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Correr na Cidade

Review: Brooks Transcend 4

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Ao fim de 6 anos a correr e experimentar varios materiais, sapatilhas e mochilas, não existe muita coisa que me consiga surpreender. Após 3 meses e 160km em que foram usadas na chuva, frio, quente, subidas, descidas, alcatrão, calçada e afins, posso dizer que estas Brooks me surpreenderam. A review mais demorada prende-se com o facto de me estarem a dar um grande gozo correr com elas e saber se passavam a ser as minhas preferidas para alcatrão.


Surpreenderam na medida em que ultrapassaram as minhas expectativas, que eram grandes. Vamos por partes e conhecer estas Brooks Transcend 4 :)


Design/construção
O design é bastante standard para os dias actuais e deve agradar a muita gente. A construção é robusta e os materiais escolhidos muito bons, acima da média. Até os atacadores sendo em formato old school não fogem depois de apertados no sitio.


Primeira coisa que pensei quando as sapatilhas me foram entregues e vi o formato e qualidade da mesma, "Será que chegam para destronar as Guide 7 do meu top de escolha para alcatrão ?". As Guide 7 até hoje são as minhas sapatilhas favoritas para derreter km's em alcatrão. São brutais para o meu pé, tipo de passada e tipo de esforço que faço.


As Transcend tem um desenho no meio e na parte superior da sapatilha semelhante, sendo a parte do meio da sola o unico sitio onde é muito diferente. Alias, é diferente de 99% das sapatilhas no mercado pois não faz a habitual curvatura para dentro. Em vez disso, (quase que) mantem a largura no centro da sola.


Os materiais usados no geral são muito acima da média e a sapatilha ao fim deste tempo parece que saiu da caixa ontem.
Em termos de cores tem um uso geral muito agradavel, sem entrar em extremismos com cores fluorescentes, num tom muito sobrio e muito bem conseguido. Passam muito despercebidas no meio do pelotão.


Estabilidade/Aderência
Ponto forte da sapatilha, a estabilidade que oferece para podermos percorrer distancias longas sem os pés se movimentarem muito lateralmente e assim optimizar a passada, o desgaste de energia e o conforto. Com a tecnologia GuideRails senti que a sapatilha é bastante rígida em treinos em recta, ficando um bocadinho rigidos demais quando percorremos ruas apertadas no meio da cidade e queremos fazer mudanças de direcção rapidamente. Sente-se o pé bem apoiado nas laterais e isso dá confiança para atacar os km's. Mesmo a subir ou descer escadas/rampas, a estabilidade é muito boa sem comprometer o conforto.

O apoio à volta do calcanhar é muito bom mas convém que o pé seja compativel porque as paredas da sapatilha são muito rigidas, mas não são compativeis com todos os pés e podem criar desconforto se o pé não encaixar correctamente. O mesmo se pode dizer da parte superior e do mecanismo que liga a lingua do suporte lateral. Quem tiver pés mais altos ou fortes, pode sentir algum desconforto devido ao efeito "elástico". Mas a maior parte das pessoas vão sentir uma sensação do pé estar bem rodeado e preso na sapatilha o que se tranforma em muitos kms com estabilidade e sem torção lateral.

A sola tem um excelente grip na maior parte das situação mas à custa de um desgaste mais rapido do que na concorrencia. A aderencia mostrou-se ao nivel do melhor que existe no mercado. Com a unica excepção da calçada molhada que apanhei nos primeiros dias de testes ( e nos ultimos dias ) onde a sapatilha apresenta uma aderencia muito reduzida. Foi uma das 2 piores sapatilhas que já experimentei neste tipo de piso e fiquei bastante surpreendido por isso. Deverá ter algo a ver com o tipo de borracha usada a meio da sola. De resto, sempre se portou acima da média em todo o tipo de terreno, desde alcatrão até calçada portuguesa seca, passando por estradões e relva.

