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Correr na Cidade

Race Report: Trilho dos Reis

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A nossa companheira de trilhos Ângela Costa conta-nos como foi a sua experiência na primeira prova do Campeonato Nacional.

 

Este foi o meu segundo ano nos Trilhos dos Reis ( antes conhecido por Vicentino) e não poderia estar mais contente com as mudanças que se fizeram sentir da edição de 2016 para a de 2017.  Começando pela nova marcar que apresenta uma imagem mais cuidada que se refletiu não só no processo das inscrições mas também no secretáriado e no local de partida/ chegada da prova.
Outro aspecto a salientar é o facto de a qualidade das camisolas terem melhorado muito não só esteticamente mas também ao nível do material.



O levantamento de dorsais correu de forma simples e rápida com direito a alguns brindes no saco de atleta: barra energética, gel e uma chávena de café. No dia antes da prova tive oportunidade de assistir à entrega de prémios da corrida do príncipes. Foi bom ver famílias toda reunida à espera dos crianças que animados chegavam ao pódio e diziam o nome com orgulho e muita animação à mistura.

O dia da prova assisti ao briefing do ultra trail e do trail curto no qual a organização alertou para a sinalização das fitas , do tipo de placas que se iria encontrar no percurso de fez as recomendações gerais.

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O tiro de partida suou as 10:00H em ponto dentro do mercado municipal. Pessoalmente agrada-me bastante que a chegada e a partida ocorram neste espaço pois permite que os atletas estejam resguardados do frio e da chuva, chuva esta que felizmente este ano não se fez sentir.

Os cerca de 24km do Trail Curto estavam muito bem assinalados com as fitas e placas correspondentes. Nos locais que poderiam suscitar mais duvidas a organização optou por colocar fita a tapar caminho e a indicar que o atleta estava "Fora do trilho".

Comparativamente com o ano passado, acheio os trilhos menos técnicos possibilitando mais a corrida. De louvar o facto de terem retirado o trilho zig zag da ribeira que me aterrorizou nos últimos km da edição de 2016.

Nota positiva também para os abastecimentos e para o abastecimento supresa antes da subida maléfica dos 15 km , foi um bom mimo.Nos abastecimentos do trail curto podíamos encontrar frutos secos, laranja, banana, bolo com marmelada, uma Espécie de bolo seco, batatas fritas, água, isótono e coca-cola. Na minha opinião ficou apenas a falta o tomate com sal.

De assinalar também simpatia de todas os envolveste na organização que estavam a ajudar na sinalização do percurso e a auxiliar na passagem da estrada. Foi a primeira vez que as estimativas do "falta 1 km para o abastecimento" ou "vá só faltam 2 km para o fim" bateram mesmo certo com a realidade!

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No final da prova, a recepção no mercado municipal foi calorosa com direito a chegada personalizada. A recolha de refeições foi bem mais fluída do que no ano anterior. Este ano contaram com a ajuda dos alunos da escola de hotelaria de Portalegre e só tenho a dizer que estava tudo delicioso!

Foi uma experiência muito positiva e um fim de semana muito bem passado numa cidade que tão bem sabe acolher.

 

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