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Correr na Cidade

7 Perguntas à...Pearl Izumi

Continuamos a querer ouvir as várias marcas que estão presentes no setor da corrida em Portugal. A Pearl Izumi aceitou o desafio de responder às nossas 7 questões.

 

Esta marca nascida no Japão há 50 anos e com forte tradição na área do ciclismo deu os primeiros passos no mercado do running no nosso país em 2015, sendo que 2016 deverá ser o ano da verdadeira aposta neste segmento, com o lançamento de alguns novos modelos e uma maior aposta na divulgaçãoFique com a entrevista a Vasco Portugal, Gestor de Produto da Pearl Izumi, e também ele corredor, que deixa algumas novidades no ar. 

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Por Tiago Portugal e Filipe Gil

 

1.Como analisam o setor da corrida em Portugal?

No nosso País é  um sector sem dúvida em crescimento e é bastante estimulante para nós observar o número de praticantes de corrida, assíduos ou não, e também  o facto de muitas associações e clubes  desportivos apostarem na organização de eventos de corrida sejam eles de cariz competitivo ou social.

 

2.A corrida é uma moda? Vai desvanecer ou veio para ficar?

Não acredito que seja uma moda! Desde os primórdios da vida humana que a corrida está presente no nosso dia-a-dia e neste momento a corrida é a forma mais básica que temos de praticar desporto. Logicamente as razões que nos motivam a correr são diferentes das dos nossos antepassados, mas seja por competição, socialização, lazer, busca por saúde e qualidade de vida ou autossuperação a corrida está para ficar!

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3.Qual a vossa sapatilha de corrida com mais sucesso entre os portugueses?

Neste momento estamos a receber um feedback muito positivo entre os praticantes de Trail Running acerca da nossa sapatilha Pearl Izumi EM Trail N2, que já foi testada por elementos da crew do Correr na Cidade, e conta atualmente com um look renovado em termos de cores.

 

4.Que novidades vão ter para os corredores nas próximas coleções?

Este ano dedicamos mais atenção a um segmento de mercado muito interessante, que são os corredores iniciantes na modalidade ou mais pesados e que necessitam de uma sapatilha com suporte extra mas pretendem também tecnologia, conforto e leveza! Conseguimos juntar todos estes ingredientes no modelo Pearl Izumi Em Road N3, sapatilha que saiu em 2016. Tenho a certeza que será um modelo bastante apreciado por todos.

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5. Em Portugal vende-se vestuário para corrida ou os portugueses apostam mais nas marcas apenas nas sapatilhas?

Na minha opinião em Portugal vende-se vestuário técnico de corrida embora tenha plena consciência de que as sapatilhas são o ponto em que qualquer corredor presta mais atenção e dedica um pouco mais do seu orçamento. Mas destaco a importância do uso de vestuário técnico e quem pratica desporto diariamente, seja corrida, ciclismo, natação, etc… sabe claramente do que falo!

 

6.Como marca, que outras áreas/deportos estão a apostar para conquistar os corredores?

A Pearl Izumi destaca-se em duas áreas desportivas, o ciclismo e a corrida. É entre os adeptos destas modalidades que centramos a nossa atenção e diariamente lutamos para desenvolver e aperfeiçoar os nossos produtos de modo a irem ao encontro das necessidades e expectativas de todos os adeptos e praticantes destes desportos em todas as suas variantes. A nossa missão é e passo a citar: “Make athletes better.”

 

7. De que forma as marcas podem intervir e contribuir para que os jovens se tornem menos sedentários? 

Penso que todos nós, seja empresas, marcas ou indivíduos  temos a responsabilidade de ajudar a promover a saúde e o bem-estar entre os mais jovens através da prática do desporto. Como tal adotámos o ideal, “Pensar globalmente, agir localmente” e damos apoio a várias ações e eventos desportivos que se realizam tanto na nossa área em Águeda assim como no restante território Nacional.

