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Correr na Cidade

O que fazer na semana antes de uma prova grande

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Prova grande? Sim, no sábado vou participar no Estrela Grande Trail, na distância dos 50K. E sim, para mim, isso é uma prova “grande”! Só corri distâncias acima dos 45km três vezes. Uma vez no Piódão e o ano passado no Estrela Grande Trail também.

 

Desde o final de Março que tenho andado mais focada nesta prova. Até tenho tido duas ajudas excecionais: o treinador Paulo Pires da beAPT e a Ana Guerra, nutricionista. Tenho vindo a seguir o plano de treinos desenvolvido pelo Paulo enquanto tento comer e beber melhor consoante as dicas da Ana.

 

Tenho adorado seguir o plano feito pelo Paulo e a sua equipa e tem sido uma experiência muito boa treinar “com o coração”. Tenho-me vindo a aperceber dos benefícios do treino com base na frequência cardíaca e agora, em vez de olhar para o pace do meu treino, guio-me só pela duração e frequência cardíaca. Para isso também me tem ajudado o meu novo companheiro, o TomTom Adventurer (prometo uma review sobre este relógio em breve). Tenho seguido o plano à risca. Houve apenas dois treinos que falhei: um enquanto estava de “férias” com amigos no Porto e outro no dia em que o grande Benfica se sagrou “Tetra”. De resto, até os treinos de reforço muscular e flexibilidade tenho feito com muito gosto e dedicação.

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No que toca a alimentação, tenho vindo a seguir religiosamente os conselhos da Ana. Precisava de perder massa gorda e desenvolver mais massa muscular. Um mês depois de a Ana me ter feito uma avaliação corporal e ter dado um plano alimentar, voltamos a reunir e a avaliar-me. Ficamos as duas muito satisfeitas com os resultados!

 

Sinto-me preparada para os 50K que me esperam na Serra da Estrela. Vai ser uma bela aventura. Agora que já só falta pouco, baixámos a intensidade e frequência dos treinos. A semana passada “só” corri três vezes (tinha quatro treinos prescritos) e esta semana já só são três corridinhas de 30. 40 e 50 minutos, antes do grande dia sábado. Além disso, dormir bem, beber bem, comer bem (yay, venham os hidratos) e curtir a ansiedade :)

 

Se tiverem alguma dúvida em relação aos programas de treino do Paulo, não hesitem em contactá-lo a ele ou a mim :) depois da prova, é claro que terão direito a uma race report! Vai ser um fim-de-semana em grande com amigos na serra! Wish em luck!

Os benefícios de treinos com base na frequência cardíaca

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Paisagens lindas no Montejunto que bem nos preparou para a Estrela

 

Como possivelmente já leram aqui no blog, estou a preparar-me para os 50K do Estrela Grande Trail com o apoio do treinador Paulo Pires da beAPT. Os treinos com o Paulo são treinos com base na frequência cardíaca.

 

Assim, no que toca ao treino, o relógio com cárdio-frequencímetro e GPS é essencial (eu optei pelo relógio TomTom Adventurer com cárdio-frequencímetro incorporado). Pois, o que manda nos treinos são a duração do treino e a frequência cardíaca média e não o pace.

 

Segundo o Paulo Pires da beAPT, “a questão é que o planeamento clássico que usa ritmos e velocidades que não é de todo o indicador capaz de individualizar o treino em função do perfil biométrico e nível de treino da pessoa”. Na verdade, somos todos diferentes e “com a frequência cardíaca há uma gestão mais efetiva da carga do treino. O treino com a beAPT baseia-se em zonas de treino personalizada e na evolução do atleta. É um método mais pedagógico e científico e utiliza novas tecnologias.”

 

Monitorar a frequência cardíaca durante uma sessão de treino permite aos treinadores medir a intensidade do trabalho num determinado exercício e assim decidir se se pretende reduzir ou aumentar a intensidade do treino.

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E continuam os treinos de reforço muscular 2x por semana

 

Na minha opinião, o treino com base na frequência cardíaca é excelente para evitar um dos piores inimigos dos corredores: correr demasiado, seja demasiado rápido ou demasiados quilómetros, aumentando o risco de lesões e overtraining.

 

Além disso, como o meu objetivo é treinar para uma prova grande, conhecer as nossas zonas de intensidade de treino permite gerir melhor o esforço. Controlar o nosso esforço através de um  cárdio-frequencímetro permite evitar “puxar” demasiado e não conseguir atingir o objetivo de distância e/ou duração do treino ou prova. Correr na nossa zona ideal de 60 a 80 por cento ajuda-nos a correr a um ritmo relaxado e confortável durante muitos e muitos quilómetros.

