Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correr na Cidade

Viver uma Maratona - o relato da Bo em Sevilha

Por Bo Irik:

 

IMG_1684.JPG

 Foto por Ana Morais - ainda fresquinhos

 

Tal como muito de vocês já devem saber, o fim de semana passado foi um fim de semana de estreias. Estreias na distância mítica da Maratona. Como o Tiago já fez um excelente enquadramento e relato da sua experiência, vou tentar não “esticar” muito e tentarei dar-vos algumas dicas para provas deste género com base na minha experiência.

 

  1. Garante que queres

Um ingrediente essencial para que a tua participação em provas grandes corra bem prende-se com a tua motivação. Queres mesmo correr uma (Meia) Maratona? Queres mesmo? Queres mesmo sacrificar manhãs quando podias dormir até tarde para ires treinar? Queres mesmo deixar de comer doces e beber bebidas alcoólicas para adaptares uma alimentação saudável? Eu queria e fiz. Correr uma (Meia) Maratona exige um grande compromisso e este deve ser levado a serio, pois a participação neste tipo de provas exige muito do nosso corpo.

IMG_1617.JPG

  Foto por Ana Morais - las chicas da estreia

 

  1. Prepara consoante o teu objetivo

Quando tens a certeza que queres assumir o compromisso com a (Meia) Maratona, chega o momento de treinar. Não vou falar em detalhe sobre planos de treinos ou de alimentação porque acredito que cada caso é um caso e a preparação depende muito dos nossos objetivos. No meu caso, o meu objetivo era viver a estreia na Maratona de forma positiva, com um sorriso na cara e sentir-me bem do início ao fim. Tal como muitos de vocês já sabem, ligo pouco aos tempos e muito mais à vivência da viagem em si.

 

Enquanto corredora frequente e tendo também já o habito de praticar exercício durante algum tempo seguido (particularmente nos trilhos), senti que a única coisa que precisava de treinar mesmo seria resistência em estrada. Desta forma, mantive o meu ritmo de treinos normal (quem quiser, pode seguir-me no Strava) e fiz apenas três treinos específicos a pensar na Maratona: três treinos em estrada, entre Lisboa e Cascais, de, pelo menos 30kms. De resto, reforcei o reforço muscular e nas semanas antes da maratona evitei os trilhos, para evitar o risco de lesão. Em termos de alimentação, nas duas semanas antes da prova tive particular cuidado para evitar gorduras e bebidas alcoólicas e nos três ou quatro dias antes da prova, carreguei nos hidratos de carbono (quinoa é o meu cereal de eleição).

IMG_1864.JPG

 Foto por Ana Morais - "Yes, I can"

 

  1. Sente-te preparado/a

Penso que sentires-te bem preparado para enfrentar a (Meia) Maratona é meio caminho andado para o teu sucesso. Prepara-te bem, com a devida antecedência e evitas muito stress! Nas semanas antes da prova em Sevilla, as pessoas à minha volta pareciam estar mais ansiosas pela minha estreia do que eu! Sabia que estava bem preparada e sabia que iria conseguir.

IMG_8894.JPG

 Foto por Miguel Pinhal - Superação em equipa

 

  1. DO IT!

No dia da prova, é só fazê-la! Fácil! Sabendo que estás preparado/a, relaxa, desfruta. No meu caso decidi não fazer a prova sozinha. Pedi ao Nuno Malcata para “não me largar” e assim foi. Mais uma vez, cada caso é um caso e correr sozinho ou a pares/grupo tem as suas vantagens e desvantagens. Eu preferi juntar-me ao Malcata. Sabia que ele iria ajudar-me a controlar o ritmo e não acelerar demasiado com o meu entusiasmo e que iria ajudar-me a superar eventuais quebras. Apostei no “sozinho vais rápido, juntos vais longe” e foi uma boa aposta! Sem pressões de tempo e apontando para um ritmo de cerca de 6min/km, lá fomos nós nesta aventura de 42,195km em estrada.

