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Correr na Cidade

Preview: as novas Berg Jaguarundi 2.0

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 Há já algum tempo que andava há procura dumas sapatilhas para trail, visto que as minhas mais parecem skates, seja em piso seco ou molhado. E como eu não conseguia decidir qual havia de escolher, decidi experimentar as novas Berg Jaguarundi 2.0.

 

Para além de ter de esforçar-me para decorar o nome destas sapatilhas, a curiosidade em experimentá-las era mais forte do que eu. E foi no Parque Florestal de Monsanto que dei uma voltinhas e testei-as em diferentes pisos.

 

Em primeiro lugar, adorei a cor: é um rosa que não ofusca e ainda traz uns atacadores pretos e rosa suplentes, para não enjoar. São leves o quanto baste e, ao calçar, ficaram perfeitos (nem largos, nem justos). Mas houve um pormenor que me fez confusão: a falta do "último buraco"! Ou é porque estava habituada a ajustar as sapatilhas um pouco mais nesta zona ou então faz mesmo falta, pois notei que o pé estava um pouco desprotegido. Contudo, preciso de treinar mais vezes com elas e irei voltar a falar deste assunto num próximo artigo.

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 À primeira vista, o desenho da sola parece-me interessante e a marca promete mais tracção, conforto e protecção. Nos pisos onde andei (relva, terra batida, pedras, alcatrão), não tive dificuldade em travar onde foi preciso. Mas estou ansiosa por experimentar as sapatilhas num trieno à chuva ou com lama.

 

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Outro ponto interessante nestas sapatilhas é o facto de terem um tecido em malha que promete ser resistente à abrasão. Se é ou não, ainda não sei, mas são muito respiráveis e (talvez por causa desta malha) são bastante flexíveis.

 

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Um dos pormenores que gostei muito foi a "bolsinha" onde podemos guardar os atacadores e que é bem maior do que a maior parte das marcas.

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E durante os próximos treinos e provas, estas serão as sapatilhas que vão acompanhar-me e prometo testar tudo ao máximo. Curiosos? Eu também!

Bons treinos!

 

BERG Gazelle Review

 

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Possivelmente de entre todas as peças de equipamento que um corredor possa carregar na sua mochila, as calças impermeáveis são talvez as mais subvalorizadas.

 

Não precisamos de pensar em situações extremas como por exemplo, um dia de vento, chuva e frio, em que aí o risco de se entrar em hipotermia está aumentado exponencialmente (nestes cenários mesmo que nos mantenhamos em movimento, se não isolarmos o corpo não vamos conseguir reter calor), mas basta imaginar uma queda, num qualquer dia de inverno, em que simplesmente tenhamos de esperar por ajuda ou ainda num cenário no qual prestemos auxilio a terceiros.

 

Apesar de em grandes provas internacionais como o UTMB ou a Ultra Pirineu, ser banal constarem da lista de equipamento, em Portugal (e mesmo com locais e condições atmosféricas cujo o seu uso seria extremamente recomendado) raramente são exigidas (honra seja ao Estrela Grande Trail que pauta pela diferença).

 

Neste sentido, tive a oportunidade de testar as BERG Gazelle. Estas calças concebidas para suportar condições atmosféricas adversas, são descritas pela marca como leves e flexíveis, com a capacidade de manter o corpo seco e preparadas para um excelente desempenho mesmo sob chuva extrema.

 

As condições de teste não foram as mais hardcore, mas ainda assim, com a serra da Lousã a pregar umas partidas, tive a oportunidade de as por à prova sobre vento, chuva intensa e frio moderado (5º e 10º).

 

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Analisado este equipamento em detalhe a primeira impressão que fica é a leveza (225 gramas no tamanho L) e maleabilidade do tecido, que nos permite dobra-las até caberem na palma de uma mão, o que é enorme vantagem no transporte.

 

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Apesar de nada obstar que sejam usadas “sozinhas” estão fundamentalmente concebidas para serem usadas como sobrecalças ou seja para serem vestidas por cima do nosso equipamento, sem descalçar as sapatilhas. Para isso contribui os enormes fechos laterais, que ainda assim me causaram alguma atrapalhação na tentativa de as vestir sem me descalçar. No entanto, e para ser justo, associo mais este problema aos meus pés gigantes, do propriamente à construção das calças. Estou certo que pessoas “normais” conseguirão vestir e despir as calças sem dificuldade de monta.

