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Correr na Cidade

Corrida TSF Runners – Como é correr com 4 atletas cujo nome termina em Ana?

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 (na partida...digam lá que não sou um sortudo)

 

Por Bruno Tibério:

 

Há algumas semanas fui convidado para participar nesta prova e confesso que estranhei o convite, principalmente porque iria correr com 4 mulheres que têm 2 pontos em comum: gostam de correr e têm “Ana” no nome. No início ainda achei alguma piada, mas depois fiquei um pouco apreensivo. Isto de ir a acompanhar 4 mulheres não é para qualquer um! Como será que podia ajudar? Quem me conhece pessoalmente sabe que não sou propriamente a pessoa mais efusiva e extrovertida e isto seria para mim um desafio acrescido. O meu conselho, e aquilo que eu segui, é pensarem o que gostariam que fizessem por vocês.

 

No dia da prova, para além do nervosismo típico antes de começar a correr, acabei por me atrasar um pouco porque decidi fazer compras de última hora e iniciei a minha corrida em Linda-a-Velha e tive a sorte de apanhar boleia com os “Malcatas”. Quando cheguei à partida já estava acompanhado pela Ana Morais e a Joana Malcata e começámos à procura das outras “Joanas”. Depois de nos reunirmos e colocarmos o dorsal à cintura, fomos até à zona de partida e, mesmo tendo a pulseira da zona “até 60 minutos”, decidimos que íamos para a parte de traz da partida.

 

Apesar de termos combinado irmos todos juntos, acabei por ir a acompanhar a Ana Morais. A Joana Aguiar e a Joana Ceitil foram mais à frente e a Joana Malcata ficou um pouco atrás. Ao dar o tiro de partida ainda demorámos um pouco a arrancar. Também não tínhamos pressa nenhuma e posso dizer que, de certa forma, isto já estava ganho...pela companhia, claro.

 

Nos primeiros 2 Km, olhei várias vezes para o relógio e reparei que a Ana ia um pouco mais acelerada do que era costume. Avisei-a de que devia ir com mais calma mas, como sempre, não me ligou nenhuma e lá continuou. O mais engraçado é que se notava bem que ela ia a puxar, pois era a primeira vez que a via a correr sem falar. De vez em quando olhava para ela para ver se estava bem, pois era estranho vê-la tão calada. Ao 3º Km (ou perto disso) aparece o primeiro abastecimento com água e agarrei logo em duas garrafas de água para que a Ana não parasse de correr. Se no início da prova estava um tempo bem fresco e nublado, ao longo da prova sentia-se bem o calor. Por esta altura já ela se queixava (como de costume) do calor e molhava a cara, os braços e as pernas.

 

E lá continuámos nós a correr e a acenar às pessoas que passavam por nós. De vez em quando lá olhava para ela para saber se estava bem, pois continuava a não dizer nada. Por volta do 5º Km, ela diz que tem de baixar um pouco o ritmo e, como se tivesse um relógio no pulso (que não tinha), fez o resto da prova numa média super estável – 6:28/6:32. Era essa a média que ela se sentia mais confortável. Eu bem tentei puxá-la no último quilómetro, mas não consegui grande coisa. Ela própria confessa que a falta de treinos de corrida não ajudaram e tinha mesmo que treinar mais. Mas engraçada foi a reação dela ao aproximar-se da meta, olhar para o relógio que lá estava e dizer: “vou bater o meu recorde pessoal dos 10K!” E assim foi! Fez 1:04:38.

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(esta foto está diferente de todas as outras: ela é que costuma correr a sorrir, não eu)

Na meta já lá estava a Joana Aguiar e a Joana Ceitil à nossa espera, que correm duma maneira engraçada: vão sempre a falar durante a prova (segundo elas dizem, em todas as provas). Esperámos alguns minutos pela Joana Malcata, e lá vinha ela “esbaforida” e sem conseguir falar, mas com um grande sorriso.

