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Correr na Cidade

Race Report: A quente 10ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro

 

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Por Joana Malcata

 

Pela segunda vez, voltei a Peso da Régua, para realizar a 10ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro, e vou começar pelo fim:

 

Pontos positivos:

  1. A organização dos transportes de acesso ao local da partida, na Barragem de Bagaúste

  2. Os abastecimentos ao longo do percurso, sempre com muita água e a ajuda dos voluntários

  3. Os preciosos banhos proporcionados pelos Bombeiros Voluntários da região

  4. O percurso lindíssimo à beira do rio Douro, do vale Vinhateiro e o verde “pintado” pelas suas encostas

 

Pontos negativos:

  1. A hora da partida

  2. A hora da partida

  3. A hora da partida

  4. O dorsal da meia maratona, no seu verso, não solicitar os dados de emergência do atleta

  5. Os atletas que como eu, aproveitaram mais as vistas e se demoraram mais, não tiveram direito ao abastecimento final, com excepção de água.

 

Apesar de saber que o calor e a hora da partida eram os principais problemas nesta prova, a sua beleza fez com que tivesse convencido o meu marido Nuno Malcata, a acompanhar-me nesta aventura em rumo ao Peso da Régua.

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Levantámos os dorsais, revimos os nossos amigos da iDee e da Salming, e fomos passear ali pela cidade e por Lamego e jantámos com a família Torres, da Girassol.

 

Domingo de manhã, despertador toca, e a ansiedade instala-se: vestir, protetor solar (este ano não apanhei escaldão!), os gadgets, boné, dorsal, dinheiro de emergência, os geis e o sal.

Pequeno almoço tomado, e ala que se faz tarde, pois o hotel onde nos hospedámos, fica mesmo no percurso da meia maratona e a estrada foi encerrada ao trânsito bastante cedo.

 

Este ano, apenas os atletas inscritos na meia maratona, tinham acesso ao comboio. Os caminhantes/10km teriam de se dirigir aos autocarros que os levariam até à partida. Muitos não sabiam desta alteração, e enquanto esperámos que o comboio partisse, assistimos a algumas confusões de acessos, também estes, mal assinalados à entrada para a Estação de comboio.

 

Como fomos cedinho, esperámos cerca de hora e meia na barragem, até ser dado o tiro de partida. Mais uma vez, senhores da Organização da “Corrida mais bela do Mundo”, revejam o horário da partida. Adiantaram 30 minutos, mas mesmo assim, não o suficiente para fugir às horas de maior calor.

O calor foi o meu pior inimigo, a juntar à falta de treino e ao excesso de peso, mas nada como acabar a prova, e meter literamente os pés de molho para refrescar e ajudar à recuperação muscular. 

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Ainda no sábado, tivemos a oportunidade de conhecer a Maria Cláudia, do Peso da Régua, uma das nossas leitoras, que ao ler o meu texto do ano passado sobre a Meia Maratona do Douro Vinhateiro, inspirou-se para começar a treinar e inscreveu-se para participar. Infelizmente, acabou por não a fazer, mas Maria: o que não faltam são provas! É só escolher no calendário. Não desista e continua com essa força e boa disposição!

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 Boas Corridas!

 

 

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