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Correr na Cidade

Preview: Merrell Agility Peak Flex

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Chegou recentemente ao mercado o novo modelo para trail da Merrell, os Agility Peak Flex.

 

Depois de usar até à exautão o modelo All Out Terra Trail, meus companheiros quase inseparáveis, estoua  ter oportunidade de testar este novo modelo da Merrell para os trilhos e após a primeira sensação é: 

Diferentes! Estes Agility Peak Flex da Merrell são mesmo muito diferentes de qualquer modelo anterior da Merrell para Trail!

 

Com uma sola completamente modificada, é o primeiro modelo sem tecnologia Vibram e com uma aposta clara no desenvovimento de tecnologia própria a Merrell criou a tecnologia M-Select™ GRIP, inspirada no esqueleto humano e na zona intermédia a tecnologia Flexconnect™ para um maior amortecimento.

 

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A primeira impressão ao calçar os Agility Peak foi algo estranha, uma vez mais por serem tão diferentes do que estava habituado. Sendo bastante altos (33,3mm atrás e 24,3mm na frente) a sensação de contacto ao solo é menor mas o conforto do amortecimento maior.

 

No primeiro treino, uma corrida ligeira pelos trilhos do Jamor, confirmei que primero se estranha mas rapidamente se entranha com boas sensações e conforto.

Não são daqueles modelos que demoram muitos km a partir para nos sentirmos bem a correr com eles e não deixaram qualquer parte do pé marcada ou com bolhas, como ja me aconteceu antes na estreia de outros modelos.

 

A primeira impressão foi bem positiva!

 

Fiquem com algumas imagens deste novo modelo:

 

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Após a primeira sensação já corri mais algumas vezes com os Agility Peak, inclusive nos 32Km que fiz no Ecologic TrailRun Azores, a conclusão final será apresentada muito em breve na review final!

 

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Review: ASICS Noosa FF

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Depois da preview dos novíssimos ASICS Noosa, está na hora da review final. Convidamos a nossa amiga Rita Certã das Tartarugas Solidárias a testar estas sapatilhas.

 

Testado por: Rita Certã

Características Pessoais: Passada Neutra, 55kg

Condições de Teste: Treinos de 5, 10 e 15km.

 

A minha experiência com sapatilhas ASICS não era a mais favorável, pois os meus ASICS GEL-ZARACA3, apesar de serem confortáveis e conferirem uma boa estabilidade ao pé, possuem pouca aderência em piso molhado o que me dá pouca segurança durante a corrida. 

 

Quando me falaram dos novos ASICS Noosa FF, e me pediram para os testar fiquei muito curiosa. No dia que mos entregaram ia participar num dos treinos que faço semanalmente e troquei logo os que tinha calçado pelas novas sapatilhas, a primeira experiência foi excelente e segue agora a review:

 

CONFORTO

Sapatilhas confortáveis, o que para mim é uma das características fundamentais uma vez que sou propícia à formação de bolhas, o que não aconteceu em nenhum dos treinos

 

Aposta ganha entre conforto e leveza (255 gramas, tamanho 39). A língua da sapatilha assim como a zona superior do sapato, possui uma rede que permite maior mobilidade ao pé o que no ponto de vista é essencial para quem têm pé largo e ou peito do pé alto.

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DESIGN E CONSTRUÇÃO

Os ASICS Noosa FFTM, apresentam um design moderno com uma óptima combinação de cores. No que respeita à construção, de salientar:

  • A sua palmilha removível que facilita na lavagem assim como fundamental para quem precisa usar palmilhas especiais.
  • A língua tem o tamanho exacto, não se movendo no decorrer da corrida.
  • Para quem gosta de sentir o pé bem aconchegado, existe o orifício extra, para que possam apertar mais a sapatilha.

Ponto negativo, são pouco reflectores. Em relação ao tamanho eu compro sempre dois números acima do meu tamanho de sapato, no meu caso calço o 37, sendo a sapatilha 39.

