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Correr na Cidade

Cross(almost)Fit na Box do Rato

crossfit rato 2.jpg

Por Rui Pinto:

 

Não vos vou falar da origem do CrossFit, nem da sua espectacular mediatização global - que é por todos nós conhecida -, a ponto de esta ser uma modalidade de treino capaz de mobilizar tantos e tantos praticantes, em qualquer parte do globo. Percebe-se porquê. Ao invés, vou falar-vos, isso sim, da minha primeira experiência no CrossFit.

 

Já lá vamos. Antes, e para contextualizar a coisa, deixem-me dizer-vos que há já alguns anos que sou adepto confesso e seguidor nas redes sociais do Rich Froning , para quem não conhece o personagem, ele foi vencedor dos CrossFit Games,  - uma espécie de Campeonato do Mundo de CrossFit -, numa série de anos, e considerado pelos especialistas da matéria como ‘the fittest man alive’.

Paralelamente, admito que sou daqueles que passa horas a ver os campeonatos da europa e do mundo de halterofilismo, na Eurosport, pese embora as constantes reclamações da minha mulher acerca do monopólio da TV com tão aborrecido (para ela!) conteúdo. Confesso ainda que sempre gostei de treino funcional e de levantamento de pesos, muito embora seja eu um lingrinhas mal amanhado, desde sempre… Uma vez que o CrossFit agrega todas estas características, é natural que, desde há alguns anos, tenha uma curiosidade e interesse crescentes por esta modalidade.


Foi, então, com muito entusiasmo, que respondi afirmativamente à possibilidade de experimentar um treino de CrossFit para alguns membros da Crew do Correr na Cidade, que o pessoal da Box CrossFit Rato teve a enorme amabilidade de oferecer.


Assim, e à semelhança do que aconteceu com o Filipe Gil, também eu e o Bruno Andrade tivemos direito a experimentar um treino de CrossFit. E lá fomos, no passado dia 25 de novembro, à novíssima Box CrossFit Rato, situada na Rua do Sol ao Rato, nº 100.

 

crossfit rato.jpgOs rookies

 

 O pessoal da box acolheu-nos super bem, sempre com enorme sorriso na cara, o que, para mim, é ‘meio caminho andado’ para gostar da experiência. O Instrutor Luís transmitiu todas as instruções de desempenho de uma forma clara e concisa, prestando sempre uma atenção extra ao pessoal mais rookie.

 

O espaço – irrepreensível –, com uma decoração simples mas bem conseguida, ainda cheirava a novo, pois a box abriu há cerca de um mês. Muito bem equipado, com equipamento mais do que suficiente para todos, e espaço de prática bastante para evitar toques ou encontrões, no decurso da prática.

 

O grupo era constituído por cerca de 10 elementos, num misto de principiantes e pessoal mais experiente, que ajudou a equilibrar a prática e a sentirmo-nos integrados. O treino começou à hora, sem falhas e, como manda a tradição ‘CrossFitiana’, foi constituído por três etapas – aquecimento (WU, ou Warm-UP), Skill Techs (parte técnica) + WOD (WorkOut of the Day) e retorno à calma

1eb90eda-8464-46e1-85fb-01be3d34a9c7.jpgCumprindo o ritual, cada participante inscreve o seu nome, no ‘blackboard’, no início de cada treino de CrossFit.

 

No caso concreto, a rotina do nosso treino, iniciou-se com um aquecimento de 3 min a saltar à corda, seguido de uma sequência de 3 repetições de 10 m de progressão em walking lunge, bear walk, spider crawl (?). A parte técnica de preparação para o WOD foi dedicada ao desenvolvimento do skill hang clean (clean = primeira parte do movimento do levantamento olímpico clean+jerk, realizado a dois tempos, e que consiste em levantar a barra até aos ombros; hang = levantamento da barra desde as coxas, e não a partir do chão). O ‘prato principal’ do treino - ou WOD - apresentou-se sob a forma de 30 cal no remo (Só 30?... Pois, sim, piece of cake…) e 30 repetições do dito skill, hang clean. Houve ainda direito a uma ‘sobremesa’, carinhosamente designada de ‘afterparty’, que consistiu em 3 minutos acumulados em prancha, para trabalho abdominal. (No meu caso, feitos em vários ‘segmentos’… Fiquemo-nos pelos ‘vários’, não vale a pena concretizar.) Finalizámos o treino com alongamentos de retorno à calma.