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Estou ansiosa pelo Estrela Grande Trail onde o ano passado fiz grandes amigos :)

 

Na minha experiência, o treino com base na frequência cardíaca tem sido interessante na perspectiva de autoconhecimento e controlo do esforço. Para quem procura melhorar o seu desempenho na corrida, treinos com base na frequência cardíaca podem ser um método acessível e eficaz. No entanto, nunca esquecer o bom senso comum à moda antiga. Ao sentir desconfortável durante o exercício, há que abrandar ou parar, independentemente daquilo que o cárdio-frequencímetro indicar ou o treino prescrever. A meu ver, quanto mais informações tivermos sobre a intensidade a que o nosso corpo está a trabalhar, mais eficaz será o treino.

Montejunto a caminho da Estrela

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A prova de Montejunto for divertida e dura também! 

A semana passada foi dura em termos de treinos. Muitos quilómetros em estrada, alguns de bicicleta e muitos em trilhos. Também me comportei bem nos treinos de reforço muscular e flexibilidade.

 

Parece que a cada semana que passa gosto mais do meu plano de treinos da beAPT. Deve ser porque a cada semana me sinto mais forte :) Os treinos têm corrido super bem. Não falho nenhum. Os meus níveis de motivação estão em alta e sim, acredito que é pelo apoio que sinto do coach Paulo Pires, mesmo que seja um apoio virtual.

 

O plano de treino é apresentado pela plataforma beAPT da qual já vos falei aqui. Além disso, o acompanhamento é feito de forma remota. Até hoje ainda não conheci o meu coach em pessoa, mas é como se já o conhecesse. E há uns bons anos! O Paulo tem-me acompanhado por Whatsapp e telefone e para mim, isso funciona muito bem.

 

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 Muito sol e calor na Serra de Montejunto...

O Trail de Montejunto

O culminar da semana passada foi no domingo ao participar no trail de Montejunto. Já conhecia a serra porque tinha ido lá correr uma vez com amigos e sabia que os 36km de prova não iriam ser fáceis. Montejunto não é fácil. É bastante técnico, com muita pedra solta, pouca sombra e, para completar este cenário, paisagens incríveis. Isto tudo a apenas uma horinha de Lisboa!

 

Decidi fazer a prova com o meu companheiro dos trilhos, o Nuno Malcata. É bom correr com o Nuno porque ele puxa por mim nas subidas e eu por ele nas descidas, além da risada a cada metro, claro. O Luís Moura e o Rui Pinto, embora tenham mais “pedalada” que eu e o Nuno, decidiram vir connosco também e fizemos a prova em equipa.

 

Foram quase 7 horas numa montanha russa de emoções e quase 2000m de D+. Um bom treino para o Estrela Grande Trail. Deu para testar o material e habituar-nos ao calor que possivelmente também nos acompanhará em Manteigas no final de Maio.

 

 

Recuperação no Algarve

Vim passar uns dias ao Algarve esta semana, em trabalho, é claro. Estava preocupada com o cumprimento do plano de treinos, pois, em Lagos a rotina é outra e costumo treinar menos. Felizmente mantive os níveis de motivação e cumpri com todos os treininhos que estavam previstos. Até corri à chuva. Sozinha. No campo. Soube bem!

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 Pelo menos os ténis, a mochila e os bastões serão os mesmos!

 

Teste ao material

Conforme disse acima, os 36km na serra de Montejunto foram perfeitos para testar o material e alimentação para o Estrela Grande Trail. Em termos de calçado, vou aptar pelos Merrell AllOut Terra que também me acompanharam no EGT o ano passado. São ténis muito bons para um piso mais acidentado com muita pedra solta. Vou também levar os bastões e a minha mochila de sempre.

 

A grande novidade em termos de material é o meu relógio novo – o TomTom Adventurer. Estou ansiosa por levá-lo para os trilhos. Este relógo promete ser tudo o que um trail runner procura: leveza, conforto, excelente sistema de GPS, frequencímetro no pulso, música e boa autonomia. Em breve mais sobre este relógio, aqui no blog.

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O TomTom Adventurer, o meu novo companheiro nos trilhos e não só!

 

E a dieta?

Vai bem! E casa tenho me comportado super bem. Muito equilibrada e certinha, a hidratar bem (água, e não vinho!) e tenho evitado os hidratos à noite. Esta semana na casa dos meus pais foi um pouco mais desafiante, mas os danos foram controlados. Este fim-de-semana vou “passear” ao Porto com amigos, a ver se não faço demasiadas asneiras! Na quarta-feira tenho a minha próxima avaliação corporal com a nutricionista Ana Guerra. A ver se consegui os objetivos que ela me tinha proposto nestes 30 dias!