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ESTABILIDADE e ADERÊNCIA

Sapatilha com bastante estabilidade e o material com que são revestidos permitem que o pé fique ajustado e ao mesmo tempo torna-a respirável. No que diz respeito à aderência e como já tinha referido anteriormente era uma das minhas grandes curiosidades, tenho a dizer que fiquei muito surpreendida pela positiva, sapatilhas com bastante aderência em piso molhado e em trilho, numa das provas que participei o percurso foi alterado sem nos darem conhecimento e uma grande parte foi feita em trilho, tendo estas sapatilhas tido uma óptima resposta.

 

AMORTECIMENTO

Os ASICS Noosa FF possuem uma entressola com FlyteFoamTM, que confere um bom amortecimento. Testei em diferentes pisos, numa mesma corrida não sentido a transição de um piso para o outro.

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Conclusão

Fiquei rendida aos novos ASICS Noosa FF, sapatilhas, leves, confortáveis e com boa aderência dando confiança durante a corrida. O preço 150€ pode ser um ponto negativo, mas no meu ponto de vista vale o investimento.

Espero que gostem tanto quanto eu.

 

Conforto: 19/29

Design/Construção: 19/20

Estabilidade/Aderência: 19/20

Amortecimento: 19/20

Preço: 17/20

Total: 93/100

Review: As renovadas Berg Pantera

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Depois de algumas semanas a testar os Berg Pantera chegou a hora da Review final.

Alguns dos pontos indicados na preview confirmaram-se, outros mudaram um pouco com a habituação de correr com este novo modelo.

A maior parte dos testes foram feitos com terreno seco, mas um treino longo feito debaixo de chuva e com terrenos bastante molhados permitiram experimentar os Pantera em condições bastante diversificadas.

Digo já que fiquei bastante agradado com os Berg Pantera, embora haja ainda algumas características que alterava, mas conto tudo na análise em cada uma das categorias habituais.

 

Modelo: Berg Pantera

 

Características pessoais: 

Passada Neutra com tendência a pronação ligeira, peso elevado.

 

Condições de teste:

Cerca de 150km em trilhos. Usados em vários treinos até 20km, com diferentes condições climatéricas e tecnicidade de terreno e 1 prova de 36km (Montejunto Trail).

 

 

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Preview : Salomon SLab SENSE 6

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Chegaram para testar uma das sapatilhas mais esperadas para esta época "2017", as Salomon SLab Sense 6.
Ao fim de 5 modelos que foram sempre sendo melhoradas a cada interação, para 2017 a Salomon subdividiu o modelo SENSE ULTRA em dois, os SENSE 6 que estamos a mostrar aqui e as SENSE ULTRA 6. As SENSE 6 mantém o mote de sapatilha super rápida e leve para trilhos rápidos ou passadas mais ligeiras/eficiente enquanto que as SENSE ULTRA aumentam de peso, proteção e conforto, indo ocupar o espaço que em 2016 era das WINGS RACING.

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As Sense no modelo original vinha com peso indicativo de 200gr e as SENSE 6 para 2017 de 220gr.
Na pratica as SENSE 1 e 2 tem 205gr e estas SENSE 6 235gr pesadas em balança. Este aumento de peso advém de um reforço nos materiais e uma muito melhor qualidade geral da sapatilha. Ainda se mantém como dos modelos mais leves à venda no mercado para correr mas agora com uma melhor resistência ao desgaste e com um pouco mais de conforto.

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De resto as características gerais como o quicklace e a meia interior que envolve o pé quase completamente e dá uma sensação de união única entre a sapatilha e o pé, ficando quase como uma extensão do nosso corpo tal a maneira como se molda e agarra o pé.