 

Enquanto a parte superior da sapatilha foi construída para durar centenas e centenas de kms, a sola por indicação da Brooks deverá ter uma duração com as caracteristicas originais pouco acima dos 500km. Mas muitas vezes estas informações das marcas são um pouco contraditórias e a minha experiencia é que com os 160km que tem em cima em diversos terrenos ainda não mostra qualquer sinal de desgaste ou perda de tração.

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Conforto
São extremamente confortaveis e permitem rolar muitos km's. Aliás, a melhor sensação que se pode pedir a umas sapatilhas é no final do treino/prova não nos apercebermos que as estamos a usar. E as Transcend 4 fazem isso. Demora 2/3km a moldar ao pé mas depois quase que nos esquecemos que estão ali, tal o conforto e relacionamento que o interior consegue fazer com o pé.
A ligação entre a lingua e as lateriais com o seu efeito "semi-meia elastica" ajudam nesta area mas a maior responsabilidade recai na borracha e nas suas varias camadas de diferentes rigidez e absorção de impactos, que tornam o correr num exercicio muito confortável. Mesmo no final da meia maratona da 25 de Abril não senti qualquer sensação negativa nos pés nem nos tendões devido ao esforço. Perfeitamente encaixado o esforço nas diversas estruturas de rigidez e conforto da sapatilha.


O peso de 300gr para um pé masculino normal de tamanho 42/43 nota-se um bocado quando as calçamos mas depois essa sensação desaparece por completo quando arrancamos, não se notando o peso. O drop de 8mm está na média do segmento e não é perceptivel com a quantidade de borracha que temos debaixo do pé e o acolchoamento associado dando a sensação de ter menos.


Amortecimento
Para mim quase perfeitas para quem treina um pouco mais longo. O único senão é serem demasiado confortaveis. Em alcatrão liso e sempre em recta o equilibrio entre conforto/amortecimento/feedback do chão é muito, muito bom. "Problema" é quando estamos a treinar em sitios como por exemplo no centro de Lisboa, com ruas esburacadas, passeios desnivelados, calçada portuguesa ligeiramente desnivelada ou então em muitas das nossas ruas com alcatrão mais antigo e rugoso. A grande vantagem do excelente amortecimento torna-se numa desvantagem porque faz com que o feedback que nos chega até aos pés sobre o piso que estamos a calcar seja menor e isso pode ser suficiente para não termos a noção de alguns solavancos no piso. Mas isto é um pormenor muito especifico que em nada prejudica o amortecimento/conforto geral que é muito acima da média, mesmo no segmento premium.

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Preço
As Brooks não costumam ser sapatilhas baratas. E este topo de gama não foge a essa politica cá no nosso burgo. O PVP esperado agora com inicio de venda em final Abril é de 160€ o que é um bom bocado.


Se por um lado temos uma das melhores sapatilhas do mercado para fazer treinos/provas mais longas em alcatrão, não deixa de ser verdade ( e minha opinião pessoal ) que é muito dinheiro por um par de sapatilhas. Para quem faz muitos km's por ano, fica com a mais valia de sentir que os pés estão a ter um menor esforço e desgaste do que com outros modelos mais acessiveis mas não deixa de ser um investimento avultado.


Ao fim de 160km, não denotam desgaste, o que pode indicar que podem ter uma boa longevidade, tanto na sola como no conforto dado pelo mid e upper. Tantas sapatilhas que deixamos de usar porque as proteções superiores cedem antes da sola !
Tentem apanhar promoções que ficando por perto de 100€ ficam um excelente negocio para o que oferecem.


Resumo
Muito sinceramente, estas Brooks para quem tem uma passada ligeira pronadora e costuma fazer 2/4x acima dos 10km por semana ou procura uma boa companhia para meias maratonas e maratonas, não precisa de procurar mais se o pé for compativel com a forma da sapatilha. A parte posterior é ampla e não deve criar problemas a nenhum corredor, mas a parte do calcanhar fecha muito o pé para fornecer o apoio todo que sentimos. Em alguns pés pode provocar algumas questões de desconforto no longo prazo, por isso é sempre melhor experimentar a sapatilha antes de comprarmos.