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7 perguntas à...Puma

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Por Tiago Portugal e Filipe Gil

 

No seguimento das 7 questões que estamos a colocar a várias marcas que estão presentes no setor da corrida em Portugal, damos lugar às respostas da Puma. Se o último ano (2015) foi muito importante para a marca, com o lançamento dos Ignite e uma verdadeira aposta no running, quisemos perceber como veem, de facto o mercado nacional. Fique com a entrevista a Filipe Semedo, responsável pelo marketing da Puma para o mercado nacional, que deixa algumas novidades no ar. 

 

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Filipe Semedo (Puma)

 

Como analisam o setor da corrida em Portugal?
Extremamente dinâmico, ultra-competitivo, onde os drivers inovação, segmentação e comunicação são cada vez mais os pontos-chave para os que pretendem destacar-se e liderar no métier.

 

A corrida é uma moda? Vai desvanecer ou veio para ficar?
Apesar do boom dos últimos anos em países como o nosso, a verdade é que o running, nas suas inúmeras variantes, já faz parte do dia-a-dia de milhões de pessoas também em Portugal. A crescente preocupação com o bem-estar físico e mental, a facilidade de poder faze lo em qualquer lugar a qualquer hora sozinho ou acompanhado ou o custo reduzido são exemplos de factores que ajudam a justificar o porquê do sucesso de algo tão natural como a “corrida”.
O crescimento é pois sustentado, a indústria tando do lado dos fabricantes como dos retalhistas tem feito um excelente trabalho no sentido de colocar ao dispor do consumidor os melhores produtos aos preços mais competitivos com ofertas transversais pelo que nenhuma dúvida que “veio para ficar”.

 

Qual a vossa sapatilha de corrida com mais sucesso entre os portugueses?
O modelo Ignite, que permite aliar conforto, durabilidade e visual de excelência ao retorno de energia após cada passada é, cada vez mais, o nosso best-seller.

 

Que novidades vão ter para os corredores nas próximas coleções?
Em 2015 tivémos um grande lançamento, os Ignite, disponíveis num enorme variedade de cores e materiais. Lançámos igual a versão Ignite XT, para training. Em 2016 teremos uma 3ª e muito especial variante da colecção Ignite (a revelar em breve), updates das versões já disponíveis de Running e Training assim como a incorporação da tecnologia Ignite na linha Faas, que passará a designar-se Speed.

 

Em Portugal vende-se vestuário para corrida ou os portugueses apostam mais nas marcas apenas nas sapatilhas?
O focus inicial das marcas, como na maioria das modalidades e até no lifestyle, incidiu, naturalmente, no calçado. Mas há já alguns anos que com a consolidação do mercado, um consumidor cada vez mais informado, atento e exigente em todos os prismas, também o têxtil se tornou numa prioridade e a Puma não é excepção. Temos uma fabulosa colecção, inigualável também em termos de value for money, que alia tecnicidade a visuais ultra apelativos, uma das imagens de marca da Puma.  

 

Como marca, que outras áreas/deportos estão a apostar para conquistar os corredores?
O Running é a categoria-mãe de grande parte das modalidades mas o Fitness/Training nas suas diversas variantes é, cada vez mais, uma aposta da Puma também em Portugal. Temos um vasto portfolio de modelos que permitem as melhores performances não apenas em estrada mas também em ginásios, trilhos e demais locais ou estilos de treino, pelo que há muito que alargámos o espectro, tentando ir ao encontro das necessidades específicas de cada runner, consoante oos seus modelo e formato de treino.

 

De que forma as marcas podem intervir e contribuir para que os jovens se tornem menos sedentários? 
Não se trata sequer de responsabilidade social mas sim de uma consequência daquilo que fazemos diariamente: ao inspirar, fomentar e potenciar ao máximo a prática de desporto através de todos os touch points, as marcas estão a estimular as diversas faixas etárias para os benefícios do exercício físico. Os mais jovens, passo a passo e amiúde incentivados pelos pais, também vêm aderindo entusiasticamente aos eventos e campanhas que, cada vez mais, os principais players levam a cabo.