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( o lineup dos modelos 2, 3, 4, 5 e as 6 )


Vamos fazer km's para a serra e daqui a umas semanas dou feedback das mesmas.
Não deixo de ter um sorriso malandro de cada vez que olho para elas :)

 

 ( video de apresentação )

 

 

 

 Bons treinos :)

 

 

 

 

 

 

Review: Brooks Transcend 4

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Ao fim de 6 anos a correr e experimentar varios materiais, sapatilhas e mochilas, não existe muita coisa que me consiga surpreender. Após 3 meses e 160km em que foram usadas na chuva, frio, quente, subidas, descidas, alcatrão, calçada e afins, posso dizer que estas Brooks me surpreenderam. A review mais demorada prende-se com o facto de me estarem a dar um grande gozo correr com elas e saber se passavam a ser as minhas preferidas para alcatrão.


Surpreenderam na medida em que ultrapassaram as minhas expectativas, que eram grandes. Vamos por partes e conhecer estas Brooks Transcend 4 :)


Design/construção
O design é bastante standard para os dias actuais e deve agradar a muita gente. A construção é robusta e os materiais escolhidos muito bons, acima da média. Até os atacadores sendo em formato old school não fogem depois de apertados no sitio.


Primeira coisa que pensei quando as sapatilhas me foram entregues e vi o formato e qualidade da mesma, "Será que chegam para destronar as Guide 7 do meu top de escolha para alcatrão ?". As Guide 7 até hoje são as minhas sapatilhas favoritas para derreter km's em alcatrão. São brutais para o meu pé, tipo de passada e tipo de esforço que faço.


As Transcend tem um desenho no meio e na parte superior da sapatilha semelhante, sendo a parte do meio da sola o unico sitio onde é muito diferente. Alias, é diferente de 99% das sapatilhas no mercado pois não faz a habitual curvatura para dentro. Em vez disso, (quase que) mantem a largura no centro da sola.


Os materiais usados no geral são muito acima da média e a sapatilha ao fim deste tempo parece que saiu da caixa ontem.
Em termos de cores tem um uso geral muito agradavel, sem entrar em extremismos com cores fluorescentes, num tom muito sobrio e muito bem conseguido. Passam muito despercebidas no meio do pelotão.


Estabilidade/Aderência
Ponto forte da sapatilha, a estabilidade que oferece para podermos percorrer distancias longas sem os pés se movimentarem muito lateralmente e assim optimizar a passada, o desgaste de energia e o conforto. Com a tecnologia GuideRails senti que a sapatilha é bastante rígida em treinos em recta, ficando um bocadinho rigidos demais quando percorremos ruas apertadas no meio da cidade e queremos fazer mudanças de direcção rapidamente. Sente-se o pé bem apoiado nas laterais e isso dá confiança para atacar os km's. Mesmo a subir ou descer escadas/rampas, a estabilidade é muito boa sem comprometer o conforto.

O apoio à volta do calcanhar é muito bom mas convém que o pé seja compativel porque as paredas da sapatilha são muito rigidas, mas não são compativeis com todos os pés e podem criar desconforto se o pé não encaixar correctamente. O mesmo se pode dizer da parte superior e do mecanismo que liga a lingua do suporte lateral. Quem tiver pés mais altos ou fortes, pode sentir algum desconforto devido ao efeito "elástico". Mas a maior parte das pessoas vão sentir uma sensação do pé estar bem rodeado e preso na sapatilha o que se tranforma em muitos kms com estabilidade e sem torção lateral.

A sola tem um excelente grip na maior parte das situação mas à custa de um desgaste mais rapido do que na concorrencia. A aderencia mostrou-se ao nivel do melhor que existe no mercado. Com a unica excepção da calçada molhada que apanhei nos primeiros dias de testes ( e nos ultimos dias ) onde a sapatilha apresenta uma aderencia muito reduzida. Foi uma das 2 piores sapatilhas que já experimentei neste tipo de piso e fiquei bastante surpreendido por isso. Deverá ter algo a ver com o tipo de borracha usada a meio da sola. De resto, sempre se portou acima da média em todo o tipo de terreno, desde alcatrão até calçada portuguesa seca, passando por estradões e relva.