 

Resumindo um pouco o meu papel neste dia: todas estas meninas, para além de terem em comum partes do nome e o gosto pela corrida, elas também recomeçaram agora a correr e a participarem em provas. Quer seja por falta de tempo devido à vida profissional demasiado exigente, por alguma problema pessoal e/ou familiar, ou por alguma lesão que nos deixe encostados, por vezes temos de deixar os treinos para último lugar. Na corrida só conseguimos melhorar se tivermos alguma regularidade nos treinos e quando o treino passa a segundo plano durante algum tempo, podemos começar a ficar desmotivados com o nosso desempenho quando voltamos de novo ao activo. Não gostamos do nosso desempenho sabemos que podemos, ou pelo menos queremos, fazer melhor mas o corpo não reage aos nossos desejos.

 

E é aqui que podemos ser úteis, fazer a diferença e tocar alguém. Por vezes nem é preciso dizer nada, basta apenas estar lá. O simples facto de estar presente, fazer companhia, pode ser mais do que suficiente para não deixar um amigo, um colega ou um conhecido desistir quando falta um pouco de fôlego, motivação e coragem. Saber dizer, “reduz um pouco, precisas de gerir” quando vês que estão a ir acima das suas capacidades ou incentivar a acelerar nos últimos quilómetros ou a sair da zona de conforto. Relembrar que o relógio numa prova não é tudo, não é aquele “bicho papão” sobre qual todos nos vão julgar só porque os números não são os melhores. Mostrar que chegar ao fim, dentro das suas limitações, é um prémio mais enriquecedor que qualquer medalha. O sentimento de dever cumprido, o transformar o sofrimento em alegria após cruzar a meta, o acreditar que afinal é sempre possível, é o maior dos prémios que se pode receber quando nos sentimos em baixo.

E vocês? Já tocaram alguém esta semana? Vão, apoiem alguém e, no final, apenas perguntem: “quando voltamos a treinar?”

O Natal chegou mais cedo, a minha primeira prova no G.P. do Natal

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Correr é o que nos junta, mas os treinos do Correr na Cidade têm sido para todos nós a oportunidade de trocar experiências, aprender uns com os outros e criar lanços.  Recentemente num dos nossos treinos descobrimos que o Bruno Tibério nunca tinha participado numa prova, e tivemos muito gosto em o convidar para participar connosco no G.P. de Natal que decorreu no passado dia 13. Este é o seu testemunho.

 

Por Bruno Tibério

 

Nos últimos meses tenho frequentado regularmente os treinos dos sempre bem dispostos e alegres Correr na Cidade para combater um pouco a monotonia que estava a ser para mim fazer corrida sozinho. Em conversa num dos habituais treinos semanais, revelei que nunca tinha participado em nenhuma prova oficial. Não sei bem explicar o porquê mas não via interesse em provas. Não sou louco por corridas. Gosto de correr sim, como meio de me manter em forma e, como tem sido nos treinos com este fantástico grupo, como meio de diversão e convívio praticando exercício.

Para além da questão monetária que nem sempre é acessível em muitas provas, sempre achei que o lado competitivo adjacente a uma prova oficial, apenas impulsionava o egocentrismo de cada corredor e isso em nada me motivava para inscrever numa corrida.

Pois bem, o grupo do CnC quis mostrar que existia mais para além da minha visão e ofereceram-me uma prenda de Natal antecipada, um dorsal para participação no 58º Grande Prémio de Natal EDP. Confesso que fiquei surpreendido com o gesto do grupo, afinal conhecem-me à relativamente pouco tempo, mas decidi aceitar o desafio proposto.

Olhando para as informações disponibilizadas no site oficial da prova, verifiquei que não existia grande grau de dificuldade. É um circuito sem subidas exigentes e na sua maioria plano. O facto de serem 10km não me assustava pois estou habituado a fazer distâncias semelhantes, a não ser que acontecesse alguma lesão.


Durante a semana que antecedeu o evento não fiz qualquer preparação extra a pensar na prova, mantive a minha rotina habitual de exercício e apenas tentei não forçar os meus limites para garantir que não ia para a prova com dores musculares.