 

 

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Depois de vestidas têm uma sensação muito similar ao famoso impermeável Lynce, ou seja muito suaves por dentro e uma sensação imediata do bloqueio do vento.

 

Quanto à transpirabilidade, e apesar da marca afirmar que são feitas para nos manter secos, o suor não se evapora totalmente, deixando sempre muita humidade no interior o que, não causando desconforto, faz com que o tecido se “cole” às pernas.

 

Em relação à impermeabilidade cumpre o esperado para um tecido com estas características (coluna d’água de 10,000mm), ou seja tem um bom bloqueio da chuva, diria mesmo muito bom, mas não podemos esperar que se comporte como um Goretex.

 

Em corrida são bastante confortáveis, no entanto foi aqui que detetei, o que é para mim principal defeito… faltam-lhes um cordão que permita um ajuste correto à cintura. O elástico é razoável, no entanto demasiado largo para mim, o que fez com que de vez em quando fosse obrigado de puxar as calças para cima.

 

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Por fim, de referir que estas calças apresentam 3 bolsos traseiros: dois de elásticos que nos permitem por uns géis ou algum lixo, e um situado ao meio, com fecho, onde cabe uma chave e pouco mais.

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Em suma, um peso de 225 gramas (tamanho L), uma maleabilidade brutal, membrana impermeável razoável (mas que cumpre os mínimos) e um preço muito competitivo, fazem destas BERG Gazelle um produto muito, mas mesmo muito interessante.

Ah! quase me esquecia dizer... Senhores da BERG outras cores davam imenso jeito!

Review: Berg Lynx

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Modelo: Berg Lynx

Testado por: Sara Dias

Características pessoais: Pronadora e 57Kg de peso

Condições de teste: Cerca de 80km percorridos nos trilhos de Monsanto e Serra de Sintra, percorrendo vários tipos de terrenos e condições climatéricas.

 

Os meus queridos Berg Lynx andaram a ser testados nos últimos dois meses, tempo suficiente para me apaixonar por eles. Estas sapatilhas conseguiram-me surpreender, não esperava que fossem a escolha para muitos dos meus treinos em trilhos.

 

DESIGN & CONSTRUÇÃO

Não posso dizer que são as sapatilhas mais bonitas que tenho, mas desde algum tempo que aprendi com os mais experientes nestas andanças, que a beleza não deve de ser factor primário na escolha de uma sapatilha. Pois bem, elas podem não ser as sapatilhas mais bonitas mas marcam pontos em outros factores bem mais importantes.

Começamos pela sua construção que é o que nos interessa, esta sapatilha é construída com materiais super resistentes, upper em nylon Mesh conhecido por ser uma malha arejada e muito flexível, permite que a transpiração seja facilmente eliminada, sendo ideal para a escoagem de algumas águas em tempo chuvoso. Para além disso, neste modelo não há costuras, estas foram substituídas por solduras termoplásticas. Podemos ainda contar com uma biqueira reforçada para maior proteção.

Outsole semi rígida com Megagrip da Vibram reforçado com TUP, confere maior aderência e conforto, é aquilo que mais gosto nestas sapatilhas, adaptam-se ao piso inclusivamente os mais húmidos.

Possuem diversos elementos refletores muito úteis em treinos noturnos para uma maior visibilidade.

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  Os manos Berg Lynx e Berg Jaguar

 

ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

Achei-as com a estabilidade que necessito, no meu caso estou a usar um 41 talvez um meio número abaixo poderia sentir mais estabilidade, mas ao fim de alguns quilómetros tenho tendência a inchar bastante dos pés por isso nunca é demais um espacinho extra.

Aderência cinco estrelas, graças à sola Vibram, sendo esta a de eleição para muitos de nós, porque agarra em diversos tipos de terreno mesmo nos mais molhados, dando-nos confiança em casa passada.

 

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CONFORTO

Para modelo feminino, tem óptima base para o pé e a biqueira não afunila como em alguns modelos de outras marcas, para mim um ponto que dou muito valor. Não ter costuras ajuda imenso no conforto. Língua da sapatilha é bastante esponjosa, não há risco de magoar o dorso do pé. Não possui bolsa para guardar os atacadores (ponto que pode ser melhorado), na minha opinião o próprio atacador devia ser ligeiramente mais comprido, habitualmente não uso sapatilhas com muito aperto e necessito sempre de atacadores mais compridos.

