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Correr na Cidade

Cascais Trail Experience

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No próximo dia 30 de abril de 2017 Cascais vai ser palco de uma prova de trail que pretende mostrar alguns dos trilhos mais bonitos da região e promover o desporto. Fomos entrevistar um dos responsáveis pelo Cascais Trail Experience para saber mais detalhes sobre o evento e o que os atletas podem esperar desta prova.

 

1. Como nasceu e porque decidiram criar o Cascais Trail Experience?

 

A vida é uma sucessão de ciclos, e esta prova é fruto de mais um desses fenómenos. Após uma terrível noite de tempestade que assolou a Serra de Sintra no Inverno 2012/13, a qual derrubou um numero incalculável de árvores, deixando intransitável quase todos as estradas e trilhos da nossa Serra, eu recebi um telefonema a perguntarem se queria juntar-me ao grupo de voluntários para a expedição noturna de reconhecimento que o Peter Cooper estava a organizar para aferir se ainda estavam reunidas condições de segurança para a realização do Sintra Night Trail by Dean Karnazes no fim de semana seguinte.

 

Durante esse treino conheci os meus amigos Vitor Capelas e Peter Cooper, e essa noite marcou o “dia ZERO do Cascais Trail Experience”.

 

O projeto visa criar um evento de trail running que funcione como ferramenta de turismo desportivo, numa fase embrionária a nível local e nacional, e a médio prazo a nível internacional, contribuindo para reforçar a marca do nosso concelho “Cascais, the Charm of the Atlantic Coast”. Pretendemos tornar Cascais uma referencia em termos de Trail Running para o mercado de turismo desportivo internacional tal como a vela, golfe, surf e hipismo hoje são.

 

No nosso ano zero, já podemos considerar que iremos ser um evento de média dimensão com mais de 700 atletas divididos pelas 3 distâncias, assim como com a presença de vários atletas estrangeiros provenientes de Espanha, Inglaterra e Brasil.

 

Este evento é igualmente criado a pensar nos Cascalenses, de Cascais para Cascais, como tal vamos possibilitar a que todos os colaboradores do universo municipal (Câmara Municipal e Empresas Municipais) possam gratuitamente virem partilhar esta experiência connosco.

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2. A prova conta com um padrinho de relevo e uma das maiores figuras do mundo da corrida, o Dean Karnazes. Queres contar um pouco essa história?    

O Cascais Trail Experience irá ter como principal Padrinho o Dean Karnazes, fruto da ligação/ajuda que o Peter Cooper nos deu. O Peter enquanto manager do Dean estabeleceu a ponte para podermos contar com o seu apoio e presença no evento.

 

O Peter mora na Vila de Sintra e é um apaixonado pela Serra de Sintra, sendo este o seu local de treino diário. A paixão do Peter foi transmitida ao Dean nas corridas que partilharam juntos na Serra. Como tal, para o Dean será um regresso à Serra, mas vamos ter a oportunidade de lhe mostrar os trilhos pelas praias e falésias que não conhece, mas que tanto ouviu falar.

 

3. Qual a diferença entre esta prova e a outras que já existem? O fato de ser perto de Lisboa é uma mais-valia?

 

Esta prova foi desenhada para percorrer exclusivamente os trilhos de Cascais, o grande cartão de visita vai ser a possibilidade de correr sempre a ver o mar, numa proximidade intimista com uma das linhas de costa mais bonitas do mundo.

 

O Cascais Trail experience vai ser igualmente a primeira ultramaratona oficial a ocorrer no nosso concelho.

 

4. A Serra de Sintra é um local muito popular entre os amantes de trail. Existe algum momento da prova que se destaque? E quais são as principais dificuldades desta prova?

 

A serra de sintra pela sua escala, diversidade de paisagens, morfologias, exposições e declives é sem dúvida o principal palco de treinos da área metropolitana de Lisboa, conhecida de todos, uns mais que outros, mas certamente a referência.

 

O Cascais Trail Experience terá o seu ponto alto em termos de paisagens e dificuldade no troço de falésias entre o Guincho e o Rio Touro, um conjunto de falésias cruzadas por inúmeros vales suspensos de ribeiras temporárias, as quais irão proporcionar aos atletas um constante sobe e desce, com recursos muitas vezes a ter que levar as mãos ao chão.

 

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Após chegar-se ao Rio Touro iremos ter o conhecido “quase meio km vertical” até à peninha, para se seguir uma descida vertiginosa até Almoinhas Velhas para voltarmos a subir até à Pedra Amarela, e mais não conto para deixar a surpresa poder ser vivida plenamente no terreno.