Em sentido contrário para quem procurar treinos/provas mais curtas ou com ritmo rapido, a propria Brooks tem outras alternativas mais ligeiras e rapidas. Os 300gr de peso e o efeito "pantufa" criado para as longas distancias não são os melhores amigos para quem procura sapatilhas rapidas, que respondam rapidamente a alterações de ritmo e direcção. Não são impeditivas de corrermos por um longo periodo a 4/km mas desde que seja em recta ou sem muitas mudanças de direcção.

Esta sapatilha tem um mercado muito bem definido. Para esse mercado eu diria que antes de comprarem qualquer sapatilha deem uma hipotese a estas Brooks e experimentem. A mim deixaram-me surpresos com a facilidade com que fazem 15/25km em ritmos médios de 4/4:30 km sem mostrar desconforto e qualquer fadiga. Mesmo na chuva ou no frio de Janeiro, tiveram um comportamento muito acima da média ao retirar a agua rapidamente e a não se tornarem 2 tijolos nos pés. Se não fosse o preço, estas seriam sem dúvida as minhas escolhas sem qualquer reserva.

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Prós
- extremamente confortáveis
- sistema de rails lateral ajudam a ter uma grande estabilidade
- ideiais para treinos/provas mais longas
- não aquecem com a frição interna (inexistente nos meus pés de elefante)

Contras
- escorrega MUITO em calçada molhada
- parte superior da língua/cordões apertam um pouco e são pouco moldaveis ao pé
- demoram um pouco a partir
- às vezes demasiado confortaveis e cortam o feedback que recebemos do chão em ritmos muito rapidos em piso instável

 

(Video das sapatilhas)


Design/Construção 19/20
Estabilidade/Aderência 18/20
Conforto 19/20
Amortecimento 18/20
Preço 15/20

Total 89/100

 

 

 

 

Sucesso é tropeçar de fracasso em fracasso sem perda de entusiasmo

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Grandes recompensas advêm muitas vezes de trabalho e suor, pelo menos quero acreditar que sim. Mas não era necessário custar, demorar e doer assim tanto, ainda por cima sendo a segunda vez que passo por este processo.

 

Mas afinal de que raio estou para aqui a falar? Do recomeço. De voltar a correr com mais afinco, de deixar de ser um corredor de domingo, sem menosprezo algum, e tentar novamente regressar ao ritmo e forma que tinha em 2015, não era muita mas era bem superior à atual.

 

Mas não está a ser fácil, nada. E eu pensava que desta vez iria ser menos complicado, bastariam dois ou três treinos mais duros e isto voltava aos eixos, mas não. Afinal onde anda a famosa memória muscular?

 

A corrida não é minha amiga e tenho que merecer cada segundo ganho, cada quilómetro alcançado e sacrificar-me quase diariamente para melhorar neste desporto tão duro principalmente na modalidade de resistência.

 

O sucesso desportivo depende em grande medida do nosso cérebro e da forma como encarramos e aguentamos a dor, o sofrimento, o sacrifício e a solidão. O grau de compromisso é proporcional ao nosso treino, quanto mais tentamos mais dispostos estamos a aguentar todas estas privações.

 

Dificilmente algum dia serei um atleta de topo, não tenho os atributos físicos para tamanha façanha, mas balanço a minha pouca aptidão natural com o treino de capacidades psicológicas que são essências em provas de resistência e que me ajudaram a mudar nestes últimos anos.   

 

Este ano decidi, após mais de 12 meses de afastamento, regressar a correr e aos trilhos. Simplesmente porque adoro correr na natureza e tinha saudades de sentir a minha alma carregada depois de correr nos trilhos. Mas um ano afastado é muito tempo e o regresso fácil que almejava não se concretizou.