 

Naturalmente, não faço puto de ideia do meu tempo no WOD, pois esqueci-me de registá-lo, não só mentalmente, mas também no black (neste caso, white) board. Coisas de principiante. Acho que ninguém levou a mal; estava mais preocupado em perceber se tinha todos os membros no respectivo sítio…

 

Uma coisa interessante que, isso sim, reparei: o tempo do treino passa num instante! Quando nos apercebemos, já temos a hora a findar e o próximo grupo a entrar por ali adentro para a próxima sessão. Isto só pode ser sinónimo de um bocado bem passado. Um conselho: não se esqueçam de levar a vossa garrafa de água e uma toalha, pois a coisa dá para suar bastante!

unnamed (1).jpgRemar a plenos pulmões, no WOD da noite. 
 

A Catarina Beato - que também experimentou o CrossFit na Box do Rato afirma que ‘ninguém sabe se está em forma até fazer uma aula de CrossFit’. Pois eu concordo e subscrevo! Tirando a piada da coisa e fazendo o transfer para a prática da corrida (ou do ‘running’, para manter o nível), com este treino, deu perfeitamente para perceber o quão fácil é menosprezarmos o trabalho do trem superior e do core, para quem corre - e a importância deste trabalho, para além das pernas! -, e trouxe à tona (de forma muito veemente) a minha necessidade pessoal em reforçar a componente de trabalho de força nestes segmentos.

 

Como impressões finais, deixo-vos as seguintes:

Gostei imenso, apesar de ser difícil, no início. O CrossFit inclui movimentos muito técnicos – quem pensa que a técnica de levantar pesos é fácil, preste um pouco de atenção à quantidade de horas que os halterofilistas dedicam ao treino da sua técnica! Acredito que, com o avançar do tempo, e a consequente melhoria da técnica, notar-se-á ganhos de eficiência significativos no treino.

Gostei do facto de ser um treino com uma duração relativamente curta, concentrado em 60 minutos. Mas nem por isso, fácil ou de intensidade baixa. Pelo contrário: acreditem que intensidade é coisa que não falta no CrossFit!

Gostei do ambiente descontraído da Box e da amabilidade do Instrutor e dos companheiros de treino. Trataram-nos lindamente, sem nunca nos fazer sentir uns aliens, no meio do pessoal do CrossFit. (Parecendo vulgar, isto não é fácil – quem nunca sentiu esta sensação, por exemplo, nas aulas de grupo de um qualquer health club?). Se gostei? Claro! Se tenho vontade de voltar? Muita!


Não se deixem intimidar pela quantidade astronómica de siglas e nomes ‘estrangeiros’ dos exercícios, ou pela indumentária própria da modalidade (no meu caso, pela falta dela!).

Para quem quiser dar uma espreitadela e conhecer mais sobre preços e condições de adesão, vejam aqui.  Mas, melhor que isso, experimentem! Vão ver que não se vão arrepender! (Quem sabe se não nos encontramos por lá.)


Agora, se me permitem, vou ali fazer uns burpees…

 

"Escrever num blog de corrida é um exercício complicado"

Convidámos a Catarina Beato, autora do blog Dias de Uma Princesa e do livro "Dieta das Princesas" (que aconselhamos vivamente que leiam ambos), a escrever-nos sobre o que costuma comer antes de correr - sim a Catarina corre e adora correr. 

 

 

"Escrever num blog de corrida é um exercício complicado. Tenho tantas saudades de correr. Há um ano perdi 15 quilos e comecei a correr. A corrida tornou-se a minha psicanálise e o meu ginásio. Quando os meus joelhos resolveram avisar que não estavam a gostar de correr foi preciso ajustar as expectativas, gerir a frustração e continuar.

 

Desde Janeiro, já numa fase de manutenção do peso atingido [meço 1,64kg e peso 58kg] que foquei os meus treinos no reforço muscular e corridas que me permitam matar algumas [poucas] saudades, sem dor.  

 

Depois de perder muito peso a tendência é ter medo de engordar e comer pouco, principalmente quando se treina porque não queremos recuperar as calorias que gastámos. Mas, quando percebemos que o corpo gere nutrientes e não calorias e do que precisamos para ter um corpo bonito e capaz de enfrentar os desafios a que nos propomos, tudo faz sentido.

