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Correr na Cidade

Review: Berg Jaguarundi

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Há já algum tempo que andava atrás dumas sapatilhas de trail, mas andava indecisa sobre quais as que queria experimentar e comprar. Mas eis que surge a oportunidade de experimentar as novas Berg Jaguarundi e confesso que fiquei muito entusiasmada. O verdadeiro teste destas sapatilhas estava programado para o Louzantrail deste ano (15K) mas, como a prova foi adiada (e bem), tive de fazer mais treinos e em diferentes tipos de terreno para poder dar uma opinião mais fundamentada. 

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 DESIGN & CONSTRUÇÃO

Posso dizer que são umas sapatilhas bonitas e femininas. Adoro a forma como as cores se conjugam. Dentro da caixa também vem a opção de usarmos outros atacadores (cor preta com pintas em rosa). O facto de terem alguns refletores é uma grande ajuda para sermos vistos quando corremos à noite.

Em relação aos materiais, tendo em conta que já fiz mais de 10 treinos com estas sapatilhas, não existe nenhum desgaste fora do normal. A biqueira reforçada ajuda a evitar lesões no pé quando damos pontapés às pedras que teimam em meter-se à nossa frente.

Outro pormenor que gostei muito foi o tamanho da "bolsa" onde podemos guardar os atacadores que sobram depois dos ténis estarem apertados. Dá imenso jeito e impedem que os atacadores fiquem presos aos paus ou folhas.

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ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

Achei estas sapatílhas muito estáveis nos diversos pisos onde os testei. Nos trilhos mais técnicos, sente-se a sola a aderir bem ao solo, esteja este molhado ou não (tecnologia Megagrip anunciada pela marca). Em solo de areia já achei que escorregavam um pouco mais, mas nada que comprometesse a corrida. 

No entanto, há um pequeno pormenor que (para mim) faz muita diferença: a ausência do último buraco. Já abordámos esta questão no blogue e considero que não é uma questão consensual. No entanto, quando apertamos este "último buraco" mais perto do tornozelo, ajuda-nos a ter o pé mais estável dentro da sapatilha. E eu notei muito esta ausência.

 

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CONFORTO e AMORTECIMENTO

No que respeita a este tema, considero que estas sapatilhas até são mais confortáveis do que deveriam ser. A sensação que tive ao calçá-los foi a mesma aquando experimentei os Sketchers Go Run. Parecem umas pantufas. 

Por dentro, as sapatilhas têm uma palmilha anatómica (Ortholite) que ajuda na estabilidade da posição do pé e no amortecimento da passada. As sapatilhas pesam 274 g e têm um drop de 11 mm, caracterísitcas estas que contribuem para uma boa sapatilha para treinos.

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PREÇO

O modelo que experimentei custa 79,90€ no site da Berg Outdoor. Acho que é um preço muito adequado à sapatilha que é e bastante acessível.



AVALIAÇÃO FINAL:

Para mim, é perfeita para quem anda à procura duma sapatilha de trail confortável, feminina e sem gastar muito dinheiro. 
No entanto, ganhava mais pontos se tivesse o tal último buraco.



Design/Construção 18/20

Estabilidade e Aderência 17/20

Conforto 19/20

Amortecimento 18/20

Preço 18/20

Total 90/100

 

Review: Berg Lynx

Apresentação sem título.jpg

 

Modelo: Berg Lynx

Testado por: Sara Dias

Características pessoais: Pronadora e 57Kg de peso

Condições de teste: Cerca de 80km percorridos nos trilhos de Monsanto e Serra de Sintra, percorrendo vários tipos de terrenos e condições climatéricas.

 

Os meus queridos Berg Lynx andaram a ser testados nos últimos dois meses, tempo suficiente para me apaixonar por eles. Estas sapatilhas conseguiram-me surpreender, não esperava que fossem a escolha para muitos dos meus treinos em trilhos.

