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Correr na Cidade

A corrida cria empatia - um exemplo prático

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A semana passada escrevi um artigo sobre o livro de William Pullen: Corra pela sua felicidade”  e sobre a Terapia de Corrida Dinâmica. Basicamente, no seu livro, o William apresenta uma abordagem nova e radical ao mindfulness, que tem origem no nosso próprio corpo e no seu movimento. A corrida pode ser muito enriquecedora quer estejamos à procura de formas para lidar com a ansiedade, a raiva, a mudança ou a tomada de uma decisão.

 

"Corra pela sua Felicidade" apresenta planos de exercícios mentais apropriados a cada uma das necessidades (tanto para prática individual, em par ou grupo) inspirados no mindfulness e na Terapia Cognitiva de Comportamento, criados especificamente para serem praticados enquanto corremos ou fazemos caminhadas.

 

A Terapia de Corrida Dinâmica é uma abordagem holística para a vida, reunindo, em perfeita harmonia, a mente e o corpo, e combinando o poder de ambos para mostrar como podemos atingir o nosso potencial máximo.

 

E em termos práticos, como é a Terapia de Corrida Dinâmica?

 

 

A corrida como terapia - conheçam William Pullen

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Fiquei super entusiasmada quando nos convidaram a conhecer o William Pullen, criador da Terapia de Corrida Dinâmica e autor de “Corra pela sua felicidade”, um livro que associa corrida ao ar livre com mindfulness. Na verdade, recentemente tenho-me interessado mais pelo conceito de corrida mindful. Tanto a corrida como o mindfulness são dois conceitos que fazem parte do meu dia-a-dia e combinar os dois parece-me perfeito!

 

Se estás a ler isto, provavelmente corres, fazes jogging ou caminhadas e já experimentaste a sensação feliz e energizante de quem chega ao final de cada uma destas atividades. William Pullen ensina-nos a canalizar essa incrível energia para lidarmos com as nossas emoções e problemas, enquanto corremos ou caminhamos.

 

Fui falar com o William para perceber um pouco mais sobre quem ele é e como funciona isto da corrida mindful e da Terapia de Corrida Dinâmica.

  

 

A recuperação pós ultramaratona - EGT 2017

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Já falamos muito sobre preparações para provas grandes e sobre o que fazer e não fazer antes de uma (ultra)maratona. E depois? O que devemos fazer para uma recuperação ótima depois de uma prova intensa e longa

 

Participei nos 49km do Estrela Grande Trail e a recuperação foi incrível. É claro que depois do dia da prova tinha olheiras gigantes e estava cansadita, mas não senti quase dores musculares! Infelizmente, depois da prova dormi muito mal. Estava excitada ainda e tinha os pés tão doridos que tive que sair da cama no meio da noite para comer algo e tomar um analgésico. 

 

No dia depois do EGT, voltei para Lisboa e encontrei-me logo com alguns amigos meus para aproveitar o resto de domingo. Os dois amigos com quem tive disseram-me o mesmo: Bo, por favor não voltes a correr tanto tão cedo. Estava com uma cara de cansada e com olheiras gigantes mas acredito que também tenha sido pela noite mal dormida. Depois de domingo a recuperação foi impecável. Como?

 

Na preparação do EGT fui acompanhada por dois profissionais excelentes: o treinador Paulo Pires da beAPT e a nutricionista Ana Sofia Guerra. Não tenho dúvidas que é graças ao apoio destes dois amigos que a prova correu super bem e, não menos importante, a recuperação foi incrivelmente boa.