 

5. O que podem os atletas esperar desta prova? Como é o percurso (altimetria, locais emblemáticos, etc.) e quais são os abastecimentos?

 

Este trail tem como principal atração a possibilidade de correr ao longo de uma linha falésias costeiras de um extraordinário valor paisagístico, mas tecnicamente muito exigentes e desgastantes.

 

Em termos de altimetria, a prova de trail curto terá um desnível positivo acumulado de +350m, o trail longo de +1100m e o ultra-trail de +2100m.

 

Como principais locais emblemáticos teremos a Aldeia da Charneca, a Ribeira do Guincho, os passadiços da Cresmina, a Praia do Guincho e do Abano, as falésias da linha de costa entre o Abano e o Rio Touro, o convento da Peninha, o miradouro da Pedra Amarela, A barragem do Rio da Mula, a Quinta do Pisão, a ribeira das Vinhas e o Parque das Penhas do Marmeleiro.

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A prova de Trail Curto e caminhada irão ter um abastecimento de líquidos a meio da prova, a prova de trail longo irá ter um abastecimento inicial de líquidos e depois de meio da prova um de líquidos e alimentação. O ultra trail irá ter dois abastecimentos de sólidos e líquidos e três abastecimentos de líquidos.

 

6. Que recomendações podem dar aos atletas que irão participar no Trail Longo?

 

Como principais recomendações do breefing que iremos promover, destaca-se o alerta para a circulação ao longo das falésias entre a Praia do Abano e Rio Touro, os atravessamentos das estradas nacionais, os pisos escorregadios nos troços rochosos, o estudo do perfil da prova para uma adequada gestão da hidratação e alimentação individual do atleta e planear a gestão do esforço, atendendo que a primeira metade da prova será a mais exigente do ponto de vista físico e com mais altimetria acumulada.

 

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7. Quantos participantes esperam receber? E se esta prova provoca algum impacto ambiental na serra?

 

O nosso primeiro objetivo era atingir os 500 participantes, o qual já foi amplamente ultrapassado, estando o numero de inscritos a continuar a crescer de forma viva diariamente, pelo que em breve teremos que fechar as inscrições.

 

Este projeto tem igualmente um cariz social e de promoção da qualidade de vida, neste sentido e tendo em conta que a Câmara de Cascais é o parceiro principal deste projeto, todos os colaboradores da Câmara Municipal e empresas municipais terão a possibilidade de se inscrever gratuitamente.

 

8. Que conselhos podem dar a quem esta agora a iniciar-se no mundo do trail?

 

Que o façam com prazer, aproveitam as sensações únicas de correr na natureza, para mim, o trail running é o meu remédio de mesinha de cabeceira.

 

O inicio deverá ser de forma gradual, faseando a abordagens às distâncias e grau de dificuldade das aventuras a que se propõem. O ideal será serem acompanhados por um treinador ou inserirem-se num grupo de treino experiente.

O ideal é correrem sempre acompanhados, e levarem sempre telemóvel e manta térmica em caso de emergência.

 

Uma frase de incentivo aos atletas.

A minha frase, o trail running é o melhor remédio de mesinha de cabeceira do mundo. Aproveitem faz bem à saúde e é de graça.

"Wannabe Triatleta" - Triatlo de Cascais

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Por Pedro Tomás Luiz


Quando em março do ano passado, o Pedro Gomes (para quem não conhece ver aqui) escreveu dois posts para o nosso blog (post 1 e post 2) intitulados "o que deve saber para o seu primeiro triatlo" confesso, apesar de achar fantático o que ele fazia, os meus pensamentos estavam bem longe de pensar que tão cedo iria ariscar um triatlo.

 

Quem me conhece e lida comigo de perto,  sabe que incessantemente procuro novos desafios (com tudo o de bom e de mau que este tipo de forma de estar da vida tem) procuro experimentar coisas que me tirem o tapete, ou seja que me retirem da minha zona de conforto. Para mim a beleza da vida está na diversidade e na nossa capacidade de nos expormos a uma multiplicidade de experiências.

 

Assim, depois de ter feito os 115km do MIUT, os tempos que se seguiram foram sentidos com algum vazio e pautados com algum burnout à corrida.

 

A cabeça andava mergulhada em outros projetos e reflexo disso foi a minha prestação na ultra da Lousã (a cabeça fora, o corpo a não querer e um dia de calor infernal ditaram o desfecho da prova... uma desistência) é curioso que foi mais ou menos um ano depois do UTDP, embora aí tenha desistido por lesão. Depois disto acontecer, prometi a mim mesmo que me iria concentrar no grande projeto pessoal que tinha em mãos e tirar um período sabático de corrida.