Eis que chega o dia da prova. Decidi acordar bem mais cedo para garantir que estou bem desperto na altura da prova, tendo em conta que em geral as minhas práticas de exercício são feitas no período da tarde ou ao final do dia. Desloco-me de autocarro até ao Campo grande, e neste já me cruzo com mais uma ou duas pessoas que se dirigiam de igual modo para a prova. Saindo dos transportes, vou descendo a pé a avenida em direção à zona da partida observando em meu redor as delimitadas faixas para os corredores e as várias pessoas que iam aquecendo, todas elas vestidas a rigor e com aspeto de grandes velocistas. O visual bastante atlético das pessoas que ia vendo, só me trazia à memória a ideia que tinha das provas e me levava interiormente questionar se isto era para mim. Não podia estar mais enganado. 

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Ao chegar a Entre Campos já se via pessoas de todo o tipo. Desde corredores assíduos a pessoas mais idosas (mas jovens no seu interior).

Enquanto esperava no ponto de encontro combinado, observava em redor em busca de caras familiares e simultaneamente os rostos que passavam junto a mim.

Grupos de amigos, casais, namorados, famílias, tudo se ia concentrando junto à zona de partida. Finalmente as caras conhecidas começaram a surgir.

 

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Eis que surge a partida. O arranque no inicio da prova foi o que menos gostei em toda a corrida. A aglomeração de pessoas faz com que tenhamos que ser bastante cautelosos para não embater noutra o que torna o inicio bastante lento a um ritmo praticamente de caminhada. Os primeiros 4km foram feitos a ritmo calmo acompanhando outras pessoas. Afinal de contas não tinha definido qualquer objetivo para a prova que não fosse o de chegar ao fim. O facto de estar a correr numa zona bastante confortável permitia também estar mais atento ao ambiente que se estava a viver. Não posso deixar de destacar talvez os que mais me impressionaram, entre gente que estava claramente a divertir, famílias que não esqueceram os seus membros mais pequenos, casais cuja a força interior é invejável e não se deixam abalar pelas dificuldades que a vida de alguma forma apresentou.


É este espírito, que estas pessoas representam, que é motivador e nos mostra que quando a paixão pelo que fazemos é maior não há dificuldade que nos impeça.

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Na viragem no Campo Grande, deixei o egocentrismo que aparentemente tanto desprezava subir um pouco ao de cima. Sabia que conseguia fazer bem melhor e sentia um pequeno prazer em querer saber qual meu limite e o quão  melhor conseguia fazer. O ritmo aumentou e bem. O facto de conhecer o percurso dava-me bem a noção para saber gerir o esforço. A cada Km tentava manter o ritmo mais elevado e se possível aumentar. Sobretudo depois do Marquês de Pombal o declive negativo ajudava e visualização da meta foi o que precisava para puxar ao máximo. E eis que se atinge a desejada meta!

 

Após analise dos dados colhidos pelo GPS, verifiquei que nunca tinha marcado um ritmo tão elevado em qualquer das corridas que tinha feito anteriormente e acho que teria sido difícil arranjar motivação para descobrir os meus próprios limites se não tivesse deixado o ego subir.

Se valeu a pena a experiência?


Sem dúvida que sim. Mudou um pouco a visão que tinha das provas oficiais. Nem todos vão para provar que são melhores que os outros. Como aprendi, muitos vão apenas por amizade, fazer companhia, divertir-se e outros, tal como eu nos últimos quilómetros, testar os seus limites, descobrir até onde se conseguem superar.

Review: Brooks Adrenaline GTS 15

Modelo: Brooks Adrenaline GTS 15

Testado por: Tiago Portugal

Características pessoais: Pronador, com maior preponderância no membro inferior direito, peso médio e com um arco plantar elevado.

Condições de teste: Mais de 100km percorridos em estrada e terra batida. Usados em vários treinos de 10-15km e numa prova de 10k.

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Os Brooks Adrenaline GTS 12 foram o primeiro modelo desta marca americana que usei. Uma compra por impulso, a primeira de muitas que fiz pela internet. No tempo em que a Amazon UK ainda tinha em consideração os consumidores portugueses e tínhamos a acesso a free shipping. Isso e a Brooks ainda não estava disponível no nosso País, situação que felizmente já está resolvida. Uma compra que se revelou muito certeira.