A palmilha Ortholite é super comoda e com elevado amortecimento, outro ponto muito positivo neste modelo. 

 

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AMORTECIMENTO

Cumprem os requisitos para trails com pouca distância e que não tenham terreno com muitas pedras.

 

PREÇO

Passando à parte dos custos, conseguimos comprar este modelo pelo PVP de 64,99€ na loja online da Berg, acho que é uma boa relação qualidade preço.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

Design/Construção 15/20

Estabilidade e Aderência 18/20

Conforto 16/20

Amortecimento 14/20

Preço 17/20

Total 80/100

 

Se me perguntarem se compraria estas sapatilhas? Responderia que sim. Diria que são uma boa aposta para quem inicia trilhos e não quer investir muito dinheiro, com elas conseguimos nos adaptar a diversas tipologias de terreno mesmo quando molhadas ou com lama, confortáveis e com boa relação qualidade preço.

 

Bons treinos e espero com Berg Lynx nos pés.

Preview: Corsários Berg Zebra

No preview das sapatilhas Berg Lynx, já vos tinha dito que a marca portuguesa tem vindo apostar em material para nós mulheres, desde das sapatilhas ao vestuário para corrida.

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Os corsários Zebra da marca Berg, foram desenvolvidos para corrermos em ambientes húmidos mas com máximo de conforto. Fabricados em poliéster que confere respirabilidade e conforto, o elastano dá-nos o ajuste ao corpo que tanto necessitamos na corrida.

 

Quando vestimos o modelo Zebra pela primeira vez percebemos logo que têm um ajuste perfeito ao corpo. Possuem uma cintura subida, muito importante para quando corremos, quantas de nós já fomos correr com uns corsários e ao longo da corrida tínhamos de os puxar para cima? Com este modelo isto não acontece. Na região posterior dos joelhos podemos contar com um painel em malha mesh, que garante liberdade de movimentos e de ventilação.

 

Existe um bolso traseiro com fecho, que permite guardar pequenos objectos sem que intrefira no movimento da corrida, para além dos dois bolsos laterais em rede ideais para transportar geis ou barras energéticas.

 

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Não nos podemos esquecer dos elementos refletores que garantem uma melhor visibilidade em locais menos iluminados. Em breve haverá novidades em relação a este modelo.

 

Bons treinos!

Review: Berg Jaguar II - Uma fera com sotaque Lusitano

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Modelo:
Berg Jaguar II (versão 2016)
Testado por: João Gonçalves
Características pessoais: Neutro com arco plantar proeminente e 76Kg de peso
Condições de teste: Cerca de 100km percorridos nos trilhos de Monsanto, Serra de Sintra e Arrábida, percorrendo vários tipos de terreno e condições climatéricas, foram também a minha escolha para o prova do Javali Nocturno.

 

Não por falta de imaginação ou de tempo, mas começo da mesma forma que comecei o unboxing (...) A Berg Outdoor é uma empresa de origens portuguesas, criada em 2002, fortemente ligada ao espírito e aos desportos de aventura, que tenta por meio dos seus produtos gerar alguma inovação que já lhes conferiu vários prémios internacionais.

Porque a aventura começa no momento em que sais de casa… É como esta frase que a Berg se apresenta e caracteriza os seus produtos e estas Berg Jaguar são prova disso. (...)

Quanto ao review destas Jaguar e antes de passar aos detalhes, confesso que me surpreenderam pela positiva e são sem dúvida umas sapatilhas a ter em conta, especialmente para os treinos do dia-a-dia, ou para provas mais curtas. Claro que nem tudo é excelente, mas descobram-nas vocês mesmos já na continuação.

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DESIGN & CONSTRUÇÃO

Como já tinha referido no unboxing, estas novas Berg Jaguar não são as sapatilhas mais sexys do mundo, mesmo nada, tem um aspecto rude e pesado. Contudo considero-as mais como um "patinho feio", que com o uso vamos descobrindo a sua beleza e no final do dia estamos a falar de umas sapatilhas de Trail, não estamos a falar do sapatinho da moda para sair à noite, não têm necessariamente de ser bonitas para ser boas, pois geralmente acabam sempre tão cheias de pó e lama que nem sabem que marca são. Certo!