 

A minha viagem, tal como é visível no registo no Strava, foi muito estável até o km 35 onde começaram os desafios psicológicos e o “diabinho mau ao meu ombro” obrigou-me a caminhar várias vezes. Sinceramente, para mim, correr uma maratona foi mais difícil do que pensava. Porquê? Por motivos psicológicos, tal como nas meias maratonas. Senti dores estranhas, em sítios onde nunca tive dores, sofri, muito… Não dúvido de que esses desafios e sofrimentos valeram claramente a pena pelos pontos altos que vivi ao longo da viagem. O povo Sevilhano e os tugas que nos acompanharam nesta aventura, em particular a Ana, a Joana e a crew de apoio do Tiago, fizeram-me sentir a Rainha do mundo. Sim, senti-me mega forte, uma verdadeira campeona! Sevilha é a prova ideal para a estreia nesta distância, sem dúvida alguma. Afirmo que, para mim, o apoio e o percurso são MUITO importantes em (Meia) Maratonas e acho que passo a Maratona do Porto e de Lisboa este ano, Barcelona 2016 já posso considerar :p

 IMG_4086.JPG Foto por Nuno Alves - DONE!

  1. Afterglow and relax

Os momentos e dias após a grande vitória são fantásticos. O afterglow da Maratona é muito intenso. Os níveis de endorfina e orgulho mantêm-se, até hoje, quinta-feira, elevados. Estou extremamente bem disposta e relembro os vários momentos da prova, bem como do pré e after, com muito gosto. Em termos de recuperação: no dia da prova foram muitas cañas e tapas e um passeio de cerca de meia hora para esticar as pernas e comer um gelado. Dormir bem é essencial, embora para mim não tenha sido fácil, continuava muito excitada. Nos dias seguintes, comer bem, carregar na hidratação, magnésio e vitaminas para ajudar a recuperação corpo enfraquecido.

 

Na 3ª feira de manhã, antes de voltar a trabalhar, fiz uma massagem. A massagem foi essencial para a minha recuperação. No domingo, após a prova nem conseguia dobrar bem os joelhos e tinha um alto no quadricepede direito. Estava mega dorida, no corpo quase todo, sim todo, costas, braços… curiosamente os pezinhos estavam ótimos, “gotta love Salming”! A massagem desportiva imediatamente após a prova, fornecida pela organização da mesma, não ajudou a mitigar as dores intensas nos quadricepedes e fiquei preocupada com o Piódão, no fim de Março. Felizmente, a massagem na 3ª e o creme Diclofenac fizeram efeito e sinto-me já pronta para outra! Embora me sinta tão bem, vou controlar-me e esta semana evitar o impacto com o solo para dar algum tempo de recuperação aos músculos, indo à piscina e mantendo apenas as caminhadas de meia hora de e para o trabalho.

 

IMG_1917.JPG

Foto por Ana Morais - a equipa de vencedores (faltam o Tiago e o Roberto que tiveram que ir fazer o check-out)

 

Num momento histórico na minha vida (sim, completar a maratona é histórico para mim), resta-me agradecer àqueles que me ajudaram a realizá-lo. Não vou enumerar nomes porque já agradeci pessoalmente a cada uma das pessoas que me ajudaram a concretizar este desafio.

 

A cereja no topo do bolo foi chegar a casa e ver o episódio do RTP Running com a minha participação que deu na TV no sábado dia 21 mas como estava em Sevilha não tinha tido oportunidade de ver. Mais gratificante do que o episódio em si foi o vosso maravilhoso feedback. Obrigada. Sinto-me mega feliz.

Trail da Serra da Lousã - uma viagem de superação

Quando em Junho deste ano terminei o Louzan Trail de 33km com vontade de correr mais, decidi inscrever-me numa prova de trail maior. A paixão pela Serra da Lousã fez-me optar, sem hesitar, pelos 42km do AX Trail, que decorreu no sábado passado. Tal como o Nuno Malcata já tinha partilhado convosco aqui, fomos em modo Running Trip com mais três amigos, que se iriam estrear na distância.

10703609_1553221294910484_9080303253076668891_n.jp

A partida da grande viagem. Excitação.