 

Foram as sapatilhas com as quais corri mais quilómetros e alcancei alguns marcos importantes.

 

Foi assim com agrado que recebi o mais recente modelo dos Adrenaline GTS para testar, já  na versão 15. Pelo meio ainda corri com a versão 13.

 

E o que mudou dos modelos 12 e 13 para este? Quase tudo. Continuam a ser um modelo fantástico, mas diferente do que estava habituado.

 

Através das melhorias incorporadas nesta versão os Brooks Adrenaline GTS 15 são exatamente aquilo que pretendem ser, um “Go To Shoe” com os quais podemos ir correr qualquer distância em estrada ou mesmo enfrentar percursos de terra batida ou trilhos menos técnicos, um modelo que dá para tudo. Com elementos de estabilidade e um melhor sistema de amortecimento este modelo certamente agradará aos corredores que precisam ou procuram estas características.

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Conforto

 

Este é um daqueles modelos que podemos tirar da caixa e imediatamente ir correr com eles. O ajuste é confortável e seguro ao mesmo tempo que nos dá amortecimento e estabilidade. Tudo o que pretendo de uma sapatilha de corrida.

 

O pé fica bastante seguro no calcanhar e não se movimenta durante a corrida. Apesar de serem claramente uma sapatilha de estabilidade são bastante flexíveis graças ao pontos de flexão situados na sola, tecnologia Flextra, que permite dobrar a sapatilha sem problema.

 

A parte superior é composta de uma malha transpirável que mantem os pés secos e a uma temperatura adequada. Alguns elementos são sobrepostos através de uma impressão 3D Fit.

 

A palmilha incorpora também ela a tecnologia BioMogo de forma a dar um maior amortecimento e para quem como eu necessita existe um suporte para o arco plantar.

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A única ressalva é o tamanho. Tal como em versões anteriores, 12 e 13, este modelo é largo na zona dos pés o que permite alguma liberdade, no entanto é um pouco mais curto que os seus antecessores por isso sugiro ½ número acima do vosso normal. É muito mais confortável correr com uma sapatilha um pouco maior do que demasiado pequena.

 

Design/Construção

 

Em termos de design é um modelo de sapatilha bastante sóbrio, em tons de preto com alguns elementos coloridos. Ao contrário de alguns modelos que têm saído no mercado não é demasiado espampanante, e pode ser utilizado de uma forma mais casual, por exemplo com umas calças de ganga.

 

Tal como Adrenaline GTS 12 que tive estes sapatos foram construídos para durar muitos e bons quilómetros. É para usar sem medos. Ao fim de mais de 100km não apresentam qualquer sinal de desgaste e o amortecimento e suporte mantem-se inalterável desde o primeiro dia. A sola é feita de HPR Plus um composto de borracha mais duradouro e resistente à abrasão. Estou confiante que farão seguramente mais de 800km sem problemas.

 

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 É de realçar a qualidade dos restantes materiais e os acabamentos utilizados tanto no upper como no seu interior.

Em resumo, neste capítulo os Brooks Adrenaline GTS 15 levam uma nota muito positiva.

 

Estabilidade e Aderência 

 

Os Adrenaline GTS 15 são, de acordo com a Brooks, desenvolvidos com estrutura e equilíbrio para os corredores que desejam uma estabilidade moderada. Foi introduzida uma nova Progressive Diagonal Rollbar (PDRB) que mais não é do que um suporte estabilizador com tripla densidade que permite um controle progressivo da pronação e garante uma transição mais suave entre o apoio central do pé e a fase do impulso. Sendo eu um pronador moderado este modelo adapta-se perfeitamente à minha passada e é um compromisso perfeito entre amortecimento e estabilidade.