 

DESIGN & CONSTRUÇÃO

Não posso dizer que são as sapatilhas mais bonitas que tenho, mas desde algum tempo que aprendi com os mais experientes nestas andanças, que a beleza não deve de ser factor primário na escolha de uma sapatilha. Pois bem, elas podem não ser as sapatilhas mais bonitas mas marcam pontos em outros factores bem mais importantes.

Começamos pela sua construção que é o que nos interessa, esta sapatilha é construída com materiais super resistentes, upper em nylon Mesh conhecido por ser uma malha arejada e muito flexível, permite que a transpiração seja facilmente eliminada, sendo ideal para a escoagem de algumas águas em tempo chuvoso. Para além disso, neste modelo não há costuras, estas foram substituídas por solduras termoplásticas. Podemos ainda contar com uma biqueira reforçada para maior proteção.

Outsole semi rígida com Megagrip da Vibram reforçado com TUP, confere maior aderência e conforto, é aquilo que mais gosto nestas sapatilhas, adaptam-se ao piso inclusivamente os mais húmidos.

Possuem diversos elementos refletores muito úteis em treinos noturnos para uma maior visibilidade.

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  Os manos Berg Lynx e Berg Jaguar

 

ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

Achei-as com a estabilidade que necessito, no meu caso estou a usar um 41 talvez um meio número abaixo poderia sentir mais estabilidade, mas ao fim de alguns quilómetros tenho tendência a inchar bastante dos pés por isso nunca é demais um espacinho extra.

Aderência cinco estrelas, graças à sola Vibram, sendo esta a de eleição para muitos de nós, porque agarra em diversos tipos de terreno mesmo nos mais molhados, dando-nos confiança em casa passada.

 

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CONFORTO

Para modelo feminino, tem óptima base para o pé e a biqueira não afunila como em alguns modelos de outras marcas, para mim um ponto que dou muito valor. Não ter costuras ajuda imenso no conforto. Língua da sapatilha é bastante esponjosa, não há risco de magoar o dorso do pé. Não possui bolsa para guardar os atacadores (ponto que pode ser melhorado), na minha opinião o próprio atacador devia ser ligeiramente mais comprido, habitualmente não uso sapatilhas com muito aperto e necessito sempre de atacadores mais compridos.

A palmilha Ortholite é super comoda e com elevado amortecimento, outro ponto muito positivo neste modelo. 

 

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AMORTECIMENTO

Cumprem os requisitos para trails com pouca distância e que não tenham terreno com muitas pedras.

 

PREÇO

Passando à parte dos custos, conseguimos comprar este modelo pelo PVP de 64,99€ na loja online da Berg, acho que é uma boa relação qualidade preço.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

Design/Construção 15/20

Estabilidade e Aderência 18/20

Conforto 16/20

Amortecimento 14/20

Preço 17/20

Total 80/100

 

Se me perguntarem se compraria estas sapatilhas? Responderia que sim. Diria que são uma boa aposta para quem inicia trilhos e não quer investir muito dinheiro, com elas conseguimos nos adaptar a diversas tipologias de terreno mesmo quando molhadas ou com lama, confortáveis e com boa relação qualidade preço.

 

Bons treinos e espero com Berg Lynx nos pés.

Review: Berg Jaguar II - Uma fera com sotaque Lusitano

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Modelo:
Berg Jaguar II (versão 2016)
Testado por: João Gonçalves
Características pessoais: Neutro com arco plantar proeminente e 76Kg de peso
Condições de teste: Cerca de 100km percorridos nos trilhos de Monsanto, Serra de Sintra e Arrábida, percorrendo vários tipos de terreno e condições climatéricas, foram também a minha escolha para o prova do Javali Nocturno.

 

Não por falta de imaginação ou de tempo, mas começo da mesma forma que comecei o unboxing (...) A Berg Outdoor é uma empresa de origens portuguesas, criada em 2002, fortemente ligada ao espírito e aos desportos de aventura, que tenta por meio dos seus produtos gerar alguma inovação que já lhes conferiu vários prémios internacionais.

Porque a aventura começa no momento em que sais de casa… É como esta frase que a Berg se apresenta e caracteriza os seus produtos e estas Berg Jaguar são prova disso. (...)