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Não vou aqui falar de VO2 Max, nem de características fisiológicas essenciais para se ser um corredor rápido e eficiente. Não é esse o meu propósito. Treino, e treino para ficar em melhor forma e o meu organismo adaptar-se, capacidade muscular e cardíaca, e influenciar a minha performance ao reduzir a minha perceção do esforço.

 

O que me têm mantido motivado, apesar das dificuldades, da dor e do sofrimento de alguns treinos, é o compromisso e o medo. O facto de me ter comprometido a alcançar algo grande, ainda que para muitos possa parecer pouco ou mesmo insignificante. Esse compromisso e esse medo de falhar comigo próprio têm sido a minha força motriz, que me levanta do chão e me faz sair do conforto relativo a que me habituei. Sei que ainda não estou pronto e que não terei o tempo necessário para estar a 100%. Mas tenho algum tempo para fazer alguma coisa relativamente à minha falta de capacidade atual.

 

Não tem sido fácil conquistar os pequenos objetivos a que me propus, mas a cada falhanço insisto e tento novamente com mais força.

 

A tolerância para aguentar o desconforto e a minha perceção de esforço tem aumentado gradualmente, mas ainda estão longe do pretendido, mas estou comprometido e não quero falhar.  

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“Sucesso é tropeçar de fracasso em fracasso sem perda de entusiasmo”

 

EGT aqui vou eu!

Race Report: Meia Maratona Lisboa 2017 - A walk on the memory lane

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Este ano retornei à Meia-Maratona da Ponte 25 Abril para correr. Sozinho, no meio da multidão, entre conhecidos e desconhecidos. Ir fazer km's sem qualquer segunda intenção. Cansado e com muitas horas de treino em cima nesta semana, a meia fazia parte do plano que tracei há pouco mais de 1 mes atrás.

Continuo a achar monótono fazer 10km sempre em linha reta sem qualquer obstáculo. É muito complicado ocupar a cabeça e concentrar.

 

 

 

Review Brooks launch 4

 Brooks launch 4

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Há umas semanas atrás comecei os testes a estas meninas, Launch 4, da marca americana Brooks. Verdade seja dita que nunca tinha testado nada desta marca, tão bem conceituada (do outro lado do Atlântico), e inicialmente tive as minhas dúvidas, em parte devido ao drop que têm e ao facto de não estar habituado a correr com sapatilhas com estas características. 

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Aqui vai a minha análise: 

 

Estética e Conforto

Esteticamente é uma sapatilha bastante gira, eu tenho a versão vermelha (sou do sporting mas não me faz confusão), existem mais 4 variantes de cor o que é bom para os vaidosos. Em termos de estilo tem um estilo “veloz”, não é nada de outro mundo mas as vezes a simplicidade é uma vantagem "less is more",  e no passado a brooks já teve sapatilhas bem estranhas. Relativamente ao conforto até agora são as sapatilhas de estrada mais confortáveis que tive. Não tenho nada a apontar neste campo, estas são as minhas sapatilhas de velocidade e só posso afirmar é que nunca me senti desconfortável com elas.

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Construção

São umas sapatilhas muito bem contruídas, com um tecido muito maleável e respirável, onde as costuras não se sentem, o uper da sapatilha é bastante satisfatório segurando bastante bem o pé sem magoar os tendões, isso derivado a uma “língua” com alguma espuma, não muita mas a suficiente. A meia sola com a tecnologia ADN demonstra sem sombra de dúvida que funciona, trasmitindo conforto e uma impulsão extra que nos ajuda nas passadas. Até agora esta demonstra ser impecável. Apesar dos quilométros que já leva a sola até agora não demonstra desgaste. As sapatilhas tem um peso medio-leve 255 g no tamanho 42eu. 