IMG_2111.JPGProgressive Diagonal Rollbar (PDRB) - as diferentes cores representam densidades distintas

A sola em HPR Plus é muito duradoura e resistente à abrasão. Já com mais de 100km feitos, e alguns em trilhos de terra batida não se nota nenhum sinal de desgaste na sola. Em termos de aderência nada a apontar a este modelo, apesar de ser feito para estrada aguenta sem grandes problemas caminhos de terra batida e gravilha. Não se pode é esperar grandes comportamentos se a levarmos para trilhos mais técnicos.

IMG_2112.JPGTecnologia Flextra para maior flexibilidade- Borracha HPR Plus

Amortecimento

 

Seguindo a nova tendência da Brooks, este modelo incorpora a tecnologia BioMoGo DNA ao longo de toda a sola, o que proporciona um maior amortecimento. Brooks DNA é um sistema de amortecimento único e inovador que se adapta às características específicas de cada corredor. É um material viscoso que reage à força que se aplica, garantindo um amortecimento 30% superior comparativamente ao Gel ou EVA tradicionais, e uma transição mais suave da passada. Uma característica muito interessante é que o material utilizado na entressola, BioMoGo, da Brooks é Eco Friendly, a marca americana é talvez o fabricante de sapatilhas de corrida mais amigo do ambiente.

 

Os Brooks Adrenaline GTS 15 são garante de excelente estabilidade complementados com um amortecimento desde o calcanhar até à ponta dos dedos. A introdução de um composto na entressola, Crash Pad, constituído por várias almofadas que trabalham em conjunto para se adaptar à passada de cada corredor proporcionando desta forma a dose adequada de amortecimento e uma transição que potencia o esforço do corredor em cada passada.

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Em conjunto, o BioMoGo DNA e o Crash Pad funcionam na perfeição e são garantia de um comportamento homogéneo em toda a sapatilha. Sem ser demasiado mole, como alguns modelos recentes no mercado, os Brooks Adrenaline GTS 15 são um equilíbrio entre amortecimento e estabilidade. Tais como as versões 12 e 13 deste modelo, parecem que foram feitos à medida para mim e certamente que irão deixar felizes quem os calçar.

 

Preço

 

Este modelo encontra-se à venda no El Corte Inglês de Lisboa e no de Gaia por 109,95 € o que tendo em conta que incorpora a melhor tecnologia da Brooks é um preço muito razoável e mais baixo do que outros modelos de estabilidade. Pelo preço tem acesso a um modelo preparado para qualquer atividade e com garantia de muitos e muitos quilómetros.

 

Avaliação Final

 

Conforto 18/20

Design/Construção 18/20

Estabilidade/Aderência 19/20 

Amortecimento 18/20

Preço 17/20

Total 90/100

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Conclusão

 

Os Brooks adrenaline GTS 15 são umas sapatilhas para quem, como eu, precisa e procura um equilíbrio entre estabilidade e amortecimento em todos as passadas e momentos, Um modelo para muitos quilómetros, em estrada, terra batida ou gravilha, para aqueles corredores que querem um modelo sólido de estabilidade.

 

Se ainda não conhece a Brooks vá até ao El Corte Inglês, certamente não ficará desapontado.

Venham correr: 2ª edição da corrida TSF Runners

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Enquanto a Primeira edição da Corrida TSF Runners decorreu em Outubro de 2013, agora, a segunda edição será já em Julho.

 

Julho? Será Julho um bom mês para provas? É pois! A prova TSF Runners é às 9h00, ou seja, se acelerarem bem, acabam a corrida antes da hora de maior calor. Uma prova em Julho pelas 9h00, uma ótima razão para acordar cedo e fazer exercício não?

 

Para nós sim, é uma ótima razão e dia 5 de Julho, pelas 9h00, estaremos na linha de partida em Belém, na Praça do Império, para percorrer 10km. Vamos correr sempre junto ao rio. A prova terá duas distâncias - 10 Km e 5 Km - compreendidos entre Pedrouços e Santos. Toda a atividade do evento irá centrar-se numa das ruas laterais à Praça do Império em Belém.

 

As inscrições já são abertas e até dia 21 de Junho são apenas 8€ para os 10km e 5€ para os 5km. Ao comprar o teu dorsal numa loja SportZone ainda tens 25% de desconto em cartão!    

