de conclusão e por serem duas provas bem próximas, basicamente só separadas pelo comprimento do IC19,  se tivesse de escolher apenas uma das duas para participar, escolheria sem sombra de duvidas a edição de Sintra, por tudo, originalidade, beleza, magia e desafio da prova.
 
E vocês, qual é a vossa opinião?

Correr pela cidade

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No sábado, em conjunto com a loja Yellow Adventure, organizamos um treino ali pelos lados da Avenida de Roma, Areeiro, Alvalade e Alameda Afonso Henriques. Subidas, descidas, calor e boa disposição. Foram dois grupos, um deles fez 7 kms, e os restantes 10kms certos! Guiados por alguns dos elementos da crew do Correr na Cidade e, com de costume, ninguém ficou para trás.

 

E se no início tivemos uma sessão de aquecimento, no final tivemos os respectivos alongamentos - sempre importantes após a corrida. E para terminar com chave de ouro, a loja Yellow Adventure proporcionou um belo repasto nutricionalmente rico para o pós-treino. E muito saboroso.

 

A Yellow Adventure chamou-nos para dar o primeiro de alguns treinos semanais - de corrida, de fitness, etc. - que vai passar a organizar. Nós, iremos juntar-nos a eles de quando em vez. Fomos muito bem recebidos e por isso queremos repetir. E vocês, aparecem da próxima vez?

 

Aqui mais algumas fotos do treino, mas há mais na nossa página no facebook.

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Race Report: Seria possível superar o resultado de Lisboa ?

 

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Por Luís Moura,

Depois da crew ter ido em peso ao Meo Urban Trail de Lisboa fomos, no sábado passado, a outra etapa do circuito Urban Trail, desta vez em Sintra.


Sintra por si só tem condições do outro mundo para a pratica do trail e deveria ter muito mais visibilidade do que aquela que tem, mas isso é assunto para outro post.

 

Como preparar uma prova de 10km super rápida com uma semana de antecedência ?
Nos últimos 3 a 4 meses tenho andado exclusivamente a preparar os ultra trail e o tipo de esforço, preparação e execução de um trail de 10km super rápido como foi o Meo Urban Trail de Sintra é muito diferente.

Na semana anterior decide reduzir bastante os treinos em termos de distância e fiz 3 treinos em Lisboa, um de 20km em Monsanto e depois 2 vezes de 7,5km no meio do sobe e desce de Lisboa, sempre em estrada e com sapatilhas de alcatrão. Serviu também para medir a "m´squina" antes da romaria a Sintra e o sinal dado pelo coração não poderia ter sido melhor. No entanto, as expectativas para o Meo Urban Trail não eram elevadas, estou concentrado na minha meta: os 80km na Arrábida no dia 16 Novembro. 


Inicio da prova
Depois de termos levantado os dorsais e preparado o corpo e a mente para o esforço, estivemos uns minutos a conversar e a dar conselhos uns aos outros. Sempre interessante ouvir outras opiniões ou perspectivas para o mesmo assunto e como efectivamente o trail evolui nos últimos 3 anos. Por esta altura estava um pouco apreensivo,  a preparação para um evento tão curto e rápido não foi de todo a melhor, mas naquela altura e depois do convite aceite havia de aproveitar o máximo o ambiente e o traçado. 


Pelo que pude estudar no site da prova, o percurso tinha 2 zonas distintas com muita dificuldade e o resto serviria para "recuperar" o fôlego.


Tal como em Lisboa, e dado ao estrangulamento previsto no percurso, sair na frente era fundamental e iria condicionar toda a prova. Dado o tiro de partida e saímos todos de "canhão". Passei na partida com 2 segundos de prova, o que se provou mais à frente ser o mais acertado como estratégia. Entretanto tinha avisado outros corredores para terem atenção à subida do castelo e como este seria um factor decisivo fazer uma excelente gestão do ritmo na subida.


Para não variar andamos uns 100 metros a ultrapassar pessoas que iam a 5/km, e que devem ter um gosto gigantesco em sair na primeira linha da frente... deve ser "uma cena fixe" como alguém costuma dizer.Quando chegamos à primeira subida, nas traseiras do Palácio de Sintra, o pelotão começou a alongar. Nesta altura disparou o primeiro km no meu Garmin: 3:28 min ao quilómetro.