 

Já falta menos de um mês para o EGT! Para semana conto mais! Até lá e boas corridas!

Xau ginásio, olá Monsanto, Sintra e bicicleta!

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 Recuperação ativa de bicicleta :D

 

O tempo voa! Já vou na quarta semana de treinos para o Estrela Grande Trail com o apoio do treinador Paulo Pires pela plataforma beAPT. A semana passada partilhei um pouco mais sobre como funcionam estes treinos neste post. Entretanto já deu para me habituar à esta nova carga e à “pressão” do treino acompanhado.

 

Tenho corrido cerca de 60km por semana, por trilhos, por Lisboa e em jardins para fazer os treinos de potência aeróbica - o treino intervalado. Rotinas de reforço muscular e de flexibilidade também fazem parte do meu dia-a-dia. Tenho-me sentido super bem e cada vez mais forte. Já nem tenho ido ao ginásio, pois faço os treinos de reforço muscular na rua e os treinos de flexibilidade em casa inserindo os exercícios na minha sequência diária de yoga.

 

Por semana, tenho corrido cinco vezes, sendo que esta semana e a anterior, um dia de corrida for substituído por uma voltinha de bicicleta. Usar a bicicleta no âmbito desportivo para mim é novidade. Para mim, a bicicleta sempre foi um meio de transporte. Como neste plano de treinos, a bicicleta é mais no sentido de recuperação ativa, tenho podido usar a minha querida bicicleta (que tenho há 18 anos e não é de estrada) para fazer uns quilómetros.

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 Correr em Sintra é todos os fins-de-semana!

 

Os treinos de trilhos são muito importantes e têm sido, desde sempre, a parte mais desafiante para mim, por limitações de tempo. Havia uma altura em que só corria nos trilhos em provas, e só treinava em estrada. Felizmente, agora estou mais disciplinada e motivada e, uma vez por semana, às quartas às 7 da manhã, tenho ido correr uma horinha em Monsanto com pessoal amigo. Aos fins-de-semana, pelo menos uma manhã passo na serra. Fui várias vezes a Sintra e até à Arrábida. Esta semana a serra será outra: vou participar no Trail de Montejunto. É uma prova, mas vou em modo treino, é claro (não que isso seja muito diferente do meu modo competitivo ehehe).

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 Os treinos em Monsanto às 7 da manhã já são um vício!

 

O meu feedback até agora sobre o treino com a beAPT é muito positivo. Os meus níveis de motivação estão em altas. Não deixo escapar nem um treino! O treino com base na frequência cardíaca também tem sido uma experiência interessante de autoconhecimento e controlo.

 

No que toca à nutrição, tenho seguido as dicas da minha amiga nutricionista Ana Sofia Guerra e já sinto o corpo mais tonificado e até já consegui perder alguns dos quilinhos a mais que levei comigo desde a minha aventura na Tailândia.

 

Para a semana partilho como correu a prova na Serra do Montejunto e em breve quero partilhar contigo um pouco sobre a minha experiência sobre os treinos com base na frequência cardíaca e quais os benefícios deste tipo de treinos.

 

Boas corridas!

A caminho do Estrela Grande Trail com a beAPT

13246214_1745066055708947_8229352771281639361_o.jp O ano passado no EGT

 

Já passou uma semana e meia desde que comecei os treinos com o Paulo Pires da beAPTAceitei o desafio de fazer uma preparação “como deve ser” para o Estrela Grande Trail que se realiza no final de Maio, com o apoio da be APT.

 

A semana passada partilhei aqui uma entrevista com o Paulo Pires, para que possam conhecê-lo um pouco melhor e saber qual a sua metodologia de treino. Hoje, com 7 treinos beAPT feitos, partilho a minha primeira impressão. A metodologia de treino é de base aeróbia alicerçada na experiência e conhecimentos do treinador Paulo Pires, bem como de uma equipa multidisciplinar que o acompanha. É uma experiência de treino individualizada em função do meu perfil biométrico e dos meus objetivos, neste caso o EGT.

 

Antes do treino:

Para iniciar a prática desportiva com regularidade, com objectivo da melhoria da condição física ou performance, há um conjunto de exames médicos a realizar. Para fazer o treino beAPT, para qualquer objectivo escolhido, a realização dos seguintes exames é obrigatória:

- Anual: análise sumária do sangue e da urina.

- Bi-anual: prova de esforço + ECG.

- 4 anos: Ecocardiograma com Doppler e Raio X Toráx.