 

Em termos de treino, embora tenha tido pouca oportunidade de correr em trilhos, sentia-me bem. Sinto que o ginásio (reforço muscular, aulas de Spinning e Body Pump), em combinação com treinos de corrida, fez-me bem. O meu espírito de “apenas quero acabar e chegar bem” ajudou-me a não stressar e a estar muito motivada nos dias anteriores à prova. No entanto, alguma insegurança persistia, razão pela qual decidi não fazer muito “barulho” nos Social Media sobre este meu grande desafio.

10660824_812811075438448_1522589062_n.jpg

Entreajuda.

 

Não querendo massacrar-vos com demasiados detalhes, a prova correu extremamente bem. Consegui descansar devidamente na véspera, algo essencial para mim, e acordei muito bem-disposta. Arrancámos em grupo, os cinco elementos da equipa, mas no km 4, ao encontrar a primeira das duas grandes paredes do percurso, rapidamente perdi pedalada e comecei a afastar-me do grupo. Sei que não sou muito rápida nas subidas, não gosto delas quando são muito inclinadas, mas sabia que nas descidas, provavelmente iria conseguir apanha-los. Assim foi e fizemos uma boa parte do percurso em grupo. Houve umas descidas fantásticas, muito técnicas e com vários tipos de piso, tal como eu adoro! Em poucas palavras, entre o km 7 e 15 fomos quase todos juntos, e no segundo abastecimento, antes da subida do inferno do “Cuco”, ainda dei um hi-five aos meus amigos, mas eles arrancaram quando eu chegueu e partir daí fiz a prova “sozinha”.

10395827_10154730247320453_6043649567676833208_n.jEscuridão e sofrimento...

 

Ainda bem que tinha trazido música que gosto de ouvir quando corro sozinha. Acredito que sem música, o km 24 ao 30 teriam sido muito mais difíceis. A subida do “Cuco” fiz nas calmas, foi horrível, chamei nomes a não sei quem e sofri à seria, mas nunca pensei em desistir. Sentia-me bem e sabia que a partir do km 30 seria sempre a descerrrrr. No topo da Serra, no Trevim, apanhei imenso frio e tanto nevoeiro que a visibilidade estava péssima. Mais um troço infernal, com um piso tao técnico que pouco conseguia correr. Finalmente comecei a sentir a descida e a partir daí senti-me muito forte, sabia que iria chegar bem, mesmo estando sozinha. Acelerei do km 30 até ao fim, até nas subidas, na esperança de conseguir apanhar a Rute, o Nuno e o João e com eles cruzar a meta, mas sem sucesso, eles chegaram poucos minutos antes de mim.

10665283_10154730247395453_4975739874442193700_n.j

Liberdade e felicidade.

 

O cruzar da meta foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Não consegui de todo conter as lágrimas, aliás, nem tentei. A superação é enorme, ainda maior por ter feito grande parte sozinha. Oito horas e vinte e um minutos de prova é muito trabalho físico e tanto ou ainda mais psicológico. Nem consigo descrever; é incrível.

1926801_712498042164863_3210514600116538673_n.jpgFinishers! Todos bem, sem lesões mas cheios de superações!

 

Em termos de organização, os meus parabéns à Go Outdoor, desde o levantamento dos dorsais, ao espaço envolvente da partida/meta, aos abastecimentos (gente muito simpática), ao percurso, às fitas de sinalização, aos balneários e por fim à refeição no final da prova: muito bom. O percurso, excelente, concordo com a organização: “Pelo caminho está garantida a passagem em várias Aldeias do Xisto, no Trevim (ponto mais alto da Serra da Lousã), em Santo António da Neve e em duas Praias Fluviais. Os trilhos de ligação entre as aldeias, ribeiros e miradouros são autênticos paraísos para o trail running. E, com um pouco de sorte, há a possibilidade de se correr ao lado de um veado ou de avistar outro exemplar da fauna desta serra. A vegetação, ora exuberante, ora de baixo porte permite cenários únicos e cada quilómetro terá o seu encanto.” A ideia de haver a possibilidade de os atletas de ambas as provas (100km e 42km) se juntarem na fase final e lado a lado cruzarem a meta foi uma excelente ideia para quem fazia a prova de 42k puxar pelos grandes campeões dos 100km nos últimos kms. Uma fita ou outra a mais ao longo do percurso poderia ter dado jeito devido às condições climatéricas de nevoeiro muito intenso nalguns troços da prova, mas de resto, nada a apontar!