Quanto ao review destas Jaguar e antes de passar aos detalhes, confesso que me surpreenderam pela positiva e são sem dúvida umas sapatilhas a ter em conta, especialmente para os treinos do dia-a-dia, ou para provas mais curtas. Claro que nem tudo é excelente, mas descobram-nas vocês mesmos já na continuação.

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DESIGN & CONSTRUÇÃO

Como já tinha referido no unboxing, estas novas Berg Jaguar não são as sapatilhas mais sexys do mundo, mesmo nada, tem um aspecto rude e pesado. Contudo considero-as mais como um "patinho feio", que com o uso vamos descobrindo a sua beleza e no final do dia estamos a falar de umas sapatilhas de Trail, não estamos a falar do sapatinho da moda para sair à noite, não têm necessariamente de ser bonitas para ser boas, pois geralmente acabam sempre tão cheias de pó e lama que nem sabem que marca são. Certo!

Em termos de construção é eficaz, utilizando materiais resistentes, a sola é MegaGrip da casa Vibram de alta qualidade, o upper é composto por mesh de nylon reforçado em TPU na biqueira, para prevenir que nos aleijemos ao pontapear algum objecto e no calcanhar para garantir um melhor reforço e estabilidade nessa região, o que lhes confere uma passada mais firme e confiante.

Possuem ainda acabamentos termoselados que confere uma uniformidade em todo o upper, para além de elementos reflectores da 3M que oferecem uma boa capacidade reflectora, elementos sempre úteis para ser visto em ambientes nocturnos ou de baixa visibilidade.

 

A língua é grande e espessa o suficente para garantir uma boa sensação de comodidade mesmo em apertos fortes nos atacadores, esta também possui uma bolsa para que coloquemos o nó no seu interior o que permite que estes não fiquem presos em algum objecto, contudo o elástico desta bolsa é muito fraco que os atacadores não ficam no seu interior durante muito tempo, tornando-se assim inútil no ponto de vista de utilização (um ponto a melhorar!)

 

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 Berg Jaguar II ao lado das suas irmãs mais novas as Berg Lynx

 

ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

No que se refere à estabilidade, estas Berg Jaguar pecam por não serem comercializadas em números que intermédios, isto é, a Berg apenas possui as opções de números inteiros e mesmo assim as formas utilizadas são grandes. No meu caso pessoal o número 43 fica-me largo e o 42, que calcei em loja, apertado, portanto não tendo uma opção intermédia este excesso de espaço provoca alguma estabilidade no ataque ao solo, especialmente em terrenos mais técnicos.

Confesso que experimentei usar uma palmilha mais espessa e um aperto mais firme e, mesmo assim, não consegui o resultado desejado, mas melhorou bastante, pois o suporte de calcanhar é ótimo que compensou alguma da instabilidade no peito do pé, portanto acredito que para um corredor que o número esteja "no ponto" este problema não se ponha.

No que se refere à aderência, para a sola Megragrip da Vibram, só tenho uma palavra: excelente! É talvez a melhor sola em termos de aderência que já experimentei (não estou a exagerar, é mesmo!), esta sola agarra a quase tudo mesmo com piso molhado, neste ponto, estas Jaguar levam nota elevada.

 

CONFORTO

Bem! Aqui também a falta dos meios números também se nota, contudo é uma sapatilha confortável, os acabamentos são muito bons, a língua é espessa e a boca da sapatilha tem um acabamento esponjoso que garante que o pé se sinta confortável. A parte dianteira da sapatilha é bastante larga que permite abrir os dedos dos pés sem problema garantindo conforto. A nota muito positiva para a palmilha da Ortholite de alta densidade que é bastante confortável, sim é verdade que utilizei outras palmilhas nas Jaguar como já indiquei, mas experimentei as palmilhas originais em outras sapatilhas e garanto que são óptimas.

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AMORTECIMENTO 

No que toca ao amortecimento. OK! Estas Jaguar não são nenhuns Hoka One One, contudo garantem um amortecimento capaz e eficaz para uma corrida confortável. O composto Eva da sola é mais de suficiente para absorver os impactos ao solo, mesmo a quando de saltos ou chamadas ao solo em piso duros.