 

Os treinos foram ajustados e a corrida passou ser mais um elemento e não o elemento. Neste período de comçei à procura das novas metas para o 2º semestre, tentando ajustar os calendários a um verão que me só iria permitir começar a treinar quase no fim de agosto.

 

Assim, quase sem querer deparei-em com o Triatlo de Cascais, telefonema para o coach, bênção dele e SIGA! Inscrição feita para o Triatlo de Cascais na versão World (1,1km natação, 46km de bicicleta e com 10,5km a correr).

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Se para mim a bicicleta já era  bastante familiar, dado que há muito que faz parte da minha rotina de treinos, nadar era outra história completamente diferente. Na adolescência tinha nadado durante uns  anos, nada de sério nem nada nunca competitivo, juntando-se a isto o facto de desde essa altura que não punha os pés numa piscina para treinar. O mais perto de nadar que estava eram as braçadas na praia e na piscina durante o verão.

 

O plano foi começar na piscina, para relembrar, ganhar confiança e acima de tudo ganhar o ritmo que me permitisse nadar no mar sem grande perigo. Os primeiros treinos foram bastante difíceis e mesmo com um corpo  habituado ao esforço continuo, a diferença de ritmos e movimentos fazia-me ficar de tal forma ofegante que descontrolava por completo as respirações (muitos pirolitos bebi eu).

 

Tecnicamente não estava brilhante, mas poderia dizer que até estava bastante bem para quem não entrava numa piscina para nadar há mais de 10 anos. Como em tudo, a evolução fez-se notar de treino para treino, tendo conseguido baixar de uns míseros  2:30/100m para uns simpáticos 1:50/100m.

 

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 (Aula de natação em águas aberta com Filipe Silva, nadador "a sério", na praia dos pescadores - Ericeira)

 

A transição para o mar foi bem mais fácil do que pensava, tive claro está de investir num fato isotérmico para natação (nadar com água a 16º não é fácil), escolhi uma praia com pouca ondulação e fui passando de voltas em que parava todas as vezes na praia descansar, para voltas mais constantes onde me aventurava mais longe e com períodos de descanso mais curtos.

 

Em relação à bicicleta os treinos consistiram em aumentar a intensidade e o tempo que passava em cima dela. O maior investimento que fiz, com resultados imediatos na performance, foi um bike fit. No meu caso valeu mesmo todos euros, pois a diferença fez-se notar, passei a conseguir colocar mais velocidade com muito menos esforço. 

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Na corrida com 3 treinos por semana, foi basicamente andar sempre a treinar naqueles "ritmos de  estrada" onde o coração de se muda para a cabeça e os pulmões parece que vão saltar pela boca...

 

Desta forma 6 semanas depois, amanhã será o dia da estreia. Sem qualquer ambição, com um nervosinho miudinho (a logística de uma prova destas é muito diferente), mas com um grande sorriso nos lábios, vou focar-me em divertir-me e viver todo aquele ambiente ao máximo. É claro que se me perguntarem onde estás mais apreensivo, digo claramente que será na água, não só porque é onde sou claramente mais fraco mas porque todos os relatos que tenho de triatletas afirmam que o contacto físico dentro de agua é inevitável, bem como algumas manigâncias praticadas debaixo de água.

 

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 (Meta no Passeio D. Luís I em Cascais)

 

Fica o convite para amanhã apoiar os atletas numa das 3 provas:

  • 08:00 - CASCAISLONGDISTANCETRIATHLON
    • 1,9 Km de natação;
    • 90 Km de ciclismo;
    • 21,1 Km de corrida;
  • 07:45 - CASCAISWORLD
    • 1,1 Km de natação;
    • 46 Km de ciclismo;
    • 10,5 Km de corrida;
  • 13:00 -ADECCOSUPER-SPRINT
    • 300 m de natação;
    • 8 Km de ciclismo;
    • 2 Km de corrida;

 

 Até amanhã! 

De pequenino....

destakEste fim-de-semana a família lá de casa vai toda correr! E com exepção do mais novo que ainda está na fase de gatinhar vamos todos, domingo de manhã, fazer a Corrida da Linha organizada pelo jornal Destak.A corredora vai fazer os seus primeiros 10K em prova oficial e eu e o filho mais velho vamos correr/caminhar os 3K - juntamente com a família do Bruno Andrade.Vai ser uma manhã bem animada com os mais novos a correrem ao lado das figuras da Vila Moleza e das Winx.É também um passo importante para que as crianças percebam a importância de uma vida com exercício físico.