Felizmente já tinha estes exames feitos e foi só digitalizá-los e anexá-los ao meu perfil na plataforma. A única avaliação que me faltava era uma avaliação física para perceber se deveria perder peso para melhor o meu desempenho e correr saudavelmente.

 

Pedi então ajuda à minha amiga nutricionista Ana Sofia Guerra para fazer uma avaliação corporal. A última vez que tinha feito uma avaliação destas foi há dois anos e estava super e forma, com uma idade metabólica de 18 anos e uma estrutura corporal equivalente a um “atleta”. Esta avaliação já foi diferente e pela negativa. Estou com uma idade metabólica muita acima da minha idade real de 28 anos e com um peso acima do recomendado. Além disso, estou com uma percentagem de massa gorda elevada que precisa de descer para ganhar forma na corrida. Cheguei a este estado porque na Tailândia comia muitos, muitos hidratos e na verdade, embora tivesse feito algum exercício recentemente, não é comparável com os kms que fazia antes. Está na hora de mudar. Na hora de treinar à séria e de fechar a boca (principalmente aos hidratos ao final do dia e ao álcool, pois, o meu melhor amigo é o vinho). Agradeço muito o apoio da Ana na vertente da nutrição. Tenho um esquema para me guiar no dia-a-dia e que me ajuda a ter mais disciplina na dieta.

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Treino em Sintra no domingo passado, o primeiro longo para o EGT 

 

A plataforma beAPT:

No que toca ao treino, o relógio com cárdio-frequencímetro e GPS é essencial. Pois, o que manda nos treinos são a duração do treino e a frequência cardíaca média e não o pace. Na plataforma de treinos temos acesso ao plano semanal atual e da semana seguinte. A plataforma é muito visual e user-friendly. Procedemos a uma ligação ao Strava para facilitar o carregamento dos treinos a partir do relógio. Depois, na plataforma, graficamente, podemos ver o que tinha sido prescrito em termos de treino e o que realmente treinamos.

 

Cada unidade de treino prescrita é caracterizada por:

  • Tipo de Treino: corrida, trail, natação, bicicleta, etc.
  • Tipo de Terreno: estrada, montanha, misto, pista, etc.
  • Altimetria: com diferentes níveis desnível
  • Objectivo: diferentes capacidades fisiológicas a treinar - aeróbio, potência aeróbia, longa duração.
  • Indicadores específicos do treino (tempo, velocidade, ritmo, frequência cardíaca (média e máxima).

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 Treino em Sintra no domingo passado, o primeiro longo para o EGT. O Tiago e o Nuno também vão :)

 

O meu plano de treino beAPT:

O meu plano de treino, na primeira semana, passou por 4 treinos de estrada de 30 a 60 minutos e um treino longo de trilhos de 2,5 horas. Além disso, os planos de treino da beAPT, complementarmente ao treino de base aeróbia, têm dois Circuitos de Musculação devidamente enquadrados na semana de treino, com imagens dos exercícios propostos e número de repetiçõe e séries. No meu plano de treino da beAPT, também tenho dois Circuitos de Flexibilidade devidamente enquadrados na semana de treino, também com imagens dos exercícios propostos e respectivo tempo mínimo de execução.

 

A primeira semana correu bem, embora sentisse o aumento da carga semanal de kms no treino de domingo. Esta semana já fiz um treino intervalado (muito puxado, ainda por cima sozinha!) e um treino leve de 70min. Ainda faltam mais três treinos, incluindo dois de trilhos no fim-de-semana e os treinos de musculação e flexibilidade, claro.

 

E o que estou a achar disto? Estou a gostar muito do acompanhamento do Paulo e da Ana. Sinto o apoio deles e isso dá-me motivação e disciplina. É bom saber que estou a ser acompanhada por especialistas e que estou a preparar-me para o EGT de forma eficaz e saudável. Para a semana dou mais feedback :)

 

Se até lá tiverem alguma dúvida ou questão, não hesitem em contactar!

 

Bons treinos!

 

Vou participar no Estrela Grande Trail e vou ter ajuda!

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No final de Maio vou participar no Estrela Grande Trail. O ano passado também já tive a oportunidade de correr na bela Serra da Estrela, num evento de excelência organizado pelo Armando Teixeira, um dos meus ídolos do trail running nacional.

 

Sabiam que o Armando Teixeira foi treinado por alguém para chegar onde chegou? Sim, o Armando, e muitos outros atletas de trail running de referência em Portugal, foram treinados por um senhor chamado Paulo Pires.