 

Costumo treinar depois do pequeno almoço. Não gosto da sensação de treinar de barriga cheia mas aquilo que me custa mais é treinar com a barriga cheia de líquidos. O meu pequeno almoço preferido são papas de aveia, feitas com água, chia e flocos de aveia. Acrescento fruta fresca, uma colherada de iogurte grego ou queijo quark [ambos com 0% de gordura] e uns frutos secos. Se, por alguma razão for treinar muito depois desta refeição reforço com uma peça de fruta: hidratos de carbono dos bons.

 

Quando vou para um treino mais longo ou para uma prova de trail, por exemplo, gosto de comer uma barra de cereais que tenha também fruta como figos e frutos secos.

 

 

Logo depois do treino bebo um batido de proteína: sacia, hidrata e dá aos músculos aquilo que eles precisam para fazer a sua reconstrução. Ao contrário de muitas pessoas nunca tenho fome logo depois de fazer exercício físico e o batido facilita o “obrigar-me a comer alguma coisa”. Batido bebido, banho tomado e a certeza que a refeição seguinte tem a dose necessária de proteína [eu gosto muito de ovos e peixe] e hidratos carbono [quinoa, bulgor mas também fruta como o abacate].

 

Perceber a importância do que se come para aquilo que se treina é um processo fundamental para optimizar os ganhos".

Conheça as vencedoras do passatempo “Eu sou uma princesa que corre”


Já escolhemos, em conjunto com a Catarina Beato autora do blog "Dias de Uma Princesa", as vencedoras do passatempo "Eu sou uma princesa que corre" e que ganharam um exemplar do fantástico livro da Catarina, "Dieta das Princesas".

Escolhemos as vencedoras pelas suas histórias, pela força de vontade e pela coragem de mostrarem como conseguiram mudar a sua vida. Este post é também dedicado a todas as outras "princesas" que ainda não deram esse passo, o de mudar, a caminho de uma vida mais saudável e feliz.

Conheçam a Luísa, Vanessa e a Ana. 

 

Luísa Mesquita:
Idade: 27
Peso antes: 83kg
Peso agora: 63kg


“Eu comecei a correr para perder peso (não vale a pena por aqui nenhuns floridos porque foi mesmo a única razão) e agora corro porque me liberta a mente, o stress e porque me faz sempre ter a certeza de que quando eu quero eu consigo. No inicio não corria nem 100metros e agora,  - 20kg depois, corro 15km”.

 

 

 

--

 

Vanessa Casais

“Eu achava que correr era só para alguns, senão alguns, pelo menos para outros que não eu. Eu sempre fui asmática, nunca fiz desporto, e cresci envolta em antibióticos, bombinhas, e outros que tais. Na gravidez de risco que tive engordei mais de 20 kgs, e perdi muita força muscular. Foi apenas depois de ser mãe que comecei a praticar desporto.

Primeiro aulas pós-parto, de recuperação, e depois uma fisioterapia intensiva onde para além da falta de resistência eram trabalhados todo o género de músculos. Foi aí que conheci a corrida, em passadeira, duas vezes por semana. O que ao início me custava rapidamente se tornou um prazer, um vício, e da passadeira para a rua. Tudo tem a ver com treino, com testar os limites, a resistência, a resiliência. Aprendi rapidamente a dizer que não à dor momentânea em função do prazer e do bem-estar que sentia no final da corrida. Aprendi a controlar a respiração e pasmem-se fiquei muitooooo melhor da asma. Isso que não sirva de desculpa para asmáticos.

Correr é o melhor remédio para controlar respiração e deitar fora o que não presta. Ganhei força, resistência e alegria e por incrível que pareça força de vontade. Foi nesta altura que descobri uma lesão pré-cancerigena no palato mole, na boca. Fui operada duas vezes, fiz várias biopsias, e apercebi-me no elevador para o IPO que não era esta a vida que eu queria levar. O meu filho tinha um aninho apenas, era a minha alegria, mas eu não amava o meu companheiro. Foi através da ginástica, que aprendi o que significa resistência, ir mais além da minha capacidade, ou do que o que o meu corpo permite inicialmente. Fiquei boa. Fiquei em forma e decidi nessa altura divorciar-me, mas a história não acaba aqui. Perdi mais de 22 Kgs desde a gravidez de risco, ganhei força, consegui fazer pela primeira vez flexões e abdominais.