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Então, com base nesta experiência onde fui acompanhada por especialistas, seguem algumas dicas:
  • "Treinasses" - é óbvio que quanto mais nos preparamos para uma prova dura e intensa, melhor a prova há-de correr e melhor há-de ser a recuperação. Acredito que grande parte da minha excelente recuperação foi graças à uma boa preparação. Podem ler mais sobre a minha preparação física e os treinos com o Paulo Pires da beAPT aqui no blog. 
  • Estratégia durante a prova - fiz a prova conforme a estratégia definido pelo Paulo, conforme podem ler na Race Report. Dessa forma consegui gerir bem o esforço sem "abusar". Assim, também garantimos que chegamos "bem" (dentro dos possíveis, claro) e que a recuperação seja tranquila também.
  • Alimentação antes da prova - durante o tempo de preparação da prova a Ana Sofia Guerra ajudou-me a chegar a um peso melhor para realizar uma prova tão longa através de uma dieta mais cuidada, minimazando o impacto no corpo causada por tantos quilómetros na serra. Além disso, na semana antes da prova tive cuidados adicionais na hidratação e ingestão de hidratos de carbono, preparando o corpo para o esforço intenso e de longa duração.
  • Alimentação durante a prova - também durante  prova tive cuidados com base nas dicas da Ana e do Paulo. O Redrate e a magnesona, por exemplo, não conhecia e sinto que me fizeram muito bem.
  • Alimentação pós-prova - depois da prova, assim que cheguei, tomei uma bebida de recuperação da Gold Nutrition e, além de umas quantas cervejinhas, bebi muuuuita água. Água no pós prova é essencial para repor os níveis de hidratação do corpo que, mesmo com os cuidados extra, foram perturbados com o esforço intenso e prolongado ao sol. Depois, em termos de comida, apostei nas proteínas leves como ovos. E a hidratação adicional não foi só no dia do pós prova, foi também nos dias seguintes.
  • Recuperação ativa - duas semanas de recuperação depois do grande objetivo do EGT fizeram parte do plano de treinos da beATP. Nestas semanas fui nadar, correr calmamente em estrada e plano e rolar de bicicleta. Complementarmente, mantive a minha prática de yoga diária que serviu para cumprir os treinos de flexibilidade que o Paulo tinha prescrito. A natação dois dias depois da prova soube-me tão tão bem! Fez toda a diferença. Recomendo vivamente. Sem impacto e ótimo para evitar as dores causadas pela acumulação de ácido lático ;)
  • Descanso - descanso, descanso, descanso. A Ana fartava-se de me lembrar da importância do descanso, tanto no período de treinos mais intenso, como no período pré e pós prova. Como tenho tendência para a anemia, o descanso é ainda mais importante nesta fase mais exigente fisicamente. Felizmente a Ana lembrava-me disso, pois eu que gosto de festas e copos e com a chegada do verão às vezes descorava este fator importante.

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Penso que são estes os fatores que contribuíram para a boa recuperação pós prova. Estou super grata ao Paulo por todo o acompanhamento antes, durante e depois da prova. Na verdade, estou tão satisfeita que, no próximo desafio grande que for fazer, vou querer contar com o apoio do Paulo novamente. O mesmo aplica-se à nutricionista Ana. É bom sentir-me mais fit e saudável, principalmente agora, dois meses depois da primeira consulta que tive com a Ana. O meu corpo já perdeu os vestígios dos excessos que cometi durante os meses que vivi na Tailândia e sinto-me mais forte e saudável que nunca!
 
Em termos de próximos desafios, o próximo será mesmo só em termos profissionais - o meu projeto SeaBookings.com. É um negócio altamente sazonal e por isso, agora no verão, quero focar-me nisso. Provas grandes, só lá para Novembro ou Dezembro. Até lá, vou correndo, claro, mas quando e como me apetecer, sem planos nem objetivos.
 
Boas corridas!

 

Estrela Grande Trail: 40km de prazer + 9km de sofrimento

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Este fim-de-semana foi o culminar de dois meses de muito treino e uma alimentação cuidada. Se costumas seguir o blog, já sabes que tenho vindo a ser acompanhada pelo Paulo Pires da beAPT e pela nutricionista Ana Sofia Guerra na preparação deste grande desafio.