 

Pessoalmente, como nunca ambicionei fazer pódios ou grandes tempos, nunca ponderei contratar um treinador. Entretanto, à minha volta, parece que cada vez mais pessoas que optam pelo treino acompanhado. O Tiago escreveu um excelente artigo sobre os benefícios de ter um treinador. Então pensei que a minha participação no Estrela Grande Trail deste ano merecia um apoiozinho, pois é uma prova muito desafiante em termos de tecnicidade e altimetria.

 

Foi pelo Pedro Luiz que conheci o Paulo Pires, um treinador de UltraDistâncias, UltraTrail, Triatlo, Maratonas. Paulo é licenciado em Desporto e Educação Física pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, FADEUP, na opção de Desporto de Alto Rendimento. Além disso, é mestre em Gestão Desportiva pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, FADEUP. Paulo é professor de Educação Física/Desporto e praticou várias modalidadescomo atleta, monitor, e/ou treinador: Atletismo, Natação, Polo-Aquático, Canoagem, Badminton, Montanhismo/Alpinismo.

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Será que vamos apanhar neve no EGT deste ano? 

 

Vamos conhecer um pouco melhor que é o Paulo Pires e como será o meu programa de treinos?

 

Paulo, Há quanto tempo és treinador?
Eu sou treinador desde que terminei o curso da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Estive muito anos ligado à Natação de Competição e há 9 anos que segui o caminho de “TREINADOR” de ultradistâncias em montanha, desafiado pelo Carlos Sá e Carlos Peixoto. Depois Comecei também a trabalhar com o Armando Teixeira, Natércia Silvestre, Leonardo Diogo… e do nosso trabalho começaram a surgir muito bons desempenhos em provas internacionais de referência. Colocamos o ultratrailrunning português no mapa internacional. Com os nossos bons resultados comecei a ser solicitado para orientar para mais atletas portugueses e estrangeiros. Dessa procura surgiu a necessidade de criar plataforma de treino “beAPT”, sistematizando o trabalho que vínhamos fazendo com a Armada Portuguesa do Trail.

 

Quais as modalidades em que gostas mais de ser treinador?
Eu gosto do desafio das ultradistâncias pela planeamento estratégico que envolvem. Pelos riscos que temos que assumir. Mas realizo-me principalmente, a ajudar os meus ultrarunners a concretizar os seus desafios. Sejam eles sedentários que resolveram mudar de vida e começar a treinar ou atletas de referência mundial a participar nos desafios mais competitivos. Contudo, até ao momento, há um conjunto de desafios que me marcaram pelas dificuldades que implicaram e pelas emoções que vivemos juntos:

  • o 1º UTMB (2011) com o Armando Teixeira e Carlos Sá.
  • Colocar 2 portugueses na Ronda dels Cims no top10 (Armando Teixeira e Claudio Quelhas).
  • Record de ascensão do Aconcágua com o Carlos Sá.
  • Em 2015 em 11 ultratrailrunners dos nossos presentes no circuito do UTMB (occ, tds, ccc, utmb), todos foram finishers.
  • Haver um sentimento de identidade e de pertença à APT que nos orgulha. Porque primeiro que os treinos, há uma filosofia de vida que nos une.

 

Como funcionam os teus programas de treinos?
Os nossos treinos são desenvolvidos de acordo com uma metodologia própria, resultante de e investigação científica e de anos de uma saber de experiência feito como treinador e montanhista.

 

A quem se destinam os teus programas de treinos?
A nossa metodologia pode ser aplicada a um sedentário que resolve fazer actividade física para melhorar a sáude e perder peso ou a para atletas que buscam rendimentos e desempenhos superiores.

 

Como se diferenciam os teus programas de treinos dos outros que existem no mercado?
A nossa plataforma de treinos (www.beapt.pt) permite prescrever treinos individualizados de acordo com o perfil biométricos do atleta em função do seu objectivo/desafio e nível de rendimento. Os treinos de base aeróbia são acompanhados com um plano de trabalho de reforço muscular (força) e flexibilidade.
Para trabalhar connosco é necessário realiazar/aprensentar um conjunto de exames médicos que atestam da capacidade funcional da pessoa para o nível de treino a que se propõe. Temos também uma preocupação constante na longevidade e saúde dos nossos atletas. Disponibilizamos também um conjunto de serviços complementares na área da medicina desportiva, nutrição e avaliação fisiológica.

 

Nas próximas semanas irei partilhar convosco, uma vez por semana, como está a ser a minha experiência rumo ao Estrela Grande Trail com o programa beAPT Se tiverem alguma dúvida em relação aos programas de treino do Paulo, não hesitem em contactá-lo a ele ou a mim :)

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