 

Enquanto a parte superior da sapatilha foi construída para durar centenas e centenas de kms, a sola por indicação da Brooks deverá ter uma duração com as caracteristicas originais pouco acima dos 500km. Mas muitas vezes estas informações das marcas são um pouco contraditórias e a minha experiencia é que com os 160km que tem em cima em diversos terrenos ainda não mostra qualquer sinal de desgaste ou perda de tração.

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Conforto
São extremamente confortaveis e permitem rolar muitos km's. Aliás, a melhor sensação que se pode pedir a umas sapatilhas é no final do treino/prova não nos apercebermos que as estamos a usar. E as Transcend 4 fazem isso. Demora 2/3km a moldar ao pé mas depois quase que nos esquecemos que estão ali, tal o conforto e relacionamento que o interior consegue fazer com o pé.
A ligação entre a lingua e as lateriais com o seu efeito "semi-meia elastica" ajudam nesta area mas a maior responsabilidade recai na borracha e nas suas varias camadas de diferentes rigidez e absorção de impactos, que tornam o correr num exercicio muito confortável. Mesmo no final da meia maratona da 25 de Abril não senti qualquer sensação negativa nos pés nem nos tendões devido ao esforço. Perfeitamente encaixado o esforço nas diversas estruturas de rigidez e conforto da sapatilha.


O peso de 300gr para um pé masculino normal de tamanho 42/43 nota-se um bocado quando as calçamos mas depois essa sensação desaparece por completo quando arrancamos, não se notando o peso. O drop de 8mm está na média do segmento e não é perceptivel com a quantidade de borracha que temos debaixo do pé e o acolchoamento associado dando a sensação de ter menos.


Amortecimento
Para mim quase perfeitas para quem treina um pouco mais longo. O único senão é serem demasiado confortaveis. Em alcatrão liso e sempre em recta o equilibrio entre conforto/amortecimento/feedback do chão é muito, muito bom. "Problema" é quando estamos a treinar em sitios como por exemplo no centro de Lisboa, com ruas esburacadas, passeios desnivelados, calçada portuguesa ligeiramente desnivelada ou então em muitas das nossas ruas com alcatrão mais antigo e rugoso. A grande vantagem do excelente amortecimento torna-se numa desvantagem porque faz com que o feedback que nos chega até aos pés sobre o piso que estamos a calcar seja menor e isso pode ser suficiente para não termos a noção de alguns solavancos no piso. Mas isto é um pormenor muito especifico que em nada prejudica o amortecimento/conforto geral que é muito acima da média, mesmo no segmento premium.

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Preço
As Brooks não costumam ser sapatilhas baratas. E este topo de gama não foge a essa politica cá no nosso burgo. O PVP esperado agora com inicio de venda em final Abril é de 160€ o que é um bom bocado.


Se por um lado temos uma das melhores sapatilhas do mercado para fazer treinos/provas mais longas em alcatrão, não deixa de ser verdade ( e minha opinião pessoal ) que é muito dinheiro por um par de sapatilhas. Para quem faz muitos km's por ano, fica com a mais valia de sentir que os pés estão a ter um menor esforço e desgaste do que com outros modelos mais acessiveis mas não deixa de ser um investimento avultado.


Ao fim de 160km, não denotam desgaste, o que pode indicar que podem ter uma boa longevidade, tanto na sola como no conforto dado pelo mid e upper. Tantas sapatilhas que deixamos de usar porque as proteções superiores cedem antes da sola !
Tentem apanhar promoções que ficando por perto de 100€ ficam um excelente negocio para o que oferecem.


Resumo
Muito sinceramente, estas Brooks para quem tem uma passada ligeira pronadora e costuma fazer 2/4x acima dos 10km por semana ou procura uma boa companhia para meias maratonas e maratonas, não precisa de procurar mais se o pé for compativel com a forma da sapatilha. A parte posterior é ampla e não deve criar problemas a nenhum corredor, mas a parte do calcanhar fecha muito o pé para fornecer o apoio todo que sentimos. Em alguns pés pode provocar algumas questões de desconforto no longo prazo, por isso é sempre melhor experimentar a sapatilha antes de comprarmos.