 

Preparação do EGT - 49K
49km é muita fruta. E 49km na Serra da Estrela com 2500 de D+ ainda mais! Adorei todo o percurso até ao grande dia. Andei sempre super motivada e fiz cada treino super bem feitinho. O acompanhamento do Paulo deu me confiança e pica: estava a treinar "como deve de ser". E os resultados iam aparecendo. A mesma coisa a nível alimentar. Tinha uns quilinhos a mais e tinha que converter massa gorda em massa magra e com a ajuda da Ana, em menos de dois meses, os resultados foram muito bons (e sim, ainda fiz alguma batota!). No dia da prova senti-me preparada e cheia de "pica".

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Crew trip rumo à Estrela
Quando decidi que queria voltar a participar nesta prova, que foi no Columbus trail nos Açores em conversa com o Armando Teixeira que organiza o EGT, desafiei logo o pessoal do Correr na Cidade para irmos em "crew trip". Assim, o Tiago e o Nuno vieram também para participar na prova e a Ana e o Bruno vieram em modo apoio enquanto nutricionista e fotógrafo :)
Então eram 16h30 na sexta-feira quando nos encontramos para irmos de carro rumo à serra. Viagem super divertida, passou a voar. Ficámos na casa da Ana numa aldeia a 45min da partida da prova. A aldeia, com o nome de Aldeia Viçosa, é muito linda, no meio de um vale enorme na Serra da Estrela.
Jantamos uma bela assa em casa, conforme indicações da Ana, e depois de preparar as mochilas e a enorme lista de material obrigatório, deitamo-nos cedo para cedo erguer. 

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Dia da prova
Acordei bem, tinha dormido bem e comi um bom pequeno almoço. Sentia-me tranquila, nada nervosa. Só comecei a ficar um pouco nervosa quando me apercebi que só iríamos chegar a Manteigas 15min antes da prova arrancar. Felizmente conseguimos levantar os dorsais e tratar dos últimos preparativos. 
Sentia-me confiante. Tinha um plano feito pelo Paulo para fazer a prova bem feitinha. Sabia mais ou menos a intensidade do desnível e distância entre cada abastecimento e que frequência cardíaca média deveria manter em cada troço. Em temos de alimentação, o Paulo também deu umas dicas muito valiosas e a Ana também. 
 
A prova - EGT Orion Belt 49K
Estava um dia lindo. Céu limpíssimo, paisagens fantásticas e uma temperatura perfeita para correr. A ideia era: vamos subir com calma até a Torre - 23km e grande parte do D+ - e depois curtir a segunda parte "a descer". Se conseguíssemos chegar à Torre fresquinhos, o resto seria tranquilo.
Então assim foi, o Tiago acompanhou-me no meu ritmo tranquilo, guiado pela frequência cardíaca média. Subidas lindas com paisagens de cortar a respiração. Vistas incríveis à medida que íamos subindo e subindo. Estava a adorar cada passo. Sentia-me tão bem e feliz! Na Torre, o ponto mais alto da prova, deixei o Tiago para trás. Estava cheia de energia e queria continuar a cumprir os timings que o Paulo tinha sugerido. Custou, mas segui sozinha.
Começaram então as descidas. Adoro! Infelizmente apanhei alguns engarrafamentos num trilho lindo que desce da Torre com uma falésia do lado direito, o que dificulta a passagem. Aqui, corri abaixo do meu ritmo. Felizmente depois consegui passar. Até o Vale Glaciar foi sempre a "rolar". Apanhei o Sílvio com quem partilhei alguns treinos de preparação para o EGT e corremos um bom bocado juntos. Continuava a sentir-me super bem e motivava o pessoal por quem ia passando.
Depois do abastecimento no Vale Glaciar tivemos uma subida muito íngreme. Esta custou. Vá lá que era curtinha. Depois uma espécie de planalto com estradões. Uma seca mas lá ia correndo a um ritmo certinho. Quando cheguei ao último abastecimento já só faltavam 9km. 