 

Em 2013, o Carlos Sá foi Padrinho da Prova e a corrida teve como vencedores Bruno Fraga e Vanessa Fernandes.

 

Vejam como foi:

 

As inscrições já estão abertas. Venham correr connosco.

Vem superar-te na Corrida do Tejo com o Correr na Cidade

Estamos a lançar um desafio aos nossos leitores, em conjunto com a organização da Corrida do Tejo: que tal fazerem a prova com alguns elementos da Crew do Correr na Cidade e tentarem superar os vossos recordes pessoais na distância dos 10Km num dos percursos mais interessantes e numa das mais carismáticas corridas nesta distancia?!

Para isso só tens de utilizar este código aquando da tua inscrição: 1q4y6c_ahe_hdwgfdhwm1

Muito importante: se já estiveres inscrito e quiseres vir connosco, este código serve para mudares a tua inscrição e juntares-te ao Correr na Cidade.

Importante: criamos também no Facebook um grupo “Corrida do Tejo com o Correr na Cidade” (aqui) onde te podes juntar após te inscreveres na prova. Lá poderás encontrar as Perguntas Mais Frequentes (e neste post mais abaixo) para tirares quaisquer dúvidas que tenhas sobre este nosso desafio.

 

Atenção, não nos vamos substituir aos pacers oficiais da prova, nas várias distancias que a organização vai proporcionar. Os pacers oficiais são corredores muito experientes que irão percorrer os 10K na Marginal a vários ritmos. O apoio do Correr na Cidade será diferente.

 

Para alem da nossa ajuda, a organização da Corrida do Tejo vai ajudar os grupos mais numerosos com umas surpresas, mas num próximo post divulgaremos quais.


Aceitas o desafio? Vens superar-te na Corrida do Tejo com a ajuda do Correr na Cidade?

 

Para quem não existam dúvidas, deixamos aqui uma lista de possíveis Perguntas Mais Frequentes para se juntarem ao Correr na Cidade na Corrida do Tejo 2014

 

1.Tem de se pagar alguma coisa para correr com a crew do Correr na Cidade? Não. Nada. Apenas têm de comprar o vosso dorsal normalmente na Corrida do Tejo e utilizarem este código: 1q4y6c_ahe_hdwgfdhwm1 e escolher o Correr na Cidade como vossa equipa. E enviar um email para run@corrernacidade.com a indicar em que grupo queres correr connosco (sub-50; sub-60 ou 10K pela 1ª vez).

 

2.     Há descontos por me inscrever pelo Correr na Cidade? Não

 

3.     Como faço para me juntar à crew do Correr na Cidade durante a Corrida do Tejo? No processo de inscrição, escolher a equipa Correr na Cidade e incluir este código: 1q4y6c_ahe_hdwgfdhwm1. Depois no dia da prova, num local a combinar, irás reunir-te com os membros da crew que te vão ajudar a superar o teu desafio para a Corrida do Tejo.

4.     Já me inscrevi (em nome individual ou por outra equipa) mas quero correr com o Correr na Cidade como devo fazer? Fácil! No site onde já te inscreveste utiliza o código de barras do bilhete que é o ID que está no comprovativo de inscrição. Copia o código da equipa Correr na Cidade (1q4y6c_ahe_hdwgfdhwm1) + enter e associas a tua inscrição já existente à equipa do Correr na Cidade. Envia sempre um email para o Correr na Cidade para ficarmos a saber que vais correr connosco – para o email: run@corrernacidade.com

5.     Devo ir vestido com alguma cor em especial? Sim, estamos a pedir que quem nos quiser seguir apareça com uma tshirt azul para melhor vos identificarmos durante o percurso e podermos ajudar toda a gente.

6.     O Correr na Cidade serão os pacers oficiais da prova? Não. A prova irá contar com parceiros e pacers oficiais que irão assegurar oficialmente o pacing da prova.