TSL (1).jpg

Um dos meus troços preferidos da Serra da Lousã. Puro prazer.

 

 A prova em números (segundo o meu TomTom Runner e Strava):

Distância: 43,1km

Desnível acumulado: 2530

Tempo de prova: 8h21min

Tempo em movimento: 6h52min

Pace: 9:35/km

Km mais rápido: 5:38/km ao km 7

Km menos rápido: 17:14/km ao km 5

Calorias: 4515

Altitude max: 1186m

Altitude min: 240m

Alimentação: 2 gels Isostar Original, 1 barra de geleia frutos silvestres, 4 pastilhas Isostar, cerca de 4 litros de água e 3 copos de isotónico, bananas, laranjas, batatas fritas e amendoins.

TSL (7).jpg

The day after... recovery jogging.

 

Mais uma vez, os meus parabéns à organização. Acho que conseguiram reunir “O melhor da Lousã em 42km...”, tal como prometeram. Para o ano, lá estarei. Nos 100km não, os 42 chegam… para já…:p

 

 

Race Report - London Marathon powered by Endeavor (Parte 2)

Para quem leu o meu último post, sabe que estive no passado Domingo a correr a Maratona de Londres, a convite da Endeavor Travels aqui fica a continuação…

 

A minha Maratona de Londres:

 

Comecei a corrida, como uma criança que entra numa loja de brinquedos. Tudo era novo, tudo era diferente e nunca tinha visto um público tão excitado por ver passar uma corrida.

 

Ainda só com 3,5 km nas pernas, tive fazer o meu primeiro e único pit stop. Apesar de ter ido ao WC antes de começar a prova, comecei quase à “rasquinha para fazer um chichi”. O chá que bebi estava a fazer os seus efeitos.

 

Ultrapassadas as questões fisiológicas, meti um ritmo bastante confortável, em torno dos 6m/km e o qual eu tinha certeza que me daria para correr até ao infinito. Além disso, mesmo que quisesse correr mais rápido, não teria conseguido, o facto de ter partido muito de trás, obrigava a um ziguezaguear constante e consequentemente a um esforço adicional. Mesmo assim eu e o meu companheiro Manuel Barros (clube do Stress) lá fomos progredindo por entre a multidão.

 

O percurso passa por muitos lugares emblemáticos da cidade de Londres, sendo que por volta dos 10km surge o grandioso Cutty Sark (o barco e não a bebida), numa curva bem apertada contornámos este magistral barco.

 

 

Mais à frente, por volta do km 20, no dobrar de uma esquina surge de surpresa a Tower Bridge. Aqui, fosse pela energia do público, fosse pela paisagem, senti aquele arrepio no estômago e uma emoção quase transcendental.

 

 

 

 

 

 

Passada à ponte pude ver a Tower of London, onde estarão depositadas as jóias da coroa. A partir daqui o percurso abre para ruas mais largas e entra-se numa zona em que é possível ver passar os atletas que já estão a passar o pórtico dos 35km.

 

A passagem da meia maratona marca uma mudança na minha prova de duas formas. Em primeiro lugar, foi aqui que deixei o meu companheiro Manuel Barros, que apesar de se estar a sentir bem quis abrandar e em segundo lugar, com as pernas já a acusarem um bocadinho o esforço, decidi que era tempo de arrumar o telemóvel e concentrar-me na prova.

 

Daqui para a frente a prova teve pouca “ciência”, o meu ritmo estava bom e confortável, não sentia qualquer dor, a estratégia de toma de geles estava a funcionar (1º aos 15km, 2º aos 22km, 3º aos 30km e 4º aos 40km) e acima de tudo sentia-me incrivelmente feliz por estar ali a viver aquele momento.