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Tinha posto na cabeça que os últimos 9km seriam sempre a descer que seriam "corríveis". Quando o Nuno Malcata me mandou sms a dizer "Bora, agora é sempre a descer", ganhei coragem e lá fui ao último troço. Foi aqui que comecei a penar. Não foi nada sempre a descer e não foi nada corrível. Trilhos muito técnicos e com umas belas subidas íngremes. Ao km 42 quebrei. Estava sozinha e já não estava a achar piada nenhuma (vejam o vídeo). Felizmente passaram por mim uns quantos simpáticos trailistas que puxaram por mim e lá segui. Depois foi só descer a calçada romana. "Só" é subjetivo. Já me doía tanto os pés que esta parte foi muito massacrante. Até alucinei! Jurava que tinha umas pedrinhas no sapato direito mas quando fui ver, nada! Aahah já vos aconteceu?

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Enfim, despachei a última parte o mais rapidamente possível. Já só queria chegar. Já só queria ver a Ana, Bruno e Nuno (que fez a prova dos 26km) e beber uma cerveja fresquinha. Cruzar a meta foi uma explosão de emoções. Mais uma ultra superada. Até ao km 40 e picos adorei, foi a melhor prova de sempre, em todos os aspetos. Depois a "reta final" de sofrimento foi marcante mas estou orgulhosa por ter conseguido supera-la. Este ano a prova for muito mais difícil. O vencedor levou mais uma hora do que o vencedor do ano passado. E eu sei porquê :)

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Alimentação
Com base nas dicas do Paulo e da Ana e da minha experiência pessoal nos trilhos até hoje, posso dizer que esta prova foi perfeita em termos de alimentação.
Ia sempre com dois bidons de 0.6 litros, um com água e um com isotónico e Redrate (um pózinho que se compra na farmácia e ajuda a recompor os sais minerais e outras substâncias que perdemos com o suor). Bebi no total cerca de 5 litros de água ao longo dos 49km.
De resto, tomei uma âmpola de Magnesona (queria ter tomado duas mas não me lembrei), três bolinhas energéticas caseiras (amendoim, aveia, tâmaras, óleo de côco, sal, sementes de cânhamo) e uma sandes de ovo estrelado
Nos abastecimentos foquei-me nos líquidos e só comi um pouco de tomate com sal e laranjas.

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Material
Levei praticamente o mesmo material que o ano passado e possivelmente, se para o ano volta a participar no EGT, levarei o mesmo. É uma combinação vencedora!
- bastões Karrimor
- relógio TomTom Adventurer
- têxtil da Reebok
 
Conclusão
Mais uma vez o Armando e toda a sua equipa está de parabéns. O EGT é das melhores provas portuguesas pela sua excelente organização, abastecimentos de luxo, simpatia do pessoal, sinalização muito boa dos trilhos e as paisagens falam por si. Para o ano, considero voltar. Não aos 3 dígitos, acho que isso não é para mim ;)
Para semana partilho aqui um pouco sobre como tem sido a minha recuperação com o apoio do Paulo Pires da beAPT.

O que fazer na semana antes de uma prova grande

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Prova grande? Sim, no sábado vou participar no Estrela Grande Trail, na distância dos 50K. E sim, para mim, isso é uma prova “grande”! Só corri distâncias acima dos 45km três vezes. Uma vez no Piódão e o ano passado no Estrela Grande Trail também.

 

Desde o final de Março que tenho andado mais focada nesta prova. Até tenho tido duas ajudas excecionais: o treinador Paulo Pires da beAPT e a Ana Guerra, nutricionista. Tenho vindo a seguir o plano de treinos desenvolvido pelo Paulo enquanto tento comer e beber melhor consoante as dicas da Ana.

 

Tenho adorado seguir o plano feito pelo Paulo e a sua equipa e tem sido uma experiência muito boa treinar “com o coração”. Tenho-me vindo a aperceber dos benefícios do treino com base na frequência cardíaca e agora, em vez de olhar para o pace do meu treino, guio-me só pela duração e frequência cardíaca. Para isso também me tem ajudado o meu novo companheiro, o TomTom Adventurer (prometo uma review sobre este relógio em breve). Tenho seguido o plano à risca. Houve apenas dois treinos que falhei: um enquanto estava de “férias” com amigos no Porto e outro no dia em que o grande Benfica se sagrou “Tetra”. De resto, até os treinos de reforço muscular e flexibilidade tenho feito com muito gosto e dedicação.