7.     Qual o objectivo do Correr na Cidade em ajudar os corredores na Corrida do Tejo? Faz parte do nosso ADN, ajudar os corredores amadores a superarem-se nesta prova. É uma das provas mais emblemáticas da grande Lisboa, perfeita para ficar na memória de todos pela boa prestação.

8.     Se durante da prova achar que estou mais rápido do que o grupo a que me juntei, posso descolar? Sim. Força! Podes juntar-te ao grupo do Correr na Cidade que vai fazer os 10K em sub-60 ou sub-50. Ou mesmo fazer a prova sozinho. Sempre que necessitares de ajuda, junta-te a nós novamente.

9.     Uma vez participando com a crew do Correr na Cidade quer dizer que faço parte dela? Não. A Crew é fechada e só por convite é que tem novos membros. Infelizmente não estamos a pensar fazê-lo tão depressa. Se gostas de correr connosco, aparece nos nossos treinos semanais. Em breve vamos ter mais novidades...

10.  O que irá acontecer se me lesionar? Tal como noutras provas, aconselhamos a que estejam em forma para os desafios que se vão propor. Se nunca correram antes, dificilmente conseguirão fazer os 10K em bom estado de saúde. A prova tem seguro e tem assistência médica no caso de algo correr menos bem. 

 

Qualquer dúvida suplementar usa o nosso email (run@corrernacidade.com) para tirar quaisquer dúvidas. 

 

Review: Adidas Revenergy Boost – Excelentes para treinar e recuperar

Por Tiago Portugal:

 

Assim que soube que ia testar os Adidas Revenergy Boost fiquei entusiasmado pois ia correr pela primeira vez, finalmente, com sapatos desta marca alemã. Apesar de ser uma das marcas preferidas dos corredores portugueses ainda não tinha tido a oportunidade de correr com nenhuns.

 

Após cinco treinos feitos e mais de 60km já consigo dar uma opinião inicial, e fiquei bastante surpreendido com algumas das características. 

 

Estes ténis dispõem de uma combinação de tecnologia Boost na sola, favorece o impulso e um retorno de energia, e EVA numa proporção de 20-80% respetivamente. Apesar de não ter tanta sola em Boost, como alguns modelos de gama mais alta, sente-se que os sapatos são reativos e tem grande amortecimento. A tecnologia  Boost, em branco na sola do sapato, está presente no calcanhar e na zona média do pé o que permite um maior amortecimento, especialmente aos corredores que tocam primeiro com o calcanhar no chão.  

 

 

O sistema Torsion permite maior dinamismo e flexibilidade ao longo de todo o sapato e tornam os Adidas Revenergy nuns ténis com estabilidade, ideais para passadas neutras ou com leve pronação. 

 

Depois do choque inicial que a tecnologia Boost dá ao fim do 2º treino já estava fã das sensações que sentia no pé depois de cada passada. 

Esteticamente os ténis estão muito bem conseguidos, calhou-me o modelo preto com sola em laranja, suficientemente sóbrio para poder ser usado no dia-a-dia. O sapato pesa cerca de 300gr e apesar de achar que calçando, normalmente, o número 43, o 42 e 2/3 ia ficar-me pequeno, no entanto o tamanho é o ideal. Em termos de conforto achei os ténis simplesmente espectaculares desde o 1º instante. Os sapatos apoiam ao longo de todo o pé e tem espaço suficiente para os meus dedos do pé. Os ténis têm uma malha micro perfurada que ajudam a evaporar o calor e o suor o que nesta altura de calor é uma mais-valia.  

 

 

O drop dos ténis é de 10mm, entre os 8mm e os 12mm é a minha zona de conforto.  Este modelo é essencialmente para treinos a um ritmo médio de 4:30-5:30 min/km e distancias moderadas, até 15 km.

 

São neste momento os meus eleitos para treinos de recuperação, até 1h-1h30 de duração, e acho que pelo preço de venda ao público apresentado (atualmente custam 57,45 euros em promoção na Sport Zone) são uma boa escolha para corredores neutros ou pronadores ligeiros que procuram um sapato para fazer 3-4 treinos por semana, a um ritmo moderado e até 15 km.    

 

Boas corridas.

 

 

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