O gosto de correr manteve-se muito além da fisioterapia, participei em meias-maratonas, participo sempre na corrida sempre, participei em muitas outras corridas  concelhias, daamizade, etc. Tenho várias medalhas expostas no pequeno ginásio que fiz lá em casa, onde a passadeira me recompõe nos dias mais tramados, ou naqueles dias de chuva em que não dá para correr lá fora.

Tenho o peso certo, a resistência e a força de vontade que nunca sonhei ter com 13 ou 14 anos e uma certeza, a de que o exercício é uma mais valia ao alcance de qualquer carteira, e que podemos começar com qualquer idade. Mesmo com problemas de saúde extremos é possível melhorar com corrida e exercício, e não há que ter medo de começar, puxem pelos amigos, convençam alguns e comecem. O nosso corpo é o que fizermos dele e é nosso compromisso para com a nossa felicidade e essa só depende de nós.

Frase:

Não há meta inalcançável,

barreira inultrapassável,

distância que eu não consiga percorrer,

resiliência é a minha palavra,

força de vontade a minha camisola,

meta tudo o que eu decida empreender,

o meu corpo é o meu instrumento

a minha determinação o meu alento
E eu mais feliz só por correr!

 

 

--

 

Ana Fernandes:
Idade: 34 anos

 

“Corro há muitos anos com o principal objetivo de desanuviar a cabeça do stress dos dias. Tenho 34 anos e comecei aos 18 a sair muito esporadicamente de casa para correr na cidade, sendo que tinha vergonha de andar de fato de treino na rua. Mais tarde começei a frequentar a "pista" do campo da Escola Agrícola de Santarém, onde me sentia mais à vontade e em contacto com a natureza.

Aos 25 anos regressei à cidade e iniciei as corridas à noite. Fazia-o sozinha e nunca via ninguém a correr mas aos poucos isso foi deixando de me fazer confusão e passei a desfrutar mais daquele momento. Tornou-se uma espécie de terapia psicológica, eu vou e quando regresso a casa o meu mundo está muito mais descomplicado. Há um ano descobri que na cidade se havia formado um grupo de amantes da corrida que se juntavam todas as 4ª feiras à noite para correr "desde as Portas do Sol até à lua cheia", os Scalabis Night Runners.

Passei então a juntar-me a eles e o convívio fez com que passasse também a participar em provas de estrada e depois em trails (que me têm conquistado). Continuo a sair para correr sozinha e às 4ª feiras sempre que posso junto-me a eles para os 12km da semana. As provas têm servido para me divertir e aliar o desafio da superação. Não tenho fotos do meu antes, vestida não se encontram grandes diferenças, contudo e naturalmente, que neste ultimo ano ganhei mais massa muscular, firmeza e uma silhueta mais simpática. 

Também a alimentação sofreu alterações a pensar nestes dispêndios de energia extra e o que já procurava fazer de forma saudável passou a incluir outros cuidados, diversidade de sabores tornando-me mais atenta a qualquer refeição e fazendo-a de forma mais prazerosa. As fotos que vos envio são a prova da minha diversão e do bem-estar que tenho conquistado com as participações em vários eventos, dos quais regresso a casa sempre com um sorriso de me fazer sentir uma princesa nas suas sapatilhas de cristal.

2013
20Abr: Scalabis Night Race (10km) 54’20’’
02Jun: 12ª Corrida do Oriente (10km) 54’44’’
29Jun: 34ª Corrida das Fogueiras (15km) 1h19’ (aos 10km 53’33’’)
06Jul: Corredor Verde Lisbon Eco Marathon (19km) 2h06’
13Jul: SunsetTrail de São Pedro de Moel (21km) 3h02
17Nov: I Trail Ferreira do Zêzere (23km) 3h32’
15 Dez: Trail dos Casais da Sara (13km)
21 Dez: São Silvestre de Santarém (10km) 50’54’’

2014

 23 Fev: I Trail de Almoster (25km) 3h30'
 16 Mar: II Trilhos do Paleozóico (24km) 4h07’


Passatempo para as Princesas que correm

 

O blogue Correr na Cidade e o blogue Dias de Uma Princesa, da autoria da Catarina Beato, vão premiar as “princesas” que, com a ajuda da corrida – aliada a uma boa alimentação, claro – conseguiram perder peso e estão hoje mais felizes e com um estilo de vida mais saudável.