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Sola e “MeiaSola”

A Meia Sola como já falei vem com a tecnologia ADN desenvolvida pela própria marca, conta com 10mm de drop, 27mm Calcanhar/17mm Frente do pé.  Ao início e no meu ponto de vista o drop era bastante e fez-me confusão pois estou habituado a drops mais baixos, de 4mm. Por isso decidi meter as sapatilhas para treinos e provas rápidas e sem dúvida são indicadas para isso. Como já tinha dito a meia sola ADN é super confortável dando amortecimento e um impulso extra. A sola surpreendeu-me pela positiva pois o grip que tem para umas sapatilhas de estrada são ótimas, mesmo em zonas de terra agarram muito bem, onde corro é tudo calçada, estradas mal acabadas e estradões e não tenho tido problemas, o que dá para ver a qualidade do grip.

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O preço ainda não se sabe muito bem pois se não me engano este modelo ainda não saiu na europa mas esta para breve e deve andar na casa dos 100€-120€. Existem já varias lojas que vendem Brooks em Portugal, como a 4Run em Lisboa ou a Runners no Porto. 

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Conclusão

São sem dúvida umas sapatilhas pensadas para bater records, mas sem comprometer o conforto e por isso fiquei fã. Agora aconselho as sapatilhas para pessoal leve e que já tenho alguma técnica de corrida, isto por causa do drop que é alto. Não tenho nada de mal, até agora, a apontar. As sapatilhas foram sem dúvida uma aposta vencedora da parte da Brooks, e vou andar mais atento às novidades da marca pois sei que vai sair muito coisa nova em breve.

Preview : Brooks Transcend 4

brooks Transcend 4_1

 

 

Brooks é uma marca americana muito conhecida do outro lado do atlantico e está a tentar conquistar os pés ( e os bolsos ) dos corredores Portugueses.
O Pequito está a testar os novos Launch 4 e hoje venho apresentar os novos Brooks Transcend 4.

O segmento onde estas novas Transcend se insere é feroz. Estamos a falar do segmento alto de performance e conforto, onde as marcas costumam colocar os seus pesos pesados.

brooks Transcend 4_2

 

 

 

 

Preview Brooks  Launch 4

Tive o privilégio de receber os novíssimos Brooks Launch 4 para testar, quando falo em novíssimos é porque ainda nem saíram em Portugal (uouuuuuu).

IMG_20170112_104709.jpgA Brooks é uma das marcas de corrida mais conceituadas dos Estados Unidos,e que tem uma das caras mais conhecidas das ultras distâncias como representante da marca, falo do Scott Jurek, um dos mestres do trail, principalmente do ultratrail.

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Bem de volta às sapatilhas, a minha primeira impressão é de muita curiosidade pois nunca usei nada da Brooks, e só tenho houvido falar muito bem da marca, desde reviews (estrangeiras) a algum pessoal cá nas nossas bandas que já foi conquistado pela marca.

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São umas sapatilhas bastante leves, com um peso de 255gramas no tamanho 42, bastante leves mesmo, vem com o amortecimento ADN que é uma tecnologia desenvolvida pela marca e que tem dado cartas no conforto e amortecimento, com os poucos quilometros que já fiz posso comprovar essas qualidades.

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A mesh deles e bastante maleável e o toebox é largo o que para mim e ótimo pois não me apertam os dedos.

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Ate agora só há uma coisa que me está a por um pouco receoso que é o drop de 10 mm (27mm no calcanhar e 17 na frente do pé), pois não estou habituado a isso por isso vamos ver como me vou dar, atá agora não me faz muito impressão mas em alguma situações a sensação ainda é algo estranha.

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Agora é testar e testar e logo darei o meu feedback final, já vi que são muito rápidas e podem ser interessantes numa prova de estrada para bater PR, em treinos de séries ou simplesmente para quem gosta de correr depressa, vamos ver o que o tempo e os testes dirão.

Até breve.   

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