 

 

7 perguntas à...Brooks

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Por Tiago Portugal e Filipe Gil


Decidimos ouvir o que as marcas que apostam no setor da corrida em Portugal. Como avaliam o mercado, como sentem a evolução da modalidade em Portugal. Será uma moda passageira? Será algo que veio para ficar? Quisemos ouvir quem veste e calça quem corre em Portugal. Assim, nas próximas semanas iremos publicar algumas mini entrevistas para que os nossos leitores fiquem a conhecer melhor as marcas e a postura destas no mercado nacional. A primeira entrevista é a recém-chegada a Portugal, a marca norte-americana Brooks.

 

 

Entrevista a Dan RickFelder Diretor Ibérico da Brooks.

 

Como analisam o setor da corrida em Portugal?
Basta olhar para os maiores parques urbanos e para as zonas de corrida ao fim da tarde para ver a dinâmica que existe e perceber que Portugal está no meio de um boom de corrida. No entanto, comparando com outros mercados europeus é percetível que existe uma lacuna de vendedores e lojas especializadas nesta modalidade.

 

A corrida é uma moda? Vai desvanecer ou veio para ficar?
Com base naquilo que assistimos noutros mercados e a nível mundial a corrida não desvanece com o tempo. As pessoas correm pelas mais variadas razões, desde saúde ao lazer, e é uma oportunidade de durante o dia terem o “Meu tempo”, uma altura do dia em que estão focadas nelas próprias. De igual forma, correr é um desporto acessível em termos de custos e tempo, e rapidamente se encaixa na rotina pessoal.

 

Qual a vossa sapatilha de corrida com mais sucesso entre os portugueses?
Só estamos no mercado português desde setembro de 2015, e o nosso modelo mais vendido tem sido os Adrenaline GTS. É uma sapatilha equilibrada, que oferece a quantidade ideal de suporte/apoio e amortecimento. Estamos a introduzir a 16ª edição do Adrenaline GTS em dezembro. Para os corredores de trail, o nosso modelo mais vendido é o Cascadia, que é famoso pelo nível de conforto e proteção que proporciona, uma sapatilha que se esquece nos pés e permite aos corredores apenas apreciarem a paisagem. A 11ª edição dos Cascadia também chega ao mercado em dezembro deste ano.

 

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Que novidades vão ter para os corredores nas próximas coleções?
Em fevereiro vamos lançar um conceito completamente novo para Brooks, um modelo chamado Neuro, para aqueles corredores que procuram sensações rápidas e velocidade o Neuro irá ajudá-lo a libertar a sua velocidade.

 

Em Portugal vende-se vestuário para corrida ou os portugueses apostam mais nas marcas apenas nas sapatilhas?
A Brooks é uma marca que oferece produtos dos pés à cabeça para ajudar os corredores a terem o máximo de proveito de cada corrida. Como somos uma empresa especializada em corrida estamos em grande contacto com as necessidades dos corredores e contamos com as opiniões destes para conceber produtos que vão ao encontro do que os corredores desejam. Quer seja matérias de absorção de humidade avançados, proteção contra os elementos naturais, chuva e sol, refletividade ou segurança, a Brooks oferece soluções. Também temos a nossa coleção Moving Comfort, que é a líder mundial de marcas sutiãs de desporto, 8 em 10 sutiãs vendidos em lojas de corrida especializadas nos EUA são da Moving Comfort.

 

Como marca, que outras áreas/desportos estão a apostar para conquistar os corredores?
O que pretendemos é que os corredores experimentam a Brooks. O coração de qualquer sapatilha de corrida é a média-sola. Nós utilizamos a nossa Tecnologia DNA que se adapta instantaneamente ao estilo de correr de cada corredor proporcionando uma sensação de conforto a cada passada.

 

De que forma as marcas podem intervir e contribuir para que os jovens se tornem menos sedentários? 
A missão da Brooks é inspirar pessoas a correr e a serem ativas, isso é o que vai no coração de tudo o que fazemos. No centro disso está criar produtos que possam ajudar a corrida a ser agradavél para novos corredores e evitar lesões. O nosso lema caracteriza a nossa forma de estar na corrida: “Run Happy”.

 

A Brooks já se encontra à venda em Portugal desde setembro no El Corte Inglês de Lisboa e de Gaia.

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