Em termos de construção é eficaz, utilizando materiais resistentes, a sola é MegaGrip da casa Vibram de alta qualidade, o upper é composto por mesh de nylon reforçado em TPU na biqueira, para prevenir que nos aleijemos ao pontapear algum objecto e no calcanhar para garantir um melhor reforço e estabilidade nessa região, o que lhes confere uma passada mais firme e confiante.

Possuem ainda acabamentos termoselados que confere uma uniformidade em todo o upper, para além de elementos reflectores da 3M que oferecem uma boa capacidade reflectora, elementos sempre úteis para ser visto em ambientes nocturnos ou de baixa visibilidade.

 

A língua é grande e espessa o suficente para garantir uma boa sensação de comodidade mesmo em apertos fortes nos atacadores, esta também possui uma bolsa para que coloquemos o nó no seu interior o que permite que estes não fiquem presos em algum objecto, contudo o elástico desta bolsa é muito fraco que os atacadores não ficam no seu interior durante muito tempo, tornando-se assim inútil no ponto de vista de utilização (um ponto a melhorar!)

 

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 Berg Jaguar II ao lado das suas irmãs mais novas as Berg Lynx

 

ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

No que se refere à estabilidade, estas Berg Jaguar pecam por não serem comercializadas em números que intermédios, isto é, a Berg apenas possui as opções de números inteiros e mesmo assim as formas utilizadas são grandes. No meu caso pessoal o número 43 fica-me largo e o 42, que calcei em loja, apertado, portanto não tendo uma opção intermédia este excesso de espaço provoca alguma estabilidade no ataque ao solo, especialmente em terrenos mais técnicos.

Confesso que experimentei usar uma palmilha mais espessa e um aperto mais firme e, mesmo assim, não consegui o resultado desejado, mas melhorou bastante, pois o suporte de calcanhar é ótimo que compensou alguma da instabilidade no peito do pé, portanto acredito que para um corredor que o número esteja "no ponto" este problema não se ponha.

No que se refere à aderência, para a sola Megragrip da Vibram, só tenho uma palavra: excelente! É talvez a melhor sola em termos de aderência que já experimentei (não estou a exagerar, é mesmo!), esta sola agarra a quase tudo mesmo com piso molhado, neste ponto, estas Jaguar levam nota elevada.

 

CONFORTO

Bem! Aqui também a falta dos meios números também se nota, contudo é uma sapatilha confortável, os acabamentos são muito bons, a língua é espessa e a boca da sapatilha tem um acabamento esponjoso que garante que o pé se sinta confortável. A parte dianteira da sapatilha é bastante larga que permite abrir os dedos dos pés sem problema garantindo conforto. A nota muito positiva para a palmilha da Ortholite de alta densidade que é bastante confortável, sim é verdade que utilizei outras palmilhas nas Jaguar como já indiquei, mas experimentei as palmilhas originais em outras sapatilhas e garanto que são óptimas.

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AMORTECIMENTO 

No que toca ao amortecimento. OK! Estas Jaguar não são nenhuns Hoka One One, contudo garantem um amortecimento capaz e eficaz para uma corrida confortável. O composto Eva da sola é mais de suficiente para absorver os impactos ao solo, mesmo a quando de saltos ou chamadas ao solo em piso duros.

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PREÇO 

Estas Berg Jaguar têm um PVP de 64,99€ na loja online da Berg que considero, não atentendo a promoções, ser um preço simpático pela sapatilha, contudo se comparado com a gama acima da Berg as Pantera, fica muito colado o que pode não compensar.

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AVALIAÇÃO FINAL:

Design/Construção 13/20
Estabilidade e Aderência 17/20
Conforto 14/20
Amortecimento 14/20
Preço 15/20 

Total 73/100

 

Confesso que estas Berg Jaguar me surpreenderam pela positiva, com uma aderência brutal e qualidade de construção bem satisfatória. Acho que o ponto mais negativo seja a questão da Berg não comercializar números intermédios o que baixa em muito a pontuação destas sapatilhas sobre o meu ponto de vista, contudo, vou continuar a usar e muito esta Jaguar, seja em treinos ou em provas curtas.

 

Para finalizar queria agradecer ao Miguel Baptista da MB Run&Foto Team pela maioria das fotos utilizadas neste post, tiradas num dos nossos treinos pela serra de Sintra.

Bons treinos e encontramo-nos por aí.

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