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PREÇO 

Estas Berg Jaguar têm um PVP de 64,99€ na loja online da Berg que considero, não atentendo a promoções, ser um preço simpático pela sapatilha, contudo se comparado com a gama acima da Berg as Pantera, fica muito colado o que pode não compensar.

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AVALIAÇÃO FINAL:

Design/Construção 13/20
Estabilidade e Aderência 17/20
Conforto 14/20
Amortecimento 14/20
Preço 15/20 

Total 73/100

 

Confesso que estas Berg Jaguar me surpreenderam pela positiva, com uma aderência brutal e qualidade de construção bem satisfatória. Acho que o ponto mais negativo seja a questão da Berg não comercializar números intermédios o que baixa em muito a pontuação destas sapatilhas sobre o meu ponto de vista, contudo, vou continuar a usar e muito esta Jaguar, seja em treinos ou em provas curtas.

 

Para finalizar queria agradecer ao Miguel Baptista da MB Run&Foto Team pela maioria das fotos utilizadas neste post, tiradas num dos nossos treinos pela serra de Sintra.

Bons treinos e encontramo-nos por aí.

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Conheça as expetativas de Carlos Sá para a Marathon Des Sables (entrevista)

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Este domingo o português Carlos Sá inicia a sua quinta participação na duríssima "Marathon Des Sables", o Correr na Cidade trocou por e-mail umas perguntas com este campeão português e que mesmo antes da ida para o deserto respondeu, contando-nos um pouco das suas expetativas para esta "Maratona do deserto" feita por etapas e autonomia total.
 
 
Quais as suas expetativas para esta edição?
Esta vai já ser a minha quinta participação, e é para como habitualmente dar o melhor e esperar que tudo corra dentro do normal. Há nesta provas de muitos dias, sobretudo em condições tão adversas como esta, factores imprevistos que podem deitar a perder toda a prova. Com as condições que nos deparamos ao longo de uma semana em pleno deserto, o que seria em Portugal numa prova de um dia uma simples bolha, lá pode infetar e aí tudo muda...
 
 
Alterou a preparação desta edição, relativamente ao que fez em edições anteriores?
Não, tento gerir o meu calendário anual com desafios diferentes em vez de estar apenas focado num ou dois desafios. O ano competitivo para mim começou logo em Janeiro, com a Arrowhead 135, a ultra maratona mais fria do mundo no estado do Minnesota (EUA)... Foi uma prova muito dura que me deixou exausto.
 

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Todos sabemos que é uma prova de privações, em que o atleta tem de gerir os seus recursos. Quais são as privações que custam mais suportar numa prova deste calibre?
Descansar é algo muito complicado nesta prova. Chegamos exaustos duma etapa, e o que temos à nossa espera é o calor, o chão e aguardar o frio da noite...A alimentação é outra das nossas grandes privações. Ingerimos sempre menos calorias que as que são gastas diariamente. É normal perder-se cerca de 5 kg numa prova como esta. As condições de higiene são outra grande privação.... imaginem-se a viver em pleno deserto durante uma semana em autonomia.


O material que vai usar (ténis, mochila, calções, t-shirts) é o habitual, ou é especial para esta prova?
Sim, usarei o habitual com pequenas adaptações às características da prova.


Para um atleta amador que queira fazer a mesma prova, qual o conselho para se preparar para uma prova deste calibre em Portugal. O que aconselha? Que tipologia de treino?
Fazer o Peneda-Gerês Trail Adventure será uma boa forma de gerir esforços multi-dias. O treino com peso às costas (entre os 5 a 9kg) é também outra forma de preparação. 
 

Quais os conselhos, a nível de equipamento para quem participa na prova pela primeira vez?
Usar o que usa habitualmente em montanha, nada de segredos. 

 
Qual o episódio mais caricato que teve em outras edições que já participou? E a situação mais perigosa?
Levar com uma tempestade de areia e granizo em pleno deserto, foi inesquecível. Não tive nenhuma situação de perigo, felizmente.
 