 

Por volta do km 33, passo pela claque da crew Londrina (Run Dem Crew) e sou brindado com um ruidoso apoio (não diretamente para mim, mas para um corredor desta crew que estava bem pertinho de mim). Ia na expectativa de poder tirar uma foto com eles, mas o facto da estrada ser estreita e de eles já terem ocupado uma parte da estrada, fez-me optar por seguir caminho (digamos que aquele local estava bem ao estilo de um Tour de France).

 

Houve ainda tempo de passar pelas famílias do clube do stress, que com uma bela bandeira portuguesa me cumprimentaram e apoiaram, bem como por duas caras conhecidas que brilhantemente iam no seu ritmo.

Ao km 35 grande parte dos corredores já iam mais a andar do que a correr, havia muitos corredores a ser assistidos pelos paramédicos, outros a parar para alongar e uma impressionante senhora, que apesar coberta de diarreia nas pernas, continuava determinantemente a correr em direção à meta.

 

Entrado em Victoria Embankement o pórtico das 25 milhas sorria para mim, pensei “Está  feito” voltei a relaxar a sacar do telemóvel para poder gravar os momentos finais. Passagem pelo Big Ben, pela Abadia de Westminster, entrada no St. James Park, passagem pelo Buckingham Palace e… aquela maravilhosa visão… a meta…

 

 

 

Ao som do Happy, lá fui eu a dançar em direção à meta. E o que é que se faz quando se corre em direção a uma meta?.... Faz-se uma paragem para última selfie da prova.

 

 

 

Dados da Prova:

  • Tempo de chip: 04:17:15
  • Média de 6,6 m/km;
  • Classificação: Lugar 15787;
  • Classificação por escalão (18-39): Lugar 6119;
  • Ultrapassei  1619 corredores;
  • Fui ultrapassado por 15 corredores.

A caminho da Maratona de Londres

 

 

E vamos a Londres correr a Maratona!! Ou melhor, um de nós vai à capital inglesa fazer os míticos 42.195 metros, mais concretamente o Pedro Tomás Luiz que, pela primeira vez vai correr em Londres. E como começou esta aventura? Da forma mais simples.

 

A empresa especializada em viagens para corredores que recentemente chegou a Portugal, a Endeavor Travel, fez-nos o convite para irmos "viver" na íntegra a experiência de correr numa das melhores maratonas do mundo através dos seus serviços. (Recentemente entrevistámos o dono da empresa, o nova iorquino Glenn Martin, aquando da Meia Maratona de Lisboa e da sua presença na Sport Expo, podem ler aqui e saber mais sobre a Endeavor)

 

E assim, a partir desta quinta-feira o Pedro vai partilhar aqui no blog a sua experiência. Das expetativas às dúvidas, da viagem ao hotel, da organização quer da prova, quer da viagem da Endeavor, à prova. E, claro, na segunda ou terça feira teremos o race report da Maratona de Londres.

 

Sigam (e partilhem) a experiência do Pedro em terras de Sua Majestade.

 

 

Jessica Augusto em 3º na Maratona de Yokohama

810939De acordo com o jornal Público, a  atleta portuguesa Jessica Augusto classificou-seno terceiro lugar na Maratona Feminina de Yokohama, com o tempo de 2h29m11s. A prova foi ganha pela russa Albina Mayorova, com o tempo de 2h25m55s, quase três minutos menos do que a atleta japonesa Azusa Nojiri, que acabou em segundo lugar com a marca de 2h28m47s.A atleta portuguesa, de 32 anos, sétima classificada na maratona olímpica do ano passado, ficou assim a 25 segundos do segundo lugar e a 3m16s da vencedora da prova. Em termos pessoais, ficou também longe do seu recorde pessoal nesta distância, que é de 2h24m33s, marca obtida em 2011.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Actividade no Strava

Somos Parceiros



Os nossos treinos têm o apoio:



Logo_Vimeiro

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D