 

Primeira zona difícil
Ao fim de pouco tempo, passamos novamente em frente ao Palácio onde estava muita gente a assistir e a incentivar, juntamente com os da caminhada que sairiam para a sua prova passado uns minutos. E, um pouco mais à frente começou a subida para o castelo. Quase a meio da subida, ainda na zona com "pouca" inclinação, o GPS avisa para o segundo quilómetro: 4:49/km. Daqui para a frente foi empinar o corpo, reduzir a rotação e subir.

No terceiro km, e depois de passar por 2 atletas, no inicio do castelo o Garmin apontou uma média de 7:44/km. Foi muito complicado subir tantos degraus antigos e com grande distância entre si. Subi mais um pouco até às portas do castelo e depois comecei a descer para o Largo S.Pedro.

Só que em vez de irmos a direito como no percurso do BES Run, andamos às voltas ao longo da descida, usando apenas uma parte da descida demoníaca naquela zona. Ao chegar ao largo, os últimos 2 kms marcaram 4:03 e 3:59/km. Depois foram cerca de 2km a bom ritmo com algumas escadas o que deu para relaxar um pouco e recuperar fôlego para a parte final. Por esta altura já vinha há algum tempo a correr sozinho.

 

Ultima parte da prova
Do km 6,5 até ao 9km foi quase sempre a descer, com uma média de 4:05/km segundo o Garmin. A temperatura estava óptima para a pratica da corrida e o traçado era muito interessante, com mistura de escadas e estrada alcatroada, e muita curva rápida.

 

Quando chegamos perto do km 9,1 começou a subida final. Foram cerca de 100 metros de acumulado positivo em pouco mais de 600 metros percorridos, o que demonstra o quanto custou subir aquelas escadas. Aqui a vontade foi abrandar e gerir esforço, pois tenho uma prova grande daqui a 3 semanas e é para ela que estou a trabalhar. 


Quase a chegar à meta a organização "fez-nos" andar cerca de 300 metros entre casas antigas, sempre às curvas, e com muita gente a aplaudir e a incentivar. O que é sempre bom! Até que chegamos ao topo, passamos ainda pelo Palácio e cruzamos a meta.


Sensação esquisita quando passei o pórtico da meta e me deram uma garrafa de água. Os 20 metros que estavam à minha frente estavam quase vazios e estavam lá poucos atletas. Uma jovem da organização tinha dito que estava em 13º lugar na classificação e ai fez-se luz do porque de estar pouca gente ali. Sentei uns minutos e descansei na escadaria. Bolas, que sensação!!!

Diploma de participação
Participação da Crew
Entretanto foram chegando os restantes elementos da crew, e todos eles com um misto de cansaço, respeito e alegria bem patentes nas várias caras. A prova correu bem a todos os elementos da crew, alguns a chegar com um ritmo bem acima do que acreditavam ser possível antes da partida. Outros como a Bo Irik, ainda a recuperar do Ultra Trail Lousã, a rolar a um ritmo mais controlado.


O encanto do trail é esta sensação generalizada de se sofrer bastante durante as provas mas sempre com um sorriso e uma vontade imensa de andar mais e mais. Dentro de limites, do bom senso e na maneira como abordamos o trail, é umas das actividades que mais retorno dá ao nosso cérebro. E nestes eventos temos que gerir muito bem o esforço do inicio ao fim e não deixar a nossa vontade inicial de andar muito depressa levar a melhor. Se na estrada isso provoca pagar caro nos últimos km, nos trilhos a factura é enorme e normalmente faz mossa.

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O evento
Esta prova do Meo Urban Trail provoca um misto de sensações contrárias.O traçado de Sintra esteve top, o único abastecimento no castelo foi quase suficiente, mas um segundo no largo de S.Pedro não tinha prejudicado ninguém. Tivemos direito a todos os tipos de pisos, desde alcatrão, calçada, paralelos, trilhos e muita escuridão...


Parece-me, e é consenso geral, que o preço que pedem para as provas é um pouco elevado para o retorno visível que temos. Duas garrafas de água, uma pêra, um frontal barato e uma t-shirt não justifica o preço elevado da prova. Por outro lado, todas as sensações vividas antes, durante e depois da prova, fazem quase esquecer este "pormaior".


Sapatilhas Salomon X-Scream
Corri com umas Salomon X-Scream que escolhido devido ao tempo estar seco, e vieram a revelar-se uma excelente escolha. Tirando um pequeno traçado a descer com muita pedra, o comportamento delas foi bem acima das minhas expectativas. Em mais de 100 km no meio de Lisboa tinha ficado com algumas duvidas com o suporte ao pé e a tracção em pisos mais dúbios, mas em Sintra estiveram "Top".