 

Assim, temos três exemplares do mais recente livro da Catarina Beato, “Dieta das Princesas”, para oferecer.

 

Para se habilitarem a ganhar o livro só têm de:

 

- Visitar o BLogue "Dias de uma Princesa", aqui

- Fazerem like no facebook "Dias de Uma Princesa", aqui 

- Fazerem like no facebook do "Correr na Cidade", aqui 

- Enviarem fotos com o "antes" de começarem a correr e o "depois" de terem começado a correr.

- Uma frase sobre a vossa mudança (os quilos que perderam, as distâncias que começaram a correr, as provas que participaram) e que possa inspirar mais mulheres a fazê-lo.

 

Têm uma semana para participar, de hoje, dia 12 de março, a até ao dia  19 de março devem enviar as vossas fotos e textos para  corrernacidade@gmail.com  com o assunto: "Eu sou uma princesa que corre".

 

Depois os dois blogues, em conjunto, irão escolher as três fotos e frases mais inspiradoras e presentar as princesas cada um com um dos três exemplares do livro da Catarina Beato.

 

Para quem se esforçou tanto em mudar, participar neste passatempo é tarefa fácil. Partilhem connosco as vossas histórias que são verdadeiros exemplos de vida! Boas leituras e boas corridas.

 

Uma manhã de aprendizagem



20131215-110615.jpgcréditos da foto: ABC#ABloggersConferencePor Filipe Gil:E ontem a manhã foi de aprendizagem e partilha. Como "representante" do blog Correr Na Cidade participei numa "mesa redonda" com outros bloggers na 1ª conferência de bloggers realizada em Lisboa, a ABC#ABloggersConferece no Leap Center - perto das Amoreiras. Foi interessante responder a questões da audiência - na sua maioria também bloggers - e ainda mais interessante conhecer as experiências dos outros bloggers que partilharam a mesa redonda comigo. A simpatia e honestidade da Marta Valente, a grande paixão da Isabel Zibaia Rafael, a confusão metodicamente organizada da Catarina Beato, a sapiência e experiência do Pedro Rolo Duarte e o foco no essencial da Sofia Castro Fernandes.Aprendi com todos eles e confesso que saí de lá com uma diferente e mais conhecedora perspetiva deste mundo dos blogs. E fiquei surpreendido com a falta de representação do sexo masculino...será que também aqui no mundo dos blogs as mulheres dominam?E não posso deixar de agradecer o simpático convite do Fernando e da Ana que me desafiaram a levar (quase) toda a família para a conferência. (E um agradecimento à Matilde e ao Zezé que tomaram conta do Vicente.)Aqui ficam algumas fotos de ontem:960077_556926411055361_1863146391_n1452424_556926471055355_651962040_n1497722_556926784388657_2075089618_n1512482_556926604388675_53362194_nE podem encontrar mais aqui.

#ABC - A Bloggers Conference

1

Realiza-se no dia 14 de Dezembro, no LEAP Center em Lisboa o #ABC - A Bloggers Conference, organizado pelo Coworlisboa, Iamin e pela blogger Marta Valente. É o primeiro encontro de bloggers em Portugal e é dedicado a todos os que se interessam pela blogsfera - sejam os mais conhecidos e ativos ou quem está no início de um novo blogue.

Será um dia inteiro dedicado ao blogging e aos bloggers. O programa começa com uma conferência, da parte da manhã, composta por um painel de bloggers para o qual fui convidado a participar - o que aceitei de imediato. Será uma conversa com  o  Pedro Rolo Duarte ; a Catarina Beato ; a Isabel Zibaia Rafael; a Sofia Castro Fernandes, e uma das organizadoras do evento Marta Valente. Todos autores de bloggers muito interessantes e, para mim, é uma honra poder participar. Os moderadores da conversa serão André Casado e Patrícia Dias.

A parte da tarde será preenchida como diversos workshop que irão desde a comunicação relacional, edição de fotografias, dicas de wordpress, escrita criativa, webdesign, marketing digital. Ou seja, interessa a quem gosta, lê, produz ou quer produzir bloggers, mas não só. Consultem o programa completo aqui.

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