 
Recentemente o atleta francês François D’Haene renunciou a participar em provas organizadas pela IAAF e ITRA. Qual a sua opinião sobre esta posição? E como deve ser a evolução do trail a nível mundial?
Terá as suas razões para o fazer, cada atleta é livre de tomar as atitudes que assim entender. Eu acho que o Trail está a evoluir e não podemos ter medo do futuro, antes pelo contrário, se todos derem as suas opiniões como fez D'Haene e outros, a discussão será vantajosa para que se encontre soluções de equilíbrio. O Trail continua a crescer de forma alucinante e já mais será tal como o conhecíamos há 5 ou 6 anos atrás.
 
Quantos quilos pesa a sua mochila para esta prova?
Cerca de 7,5kg no primeiro dia. Depois vai perdendo meio kg por dia da alimentação que entretanto foi consumida.
 
 
O Correr na Cidade deseja boa sorte a Carlos Sá e a todos os portugueses que participam nesta difícil prova.
Força Campeões!!

Sugestões "cool" para trails

Por Filipe Gil:

 

É isto mesmo, estou "armado" em blogger de moda. Aproveitando a altura de saldos e promoções (esta é uma das melhores alturas do ano para comprar material de running) pensei em sugerir equipamento  adequado a treinos ou competição em trail. Nomeadamente trails de verão até aos 50K (sobretudo pela capacidade de armazenamento de água e barras do cinto que indico). Espero que gostem das sugestões. 

 

 

 

Legenda:

1. Óculos da Polaroid modelo "Youth". Odeio óculos de corrida! O problema é meu até porque deve haver excelentes óculos pensados para os corredores. Mas acho-os tão feios. Estes Polaroid  têm muito mais pinta. Mas é uma questão de estilo, ou de gosto pessoal. O que interessa é usar proteção para os olhos durante as corridas de verão. Preço apróx: 70€

 

2. Singlet da The North Face. "Better Than Naked" é o curioso nome desta linha da marca desportiva californiana. A cor é fantástica e fica bem com quase tudo.Preço apróx: 36€

 

3.Calções Berg Transvulcania. Porque são leves, porque são bonitos e porque o que é nacional é bom. Os produtos da Berg apenas pecam por serem muito pouco divulgados no mercado nacional que é, hoje em dia, ávido de runners com vontade de usar produtos de uma marca portuguesa.Preço apróx:30€

 

4. Cinto de hidratação da Salomon Advanced Skin S-LAB. É leve, perdão, muito leve e ajusta-se à cintura e não faz aquele irritante balanço que outros cintos deste género fazem - isto se o que levarmos ficar bem arrumado, claro está! Em vez de espaço para bidões de água, há espaço para os soft flasky da Salomon, aquelas garrafinhas de plástico que cada vez vemos mais a ser usadas pelos trail runners. preço apróx:60€

 

5. Meias para trail da Compressport. Fazem a diferença em corridas a partir dos 18K, sobretudo em trail. São as tais meias com que fazemos umas boas dezenas de quilómetros sem pensarmos nelas e sem deixarem mimos em forma de bolhas no final das provas. Não é isso que queremos de umas meias? preço apróx:15€

 

6.Salomon Sense Pro. A marca diz que é para City Trail, mas este produto desenvolvido pela marca francesa enganam. Servem para trail na cidade mas serve, e bem, para correr nos trilhos (especialmente no verão) até os 50K. Pelo menos é o que dizem os especialistas com quem falámos: Preço apróx:117€

 

Podem encontrar estes produtos em vários retalhistas, seja no nosso parceiro run.pt ou os nossos amigos da Pro Runner ou as lojas Pro Runner.Apenas não aconselhamos a comprarem estes ou outros produtos em sites internacionais que não sejam conhecidos e recomendados por amigos. São escolhas pessoais de um dos co-autores do blog e não existem quaisquer parcerias comerciais a vingar neste post.

 

Boas compras e boas corridas.

 

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