Em sentido contrário para quem procurar treinos/provas mais curtas ou com ritmo rapido, a propria Brooks tem outras alternativas mais ligeiras e rapidas. Os 300gr de peso e o efeito "pantufa" criado para as longas distancias não são os melhores amigos para quem procura sapatilhas rapidas, que respondam rapidamente a alterações de ritmo e direcção. Não são impeditivas de corrermos por um longo periodo a 4/km mas desde que seja em recta ou sem muitas mudanças de direcção.

Esta sapatilha tem um mercado muito bem definido. Para esse mercado eu diria que antes de comprarem qualquer sapatilha deem uma hipotese a estas Brooks e experimentem. A mim deixaram-me surpresos com a facilidade com que fazem 15/25km em ritmos médios de 4/4:30 km sem mostrar desconforto e qualquer fadiga. Mesmo na chuva ou no frio de Janeiro, tiveram um comportamento muito acima da média ao retirar a agua rapidamente e a não se tornarem 2 tijolos nos pés. Se não fosse o preço, estas seriam sem dúvida as minhas escolhas sem qualquer reserva.

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Prós
- extremamente confortáveis
- sistema de rails lateral ajudam a ter uma grande estabilidade
- ideiais para treinos/provas mais longas
- não aquecem com a frição interna (inexistente nos meus pés de elefante)

Contras
- escorrega MUITO em calçada molhada
- parte superior da língua/cordões apertam um pouco e são pouco moldaveis ao pé
- demoram um pouco a partir
- às vezes demasiado confortaveis e cortam o feedback que recebemos do chão em ritmos muito rapidos em piso instável

 

(Video das sapatilhas)


Design/Construção 19/20
Estabilidade/Aderência 18/20
Conforto 19/20
Amortecimento 18/20
Preço 15/20

Total 89/100

 

 

 

 

Preview: ASICS Noosa FF

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A ASICS é, para mim, a maior referência de running em termos de calçado e têxtil. Os meus primeiros ténis de estrada, e também de trilhos, foram ASICS. A vantagem desta marca é que tem várias gamas, para vários níveis de exigência e vários orçamentos.

 

Este mês a ASICS apresenta a FlyteFoam™Fast Series composta por três modelos: Noosa FF, Gel-DS Trainer™ e uma nova versão de cores das DynaFyte™. A nova tecnologia FlyteFoam foi pensada para aqueles que querem ser mais rápidos. Tivemos a oportunidade de testar as Noosa FF.

 

FlyteFoam é a última tecnologia patenteada da ASICS. A tecnologia é incorporada na entressola das sapatilhas e promete responder às necessidades de todo o tipo de corredores independentemente do tipo de passada ou técnica.

 

Da FlyteFoam™ Fast Series fazem parte três modelos:

 

Noosa FF™: este modelo incorpora uma entressola com FlyteFoam™, um upper altamente respirável e uma sola em borracha com maior aderência para pisos molhados. É este o modelo que nós estamos a testar.

Peso: 255 gr // Drop: 10 (24-14) // PVPR: 150€

 

DynaFlyte™: incorpora uma sola inteira com FlyteFoam™ para oferecer amortecimento ao mesmo tempo que leveza. Nesta colecção são lançadas novas cores.

Peso: 270 gr // Drop: 8 // PVPR: 160€

 

GEL-DS Trainer™ 22: também com uma  entressola com FlyteFoam™. Um modelo de estabilidade média alta também com a tecnologia Dynamic Duomax™ para oferecer estabilidade e conforto.

Peso: 225 gr // Drop: 10 (20-10) // PVPR: 140€

 

Em breve mais novidades sobre as Noosa FF, aqui no blog!

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