Espero que se divirtam tanto a correr como acontece comigo. A corrida, e o trail em especial, é um sitio de autoconhecimento e de aprendizagem continua. O bem estar deverá ser sempre a nossa meta e isso é o mais importante no meio de todo este turbilhão de emoções por que passamos constantemente na corrida.

Divirtam-se e já agora venham correr com a crew no dia 9 Novembro a Casaínhos e no dia 16 Novembro no Ultra Trail da Arrábida

Treino de hoje: City Green Trail

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É hoje, às 19h30m!

Mais um treino original pelos trilhos da cidade e da serra de Monsanto, um City Green Trail. O ponto de encontro é Praça Marquês de Pombal, junto ao Parque Eduardo VII, no local onde param os autocarros turísticos.

 

Depois o Tiago Portugal, mentor deste treino, e os restantes membros da crew do Correr na Cidade vão levar-vos a um percurso misto de city trail e....trail, pelos trilhos de Mosanto e irá trazer-vos de volta ao local de partida. Aceitam o desafio?

 

Confirmem a vossa presença no evento do facebook aqui

 

CITY GREEN TRAIL
Hora: 19h30m
Local: Marquês de Pombal (Parque Eduardo VII - junto ao estacionamento dos BUS turísticos)
Distância: 10 a 12Km
Observações: aconselha-se o uso de frontal e de sapatilhas de trail (ou hibridos)
E como sempre: ninguém fica para trás!

 

Esperamos por vocês!

Salomon Field Tester: 1ª impressão

Depois de estar mês e meio parada por lesão (canelite nas duas pernas!), na segunda feira passada voltei ao activo. Step-by-step, sem grandes abusos, auscultando o que o corpo nos diz… E diz muito bem! "Estou fresca que nem uma alface". Só umas dores de quem já não corria à muito tempo.

Para esta reentré, levei o material que a Salomon me deu para testar: camisola, boné e os ténis X-Scream.

Boné "XA", super leve, mantem a cabeça fresca, confortável e adapta-se a qualquer tamanho, através do seu fecho em velcro.

T-shirt Park Tee W, super confortável e apesar do vento que se sente quase sempre pelo Jamor, não senti o transpirado no corpo, mantendo-o sempre seco.

Ténis X-Scream W Citytrail leves e frescos, ideais para o tempo quente (sente-se mesmo o ar a passar pelos dedos dos pés!). Uma vez que o Jamor tem vários tipos de terreno, fui testar os meus novinhos X-Scream nos vários pisos: alcatrão, relvado, areia, terra batida, calçada. Com excepção do alcatrão, em todos os restantes pisos os ténis responderam bem. No alcatrão senti maior atrito, quase que os ténis corriam sozinhos para fugir de lá, apesar do objetivo da sua concepção ser o de manterem o espírito da montanha, em ambiente urbano.

É apenas ainda a minha primeira impressão e nas próximas semanas darei mais noticias.

 

Boas corridas!

 

Corremos e descobrimos recantos de Lisboa

 

Por Filipe Gil:

 

Ontem, quarta-feira, foi dia de mais um treino de City Trail pelo Correr na Cidade. O circuito pensado pelo Tiago Portugal saiu do Cais do Sodré em direção a Oriente, mais concretamente ao Panteão Nacional. Subimos, subimos, subimos e, de vez em quando, também descemos. Passados uns minutos - uns largos minutos - estávamos do outro lado da cidade, e continuamos a subir, a subir, subir, e tenho a ligeira noção que algures descemos, pelo menos no fim em direção ao Cais do Sodré onde estavam as águas que a marca Águas do Vimeiro simpaticamente nos forneceu e com que brindamos, no final do treino, quem se junta a nós.

 

Apesar de ter sido um treino "puxadito" foi acessível a todos e, claro, mais uma vez ninguém ficou para trás e todos conseguiram fazer os 11Km desta sessão de City Trail.

 

Para a próxima semana o Correr na Cidade volta à zona ribeirinha de Belém para um treino mais calmo, numa zona plana, ideal para quem está a dar os primeiros passos na corrida ou para quem quiser fazer um treino ligeiro na companhia da nossa, vossa, crew.

 

Publicamos aqui algumas fotos do treino de ontem, mas o álbum completo pode ser consultado aqui.

 

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