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No que toca a alimentação, tenho vindo a seguir religiosamente os conselhos da Ana. Precisava de perder massa gorda e desenvolver mais massa muscular. Um mês depois de a Ana me ter feito uma avaliação corporal e ter dado um plano alimentar, voltamos a reunir e a avaliar-me. Ficamos as duas muito satisfeitas com os resultados!

 

Sinto-me preparada para os 50K que me esperam na Serra da Estrela. Vai ser uma bela aventura. Agora que já só falta pouco, baixámos a intensidade e frequência dos treinos. A semana passada “só” corri três vezes (tinha quatro treinos prescritos) e esta semana já só são três corridinhas de 30. 40 e 50 minutos, antes do grande dia sábado. Além disso, dormir bem, beber bem, comer bem (yay, venham os hidratos) e curtir a ansiedade :)

 

Se tiverem alguma dúvida em relação aos programas de treino do Paulo, não hesitem em contactá-lo a ele ou a mim :) depois da prova, é claro que terão direito a uma race report! Vai ser um fim-de-semana em grande com amigos na serra! Wish em luck!

Os benefícios de treinos com base na frequência cardíaca

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Paisagens lindas no Montejunto que bem nos preparou para a Estrela

 

Como possivelmente já leram aqui no blog, estou a preparar-me para os 50K do Estrela Grande Trail com o apoio do treinador Paulo Pires da beAPT. Os treinos com o Paulo são treinos com base na frequência cardíaca.

 

Assim, no que toca ao treino, o relógio com cárdio-frequencímetro e GPS é essencial (eu optei pelo relógio TomTom Adventurer com cárdio-frequencímetro incorporado). Pois, o que manda nos treinos são a duração do treino e a frequência cardíaca média e não o pace.

 

Segundo o Paulo Pires da beAPT, “a questão é que o planeamento clássico que usa ritmos e velocidades que não é de todo o indicador capaz de individualizar o treino em função do perfil biométrico e nível de treino da pessoa”. Na verdade, somos todos diferentes e “com a frequência cardíaca há uma gestão mais efetiva da carga do treino. O treino com a beAPT baseia-se em zonas de treino personalizada e na evolução do atleta. É um método mais pedagógico e científico e utiliza novas tecnologias.”

 

Monitorar a frequência cardíaca durante uma sessão de treino permite aos treinadores medir a intensidade do trabalho num determinado exercício e assim decidir se se pretende reduzir ou aumentar a intensidade do treino.

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E continuam os treinos de reforço muscular 2x por semana

 

Na minha opinião, o treino com base na frequência cardíaca é excelente para evitar um dos piores inimigos dos corredores: correr demasiado, seja demasiado rápido ou demasiados quilómetros, aumentando o risco de lesões e overtraining.

 

Além disso, como o meu objetivo é treinar para uma prova grande, conhecer as nossas zonas de intensidade de treino permite gerir melhor o esforço. Controlar o nosso esforço através de um  cárdio-frequencímetro permite evitar “puxar” demasiado e não conseguir atingir o objetivo de distância e/ou duração do treino ou prova. Correr na nossa zona ideal de 60 a 80 por cento ajuda-nos a correr a um ritmo relaxado e confortável durante muitos e muitos quilómetros.

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Estou ansiosa pelo Estrela Grande Trail onde o ano passado fiz grandes amigos :)

 

Na minha experiência, o treino com base na frequência cardíaca tem sido interessante na perspectiva de autoconhecimento e controlo do esforço. Para quem procura melhorar o seu desempenho na corrida, treinos com base na frequência cardíaca podem ser um método acessível e eficaz. No entanto, nunca esquecer o bom senso comum à moda antiga. Ao sentir desconfortável durante o exercício, há que abrandar ou parar, independentemente daquilo que o cárdio-frequencímetro indicar ou o treino prescrever. A meu ver, quanto mais informações tivermos sobre a intensidade a que o nosso corpo está a trabalhar, mais eficaz será o treino.

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