O treino esperado.

cascais-baiaJá há muito tempo que tanto eu como o Filipe falávamos em fazer um “Longão” Algés-Cascais, quer fosse um treino normal ou de preparação para uma Meia Maratona.Com a Meia Maratona do Porto a cerca de um mês de distância, achei que era a altura ideal para fazer um longão, porque as férias estão aí e corria o risco do treino ficar muito perto da respetiva prova. Este domingo levantei-me perto das 5:45 e, com o equipamento já preparado, não demorei a equipar-me.Uma vez que estava com receio de poder comer de mais, acabei por optar por ir com o estomago mais leve, correndo o risco de isso me ir afetar, desse modo apenas bebi água e comi uma banana. Em provas com esta distância terei tempo para acordar mais cedo e poder comer um hidrato de Carbono que certamente o corpo irá agradecer.Fui então para a estação de comboios de Algés, o meu ponto de partida para este longão. As 6:30 em ponto iniciei o treino. A temperatura estava boa, mas mesmo aquela hora já se adivinhava que o sol iria apertar mal aparecesse.Pela primeira vez, levei um cinto com garrafas de água de modo a poder abastecer-me no caminho.Não sei se foi pela estreia, mas principalmente ao início e a meia da prova com o abastecimento, não me senti confortável. Muitas vezes sentia o cinto a mudar de posição e isso distraia-me muito, mas possivelmente será por ter sido a estreia.O meu objetivo deste "Longão", era dar kms as pernas num só treino, prepara-las para a Meia Maratona que aí vem e, muito importante, apreender a gerir o ritmo ( algo que me falta a nível de provas)

O percurso já o conhecia, mas divido por duas partes, uma vez que a prova do Destak começa em Algés e acaba em Carcavelos, e a Corrida do Tejo começa em Carcavelos e acaba em Cascais. Eu desta vez “só” tinha que as juntar.

Forte de Sao Bruno - CaxiasForte de São Bruno - Caxias

Adoro este percurso, e apesar de não o fazer muitas vezes, como gostaria, estará sempre incluindo em futuros "longões". A vista é simplesmente fantástica, e em termos dificuldade encontramos de tudo, desde retas, subidas e descidas.Consegui, na minha opinião, gerir bem o ritmo e mantive praticamente a mesma passada, mesmo em subidas.

A subida que mais me custou fazer, apesar de não ser a mais longa, foi a que antecedeu a descida para o Casino de Estoril, ai já levava quase 17kms nas pernas e o sol também já se fazia notar, alem de que tem um grau de elevação considerável.

20 kms depois - Baia de Cascais20Km depois na Baía de Cascais

Nos últimos 4kms subi para os 6 minutos por km.Para fazer os 20kms ainda tive que fazer a subida ao lado da Baia de Cascais.Uma vez que só estou a treinar para a Meia, na volta apanhei o Comboio, talvez o dia faça um regresso a correr também. Foi um excelente treino que recomendo vivamente.Eu sei que o voltarei a fazer. No final consegui atingir os objetivos a que me tinha proposto fazer: 20kms feitos, a um ritmo muito bom para um treino.

Terei que ser um pouco mais rápido para conseguir baixar das 2 horas na Meia Maratona, o meu próximo objetivo.

Boleia no Regresso a CasaA "boleia" de regresso a casa

 

Desafio BES leva corredores à Maratona de Nova Iorque

Captura de ecrã 2013-01-19, às 13.20.08O Banco BES lançou um desafio muito interessante, o : BES Run Challenge, que consiste em três provas de 10K na zona da Grande Lisboa (Cascais, SIntra, Lisboa) no qual os melhores três classificados das três provas, apurados através do somatório de tempo oficial (3 femininos, 3 masculinos), terão a oportunidade de participar na famosa Maratona de Nova Iorque, edição 2013. Para se ganhar o prémio final é necessário participar nas três provas.A primeira prova é no dia 14 de Abril em Cascais às 10h; a segunda realiza-se em Sintra a 18 de Maio, às 18h, e a derradeira prova será em Lisboa no dia 8 de junho, às 18h.Cada corrida tem o limite de três mil inscritos e de acordo com o site oficial. Estes são os preços das provasCASCAIS – 14 de abril De 1 de março a 31 de março - 12 € De 1 de abril a 13 de abril - 14 € Dia da prova - 20 € Clientes particulares com cartões de crédito BES – 20% desconto.SINTRA – 18 de Maio De 1 de março a 30 de abril - 12 € De 1 de maio a 17 de maio - 14 € Dia da prova - €20 Clientes particulares com cartões de crédito BES – 20% desconto.LISBOA – 8 de Junho De 1 de março a 24 de maio - 12 € De 25 de maio a 7 de junho - 14 € Dia da prova - €20 Clientes particulares com cartões de crédito BES – 20% desconto. 

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